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Mãos cheias de saudades De apertar em sua palma O corpo da sua amada. Numa cama perfumada
Mãos que aperta Escreve seu nome Num simples verso Extravasa a paixão.
Mão firme amiga Que acaricia seu corpo Toca-lhe o espírito.
Mãos que se entrelaçam Num longo abraço Enlouquecendo a alma.

Queria apenas por um momento, Poder apagar o passado, Poder estar ao seu lado, Para dizer que te amo. Queria apenas por um instante, Poder tocar a tua face, Poder ter o teu amor, Poder sonhar um pouco mais. Queria apenas por um minuto, Poder ser um daqueles silêncios, Que quando menos se espera, Surpreende de forma irreverente. Queria apenas por um segundo, Poder ser parte do teu pensamento, Poder ser a cada instante, Uma lembrança constante, Que não se apaga mais. Enfim, queria apenas uma chance, Para ter um momento do teu amor, Um minuto do teu silêncio, e Todos os segundos do teu pensamento!

A pior dor que podemos sentir é a dor da saudade. Algumas feridas que temos na pele também doem, mas logo desaparecem. Certas dores físicas podem ser eliminadas com medicação. Mas a dor da saudade por vezes não tem cura, porque a pessoa de quem sentimos falta partiu em uma viagem sem retorno.

Talvez fosse mais fácil se as recordações nos fizessem bem. Talvez tudo passasse se chorar ajudasse a esquecer. O pior é que temos de prosseguir, por vezes sem vontade de viver. A dor da saudade é o maior desgosto que alguém pode ter.

Nunca estamos sós, é verdade. É bom saber que temos amigos em quem podemos confiar. Pessoas que nos apoiam e nos acolhem com tanto carinho.
É certo que tenho passado momentos muito difíceis. E comigo estão sempre os amigos, dando-me palavras de conforto e ânimo.
Sou grata a Deus por ter conhecido tanta pessoa boa, de coração aberto e firmes.
Quero agradecer a você por tudo. Em especial por estar a meu lado, sempre.
Saiba que eu também quero fazer por você o que for possível.
Disponha da minha amizade sincera.
Meu eterno agradecimento.

A menina debruçada na janela, trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte do seu cão de estimação.
Com pesar, observava atenta o jardineiro a enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras. A cada pá de terra jogada sobre o animal, sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.
O avô que observava a neta, aproximou-se, envolveu-a num abraço e falou-lhe com serenidade: Triste a cena, não é verdade?
A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância. No entanto, o avô, que sinceramente desejava confortá-la, chamou-lhe a atenção para outra realidade. Tomou-a pela mão e a conduziu até uma janela opostamente localizada na ampla sala.
Abriu as cortinas e permitiu que ela visse o imenso jardim florido à sua frente, e lhe perguntou carinhosamente: Está vendo aquele pé de rosas amarelas, bem ali à frente? Lembra que você me ajudou a plantá-lo? Foi num dia de sol como o de hoje, que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos, e hoje... veja como está lindo, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas...
A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso, mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre uma e outra, das tantas rosas de variados matizes, que enfeitavam o jardim.
O avô, satisfeito por tê-la ajudado a superar o momento de dor, falou-lhe com afeto: Veja, minha filha, a vida nos oferece sempre várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza, sem que possamos alterar-lhe o quadro, voltemo-nos para outra, e certamente nos depararemos com uma paisagem diferente.