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Alguém me perguntou se eu conhecia você. Um milhão de lembranças passaram em minha memória, e então respondi: não mais!

O tempo em que vivemos é de frieza entre as pessoas. As relações são de curta duração e cada vez parecem mais descartáveis. É preciso ressuscitarmos nossas velhas amizades, encurtarmos por momentos as distâncias que nos separam e revivermos tudo aquilo que deixamos para trás.

A verdadeira amizade tem esse lindo poder de nos marcar eternamente. Não importa se passou um ou dez anos, quando voltamos a estar junto das pessoas que fizeram parte da nossa história, é como se recuperássemos vivências antigas e elas continuassem fazendo todo o sentido.

Temos a obrigação de não deixar que as ligações que criamos desapareçam. Temos de contrariar a tendência que se está a tornar comum de nos importarmos apenas com nós mesmos. Não custa muito fazer uma chamada do celular, combinar um encontro e colocar a conversa em dia.

As amizades são para sempre se soubermos cuidar delas. Pela importância que elas têm para nós, vale a pena o esforço. A nossa atitude em cumprirmos com essa obrigação determinará se viveremos acompanhados da solidão ou de pessoas que se importam connosco. E um amigo incondicional do nosso lado, sem dúvida que traz cor e alegria para nossa vida.

O meu sonho é te encontrar de qualquer jeito,
A qualquer hora te fazer muito carinho
Te fazer a delírios de prazer.
Beijar a sua boca acariciar teus seios
Te fazendo minha mulher.

A pesar da distância que a entre nos penso em você todo o tempo.
Eu não vejo a hora de te pegar no colo te levar pra cama.
E fazer amor com você e te deixar apaixonada.
Eu não quero só sexo mais é a coisa fundamental um lindo romance...

Toda segunda é meio lembrança, meio começo, meio cansaço, meio maçante, meio preguiça, meio esperança.
Toda segunda tem alguma coisa ruim, alguma coisa boa e uma péssima fama.
Toda segunda te dá a chance de um novo recomeço, um novo dia, novos sentimentos.

O sultão estava a bordo de um navio com um dos seus melhores servos.
O servo, que nunca havia feito uma viagem (com efeito, como filho das montanhas ele nunca tinha visto o litoral), sentou-se no porão do navio e chorava.
Todos foram bondosos para com ele e procuraram acalmar seu medo, mas essa bondade chegou somente ao seu ouvido, não ao seu coração medroso.
O rei não aguentava mais ouvir os gritos do seu servo, e a viagem pelas águas azuis, debaixo do céu azul, já não tinha prazer para ele. Então o sábio Raquim, o médico, aproximou-se dele e disse: - Vossa Majestade, com vossa permissão, eu posso acalmá-lo.
Sem demorar um instante, o sultão deu sua permissão. O Raquim mandou que os marinheiros jogassem o homem ao mar. os marinheiros fizeram isso ao chorão com muito prazer.
O servo debateu-se na água, fez esforços para respirar, agarrou-se à borda do navio e implorou que o tomassem a bordo de novo. Então eles puxaram-no para cima pelos cabelos.
Daquele momento em diante ele sentou-se muito quieto num canto. Ninguém ouviu mais uma palavra de medo da sua boca. O sultão ficou assombrado e perguntou ao Raquim: - Que sabedoria está contida nessa ação?.
O Raquim respondeu: - Ele nunca tinha saboreado o sal da água do mar. E ele não conhecia o grande perigo que existe no mar. Portanto ele não poderia saber quão maravilhoso é ter as pranchas fortes do navio debaixo dele.
Somente aquele que já enfrentou o perigo pode saber o valor da paz e da tranquilidade.