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Nessa telinha de sonhos, por obra do acaso, pessoas queridas chegam de mansinho, enchem o espaço de carinho e, sem aviso prévio, despertam a ternura existente em nós.
Pessoas especiais que aprendemos a amar num jogo colorido de palavras com todas as letras e tons que possam caber na saudade espaçosa de uma distância.
Pessoas muito amadas que procuramos reencontrar nas esquinas da vida em um rosto amigo com braços de atleta,
Coração de menino sorriso de anjo da guarda e guarda-costas particular-pessoal-intransferível perdido em algum dos quatro cantos da terra...

Nosso idioma apresenta algumas palavras que podem assumir mais de um significado. Asa para xícara e asa para avião. Carteira para sentar ou para guardar dinheiro.
Poder para os poderosos ou poder fazer bem ao próximo.
Neste último caso, em tempos de transformação de pensamentos e valores, devemos valorizar a palavra "poder" em seu significado mais humano: poder auxiliar um amigo, poder amar, poder ser feliz, poder ter sucesso, poder brincar com os filhos, poder ler uma boa história, poder praticar o voluntariado e, principalmente, poder transferir conhecimento ao maior número de pessoas.
Quando praticamos o poder em favor de alguém especial, nos tornamos poderosos para enfrentar os desafios que o mundo nos coloca todos os dias.
Este, sim, é o verdadeiro poder que existe dentro do ser humano nas suas conquistas de felicidade.

Enganam-se aqueles que acreditam que bandido não tem nenhum valor. A matéria-prima de alguns juízes geralmente é o bandido, razão pela qual são tão condescendentes com ele. A polícia prende, a Justiça solta.

Oh! Pobre criança,
Que dormes ao relento
Entre bombardeios.
Não grites quando estiveres desesperada

Oh! Pobre criança!
Uma canção te mandarei
Para aquecer teu coração

Uma canção suave como tua face
Mas ao mesmo tempo melancólica
Como a tristeza que tens nos olhos...

Oh! Pobre criança,
Não percas a esperança,
Pois um dia irei te encontrar
E tu feliz vai cantar
Assim que a guerra acabar...

Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos. Certa vez ele prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias.

Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos.

Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade.

Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a ideia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exatamente o da distância de uma margem a outra.

Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida.

Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio.

A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.