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Aprenda a pedir desculpas... quando não... perdão!

Uma linda amiga, minha mana Teca, disse-me certa vez que perdoar é para os grandes! Senti-me tão pequena, então!

Não riam, falo sério. Agora desculpar é mais fácil. Minha santa vó adotiva, porque não era de minha família, mas eu a amava como se fosse, disse certa vez; Perdoar? Só Deus! Eu desculpo!

A desculpa não evita a mágoa, mas faz um bom curativo no machucado...

Há pessoas que magoam as outras e não conseguem pedir desculpas nunca. Percebem o erro, mas não conseguem exteriorizar o arrependimento. Ficam dóceis, suaves, mas a palavrinha mágica... essa não sai. O magoado vai se afastando, afastando e aquele lindo relacionamento se perde... acaba!

Aprendamos pois a pedir desculpas e a desculpar. É, em prol de uma amizade... e ter amigos verdadeiros, vale a pena. Se o opositor não quiser desculpar... problema dele. Você cumpriu a sua parte no acordo de Paz da humanidade! E depois, desculpar; desculpar-se - sim - porque você pode desculpar a você mesmo por agressões que você faz a si próprio; e ser desculpado, vai revelar que você é uma pessoa humilde. E como humildade não é humilhação, estaremos todos atuando no coração e no inconsciente coletivo. Estaremos de bem coma vida. Quer algo melhor?

Carta enviada de uma mãe para uma outra mãe em SP, após noticiário na TV:
De mãe para mãe...
"Hoje vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.
Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência. Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação, contam com o apoio de comissões, pastorais, órgãos e entidades de defesa de direitos humanos.
Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família.
Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual. Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma videolocadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.
No próximo domingo, quando você estiver se abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...
Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranquila, viu? Que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem."
Direitos humanos são para humanos direitos!

Para você que está longe, minha irmã, não esqueça nunca que o verdadeiro valor das coisas consiste no que é conquistado com o coração, independentemente da distância que separa a gente, e isso vale bastante na nossa luta contra a saudade.

Não vou mentir para você dizendo que tudo está bem, porque sua falta é imensamente sentida aqui, mas Deus é grande e daqui a pouco estamos juntas, rindo do que choramos hoje.

A tinta mancha o papel,
fingindo ser escrita,
mas que não passa de
um borrão só!
A mão que me segura,
já secou muitas lágrimas
vindas do coração,
quem me dera ter
um pouquinho de dom
para escrever uma poesia!
Sozinha não sou nada,
sem a velha mão cansada,
se fosse então feliz seria
male mal escrevo cartas
de amor ultrapassado
de um casal de velhinhos
pela morte separados.
ela ainda me pega as poucas
pela tinta que carrego,
ele já há muito descansa
em paz, e é nas mãos
dela que me entrego!
me pega muito trêmula
sempre que esta a chorar
molha-me a escrita, que pena!
mais uma carta a estragar.
chama-o carinhosamente:
meu querido amor menino
fico feliz quando escreve.
porem, cartas sem destino!

Não há sensação que se compare, pois não há nada que iguale a maravilhosa felicidade de ser mãe. É um privilégio sem igual e a criação de um laço eterno e especial.

Sou feliz porque sou mãe, e com tudo que isso representa. Pois não há nada que a maternidade obrigue que eu encare como sacrifício. Tudo que faço é por amor e também por mim.

Não sou mais ou menos que ninguém por ser mãe, mas hoje sou muito mais feliz do que era antes de ser mãe. Hoje sinto-me completa e em paz comigo, pois até ser mãe sentia que me faltava um pedaço importante, e esse pedaço era meu filho!