Querida sogra, desde o primeiro dia em que nos conhecemos, eu percebi o coração genuíno que você tem. O tempo foi passando e eu confirmei minhas expectativas. Por isso, quero agora agradecer por todo o carinho que sempre meu deu.
Você sempre abriu sua porta e fez da sua casa um abrigo para mim. Não esperava que esta amizade crescesse assim, mas neste momento você já é uma parte importante da minha vida.
Meus colegas e amigos, meus companheiros de jornada, durante alguns anos compartilhamos horas dos nossos dias e dias das nossas vidas. Foram muitos os desafios, os aprendizados e muitos sucessos. Foram anos bem vividos e muito produtivos.
Hoje, no entanto, escrevo para comunicar que estarei me afastando da empresa. Sou muito grata a todos e a esta casa que sempre me acolheu tão bem, mas chegou o momento de conhecer novas paisagens e enfrentar novos desafios profissionais.
Tenho certeza que os nossos caminhos continuarão se cruzando, pois o mundo apenas parece grande, mas estamos todos conectados. Deixo o meu mais sincero e carinhoso abraço, desejando que vocês continuem percorrendo esta trilha de crescimento e de grandes realizações.
Boa sorte a todos nós e nos vemos por aí!
Eu sou o dia, vim te acordar. Espreguice... Abra a janela! Deixe-me entrar. Sorria! Sou um novo dia, vim te recepcionar. Me inspire... Me aspire! Me aceite, me abrace. Trago-te uma nova esperança!
Há momentos na vida em que somos pássaros. Queremos voar, mas nossas asas são curtas e não nos permitem chegar além do horizonte. O que podemos está sempre aquém do que desejamos.
Há momentos na vida em que temos longas asas. Podemos alçar extensos voos, mas nossos limites são determinados pelo peso das bagagens que a vida nos dá. São malas que atendem por diversos nomes: Bom senso, juízo, medo. Há os que se livram de seu peso e conseguem voar muito alto. Alguns atingem destinos fantásticos. muitos conhecem o sabor do desastre.
Mas há momentos na vida em que deixamos de voar. É quando nos tornamos árvores, quando nos percebemos enraizados a terra, presos no espaço e no tempo. Não nos damos conta desta mudança, que nos tira as asas e nos empresta galhos e ramos. Apenas descobrimos que somos assim. Mas quando deixamos de procurar a luz, ou desistimos de cavar em busca de energia, paramos de crescer. Mas não há árvores assim. As árvores perseguem seu destino, que é crescer e se alimentar. Assim como há pássaros que só buscam voar.
Saber o momento do voo ou o instante de se enraizar é a grande sabedoria humana. Saber viver intensamente o momento de polinizar as flores, ou o momento de deixar ao vento e a chuva que espalhem nossas sementes, eis o destino da vida.
Se você é pássaro, voe em busca de seu sonho. Se você se descobriu árvore, cresça o mais alto que puder e deixe a terra cuidar de suas sementes.
Presta a atenção numa lista de itens da Lei de Murphy sobre os homens:
1 - Os homens simpáticos são feios.
2 - Os homens bonitos não são simpáticos.
3 - Os homens bonitos e simpáticos são gays.
4 - Os homens bonitos, simpáticos e heterossexuais estão casados.
5 - Os homens que não são lá muito bonitos, mas são simpáticos, heterossexuais e que não estão
casados, não têm dinheiro.
6 - Os homens que não são lá muito bonitos, mas são simpáticos, heterossexuais, não estão casados, mas têm dinheiro, pensam que andamos atrás deles pelo dinheiro.
7 - Os homens bonitos, simpáticos, heterossexuais, mas sem dinheiro, andam atrás do dinheiro da mulher.
8 - Os homens bonitos que não são lá muito simpáticos, mas são heterossexuais e não ligam para o dinheiro, acham que a mulher não é suficientemente bonita.
9 - Os homens bonitos, simpáticos, heterossexuais, não casados, com dinheiro e que acham que somos lindas, são covardes.
10 - Os homens ligeiramente bonitos, algo simpáticos, não casados, com algum dinheiro e, graças a Deus, heterossexuais, que nos acham lindas, são tímidos e nunca dão o primeiro passo.
Aí a gente pergunta: - será que não há homens só um "tiquinho" perfeitos?
Acho que a gente pode concluir que "os homens são como vinho": começam como uvas e é dever das mulheres pisá-los e mantê-los no escuro durante longos anos até se tornarem algo que vale a pena apresentar ao jantar.