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Por causa de sua estupidez e burrice, a professora estava sempre gritando com Torresmo .

- Você me deixa louca, Torresmo ! Você não tem jeito!

Um dia, a mãe de Torresmo foi até a escola para verificar como seu filho estava indo.

A Professora disse honestamente para a mãe que seu filho era um desastre, tinha notas muito baixas e que ela nunca viu um menino assim que não gosta de estudar em toda sua vida profissional ensinando crianças.

A mãe ficou tão chocada com esta sincera conversa que ela tirou seu filho da escola, saiu do interior e mudou-se para São Paulo.

25 anos depois, esta mesma Professora foi diagnosticada com uma grave enfermidade no coração quase incurável.

Todos os médicos de sua região indicaram a ela que necessitava de uma cirurgia do coração, mas que este tipo de operação somente um médico em São Paulo era capaz de fazer.

Deixada sem otimismo, a Professora decidiu tentar esta última esperança.

Ela foi para São Paulo e num hospital de lá realizou com sucesso a tal operação.

Quando ela abriu os olhos, voltando da cirurgia, ela viu um belo e jovem médico à sua frente, sorrindo para ela.

Ela queria agradecer a ele, mas não pode falar.

Sua face se tornou azul, ela levantou sua mão, tentou gritar sem conseguir e rapidamente ela morreu.

O médico ficou chocado, tentando entender o que aconteceu de errado.

Então, ele olhou para o lado e viu que o faxineiro Torresmo , que trabalhava no hospital, desligou os equipamentos de suporte da tomada do quarto, para ligar seu aspirador de pó e limpar o corredor.

Tava achando que torresmo tinha virado médico né?? Kkk

Não estuda não, pra ver.

REFLETI !!

"Sei que um dia eu deixarei de existir, mais enquanto eu tiver vida sequiarei meu caminho sem olhar pra traz, pois onde eu passará deixarei sempre rastro de flores perfumada. Pois a vida sempre há amor paz é sentimento, não importa se a vida traz alto e baixo só sei que sequiarei meu caminho, confiante em Deus.

Pois aqui na terra nada é impossível pra Deus, pois devemos sempre ama ser amado, olha sempre com amor as coisas da vida, ama teu próximo como ti mesmo,
é difícil mais sempre existe um caminho onde tudo é perfeito onde tudo é apenas detalhe."

A gravidade de um problema pode ser amenizada por apenas você estar em um momento de bem com a vida.
Não só os olhos determinam o quão grave é uma situação, mas sim o seu estado de espírito.
Num mundo de guerra, achar um pacífico é como procurar uma agulha no palheiro.
Já num mundo de paz, harmonia e amor, achar um guerrilheiro é como olhar para o horizonte e querer ver além do alcance de seus olhos.

Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...

Você é muito chato, você me amola e pega no meu pé desde que me conheço por gente e, mesmo assim, eu amo você demais. Feliz dia do irmão, meu chatinho favorito!

Nossa cumplicidade é abundante e forte, pois foi construída à base de apelidos de diferentes naturezas, de muita briga, de muita irritação provocada e sentida.

Hoje nosso laço é inquebrantável, eterno, e já não vejo você apenas como esse irmão chato que você é, mas também como meu grande amigo e que eu amo muito, muito!