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A família é o que de mais importante temos no mundo. A família é a nossa casa, é o nosso refúgio de paz. Quando há discórdia ou conflito, a nossa paz interior fica afetada. A família é um laço que abraça a nossa vida, quando não estamos em paz, esse laço vira um nó.

Se o mundo lá fora estiver caindo e desmoronando, mas em casa tivermos paz, nos sentiremos mais seguros. A nossa família é a nossa raiz no mundo. Uma família em conflito é como uma grande árvore com a raiz apodrecida, qualquer vento é capaz de derrubar a árvore.

Fique em paz com a família, busque a reconciliação familiar, aprenda a perdoar. Em família, amamos uns aos outros e queremos sempre o melhor para todos. Às vezes, brigamos por excessos de cuidado e amor, e onde há muito sentimento, estão todos à flor da pele. Perdoar é preciso para viver em paz.

Doce amada, penso em ti todos os dias. Povoas os sonhos de minhas madrugadas.
Mais que uma amante, uma namorada, és um anjo, que me acompanha e me guia.
Como é bom sentir o calor de teus braços! Esquecer, por momentos, dificuldades e tristezas. Contemplar apenas teu sorriso, tua beleza. Viver e sentir a vida em cada beijo, cada abraço!
A saudade hoje me bateu fundo e me veio o desejo de sair andando pelo mundo, para reviver tudo que no passado desfrutamos.
Por isso te envio esta mensagem, para dizer que sinto falta de ti, que te amo!

A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada.

Lya Luft

Nós vivemos num mundo em que as coisas estão sempre mudando. As estações vêm e vão, a maré vem e vai, a inflação sobe e cai, as pessoas são contratadas e demitidas... Era de se esperar que aprendêssemos que a lei básica do universo é a mudança. Em vez disso, ficamos irritados.
Em biologia, no colégio, estudamos a lei da seleção natural: adaptar-se às mudanças. Aprendemos, por exemplo, que se você for um inseto verde num campo marrom e não mudar a cor da sua pele, vai ter sérios problemas. Em breve não haverá mais insetos! Não tem jeito. A lei é mesmo brutal: adaptar-se... ou desaparecer. No mundo dos negócios é a mesma coisa. as coisas mudam e até os especialistas erram. Os exemplo são muitos. Um deles: em 1927, Harry Warner, da Warner Brothers Pictures disse: Com os diabos, quem quer ouvir um ator falar? Logo o cinema deixaria de ser mudo! Outro exemplo: em 1977, Ken Olsen, presidente da Digital Equipment Corporation foi categórico ao afirmar: não há motivo para que um indivíduo tenha computador em casa!... Errou feio!
A vida é assim, o que é verdade hoje pode não ser amanhã. O que funciona hoje pode não funcionar amanhã. A única constante que existe é a mudança... Tudo está em movimento!
Em poucas palavras: as pessoas felizes não só aceitam a mudança como a abraçam. São pessoas que dizem: por que eu haveria de querer que os próximos 5 anos fossem iguais aos 5 anos passados?

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

"Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

- Pobre criança! - exclamou um passante. Suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!

Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. - Independente do que fazemos - disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto."