Quando a noite cai, quando o sol surge rasgando a lua, eu me lembro de você. Quando olho o mar revoltado, quando as ondas quebram o azul do céu, eu me lembro de você. Eu amo você! Não tem como negar, meu bem! Você é meu hoje, é meu amanhã. A ligação que nos une é ímpar, é especial e é só por isso que a gente tem conseguido lidar com a distância que assombra nosso bem-estar.
O abraço do mundo é o amor. Você sabe! Ele nos abraçou como um pai abraça seu filho, com força, com garra, com querer. O amor tem sido a base de toda a nossa união. E pode ter certeza que é esse sentimento tão superior que tem conseguido encurtar esta distância que nos separa. Na verdade, a saudade não larga meu coração. Sinto um vazio, uma falta sem fim. Sinto sua falta!
Você é meu tudo! Você é linda – absolutamente encantadora. Nunca imaginei ter alguém junto a mim tão bonito, tanto interiormente como por fora. Compartilhar meus dias com você é meu desejo número um. Volte rápido! Eu adoro você até às estrelas do céu.
Um monge muito sábio estava visitando um vilarejo com seus discípulos.
Na praça principal ele teve a oportunidade de falar publicamente.
Todos ouviam o sábio atentamente até que um homem começou a agredi-lo verbalmente, atingindo sua honra pessoal, xingando-o com palavras desagradáveis e duras. O sábio nada disse e os discípulos ficaram inquietos.
O ofensor continuou, desta vez com mais veemência, ofendendo não só a honra do monge, mas a de todos os seus discípulos também.
Por isso mesmo, uma resposta parecia mais necessária. Mas o monge não disse nada.
Numa estocada final, o homem ofendeu todos os antepassados do sábio, a coisa mais desonrosa e agressiva que alguém pode proferir. Mas o monge não respondeu absolutamente nada. Apenas caminhou para longe, seguido por seus discípulos intrigados.
Já afastados da praça, os discípulos resolveram indagá-lo.
- Mestre, nós acompanhamos toda a injustiça que o senhor sofreu e não entendemos por que o senhor,
tão sábio não respondeu nada ao seu ofensor.
- Isso mesmo, mestre disse outro discípulo ele ofendeu todos os seus antepassados e o senhor nada respondeu!
Por que, mestre? Será que podemos ao menos tirar um ensinamento desse momento tão ruim?
E o mestre respondeu:
- Se eu oferecer a você um presente ruim, um rato morto e infestado de peste, você o aceita?
- Claro que não, mestre! responderam todos em uníssono.
- Então, se um homem me oferece o mal, seja materialmente ou com palavras e eu não o aceito, quem vai embora com ele?
E assim, o mestre e seus discípulos seguiram seu caminho.
Se a gente se insinua, é atirada;
Se fica na nossa, está dando uma de difícil;
Se aceita transar no início do relacionamento, é mulher fácil;
Se não quer ainda, está fazendo doce;
Se põe limitações no namoro, é autoritária;
Se concorda com o que o namorado diz, é sem opinião;
Se batalha por estudos e profissões, é uma ambiciosa;
Se não está nem aí pra isso, é dondoca;
Se adora falar em política e economia, é feminista;
Se não se liga nesses assuntos, é desinformada;
Se corre pra matar uma barata, não é feminina;
Se corre de uma barata, é medrosa;
Se ganha menos que o homem, é pra ser sustentada;
Se ganha mais que o homem, é pra jogar na cara deles;
Se adora roupas e cosméticos, é narcisista;
Se não gosta, é desleixada;
Se sai mais cedo do trabalho, é folgada;
Se faz hora extra, é gananciosa;
Se chateia-se com alguma atitude dele, é uma mulher mimada;
Se aceita tudo o que ele faz, é submissa;
Se quer ter 4 filhos, é uma louca inconsequente;
Se só quer ter 1, é uma egoísta que não tem senso maternal;
Se gosta de rock, é uma doida;
Se gosta de música romântica, é brega;
Se gosta de música eletrônica, é maluca;
Se usa saia curta, é vulgar;
Se usa saia comprida, é crente;
Se está branca, eles dizem pra gente pegar uma corzinha;
Se está bem bronzeada, eles dizem que preferem as mais clarinhas;
Se faz cena de ciúme, é uma neurótica;
Se não faz, não sabe defender seu amor;
Se fala mais alto que ele, é uma descontrolada;
Se fala mais baixo, é subserviente.
E depois vem dizer que mulher é que é complicada...
Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.
Fazer o bem nos rende felizes!
Quanta gente se afana de dia e de noite.
Mas aonde vai?
Para que serve correr se não há uma meta?
O desafio decisivo da vida ocorre no momento
em que se entende que somente fazendo o bem
se é feliz. Aí sim, se pode correr e é justo.
Corramos, pra praticar o bem!
Seria bom se no trabalho tudo acontecesse da forma que quiséssemos, estimado colega, e não houvessem as injustiças que temos de enfrentar diariamente. Tantas vezes damos o nosso melhor e isso parece não chegar para que nossos superiores reconheçam isso.
Apesar disso, agora não é tempo para você desanimar. Por mais que sejamos injustiçados, as fases más não podem durar para sempre. Acredite que as coisas irão mudar para melhor.