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Você pode olhar o dia do amigo como apenas mais uma data sem grande significado, ainda para mais sendo uma data em que não existe troca de presente ou grandes campanhas publicitárias que a ela sejam dedicadas. Ou então, você pode olhar para esse dia e nele enxergar uma excelente oportunidade para homenagear essas pessoas maravilhosas e tão importantes na vida de todos nós, e que dão pelo nome de Amigos!

Então não poupe nos gestos, nas palavras de afeto, nas demonstrações de carinho. Encha seus amigos de amor, esse amor a que chamamos amizade. São eles, os amigos, que estão aí do seu lado quando precisa. Que arrancam sorrisos e limpam lágrimas quando você está triste. São eles os responsáveis por essa sua sensação de conforto na alma, essa certeza de não haver solidão enquanto eles existirem. Vá e mime os seus amigos, mas não apenas hoje, e sim todos os dias da sua vida. Feliz dia do Amigo!

De nada vale o que sentimos se nossas verdadeiras atitudes não conduzem com os nossos sentimentos;
por isso eu recomendo que nunca desista por não ter mais condições de lutar e sim por não possuir mais condições de sofrer.
Este é o motivo pelo qual até hoje ainda busco em ti o amor verdadeiro.
Te amo e para sempre te amarei!

Na vida já tive muitas decepções, mas também várias alegrias. Um dos momentos mais felizes foi sem dúvida ter encontrado alguém tão especial como você e todos os dias eu agradeço a Deus por isso.

Nunca esquecerei os maravilhosos momentos que já vivemos, as palavras que me confortaram e os gestos de carinho que sempre me fizeram sorrir. Desejo que sua vida seja plena de luz e felicidade, pois você merece muito isso.

Pausas da vida
Na melodia da nossa vida a música
É interrompida aqui e ali por "pausas...
E nós, afoitos, sem refletir,
Pensamos que a música terminou.
Isso acontece porque deus nos envia,
Às vezes, um tempo de parada forçada...
pode ser uma provação...
planos fracassados...
esforços frustrados...
Coisas que acontecem e estão ali
Para serem vividas, não são pra atrapalhar
A melodia ou alterar o tom.
São só pra aprimorar...
a nossa parte deve ser aprender
A melodia e não desmoronar nas "pausas".
Compor a música da vida é geralmente
Um processo lento e trabalhoso...
Com paciência, deus trabalha para nos ensinar!
Lembre-se, a pausa não dura muito,
É apenas um tempo suficiente
Para que você se renove e continue...
"na pausa não há música,
Mas a pausa ajuda a fazer a música".
Olhe melhor a sua volta...
Viva a vida! Pare!
E aceite a pausa (férias, por exemplo)
Você merece...
Assim como merece ser mais amado
E amar, sonhar, sorrir, cantar
E ser feliz, muito mais feliz!

Ana Maria Braga

Me parece que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Porque quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção. Assim, podemos ter afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade. E de tal maneira eles são objeto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.

Quanto à devoção, o seu principal objeto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer. Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos. Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor se manifesta principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto nos leva, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar. Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.

René Descartes