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Não me sentia bem. Estava como um bagaço, que depois de sugado é atirado ao chão. Tinha perdido a vontade de sorrir, de viver, já nem cuidava mais de mim.

Durante muito tempo o meu céu ficou nublado, os dias eram cinzentos, as noites não tinham luar, as estrelas não brilhavam.

Mas aí, de repente, mergulhei em seu olhar, e nele vi o céu ficar azul, as noites voltaram a ter luar, as estrelas voltaram a brilhar, e o sorriso voltou aos meus lábios.

Obrigado por você existir! Obrigado também por ter me ajudado a superar o abandono que vivi. E se hoje eu voltei a ter razão para prosseguir, devo isso a você!

Não tem mais dúvidas que esse amor em mim pra sempre vai ficar, que eu vou parar o mundo toda vez que eu te beijar, que vou calar a boca de quem não acreditar no meu amor.

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, se eu não tivesse amor, seria como um bronze que soa ou como um símbolo que tini.
Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência, ainda que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse amor, eu nada seria.
Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos, ainda que eu entregasse o meu corpo às chamas, se não tivesse amor, isso nada me adiantaria.
O amor é paciente, o amor é prestativo, não é invejoso, não se ostenta, não se enche de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará. Quanto às profecias, desaparecerão. Quanto às línguas, cessarão. Quanto à ciência, também desaparecerá. Pois o nosso conhecimento é limitado, e limitada é nossa profecia. Mas quando vier a perfeição, o que é limitado desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei homem, fiz desaparecer o que era próprio de menino. Agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas, depois, veremos face a face.
Agora o meu conhecimento é limitado, mas, depois, conhecerei como sou conhecido. Agora, portanto, permanecem fé, esperança, amor. Estas três coisas. A maior delas porém, é o amor.

Era uma vez um jovem chamado Srona, de delicada saúde, e que nascera em uma rica família. Como, seriamente ansiasse obter a iluminação, tornou-se um discípulo do Buda. Com este propósito, dedicou-se e se esforçou tanto que seus pés chegaram a sangrar.
O Buda dele se compadeceu e lhe disse: - Srona, meu jovem, você já estudou harpa. Pois então deve saber que a harpa não produz música se suas cordas estiverem muito esticadas ou então frouxas demais. Ela produzirá música somente quando as cordas estiverem corretamente estiradas.
E o Buda continuou: - O treinamento para a iluminação é exatamente como o ajuste das cordas da harpa. Você não pode alcançar a iluminação se deixar as cordas de sua mente estiradas ou frouxas demais. Deve estar sempre atento e agir sabiamente.
Tirando grande proveito destas palavras, Srona alcançou aquilo que procurava.

Sabe porque o silêncio machuca? Porque ele esconde palavras que gostaríamos que fossem ditas. Sabe porque a traição dói tanto? Porque nunca vem dos inimigos e sim das pessoas que mais amamos na vida. Sabe porque não existe um meio de voltar no tempo? Porque se existisse nunca aprenderíamos a seguir em frente!