A criação do ser humano é uma das coisas mais inteligentes, mas em meio a tantas maravilhas que Deus o criou, podemos analisar que o "homem" tem suas falhas, as quais nos deixe fracos, tristes, incompreensíveis.
Deus observou que as nossas fraquezas haveria necessidade de algo especial, ou melhor, alguém especial, mas quem?
Foi aí que surgiu seu Filho Jesus Cristo e disse: - Eu posso, envia-me e darei ao homem uma nova vida, um rumo diferente em meio a tantas diversidades.
E assim Deus por meio de Jesus nos deu a garantia de nos tornamos seres amáveis, inteligentes, livres e capazes de ter um encontro com o nosso criador, Deus um dia. Por isso existe uma grande sabedoria e essa sabedoria vem do dono dela - Deus!
Mágoa, uma palavra pequena, mas um sentimento enorme. É incrível como ela consegue nos dominar, por ela deixamos pessoas importantes partirem, deixamos de confiar, deixamos de arriscar por medo.
Confesso que guardo mágoas sim, afinal quem não guarda que atire a primeira pedra! Eu estou percebendo o quão caro ela está me custando, estou deixando para trás pessoas que já me fizeram sorrir, já pediram desculpas e eu percebi que foram de coração, já me fizeram chorar de felicidade, fizeram eu me sentir única em vários sentidos.
Percebi que estou errada e que tenho que mudar nesse aspecto, afinal todos erramos de uma forma ou de outra, ninguém é perfeito.
Já conheço bem a palavra MÁGOA, agora pretendo conhecer o sentido da palavra PERDÃO, aquele ditado "eu perdoo mas guardo nomes" isso é verdade, mas na hora que você perdoa uma pessoa e você vê que ela se arrependeu realmente, tem que deixar isso de lado, prestar atenção nas qualidades e relembrar os momentos bons.
Por isso, não deixe a mágoa te dominar, se for para quebrar a cara de novo, deixa quebrar, é só mais um aprendizado. Vai doer? Vai, mas você vai aprender novas lições da vida. Perdoe, não sabemos o dia de amanhã, todos erramos, e amanhã poderá ser você pedindo perdão.
Priscielle Ramos
Mesmo que eu encontre outra pessoa, mesmo que você encontre também. É você. Sempre foi você, sempre vai ser você. E eu não sei onde eu estava com a cabeça quando eu falava que não era...
O tempo chegou trazendo marcas de lembranças. Revivi a vida, reencontrando em mim momentos de você. Sufoquei minha voz na dor de lembrar lembranças absorto. Senti o vento me aproximar da saudade. Meus passos voltaram para
desfilar por lugares vividos, e acariciar sorrisos delirantes que um dia
ornamentaram cenas de amor.
Desfilaram em minha mente e o sopro de saudade procurou meu corpo para se aconchegar. Me aproximei mais para ouvir o grito de saudade trazendo para mim momentos para reviver. Despertei dentro de mim cenas adormecidas. Da primavera, do quarto, com corpos em desalinho ocupando espaços com amor. Vozes felizes e sorrisos ocupando bocas acariciantes.
O vento me empurrou para a última saudade. Traguei meus últimos sussurros me agarrando ao silêncio, e meus pensamentos se perderam na última moldura de você.
Era ano de 1494, a cidade era MILÃO, na ITÁLIA, Leonardo da Vinci deu uns passos para trás, contemplou o mural da Ultima Ceia que estava pintando, e suspirou.
Estava completo, com exceção das figuras de Cristo e de Judas. Onde encontrarei um semblante tão inocente e sublime que verdadeira-mente represente a Jesus? E onde encontrarei um rosto tão endurecido pelo pecado e engano, que possa representar a Judas Iscariotes? – refletiu ele.
Certa manhã, no coral de uma capelinha, Leonardo viu um jovem com um rosto tão inocente e sublime, que concluiu ter encontrado seu modelo para Jesus.
Durante vários dias o rapaz posou para o grande artista. Quando a figura de Jesus ficou concluída, o jovem olhou para a pintura. – Impressionante, não é? – disse o rapaz. – Como eu gostaria de ser mesmo semelhante a Ele! – Você pode – respondeu Leonardo – Simplesmente siga o seu exemplo.
Mas a obra de arte não estava concluída. Faltava ainda a figura de Judas. Leonardo caminhou pelas ruas da cidade à procura de uma face marcada pelas linhas da amargura e do remorso. Nenhum rosto era suficientemente depravado para servir de modelo a Judas.
Anos se passaram, e o mural continuava inacabado. Então, certa noite, no ano de 1498, Leonardo voltava para casa quando foi abordado por um pedinte.
Ao olhar para o rosto do homem maltrapilho, viu olhos inteligentes mas anuviados pelo remorso, e uma fronte marcada por anos de iniquidade. Acompanhe-me – disse Leonardo, com agitação. Vou dar-lhe alimento e cama por esta noite. Preciso pintar uma figura tendo-o como modelo. Pago bem.
Na manhã seguinte, o rude e maltrapilho mendigo sentou-se, enquanto Leonardo lhe pintava a face na forma de Judas. Terminado o trabalho, o mendigo contemplou a pintura pronta. Uma lágrima lhe rolou pelo rosto. Não me reconhece? – Chorou ele. – Sou a mesma pessoa que serviu de modelo para seu Cristo, anos atrás. Quem dera que eu tivesse seguido o seu conselho...