Ah!
Se as palavras pudessem dizer o quanto você me faz bem, apenas acabariam as folhas.
Pois explicando o bem que você me faz, as palavras venceriam esse universo didático.
E eu, eu estaria lidando com a certeza, de que jamais deveria ficar sozinho.
Por que assim como as palavras falam de bem, pelas folhas, o meu coração também possui um bem, talvez um bem querer, pois me queres tão bem.
E querer tornou-se a palavra chave, por que nesse querer bem, o bem que você me faz, é o bem de você existir.
Um membro de um determinado grupo ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar.
Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando.
O pastor se fez confortável mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel.
O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto. Então diminuiu a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo.
Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
– Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo.
Desde aquele primeiro instante em que meus olhos contemplaram os seus, nunca mais enxerguei o mundo do mesmo jeito. Pois para onde quer que olhe, para onde quer que vá, levo seu rosto no coração e no pensamento.
O tempo todo é sua imagem que eu vejo, o tempo todo meu coração bate apenas por você. Amo você, mais do que alguma vez pensei ser capaz de amar alguém. E quero que a vida seja tão eterna quanto a eternidade, para poder viver eternamente ao seu lado.
Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado. Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse, – Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu, – Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha! – Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. – Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar? Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!
Minha amiga, com a autoridade de todos os anos que nossa amizade já conta, eu posso dizer que você é minha irmã, não de sangue, mas onde realmente conta, no coração.
Saber que você existe, que está aí, é uma alegria e um conforto. Hoje podemos não nos falar todos os dias, não nos vermos durante períodos de tempo, mas nossa amizade se mantém firme, segura, igual a quando nos víamos todo o dia. Adoro você, minha amiga, minha irmã!