Todos nós, uma vez ou outra, sentimos medo. O medo é um sentimento que aniquila, fragiliza, embota nossos talentos, aprisiona nossa alma e tolhe nossa iniciativa.
Qualquer situação desconhecida apresenta duas possibilidades de resultado quando a enfrentamos: ou saímos dela bem-sucedidos ou fracassamos.
O medo nada mais é do que a fixação na derrota, a recusa da mente em considerar a possibilidade do bom resultado. a convicção neurótica de que, em hipótese alguma, seremos capazes de superar nossas limitações.
E, desta forma, muitos dos sonhos que alimentamos permanecem inatingíveis porque não nos permitimos transformar a fantasia em paredes, portas e janelas. Porém, a mudança de atitude é responsabilidade de cada um.
Ninguém pode assegurar sucesso, felicidade ou vitórias a ninguém – afinal, o risco sempre existe: podemos tentar e fracassar, apesar de todo o esforço.
No entanto, uma pergunta se impõem: o que vale mais – cem anos de segurança, resignação e frustrado ou um minuto de alegria e prazer? Quem não arrisca fica protegido do perigo – mas, enquanto não pulamos o muro do medo, não sabemos o que existe do outro lado.
Quem ousaria apostar que, ao invés do fim, não encontraremos lá o sentido de nossa vida? Quem nos pode assegurar, sem medo de errar, que não nos aguarde lá do outro lado do muro
- No fim de nosso arco-íris, o nosso potinho de ouro?
Durante nossa vida, temos que aprender a suportar os momentos difíceis e a superar as adversidades que vão surgindo. Sei que a batalha contra esses problemas de saúde estão sendo complicadas, mas eu acredito que você tem a força necessária para vencê-la.
Desejo-lhe sinceras melhoras e uma rápida recuperação. Pode contar comigo para estar ao seu lado sempre que precisar.
Hoje o sol brilhará para nós dois. O sol que temos em comum e que podemos ver no mesmo céu, apesar de no fundo estarmos separados por uma grande distância.
Acordar e saber que não posso ter seu carinho traz sempre um sabor amargo, mas quando isso acontece eu penso em como nos temos mantido unidos apesar de estarmos longe um do outro. A verdade é que temos dado provas constantes de que aquilo que sentimos é forte e verdadeiro e essa realidade me traz muita felicidade. Bom dia, amor!
Ao seu lado o luar tem mais luz e as estrelas cantam uma linda canção de embalar. É você quem torna tudo mais especial, saber que nosso amor existe já é suficiente para eu ser feliz.
Guardo no meu coração tudo que já vivemos, as promessas que fizemos e os sonhos pelos quais lutamos. E com a mente vazia, hoje vou sonhar com você, pois só assim a vida tem sentido para mim. Boa noite, amor!
Cada um dos sete filhos trabalhou na loja de nosso pai, nossa própria loja de departamentos. No inicio fazíamos pequenos trabalhos como varrer o chão, arrumar as prateleiras e fazer embrulhos, e mais tarde, quando tínhamos experiência, atendíamos aos clientes. Trabalhando e prestando atenção, nós aprendemos que trabalhar era mais do que sobreviver e vender.
Uma lição ficou gravada em minha mente. Era próximo do natal. Eu estava na oitava série e trabalhava à noite, ajeitando a seção de brinquedos. Um pequeno garoto, com uns cinco ou seis anos, entrou. Ele vestia um desgastado e sujo casaco marrom.
O cabelo despenteado. O tênis rasgado e desamarrado. O garoto me pareceu muito pobre – demasiado pobre para ter dinheiro para comprar qualquer coisa. Olhou em torno da seção de brinquedos, pegava um brinquedo, olhava atentamente e devolvia com cuidado ao seu lugar.
Papai desceu as escadas e caminhou até o menino. Seus olhos azuis sorriam e a covinha no rosto sobressaía quando perguntou ao menino o que poderia fazer por ele. O menino disse que procurava um presente de natal para dar à seu irmão. Me impressionou como papai o tratou com o mesmo respeito com que tratava a todos os clientes. Papai lhe disse para ficar à vontade e procurar com calma.
Aproximadamente 20 minutos depois, o menino escolheu um brinquedo, foi até meu pai e perguntou, – Senhor, quanto custa este? – Quanto você tem? Meu pai perguntou. O menino enfiou a mão no bolso e retirou algumas moedas. – 27 centavos. O preço do brinquedo escolhido era R$ 3,98. – Mas que sorte! É exatamente o quanto custa! Meu pai lhe disse e fechou a venda.
A resposta de papai ainda soa em meus ouvidos. Eu pensava nisto enquanto embrulhava o presente. Quando o menino saía da loja, eu já não observava a roupa suja e desgastada, o cabelo despenteado, ou o tênis rasgado e desamarrado. O que eu via era uma criança radiante levando um tesouro.