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E a gente promete nunca mais telefonar para quem nos faz sofrer, mas acaba telefonando, e ele atende, e implica, e a gente some, e ele chama, e a gente volta, e briga, e ama, e sofre, e ama, e ama, e ama, e desama, e termina, e quando parece que cansamos, que não há mais espaço para um novo amor, outro aparece, outro parto, começa tudo de novo, aquele ata-e-desata, o coração da gente sendo puxado para fora.

Um califa sofrendo de uma doença mortal, estava deitado sobre almofadas de seda. Os raquins, os médicos de seu país, congregados ao seu redor, concordaram entre si em que apenas uma coisa poderia conceder cura e salvação ao califa: colocar sob sua cabeça a camisa de um homem feliz.

Mensageiros em grande número saíram buscando em toda cidade, toda vila e toda cabana, por um homem feliz. Mas cada pessoa por eles interrogada nada expressava senão tristeza e preocupações.

Finalmente após ter abandonado toda a esperança, os mensageiros encontram um pastor que ria e cantava enquanto observava seu rebanho.

Era ele feliz?

Não posso imaginar alguém mais feliz que eu, disse o pastor rindo-se.

Então, dê-nos tua camisa gritaram os mensageiros.

Mas o pastor respondeu: Eu não tenho nenhuma camisa!.

Essa notícia patética, de que o único homem feliz encontrado pelos mensageiros não possuía uma camisa, deu o que pensar ao califa.

Por três dias e três noites ele não permitiu que nenhuma pessoa se aproximasse dele.

Finalmente no quarto dia, fez com que suas almofadas de seda e suas pedras preciosas fossem distribuídas entre o povo e, conforme conta a lenda, daquele momento em diante o califa outra vez ficou saudável e feliz.

Quando dois seres de aparência estranha apareceram na porta da sala, Tony, de três anos de idade, rapidamente pulou de onde sentava-se no chão e correu para a cadeira de sua mãe. Um dos recém-chegados, rindo, disse, – Vem cá Tony e fala o que você pensa de nós. Disse uma voz familiar. – Você não gostou da nossa cara?
Tony deu uma espiada sem sair do lugar. Ele certamente não gostou do jeito como aquelas pessoas pareciam! Vestiam roupas engraçadas e tinham máscaras nos rostos. Um parecia um velho vagabundo engraçado com bigode grosso, óculos escuros e grandes... O outro usava um vestido longo e muitas "joias" coloridas e brilhantes. Tinha cabelo loiro longo e usava uma coroa de papel.
A mãe riu. – Vocês dois fizeram um bom trabalho ao arranjar estas roupas para a festa à fantasia. Ela disse. – Tirem suas máscaras para que Tony veja quem são vocês.
As máscaras, óculos e bigodes foram retirados e Tony viu o próprio irmão Zachary e... Aquilo era sua irmã Megan? Correu para ela e arrancou a peruca loira. – Me conhece agora, não é? Ela perguntou.
Logo Tony também tentava usar as máscaras e a peruca e ria de si mesmo em frente ao espelho. – Festas à fantasia são divertidas! Mal posso esperar até sábado! Declarou Megan. – Eu não vou contar nada pra ninguém porque quem conseguir enganar a todos o tempo todo receberá um prêmio.
O pai das crianças sorriu. – Fico contente que vocês se divirtam com isto. Ele disse, – Mas não usem suas máscaras no dia-a-dia, tá bom? – Quem faria isso? Perguntou Zachary.
– Bem, de certa maneira, muitas pessoas fazem. Seu pai respondeu. – Esses trajes e máscaras me lembram que algumas pessoas continuamente tentam parecer-se com algo que não são. Vão à igreja e dão dinheiro para caridade e fazem muitas outras "boas ações". Querem que as outras pessoas pensem que são Cristãos mas, na verdade, nunca confiaram em Jesus. É como se usassem uma "máscara". Por baixo das máscaras eles têm corações duros.

Ferido e caído, sem forças pra levantar. apenas tentando continuar. sem o menor resíduo de resistência. sem a menor possibilidade de suportar sobre si mais um grama. desfalecido, entregue ao momento desencadeador do concreto e do abstrato. entre o sólido e o abrir as asas para o desconhecido. entre o inspirar e o não liberar a expiração. entre o continuar e a terminação. completamente entregue ao minúsculo instante da extração do que se tritura para liberar o sumo. entre a filtração do insubstancial e a substância. no momento último do fim e o iniciar da devolução. no escapar do ajuntamento de uma fenda. bem aí, logo aí, a vida desvia o olhar e alheia-se à cruciação. Então, o que pode nos aliviar? Alguém responde: a esperança de que Ele nos volte Sua face e mais uma vez diga: num ímpeto de ira, por um momento eu escondi de você o meu rosto. agora, com amor eterno, volto a me compadecer de você (Is 54:8).

Meu amor,
Como já é de seu conhecimento, o início de nosso relacionamento aconteceu numa hora em que eu estava atravessando um momento conturbado da vida. Você veio como um novo namorado, para me fazer esquecer todas as dores de cabeça que eu sentia naquele instante. E a compensação chegou em forma de uma pessoa compreensiva e carinhosa, além de ser muito paciente. O seu apoio está sendo fundamental para mim.
Quero expressar todo o meu entusiasmo, por você ser tão gente, tão maravilhoso e tão carinhoso. Sinto que o vazio que existia em mim, foi preenchido satisfatoriamente pela sua presença.
Sei que o namoro está ainda no começo, nem sabemos se ele vai perdurar. Mas a verdade é que estou gostando muito de você. Essa admiração que é sincera, pode até não representar muito, mas é para mim, motivo para ter a esperança de poder passar uma fase feliz de minha vida.
Esperando que esse namoro tenha vindo para consolar nossas vidas, pois sabemos, não vivemos um passado muito feliz. Ficamos na expectativa de um futuro melhor.
Acho que nós merecemos.