Sempre que acordo, manhã após manhã, não é o brilho do sol o que mais anseio ver. Na verdade, o meu grande desejo é desfrutar da luz que seu sorriso dá ao meu dia e ficar contemplando a beleza do seu olhar.
Amar você é fácil, pois este sentimento me faz crer cada vez mais que encontrei a mulher perfeita para mim. Por isso, vou lutar para conquistar vezes sem conta o seu coração para ser o felizardo que ficará eternamente ao seu lado. Bom dia, amor!
A saudade é algo que invade meu ser
E faz nascer lágrimas.
É um sentimento que faz doer.
A saudade é uma emoção chata de se sentir,
Mas gostosa
Porque é sentindo ela,
Que descobrimos as pessoas
Que realmente gostamos
E que fazem parte da nossa vida.
Faz doer,
Porque é como deixar um pedacinho de seu existir distante.
Quando veem as lágrimas,
É como uma declaração do coração,
Dizendo o quanto você
Quer aquele alguém pertinho de você.
O lado bom de sentir saudade,
É a intensa felicidade
Que se sente ao rever seu pedacinho perdido.
Será então as lágrimas do Tempo,
Transformadas em sorrisos de emoção.
Seu coração parece querer pular pra fora
De tanta alegria,
Seus olhos brilham,
Seu corpo de transforma
Em um ser maravilhosamente feliz.
A saudade é como um desafio,
Que desafia nossos sentimentos.
E como sempre o coração consegue suportar o Tempo,
Para mais tarde viver momentos de completa felicidade.
Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isso: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar.
Vê, não vendo.
Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia sem ver.
Parece fácil, mas não é.
O que nos é familiar já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.
De tanto ver, você não vê.
Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo porteiro.
Dava-lhe "bom dia" e, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia, o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara, sua voz, como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu.
Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se um dia, no seu lugar estivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser que ninguém desse por sua ausência.
O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.
Mas, há sempre o que ver: gente, coisas, bichos.
E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que um adulto não vê, pois tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo.
O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho, marido que nunca viu a própria mulher.
Isso exige muito. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia.
É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
Eu queria que você me amasse e nunca se cansasse de me amar. Queria viver ao seu lado uma história apaixonante para contar aos filhos e netos. Mas tudo não passa de imaginação, um desejo cada vez mais impossível. A verdade é que nós vivemos em mundos completamente opostos.
Dói muito ver você passar, ouvir sua voz delicada e perceber que tudo é passageiro. Tenho vontade de expressar os sentimentos que vivem no meu coração, mas mais uma vez sei que acabarei por escolher o silêncio.
Um velho trapezista de circo dedicava-se a formar jovens acrobatas. Um grupo de alunos, após vários meses de treinamento intenso, tinha agora que enfrentar o teste principal: seu primeiro salto no trapézio a 15 metros de altura. Um a um, os jovens foram superando aquela prova, até que o último aluno se posicionou na plataforma, aguardando o momento certo para o salto, em busca do trapézio que balançava suavemente na sua frente. E o tempo ia passando e o jovem continuava lá, olhando para um ponto qualquer à sua frente, imóvel como que congelado.
O velho professor, observando a hesitação do aluno, procurou ajudá-lo:
- Vamos lá rapaz... Pule!
Sem qualquer reação o jovem gaguejou:
- Eu não posso... Não posso pular... Eu me vejo morto lá embaixo estendido no chão.
Naquele instante o silêncio se fez sentir no picadeiro. Todos os presentes acompanhavam tensos aqueles momentos.
O velho trapezista subiu até então onde estava o jovem e calmamente disse-lhe:
- Se não tivesse certeza que você seria capaz de pular não pediria para fazê-lo. Você tem conhecimentos técnicos e competência para executar este movimento. Vou lhe dar um conselho... Preste atenção: primeiro atire seu coração e a mente naquela barra... o corpo irá atrás... Acredite!
Passados alguns segundos o jovem aluno se lança no espaço resoluto e agarra o trapézio, ouvindo então as palmas dos que o observavam naquele instante.
Assim como o aluno, quantas vezes nos sentimos "congelados" quando pensamos no pior. O velho professor quando pedia ao jovem para jogar o coração e a mente, estava na realidade dizendo:
- Atire na mente sua confiança, sua fé, sua determinação que a parte material vem na sequência.
Criar uma imagem mental positiva ajuda a "descongelar" o raciocínio.