Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Só lhe posso estar grata, querida avó. Grata por ter cuidado de mim quando precisei e por ser um exemplo que eu quero seguir. Você é uma mulher guerreira que cuidou da família e nunca desistiu. Nós fomos para você a força que sempre a fez continuar e isso é um motivo de orgulho para mim.

É inevitável que o tempo passe, mas você jamais sairá do meu coração.

Meu bem,
Você chegou
E me tirou da solidão.
Acabou minha tristeza
Em uma forte sedução.
Se hoje estou feliz
Agradeço a você.
Esse amor é verdadeiro
E me faz sentir prazer.
Eu te amo demais, amor!

Hoje é o aniversário do dia em que juntamos nossas vidas em sagrado matrimônio, e a cada dia que passa tenho mais certeza que Deus me abençoou com o melhor marido do mundo. Você é o homem mais virtuoso que algum dia conheci, o companheiro mais dedicado, um marido sempre presente e o meu melhor amigo.

Com a bênção e ajuda do Senhor somos muito felizes, e a Ele tenho muito a agradecer: por você, por nossa família, por tudo de bom e também o menos bom que superamos juntos.

Que Deus nos conceda mais anos de vida juntos e felizes, e que para sempre continue abençoando nosso amor, nossa união. Feliz aniversário de casamento, meu marido!

Certa vez, há muito tempo atrás, um pequeno caule de parreira estava muito alegre por estar vivo. Bebia água e minerais da terra e cresceu e cresceu. Era jovem e forte e pode se arranjar bem... Tudo por conta própria.
Mas então, o vento foi cruel, a chuva foi hostil, com a neve não tinha nenhum acordo, e o pequeno caule de parreira sofreu. Ele ficou caído, frágil e sofrido. Seria bem mais fácil parar de tentar crescer, parar de tentar viver. E o caule de parreira estava infeliz! O inverno seria longo e o caule estava cansado.
Mas então o pequeno caule de parreira ouviu uma voz. Era outro caule de parreira chamando por ele... – Aqui, estique-se... Pendure em mim. Mas o caule hesitou.
– O que isto queria dizer? Ele pensou. Pois veja você, o pequeno caule sempre tinha se virado bem... Tudo por conta própria.
Mas então, muito cautelosamente, se esticou em direção do outro caule de parreira. – Veja, posso ajudá-lo, o outro disse. Apenas se enrosque em mim e eu o ajudarei a se levantar.
E o pequeno caule confiou... E repentinamente pode ficar reto outra vez.
O vento veio... E a chuva... E a neve, mas quando vieram, o pequeno caule de parreira se agarrava a muitos outros caules. E embora os caules fossem sacudidos pelo vento e congelados pela neve, eles se mantinham fortemente unidos um ao outro. E em sua incansável força... Puderam sorrir e crescer.
E então, um dia, o pequeno caule de parreira olhou para baixo e viu um minúsculo caule, oscilando, assustado. E nosso pequeno caule de parreira disse, – Aqui, pendure-se em mim... Eu o ajudarei.
E o outro caule alcançou nosso caule de parreira, e junto todos os caules cresceram.
Folhas brotaram... Flores surgiram... E finalmente, uvas se formaram. E as uvas alimentaram a muitos. Foi preciso apenas que os caules se ajudassem.

Eu tinha dez anos e quando se aproximava o Natal, eu queria um trem elétrico. Os tempos eram de recessão econômica mas, ainda assim, minha mãe e meu pai deram-me um maravilhoso trem elétrico.
Na manhã do Natal fiquei radiante observando meu trem. As horas seguintes dediquei exclusivamente para brincar, observando a locomotiva puxando os vagões para a frente e para trás.
Minha mãe disse que comprara um trenzinho para Mark, o filho da senhora Hansen, uma pobre viúva que morava na rua de baixo. Quando olhei seu trem, percebi que era muito mais simples que o meu mas que tinha um vagão tanque que admirei bastante. Implorei e minha mãe sucumbiu ao meu pedido e me deu o vagão tanque. Eu o coloquei em meu treme fiquei muito satisfeito com o resultado.
Mais tarde, minha mãe e eu fomos levar os vagões restantes e a locomotiva para o Mark Hansen. O menino era um ou dois anos mais velho do que eu. Ele jamais esperava tal presente. Ficou muito satisfeito e alegre. Com as mãos, ele movimentou a locomotiva, que não era elétrica nem tão cara como a minha, e era pura alegria com a locomotiva e os dois vagões.
Tive uma terrível sensação de culpa quando voltei pra casa. O vagão tanque já não me encantava mais. De repente, peguei o vagão tanque e mais dois vagões de meu trem, corri até a casa de Mark e anunciei orgulhoso
- Nós esquecemos de trazer três vagões que pertencem ao seu trem. Eu não sei quando uma outra atitude me fará sentir melhor do que essa experiência de um menino de dez anos de idade.