O que há de errado?
Me diga, por favor
Eu não mais deveria procurá-lo
Eu deveria esquece-lo
Mas a verdade é única
Cá estou a lhe escrever
Motivo lógico não encontro
Por mais que eu queira perde-lo
Mais o acho dentro de mim
Não quero este resgate
Não quero!
O que há de errado?
Iludo-me na mentira
Sofro com a verdade
Machuco-me de qualquer jeito
Com ou sem você
Que castigo é este?
Parece não ter fim
Apelo a você
Ajude-me!
Não quero mais sofrer
O seu silêncio me tenta
A sua presença me afasta
O que há de errado?
Ontem, éramos nós
Felizes nas mentiras
Hoje você é um estranho que temo
Na realidade maldita
Não aceito a sua indiferença
Não me trate como ninguém
Sem você tenho o mundo
Mas não tenho nada
O que há de errado?
O que há de errado?
Simplesmente não digo nada pelo simples fato de você não se importar nem um pouco com o que eu sinto. Você ama outra pessoa, vou te poupar do meu drama, pare de perguntar o que houve comigo, porque eu sei, você não deseja saber.
Por vezes tentei. Por vezes chorei Hoje foi mais um de tantos. É triste amar sozinho Pior chorar sozinho. O conto não é romance É drama, é ilusão Ontem o beijo de conforto Hoje o da traição Escrevo o novo e sinto o velho sentimento, o amor. No qual desisto a cada sofrer No qual persisto sem perceber Que isso não é pra mim.
Obrigada, por fazer de mim esta mulher tão feliz,
tão completa
Nunca pensei que você ter uma pessoa tão especial,
tão maravilhosa.
Obrigada por ser o meu companheiro,
por ser o meu homem,
por ser esta pessoa maravilhosa.
Hoje, não é simplesmente o nosso aniversário de casamento
é o e aniversário daquilo que sempre sonhei em ter
felicidade...
Dormir com você, acordar com você,
este é o melhor presente que poderia ganhar.
Conhecer, me casar com você,
foi a melhor coisa que me aconteceu.
Eu te Amo!!!
Que você não me conhece...
E eu tenho que gritar isso porque você está surda e não me ouve!
A sedução me escraviza à você...
Ao fim de tudo você permanece comigo, mais presa ao que eu criei e não a mim.
E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo maior nos separa...
Você não tem um nome, eu tenho...
Você é um rosto na multidão, e eu sou o centro das atenções,
Mas a mentira da aparência do que eu sou, é a mentira da aparência do que você é.
Por que eu, eu não sou o meu nome, e você não é ninguém...
O jogo perigoso que eu pratico aqui, ela busca a chegar ao limite possível da aproximação.
Através da aceitação, da distância, e do reconhecimento dela.
Entre eu e você existe a notícia que nos separa...
Eu quero que você me veja nua, eu me dispo da notícia.
E a minha nudez parada, te denuncia, e te espelha...
Eu me relato, tu me delatas...
Eu nos acuso, e confesso por nós.
Assim, me livro das palavras,
Com as quais você me veste.