Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Meu amor por você nunca vai terminar. Sinto que penso mais em nós dois juntos novamente a cada dia que passa, a cada hora que desaparece. E fico triste. Triste por já não ter seu amor!

Mas ainda tenho esperança. É que já fomos doidos um pelo outro; já conseguimos honrar a palavra "amor". É por isso que não acredito que nossa história de amor chegou ao final. Por favor, não desista de nós. Não consigo ser sua ex-namorada! Eu te amo!

Tudo o que hoje eu preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo o dias. Estas são as coisa que aprendi lá:
- Compartilhe com tudo. -Jogue dentro das regras. -Não bata nos outros. -Coloque as caixas de volta onde pegou. -Arrume a sua bagunça.
-Não pegue as coisas dos outros. -Peça desculpas quando machucar alguém. -Lave as mãos antes de comer. -Dê descarga. -Biscoitos quentinhos e leite frios fazem bem para você.
-Respeite o outro. -Leve uma vida equilibrada, aprenda um pouco, pense um pouco... E desenhe... E pinte... E cante... E dance... E brinque... E trabalhe um pouco todos os dias. -Tire uma soneca todos os dias. -Quando sair, cuidado com os carros.
-Repare nas maravilhas da vida. Lembre-se da sementinha no copinho plástico. As raízes descem a planta sobe e ninguém sabe realmente como ou porque, mas todos somos assim. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco, e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... Nós também.
A regra de ouro é o amor e a higiene básica. Ecologia... Política... E igualdade... E respeito... A vida sadia.
Temos que fazer a nossa parte.
E esta é sempre uma verdade, não importa a idade: "Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos."

Araucária,
Nasci forte e altiva,
Solitária.
Ascendo em linha reta
Uma coluna verde-escura
No verde cambiante da campina.

Estendo braços hirtos e serenos.

Não há na minha fronde
Nem veludos quentes de folhas,
Nem risos vermelhos de flores,
Nem vinhos estonteantes de perfumes.
Só há o odor agreste da resina
E o sabor primitivo dos frutos.

Espalmo a taça verde no infinito.
Embalo o sono dos ninhos
Ocultos em meus espinhos.
Na silente nudez do meu isolamento.

Quem é você que chega assim
Em perfume puro e gostoso
De uma flor de Jasmim...

Quem é você que impressiona com o olhar
Que mesmo dirigido a ninguém
Me faz por ti suspirar...

Quem é você que mantém a sensação
Que mesmo em tua ausência
Quase me mata de emoção...

Quem é você que possui lábios de mel
Que com apenas um beijo
Me leva ao céu...

Quem é você que sorri como menina
Que com apenas um gesto
Modifica minha vida...

Quem é você que encanta sem saber
Que com charme gostoso
Faz em teu encanto me perder...

Quem é você que canta uma canção
Que nos acordes simples
Conquista o meu coração...

Quem é você que é bela e sincera
Que fazem dos nobres traços
Obra-prima de aquarela...

Quem é você que ilumina a imensidão
Que torna sombra em luz
E me incendeia em forma de paixão...

Quem é você que cheira como flor
Que inebria sentimentos
Fazendo-me alvo de teu amor...

Quem é você que alegra a paisagem
Que torna tudo belo e bonito
Mesmo quando passo só de passagem..

Quem é você que deslumbra o firmamento
Que brilha mais que tudo
E me mata de contentamento

Enfim, quem é você que me faz por ti esperar
Serás que és DEUSA?
Não sei... Só sei que nunca deixarei de te amar...

Noite ainda, quando ela me pedia
Entre dois beijos que me fosse embora,
Eu, com os olhos em lágrimas, dizia:

"Espera ao menos que desponte a aurora!
Tua alcova é cheirosa como um ninho...
E olha que escuridão há lá por fora!

Como queres que eu vá, triste e sozinho,
Casando a treva e o frio de meu peito
Ao frio e à treva que há pelo caminho?!

Ouves? É o vento! É um temporal desfeito!
Não me arrojes à chuva e à tempestade!
Não me exiles do vale do teu leito!

Morrerei de aflição e de saudade...
Espera! até que o dia resplandeça,
Aquece-me com a tua mocidade!

Sobre o teu colo deixa-me a cabeça
Repousar, como há pouco repousava...
Espera um pouco! deixa que amanheça!"

E ela abria-me os braços. E eu ficava.

Olavo Bilac