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Quantas vezes você já disse algo inadequado e, por causa disso, desejou morder a língua? Não tente lembrar de todas as vezes em que isso aconteceu. Apenas aprenda a evitar desastres semelhantes no futuro.
Primeiramente, deixe a afirmação ou a pergunta atravessar a sua mente. Depois revise-a, a fim de verificar se está correta. As quinze bilhões de células do cérebro trabalham com incrível rapidez. Com a prática, você pode aprender a controlar e reformular aquilo que deseja dizer. Pisque os olhos uma ou duas vezes e isso lhe dará tempo suficiente para encontrar um modo melhor de se expressar.
Palavras são mais importantes do que se imagina. Quantas tragédias poderiam ser evitadas, quantos problemas solucionados, quantos casamentos poderiam continuar existindo se as pessoas pensassem nas consequências do que dizem?
Lembro da história de um homem que retornava de uma pescaria não muito bem-sucedida. Carregava meia dúzia de pequenos peixes numa linha. No cais, ele encontrou um companheiro que trazia consigo um grande peixe. A regra estabelecida entre os pescadores é que eles não devem se gabar de seus peixes grandes. O homem que trazia os peixes pequenos, vendo o grande peixe que o outro carregava, disse: Só um, hein? E os dois homens riram.
Pense antes, fale depois. Morder a língua pode fazer parte de um aprendizado fundamental: conseguir se relacionar com o outro e descobrir que existem palavras que podem expressar, sem magoar, os nossos sentimentos mais profundos. Morda a língua e seja muito feliz.

Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmente recolher o fruto de um momento de prazer, mas sim perceber o quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.
Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.
Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceber quando existe verdadeira necessidade nos pedidos.
Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.
Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.
Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas aponta aqueles cujas condutas não devem ser seguidas.
Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas deseja grande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.
Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenha tudo aquilo que merecer e realmente desejar.
Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolso para pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebe até que ponto está alimentando um espírito de dependência.
Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta para um caminho de honestidade e de bem.
Pai de verdade mesmo não diz "faça isto" ou "faça aquilo", mas sim "tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe".
Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas pergunta se houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.
Pai de verdade mesmo é o amigo sempre presente, atento e amoroso – com a alma de joelhos – pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos.
Feliz Dia dos Pais!

Desejo que você
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.
Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de ideias. Lute pelo que você ama.

Augusto Cury

Eu não quero fazer promessas de amor, se a cada dia posso mostrar tudo o que sinto por você. Minha vida mudou desde que nossos olhares se cruzaram e se atraíram mutuamente. Ficar do seu lado é agora uma escolha que faz de mim a mulher mais feliz do mundo.

Sei que aquilo que sinto não é fruto do acaso. Você me conquista a todo o momento com seu jeito único e especial. Tudo o que quero é que nossa história dure para sempre, meu amor.

Há muito tempo atrás, existiu uma menina, muito linda, saudável e amável. Não havia ninguém que não gostasse da menina, que tinha 8 anos. Mas a menina ficava constrangida sempre que a viam com a sua mãe. A mãe da menina era cheia de cicatrizes no corpo e no rosto. Mas as mãos da senhora eram ainda mais horrorosas.
Eram vermelhas, constantemente saia pus e ficava em carne viva. Tinha ainda deformações horríveis. A menina detestava estar com a mãe em público. Não entendia porque a mãe era assim, e se constrangia com a sua presença na escola ou em festinhas a qual era convidada.
Um dia, cansada de ser esculachada pelas colegas e ouvir comentários de pena dos professores, a menina chamou a mãe e perguntou:
– Mãe, não há nada que você possa fazer em relação ao seu corpo e suas mãos? – Não minha filha. – respondeu a mãe.
– Mas por que?
– Os médicos disseram que era irreversível minha filha.
– Por que você ficou assim? Por que você não é igual a mãe das minhas colegas, que são lindas e possui mãos mais belas ainda?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
– Há sete anos atrás, eu estava tomando banho e a minha empregada deixou uma vela acesa próximo da cortina. A cortina pegou fogo em contato com a vela. Saí do banho e fiquei desesperada, pois bem próximo a cortina estava o berço da minha filha.
Desesperada e vendo o fogo se alastrar, puxei a cortina com as minhas mãos, e, sem querer a cortina se enrolou no meu corpo, com o fogo alto. A empregada trouxe um balde de água, e foi por isso que me salvei a tempo. Mas as cicatrizes se tornaram irreversíveis.
Mas não me arrependo, e a feiura das minhas mãos foi um preço pequeno a pagar pela vida da minha filha.
A menina chorou e se abraçou a mãe, pedindo perdão. Daquele momento em diante, nunca mais se envergonhou dela, e todos os dias repetia: Obrigada.
Agradeça sempre aos seus amigos e parentes por se preocuparem com você, e nunca se envergonhe das deficiências dos outros. Lembre-se, que por amor fazemos qualquer coisa, e que a beleza é algo secundário.