Essa noite antes de dormir rezei por você Pedi pra Deus te iluminar E se possível te trazer de volta pros meus braços Você é lindo até quando fica zangado... Como eu te amo... Que essa noite eu sonhe com você o sonho mais lindo que possa existir Amor Volta pros meus braços Eu sei que fantasias só existem quando estamos sonhando Mas ao seu lado eu posso sonhar... Volta pros meus braços, Não quero ficar a próxima noite apenas pensando em você Quero te beijar, te tocar, te sentir... Amor volta pros meus braços E me deixe sonhar com você essa noite.
Creio que o ideal seria que durante a nossa curta permanência por aqui, tratássemos bem todas as pessoas, mas não nos apegássemos em demasia a ninguém. Embora fosse o mesmo que pedir para que as pessoas não amassem por inteiro e sim pela metade. A vida pode ser resumida em dois momentos: o encontro e a despedida!
Entramos em um pequeno café, pedimos e nos sentamos em uma mesa. Logo entram duas pessoas: – Cinco cafés. Dois são para nós e três "pendentes". Pagam os cinco cafés, bebem seus dois e se vão. Pergunto: – O que são esses "cafés pendentes"? E me dizem: – Espera e vai ver. Logo vêm outras pessoas. Duas garotas pedem dois cafés – pagam normalmente. Depois de um tempo, vêm três advogados e pedem sete cafés: – Três são para nós, e quatro "pendentes". Pagam por sete, tomam seus três e vão embora. Depois um rapaz pede dois cafés, bebe só um, mas paga pelos dois. Estamos sentados, conversamos e olhamos, através da porta aberta, a praça iluminada pelo sol em frente à cafeteria. De repente, aparece na porta, um homem com roupas baratas e pergunta em voz baixa: – Vocês têm algum "café pendente"?
Esse tipo de caridade, apareceu pela primeira vez em Napoli. As pessoas pagam antecipadamente o café a alguém que não pode permitir-se ao luxo de uma xícara de café quente. Deixavam também nos estabelecimentos, não só o café, mas também comida. Esse costume ultrapassou as fronteiras da Itália e se difundiu em muitas cidades de todo o mundo. Que tal espalharmos isso aqui no Brasil?
Quero falar aos amigos. Os amigos que tenho são os melhores que alguém poderia ter. Além disso, os amigos que tenho têm muitos amigos e os dividem comigo. Assim, meu número de amigos sempre aumenta, já que sempre ganho amigos dos meus amigos.
Foi assim sempre. Uns ganhei há tempos. Outros são mais recentes. E quem os deu não ficou sem eles, pois amizade pode ser sempre dividida sem nunca diminuir ou enfraquecer. Pelo contrário, quanto mais dividida mais aumenta.
E há mais vantagens na amizade: é uma das poucas coisas que não custam nada mas valem muito, embora não sejam vendáveis! Entretanto, é preciso que se cuide um pouco das amizades...
As mais recentes, por exemplo, precisam de alguns cuidados. Poucos, é verdade, mas indispensáveis. É preciso mantê-los com um certo calor, cuidar, falar com eles. Com o tempo eles crescem, ficam fortes e suportam alguns trancos.
Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito não! São como as mudas de plantas que, depois de enraizadas, parecem viver sem cuidados, porém não podem jamais ser esquecidas. Algo é preciso para mantê-las vivas. Prezo muito minhas amizades e reservo sempre um canto no meu peito para elas. E sempre que surge a ocasião, não perco a oportunidade de dar um amigo a um amigo, da mesma forma que ganhei. E não adiantam as despedidas.
De um amigo ninguém se livra fácil. Amizade, além de contagiosa, é incurável.
Quando confiamos em alguém, a essa pessoa entregamos nosso coração e esperamos que ela saiba cuida-lo com carinho, que não o deixe cair, que não permita que ele se quebre. Eu entreguei meu coração a você, confiei que dele cuidaria, mas me enganei. Você deixou-o cair e ele se quebrou em mil pedaços.
Sua traição é agora como uma faca que para sempre carregarei enterrada no peito, e o amor que senti por você foi transformado em cinza pelo sofrimento que você me causou.