Faça as coisas com calma. Caminhe devagar. Silencie as perguntas. Observe atentamente. A vida acontece onde você se demora e a pressa é inimiga da intuição.
Uma família se sentou à mesa, em determinada manhã, para tomar o café. Como era costume, o pai fez a oração de agradecimento pelo alimento, pedindo a Deus que abençoasse o que estavam comendo. Logo a seguir, porém, como era seu mau costume, começou a murmurar sobre os tempos difíceis e as lutas pelas quais estavam passando.
Reclamou da péssima comida que eram forçados a comer, da forma como ela era preparada e muito mais. Sua filha pequena, interrompendo-o, falou: "Pai, você acha que Deus ouviu o que disse há alguns minutos atrás"? "Certamente", respondeu o pai com ar confiante de um bom instrutor. "E Ele ouviu o que você disse sobre o café e o que comemos com ele"?
"Claro" o pai respondeu, mas não com tanta confiança como antes. Então, sua pequena filha perguntou novamente: " Então, pai, em qual de suas duas palavras Deus acreditou"?...
Será que temos o mesmo hábito ruim do homem de nossa ilustração? Ou confiamos em Deus ou não confiamos.
Não podemos agradecer por Seus cuidados e por suas bênçãos e continuar reclamando de tudo e de todos. Ou a nossa fé está firmada no Senhor, crendo que todas as coisas cooperam para o nosso bem ou precisamos rever a nossa maneira de encarar a vida e o que é, de fato real.
Quando o Senhor Jesus está em nossos corações, toda a nossa vida é repleta de prazer. Alegramo-nos tanto quando passamos por momentos de grandes vitórias e fartura como quando enfrentamos fracassos e escassez.
A nossa felicidade não depende do muito ou do pouco, de bonança ou de batalhas, de glórias ou anonimato, mas simplesmente de ter confiança e fé em Deus.
Quanto mais tento esquecer, mais percebo que preciso de você, do seu olhar, do seu sentir, do seu agir, do seu sorriso.
Quanto mais engano meu coração de que é só uma simples paixão, mais ele deseja você, pois é você quem ele ama, quem ele quer, quem ele deseja, para sempre!
Quanto mais tento convencê-lo de que é somente um adeus, mais ele sente a certeza do que o nunca mais apareceu...
Senhor!
Quando eu quiser lhe falar, me ouça.
Quando eu eu estiver indeciso, me oriente.
Quando eu estiver desesperado, me dê sua paz.
Quando eu estiver inquieto, afaga-me.
Quando faltar palavras, sonda-me.
Quando eu errar, me corrija.
Mas, quando eu quiser te seguir senhor me aceite!
Fazer o bem sem ostentação é grande mérito. Ainda mais meritório é ocultar a mão que dá. Constitui marca de grande superioridade moral. Não saber a mão esquerda o que dá a mão direita é uma imagem que caracteriza admiravelmente esse tipo de benefício. Quando, ao demais, o benefício tem por objetivo maior atender um eventual desafeto, torna-se ainda mais meritório.
A criatura demonstra, com tal atitude, estar acima do comum da humanidade. Que essa história não caia no esquecimento. E, tanto quanto possível, nos sirva de inspiração e exemplo. Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros egoístas. Esquecemos de que é preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles não têm coragem de nos dizer.
Temos pensado demasiadamente em nós mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos... Importante que tenhamos a devida atenção para com aqueles que nos são caros. Os amigos verdadeiros às vezes relevam as nossas atitudes egoístas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho. Afinal, conservar um amigo com afeto e atenção, é sempre uma grande virtude.