Quando você desiste de buscar a felicidade está desperdiçando a maior oportunidade da sua vida. É verdade que nem sempre é fácil consegui-la e algumas tentativas acabarão por ser em vão, mas para quem persiste em lutar a recompensa acaba por chegar.
Não abaixe os braços mesmo que esteja difícil, não abrande o passo por muito tempo que essa batalha dure. Você será ricamente abençoado por essa sua persistência.
Buscar metas finitas limita as perspectivas para um futuro maior do que nossos pé caminharam, buscar a infinidade do conhecimento é mais que desvendar o mistério que há dentro de nós, é buscar a capacidade de descobrir as nossas incapacidades que se limitam sem fim, e descobrir que somos constituídos de controvérsias e falhas, descobrir que a moralidade pode ser construídas com palavras e ainda mais Atos, que não é a busca incessante pela vitória que faz um vitorioso pelo contrário, faz um escravo, mais sim a busca apaixonada pelo desejo maior que o torna vencedor naquilo que faz, então busque o conhecimento, faça o conhecimento e seja o conhecimento, até o dia saberás que jamais saberá o todo.
As decepções nos ensinam grandes lições e nos ajudam a compreender o verso e o reverso da vida!
Deus não criou a fé para que ela ficasse parada, ou que você a usasse somente para coisas possíveis. A fé é a sua arma para agradar a Deus e conquistar o impossível.
Não tenha medo de abusar da sua fé, pois ela existe para isso. Caminhe sempre confiante e fortaleça essa esperança dentro do seu coração.
A sua fé é o seu escudo contra os obstáculos impossíveis. A fé derruba qualquer barreira!
Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, a outra margem. Então o barqueiro disse ao viajante:
- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-la!