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A vida é como montanha-russa
Cheia de sobes e desces
Se você vacilar, vai cair e se machucar muito.
Mas não se preocupe...
Eu estarei ao seu lado para lhe ajudar a levantar!

A Páscoa é uma data muito importante para todos nós. Estamos comemorando uma página da história de Jesus através da fé e do acreditar. Esta época representa a ressurreição, o regresso de Jesus.

Neste momento, como vocês são ainda pequenos, eu só quero que percebam que especialmente nesta hora, o amor tem de estar em todos os lares, em todas as famílias e em cada um de nós. Em cada um de vocês, meus filhos. Boa Páscoa!

Fidelidade quer seja a uma mulher, a uma religião ou a uma política, é uma tremenda falta de imaginação, pois nos priva de ver o que há de bom nas outras mulheres, nas outras religiões e nas outras políticas.

Minha amiga, querida, eu sei como este momento é importante e como foi esperado por você. Agora é hora de ir embora, de se abrir para o mundo, de deixar a sua zona de conforto para desbravar o mundo. Eu sei que você tem muita coragem e determinação, e sei que em muitos momentos vai se sentir só, pois nos dias mais difíceis, você não poderá correr para os braços dos seus velhos amigos, ou para o sofá de casa. Mas você vai conseguir sobreviver a isso.

Você é inteligente, destemida e excelente pessoa. Logo fará novos amigos, pessoas que saberão e merecerão te acolher e ter você por perto. E nós, seus bons e velhos amigos, estaremos aqui torcendo por você, e sempre de braços abertos para quando você quiser pousar por aqui novamente.

Você começa agora um novo caminho, e desejo do fundo do meu coração que ele seja bonito, com belas paisagens e encontros maravilhosos. Desejo que você faça grandes amigos pela estrada e aprenda muitas coisas boas e bonitas sobre a vida. E nós estaremos aqui, esperando você voltar para contar as suas histórias, e depois seguir viagem novamente.

Desejo que você seja muito feliz, e desejo que me leve sempre no seu coração.

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...

Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?

E o menino respondeu:

- Ela é minha amiga...