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Mãe... Por um acento mal colocado, um erro de digitação, uma distração, seu anagrama não é ame, amo, amor. Mãe... Minha mãe é uma tulipa laranja no meio das rosas vermelhas, é uma música que não canso de ouvir, é um dia ensolarado quando chove lá fora, é a pintura que tento reproduzir no meu desenho bagunçado.
Minha mãe tem o sorriso mais bonito escondido no coração, tem um pouco de excesso de mãe, tem um pouco de muito amor, tem um jeito só dela – um jeito que, me lisonjeia ser eu um pedacinho dela. Tenho uma mãe meio flor, meio limão, uma mãe meio minha – e só divido porque a outra metade é do meu irmão.
Mãe é uma coisa engraçada, tão engraçadinha essa minha mãe que chora com qualquer palavrinha num diazinho qualquer. Mãe, mamãe, mom, mother, ma, mama, mamãezinha, madre, mère... Feliz Dia das Mãe! Eu te amo ao infinito e além!

Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.

Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Nossa amizade, colorida de emoções diversas, de sensação intensas e de aventuras mil, é o mais perfeito dos lugares onde alguém poderia desejar depositar o seu coração.

Nesta amizade nós nos aconchegamos no mais companheiro e leal dos sentimentos, sem que se abra espaço para cobranças, para rótulos, sem que haja necessidade de promessas de infinitos que não se podem cumprir.

Nela nós damos largas aos desejos do corpo sem que por eles tenhamos que aprisionar a alma. Nela nós inspiramos liberdade e exalamos felicidade.

Nossa amizade é poesia de vida destemida, descomplicada, tolerante. Nossa amizade é o sustento de dois corações livres que se querem bem, e o alimento de duas almas que na perfeição se entendem e se respeitam, sem complicações.

Meu querido Papai Noel,
Já faz tanto tempo que eu não escrevo para o senhor, não é? Mas hoje, meu bom velhinho, resolvi resgatar aquela criança de brilho nos olhos e o coração cheio de esperanças que ainda vive dentro de mim. Não sou mais aquela criança e meus pedidos mudaram um pouco, mas com certeza o senhor poderá me atender.
Eu gostaria de uma pequena caixa vermelha. Isso mesmo vermelha. Que represente a vida.
Para que eu quero essa caixa? Eu explico:
Dentro dela vou guardar todo o amor que eu tenho para dar. Toda a esperança que vive dentro de mim. Toda a saúde que eu possa ter. Todo o carinho que eu tenho para distribuir.
Vou guardar também a compreensão, ela está tão rara hoje em dia. Guardarei também a solidariedade que é tão necessária. Guardarei todos os meus sonhos para que nenhum fuja entre os meus dedos. Nela vai caber também o meu sorriso para que eu possa ofertar aos amigos a quem tanto amo.
Vou guardar também todos os momentos felizes, pois não quero me esquecer de nenhum. A minha gargalhada infantil. A minha saudade, porque nela existe a prova do amor e de bons momentos. A confiança, pois sem ela não vivemos. A minha lealdade para que com ela possam contar. A felicidade para que eu possa compartilhar. O brilho do meu olhar.
Nela também guardarei os meus desejos mais secretos para que um dia eles possam se realizar. As lágrimas, pois elas também são de felicidade. Todos os aprendizados que a vida me fez passar para que eu seja uma pessoa cada vez melhor.
O senhor deve estar se perguntando onde vou guardar essa caixinha e eu lhe respondo:
Dentro do meu coração, pois de lá sei que ela jamais se perderá e para sempre vai ficar.
Meu bom velhinho faça que com a chegada do Natal, a criança que cada um tem dentro de si nasça novamente. Que o Menino Jesus nos abençoe e proteja.
A minha criança está viva e cheia de sonhos a espera do meu pequeno milagre de Natal.

Um amor que termina
que se desfaz em pedaços
que se perde no vento

Um amor que vai embora
que nos deixa sozinhos
que não nos abraça

Um amor que vale tudo
que não tem preço
que não tem igualdade

Um amor maior que outros
que rejuvenesce qualquer um
que ama quem ama ou não ama