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O abraço é um gesto perfeito. É um simples carinho que traduz muitas coisas que poderíamos dizer. Quem nunca sentiu um abraço, não sabe o que é o calor reconfortante, pois se dois corpos se encostam, durante o tempo que o coração pede, o nosso mundo para e só a felicidade permanece nos embalando.

Não importa também se o dia foi mau, nem tampouco se a tristeza invadiu nossa vida. Quando os braços de alguém que gostamos nos seguram com toda a ternura, esquecemos os nossos problemas e desfrutamos apenas desse doce momento.

Seja abraço de amor, abraço de saudade ou até de despedida, quanto sentimento existe nesse instante que jamais deveria terminar! E por isso, hoje preciso receber o seu e não deixar você ir embora sem provar do meu. Este abraço que eu tenho guardado, quer agarrar sua alma e ouvir todos os segredos que ela tem para contar.

Você já parou para pensar no que realmente importa na sua vida? Serão o mundo e que os outros pensam de você? Não! Serão os sonhos e as conquistas dos outros? Não! Será a vida dos outros ou a sua? A sua!

O que importa é o que você quer, o que você sonha, o caminho que quer percorrer. O que importa é a sua vida e o que você quer fazer com ela! Então faça, vá, corra atrás, lute pelos seus sonhos, não fique apenas vendo ou sonhando.

Se tiver que sofrer sofra, se tiver que perder, perca, pois no final a recompensa e o triunfo sempre chegam para os que persistem, para os que lutam com garra, para os que nunca desistem!

O que importa realmente? Você! Então acredite em você!

Quando a vida começava no mundo, os pássaros sofriam bastante. Pousavam nas árvores e sabiam voar, mas como haviam de criar filhotinhos? Isso era muito difícil.
Obrigados a deixar os ovos no chão, viam-se, quase sempre, perseguidos e humilhados. A chuva resfriava-os e os grandes animais, pisando neles, quebravam-nos sem compaixão. E as cobras? Essas rastejavam no solo, procurando-os para devorá-los, na presença dos próprios pais, aterrados e trêmulos.
Conta-se que, por isso, as aves se reuniram e rogaram ao Pai celestial lhes desse o socorro necessário.
Deus ouviu-as e enviou-lhes um anjo que passou a orientá-las na construção do ninho.
Os pássaros não dispunham de mãos. entretanto, o mensageiro inspirou-os a usar os biquinhos e, mostrando-lhes os braços amigos das árvores, ensinou-os a transportar pequeninas migalhas da floresta, ajudando-os a tecer ninhos no alto.
Os filhotinhos começaram a nascer sem aborrecimentos, e, quando as tempestades apareceram, houve segurança geral.
Reconhecendo que o Pai Celeste havia respondido às suas orações, as aves combinaram entre si cantar todos os dias, em louvor do Santo Nome de Deus.
Por essa razão, há passarinhos que se fazem ouvir pela manhã, outros durante o dia e outros, ainda, no transcurso da noite.
Quando encontrarmos uma ave cantando, lembremo-nos, pois, de que do seu coraçãozinho, coberto de penas, está saindo o eterno agradecimento que Deus está ouvindo nos céus.

Meu amor, você tem a capacidade de me fazer crer que a distância entre nós não existe. É verdade que as saudades apertam muitas vezes e me dá vontade de fugir daqui para estar do seu lado, mas você procura ser meigo nas suas palavras e sempre tenta encontrar um jeito de iluminar meu dia.

Ainda que você esteja distante, cada vez tenho mais a certeza de que nada nos separará.

Se todos fôssemos mestres, a quem ensinaríamos? Se de tudo soubéssemos, por que aqui estaríamos? No entanto, temos diante da vida, na maioria das vezes, uma postura de tudo saber, de poder emitir ideias, avaliações, estabelecer conceitos...
E cheios de nós mesmos, como um balão que se enche e se eleva para poder ser visto por todos, seguimos com essa ilusão que teimamos em alimentar, buscando cada vez mais nos auto afirmar (tanto para os outros, quanto para nós mesmos).
Em todas as matérias somos doutores. nas coisas da vida, diplomados.
A todo instante distribuindo conselhos, pareceres, instruções àqueles que nos ouvem.
Tudo parecemos saber, quando tão pouco conhecemos! O que será que desencadeou essa nossa postura?
Orgulho? Inteligência? Prepotência? Ignorância? Poderei desfilar aqui mil motivos, justificativas... Todas disfarces do medo.
O medo que nos assola é tamanho, tão grande, que cria a lista de adjetivos citados acima, apenas para não ser descoberto. Por medo de não saber, fingimos saber tudo. E o que é pior, convencemos aos outros e a nós mesmos.
Enquanto o medo permanece, cresce e cria novas formas de nos manter cativos e ignorantes.
Não temos que saber tudo! Não temos que provar nada aos outros. Temos que conhecer o medo, lidar com ele e, humildemente, nos apresentarmos á vida como aprendizes.
Pois, o verdadeiro mestre se auto intitula aprendiz!...