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Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e, de forma ríspida, pergunta: - Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranquilidade o médico respondeu: - Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?!
Ríspida, redarguiu: - Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou: - Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la?!
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!...
- Ah! Senhora! Desculpe-me! pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta...
- Oh! Desculpe, doutor! Boa tarde! É que... vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são – disse o médico – as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegar, tão bem vestida, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um "boa tarde!"
Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito... Um dos mais belos trajes da alma é a educação.

Lembro das brincadeiras, dos risos e do sol batendo nos nossos rostos jovens. Lembro como tudo era mais simples, como as gargalhadas eram mais fáceis e as dores mais rápidas para passar.

Lembro da cara de todos vocês, meus amigos da escola, e inevitavelmente a saudade bate forte cá dentro. Pois sinto saudades desse tempo, de vocês, da nossa amizade. Mas é uma saudade gostosa e saudável, uma nostalgia que chega para me lembrar que já vivi tempos maravilhosos.

O sentimento que nos une também é o que nos separa, meu irmão! Não consigo entender o motivo de tanto ciúme, de tanta inveja, de tanta avareza.

Somos do mesmo sangue, vivemos no mesmo mundo e temos problemas e soluções parecidas. Por favor, meu irmão, eu quero paz entre nós!

Fique feliz com a alegria das outras pessoas, pois o contrário é algo mesquinho e de consequências tristes. Se liga, meu irmão! Gosto muito de você!

A colheita de trigo dos dois irmãos fora muito boa. Como trabalhavam juntos também a divisão da colheita obedeceu à regra do meio a meio.
Cada um recolheu sua parte no seu próprio galpão. Alegres se despediram ao anoitecer. Um deles, sendo solteiro, pensou consigo mesmo: Meu irmão é casado, tem dois filhos. Sua necessidade é maior do que a minha.
Levantou-se, foi ao galpão, encheu uma bolsa de cereal e silenciosamente o levou ao galpão do irmão onde despejou o produto no monte do irmão.
O irmão casado pensava consigo mesmo: Meu irmão solteiro trabalhou bem mais do que eu. Não tem ele compromissos com a família para atender.
Levantou-se e se foi ao galpão. Encheu uma bolsa de cereal e o levou ao galpão do irmão solteiro, derramando o produto no monte de cereal que pertencia ao irmão solteiro.
Sem saber, ambos os irmãos fizeram o mesmo gesto. E sentiam-se felizes em repartir com o outro. Tão felizes que decidiram repetir o gesto nas noites seguintes. E, na medida em que cada um tirava do seu para poder levar ao outro, percebiam que o seu monte não diminuía.
Numa noite se encontraram no caminho, cada um com uma bolsa às costas.
E, perceberam que enquanto cada um deles só queria favorecer o outro, era, na verdade o favorecido.

Eu Te agradeço, meu Deus, porque estou vivo. Sim, a vida é um dom que Tu nos concedes e nós temos que aprender a cuidar desse valioso tesouro. Fazer a Tua vontade é a melhor forma de o conseguirmos.

Guia meus pés no dia de hoje, pois nem sempre sei qual é a melhor direção. Mostra-me qual é o caminho devo seguir. E quando anoitecer, que eu possa sentir que fui plenamente abençoado.