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Hoje alguém muito especial faz aniversário, e eu desejo um dia carregado de alegrias e momentos inesquecíveis. Parabéns, amiga!

Não há memórias onde ela não apareça, nem lembranças onde ela não esteja tanto nos dias tristes e felizes foi com ela que eu ri e chorei se estou longe a sinto por perto. Nunca ninguém vai nos separar, ela guarda todos os meus segredos, e a nossa amizade é um tesouro. Amiga e companheira da minha vida, contigo eu viverei e jamais seremos inimigas.

Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...

Eu ainda amo você. Basta de mentira! Não vou mais fugir à realidade. Eu gosto de você de verdade. Não consigo imaginar minha vida sem sua presença, sabe? Eu sei que já tive minha oportunidade.

Não deu certo, mas o tempo passou e sinto que hoje temos tudo para sermos felizes juntos. Por favor, não desista de mim! Eu sei que nossa história não terminou. Vai terminar nunca! Volte. Por favor, volte!

Me chame, meu bem. Me chame o seu mal. Me chame como quiser, eu sou o seu amor, eu sou o seu único amor. Por mais que às vezes você se aborreça comigo, fique triste ou chateada, com ou sem razão. Por mais que você ache que não, eu sou o seu amor. E eu vou fazer você feliz. Nada é perfeito, e eu não quero ser perfeito, mas posso fazer você feliz mesmo assim. Acredite em mim, meu amor.

Se você apostar comigo que pode ser mais feliz longe de mim, tenha a certeza de que vai perder. Eu quero ter você comigo sempre, para sempre, e quero que você esteja feliz, porque eu te amo, porque você é o meu amor.

Não vamos perder tempo com idealizações. A realidade é só uma, fomos feitos um para o outro. E se eu cometo os meus deslizes, você sabe que também não é perfeita. Mas é o meu amor, mesmo assim.

Vamos ficar juntos e em vez de relutar contra o esse amor, vamos lutar por nós dois. Porque eu sou o seu amor, e você é o meu amor.