O relógio faz tic-tac o coração acelerado vai fazendo tum tum tum neste dia tão aguardado.
As horas andam de mansinho parecem arrastar correntes quanto mais parecem pertinho mas ficam os minutos dolentes
A galera na expectativa de soar as doze badaladas para dar a ti os vivas nesta data abençoada.
Os dedos no telefone ou digitando no teclado homenagens ao teu nome meu amigo bem amado.
Viva... chegou a hora! Parabéns a você.. nesta data querida...
Feliz Aniversário, amigo meu!
O coração anda no compasso que pode.
Amores não sabem esperar o dia amanhecer.
O exemplo é simples.
O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono.
A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem.
Joelhos esfolados são representações das dores do mundo.
A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos.
O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções.
São as regras da vida.
E o melhor é obedecê-las.
Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo.
O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer.
São exercícios simples...
Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você.
É sensato pensar assim.
Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio.
Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma.
Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados.
O melhor é ir devagar.
Que cada um cuide do que vê.
Que cada um cuide do que diz.
A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que escolhemos dizer.
É simples...
A colheita de trigo dos dois irmãos fora muito boa. Como trabalhavam juntos também a divisão da colheita obedeceu à regra do meio a meio.
Cada um recolheu sua parte no seu próprio galpão. Alegres se despediram ao anoitecer. Um deles, sendo solteiro, pensou consigo mesmo: Meu irmão é casado, tem dois filhos. Sua necessidade é maior do que a minha.
Levantou-se, foi ao galpão, encheu uma bolsa de cereal e silenciosamente o levou ao galpão do irmão onde despejou o produto no monte do irmão.
O irmão casado pensava consigo mesmo: Meu irmão solteiro trabalhou bem mais do que eu. Não tem ele compromissos com a família para atender.
Levantou-se e se foi ao galpão. Encheu uma bolsa de cereal e o levou ao galpão do irmão solteiro, derramando o produto no monte de cereal que pertencia ao irmão solteiro.
Sem saber, ambos os irmãos fizeram o mesmo gesto. E sentiam-se felizes em repartir com o outro. Tão felizes que decidiram repetir o gesto nas noites seguintes. E, na medida em que cada um tirava do seu para poder levar ao outro, percebiam que o seu monte não diminuía.
Numa noite se encontraram no caminho, cada um com uma bolsa às costas.
E, perceberam que enquanto cada um deles só queria favorecer o outro, era, na verdade o favorecido.
Quando nos voltarmos a ver, mataremos todas as saudades. Tudo estará igual, pois nem a distância enfraquece uma verdadeira amizade. Na verdade, será como se você não tivesse ido embora. Eu simplesmente a agarrarei nos meus braços e direi com sinceridade que me fez muita falta.
Para já, temos de aprender a viver com o sabor amargo da ausência. E se há coisa que ela me tem ensinado, é que você é ainda mais importante do que aquilo que eu imaginava.
Um homem chegou numa aldeia com uma corneta misteriosa, de onde pendiam panos vermelhos e amarelos, contas de cristal e ossos de animais.
-Esta é uma corneta que afasta tigres disse o homem. A partir de hoje, por uma modesta quantia diária, eu a tocarei todos as manhãs, e vocês nunca serão devorados por estes terríveis animais. Os habitantes da aldeia, aterrorizados com a ameaça de ataque de um animal selvagem, concordaram em pagar o que o recém-chegado pediu.
Assim se passaram muitos anos, o dono da corneta ficou rico, e construiu um belo castelo para si mesmo. Certa manhã, um rapaz que passava pelo local, perguntou a quem pertencia aquele castelo. Ao saber da história, resolveu ir até lá conversar com o homem.
-Ouvi dizer que o senhor tem uma corneta que afasta tigres
disse o rapaz. Acontece, porém, que não existem tigres em nosso país. Na mesma hora, o homem convocou todos os habitantes da aldeia, e pediu ao rapaz que repetisse o que dissera.
-Vocês escutaram bem o que ele disse?
- gritou o homem, assim que o rapaz terminou.
Esta é a prova irrefutável do poder da minha corneta!