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Esperança?! Doce palavra
Que chance me dás?
Devo cultivá-la em meu peito?
Esperança? És real?
Ainda existe em meu viver?
Onde encontrá-la?
No seu sorriso?
No seu olhar que às vezes não enfrenta o meu?
Nos raros momentos que a vida nos une?
Esperança? Que chance me dás?
Modifica minha vida?
Me dá um amanhã?
Esperança...
Que não finda meus sofrimentos...
Não seca minhas lágrimas...
Não acalma o meu amor?
Esperança?
Você ao meu lado... tão dentro de mim
Minha razão de viver! Única razão!
Esperança... Você!
Esperança... Amor!
Maior que minha vida
Maior que meu ser!
Esperança?!
Espero em vão?!
Não há outro jeito!
Pois se tirá-lo do peito...
Morre o meu coração!

Em mil lugares que passei
Mil pessoas encontrei você é uma delas que jamais esquecerei
por que gosta de mim?
Não sei mas acho que é por causa desse seu jeitinho
por que diz que ama?
Eu te amo será que ainda tenho que explicar

Já falei que te amo e nunca cansarei de te explicar

Te amo!

Os dias podem até estar mais escuros que nunca e a esperança reduzida a pouco mais que nada, mas o caminho não termina por agora e você não pode desistir.

Não é tempo de abaixar os braços, existe sempre uma forma de encontrar mais forças. Tudo o que começa, um dia tem um fim e essa fase negativa não será eterna. Acredite nisso!

Hoje é seu dia! As pessoas inesquecíveis nunca desaparecem. Você, meu sogro, é alguém que jamais vai embora. Infelizmente seu corpo partiu! Uma parte de você se foi, contudo o mais importante continua presente.

As memórias são o melhor que existe. É nas lembranças que vivem os quem amamos e os que nos amam. É aí que você vive. Você é todos os imortais! Até um dia, meu sogro!

Num mosteiro reinava o egoísmo. Os monges não eram amigos nem felizes.
O abade, muito preocupado com esta situação, interrogava-se acerca desta falta de vida santa. Não sabia que fazer para mudar a situação.
Um dia, decidiu ir pedir conselho a um santo homem, que lhe disse:
– Diga aos seus frades que um deles é Cristo disfarçado e ninguém sabe quem é.
Ao regressar ao mosteiro, o abade contou isto aos monges. E todos começaram a interrogar-se: Quem será Cristo disfarçado? Será o porteiro? O cozinheiro?
Como não sabiam qual deles era o Cristo disfarçado, começaram a tratar-se uns aos outros com o todo o respeito e amizade.
E foi assim que o ambiente do mosteiro mudou completamente.
Se cada um de nós tratasse os outros como trataria Cristo, as relações humanas seriam certamente muito diferentes e todos seríamos mais felizes.