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Me leva para o tempo
Que meus olhos não choravam
Que minha vida era ficar a sua espera
Com os olhos nas estrelas...
Essa Música
Me faz sentir saudades
Das vezes que
Sem nenhum medo
Eu te amava
E te fazia as minhas declarações...
Essa Música me faz chorar,
Pois ignorei o mundo
E me entreguei...
Para um amor que só
Existiu nos meus sonhos.
Um amor
Que não me deixou
Cumprir minhas promessas
Me fez refém...
Essa Música
Fala de um Amor Abençoado
Mas o amor
Que acreditei viver
Foi abençoado só nos meus
Impossíveis sonhos...
E hoje só me resta sentir saudades
E ouvir...
Essa Música...

Dino era um menino cuja família era extremamente pobre.
Nas festividades do Natal ele não ganhou nenhum presente, mas costumava olhar nas vitrines das lojas tudo aquilo que outros meninos de sua idade costumavam receber e isso lhe trazia grande excitação.
Logo no início do ano ele foi atropelado por um carro e levado a um hospital.
Uma das enfermeiras, levou-lhe alguns brinquedos para que ficasse um pouco mais alegre. Ao tocá-los, com grande regozijo ele exclamou: "Não existe nenhum vidro entre mim e os brinquedos!"
Muitas vezes não podemos tomar posse de tantas bênçãos que Deus tem nos oferecido porque ainda existe um vidro de separação entre nós e o Senhor.
Esse vidro pode ser motivado por rebeldia, desobediência, indiferença às coisas celestiais, etc. É o vidro do pecado.
Quando deixamos que nossos interesses pessoais, o desamor, a cobiça, a avareza e tantos outras atitudes pequenas tomem lugar em nosso coração, acabamos construindo um vidro que não permite que cheguemos à presença de Deus, mas ao abrir mão de tudo isso em favor do amor, da fé, da esperança e certeza de que apenas em Cristo podemos alcançar a verdadeira felicidade, então todos os vidros são quebrados e a nossa ligação com o Pai se torna real e verdadeira.

Se ainda existe um vidro separando você do Senhor Jesus, quebre-o agora e deixe o Senhor ocupar o lugar que lhe pertence!

Que eu possa também abrir espaço pra cultivar a todo instante as sementes do bem e da felicidade de quem não importa quem seja ou do mal que tenha feito para mim.
Que a vida me ensine a amar cada vez mais, de um jeito mais leve.
Que o respeito comigo mesma seja sempre obedecido com a paz de quem está se encontrando e se conhecendo com um coração maior.
Um encontro com a vontade de paz e o desejo de viver.

No início de um novo projeto, tudo tem vigor e tudo nos entusiasma.
Inúmeras possibilidades se abrem diante de nós; nossa esperança alça voos e nossa energia e animação são ilimitadas.
Porém, conforme os problemas vão aparecendo, o entusiasmo inicial talvez comece a se desgastar. O futuro perde algumas das suas promessas e nossa vontade e determinação podem vacilar.
Parece muito mais fácil procurarmos formas de evitar o trabalho do que nos deixarmos inspirar pelos desafios que ele oferece.
Quando o trabalho nos faz exigências difíceis, nossa opção pode ser a de reter a nossa energia. Como não nos colocamos no trabalho, nossa energia se torna dispersa e confusa, e começamos a divagar, de um dia para o outro.
Vemo-nos buscando desculpas para não trabalhar de modo eficiente: não estamos nos sentindo bem ou precisamos de mais tempo. Assim que as distrações aparecem, logo recorremos a elas, fazendo pausas frequentes ou saindo para fazer coisas desnecessárias, talvez parando pelo caminho para conversar com um amigo.
No final do dia, foi muito pouco o que o nosso tempo rendeu.
No entanto, se encarássemos nosso trabalho de forma direta, talvez descobriríamos que ele é bem menos ameaçador do que tememos; perdemos, porém, a oportunidade de perceber isto, quando optamos por nos afastar.

Meu sofrimento aqui encerra
essa louca e amarga dor.
Tantos morrendo em guerra
eu morrendo de amor.

Vejo que o mundo se cansa,
de lutar e de sofrer.
e eu canso-me de esperança,
de um dia lhe esquecer.

O mundo sofre em brigar,
de matar... ou morre...
Eu sofro por amar.
O que se pode fazer?