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Amigos, nos surpreendemos com momentos diferenciados de alegria ou dor, onde a solidariedade e a fraternidade afloram na maior parte das pessoas.
O bom exemplo no aspecto de alegria são as festas de fim de ano, com o clima agradável que se instala nas casas e em todos os ambientes em geral, algo no ar que nos sensibiliza, e fatos que em outras épocas passam desapercebidos, na época do Natal e fim de ano nos leva às lágrimas.
Como exemplo de consternação temos os momentos das tragédias coletivas, onde a coletividade se mobiliza, onde as lágrimas nos visitam os olhos como a indagar porque tantos irmãos nossos foram levados a tamanhos sofrimentos. Notemos que os chamamos de irmãos, sejam de que continente for, ideologias políticas diferentes, concepções religiosas bastante diferente das nossas...
Não nos surpreendamos, pois é natural que quando direcionamos pensamentos e sentimentos (mesmo pequena parcela) para um objetivo de fazer algo por alguém (diminuindo-lhe a dor), compreendemos mais as pessoas que nos cercam, doamos algo de nós mesmos para os semelhantes que também lutam pela vida.
Fazemos o que geralmente não fazemos em outras situações: olhar mais para outrem, notá-los, sentir que são pessoas como nós, com sonhos, temores, expectativas. Queremos abraçar, consolar, secar prantos.
Um dia aprenderemos a estender para todos os dias essa postura de alegria contagiante ou de solidariedade vibrante que nos toma nessas ocasiões.

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco. Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira. Os amigos disseram ao velho: Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu: Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês. As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Ele tinha fugido para a floresta. Na volta, trouxe uma dúzia de cavalos selvagens com ele. As pessoas se reuniram de novo e disseram: Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.
E o velho disse: Vocês estão se precipitando de novo. Quem pode dizer se é uma benção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta...
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar: E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas. E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein? Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção...
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho. E os que foram para a guerra, morreram...
Quem é obcecado por julgar cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação. E isso leva a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa. Quando uma porta se fecha, outra se abre...
Às vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a benção que ela nos traz...

Perdoa por não ter te dado
tudo aquilo que querias
e que eu poderia te dar.

Mas, por uma razão ou outra
não foi possível.
Meu carinho total, minhas atenções,
minha vida, meus momentos.

Meu pensamento, este sim,
estará sempre contigo
em todos os momentos,
os alegres, os tristes e os que estou tão
somente só.

Porque esses são meus e ninguém poderá
arrancá-los de minha mente.

São meus e eternamente teus.

A vida foi muito dura comigo, uma caixinha de surpresas desagradáveis, pois levou de mim pessoas especiais que sempre pensei que permaneceriam ao meu lado eternamente.

Agora resta um vazio e nada mais será como antes. Os meus dias são uma sucessão de momentos sem cor porque nada vai mudar e quem eu amo jamais voltará.

A maior recompensa pelo trabalho não é o que se paga por ele, mas sim, a experiência que o mesmo proporciona. Parabéns, trabalhador!