Nossa amizade fraterna é eterna
Não se corrói, não se corrompe, não se destrói
Alimenta-se de falar, de ouvir, de amar
Com gestos, com sonhos, com afetos.
Não importa onde estamos.
Vivos, mortos, aos prantos
Felizes nos encontros
Exilados nos desencontros.
Nossa amizade sincera se fortalece a cada era
Com brio de esplendor de uma fera
Compactando a união
Desbravando nossa esfera!!!
É muito comum associar a figura do pai ao trabalhador, sério, sisudo, guerreiro, preocupado somente em prover o lar de recursos para a alimentação, a saúde, a educação etc.
Aqui nos ajuda o compositor
poeta Gonzaguinha: "Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis. Guerreiros são meninos, no fundo do peito... É triste ver um homem, guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros. Eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra, a dor que tem no peito, pois ama e ama (...) Um homem se humilha, se castram seus sonhos, seu sonho é sua vida, e vida é trabalho, e sem o seu trabalho, um homem não tem honra, e sem a sua honra, se morre, se mata..."
Assim, a figura do pai aparece como autoridade, quando não como autoritarismo. Mas a verdadeira autoridade nasce de uma boa relação afetiva entre pais e filhos. Ela não deve ser imposta. Daí a importância de aprender com as crianças a dar valor às coisas que parecem não levar a nada, como as brincadeiras, mas que aproximam e criam vínculos afetivos para toda a vida. Penso que a dimensão lúdica e afetiva dos homens-pais foi atrofiada em nossa cultura. Ela precisa ser despertada, sabendo que isso é um acréscimo e não uma perda em relação a outras dimensões, como o trabalho, que continuarão a ter o seu valor. É o pai, guerreiro e forte, mas também menino e frágil.
Rui Antônio de Souza
Sonhar e confiar
Tem o poder de levar
Aonde a motivação determinar
Seguindo vários caminhos
Até conquistar os objetivos
Mesmo caminhando devagar
No fim do infinito pode chegar
Mas primeiro tem que acreditar
Na escada da vida
Cada degrau é um dia
Continue a andar
O tempo nunca vai esperar
Mesmo ao adormecer e sonhar
Que é possível voar e voltar
Pra trajetória tentar mudar
Pro erro concertar
E outra vez reiniciar
Antes de o fim chegar
Infelizmente ao amanhecer
Todos podem perceber
Que tudo era ilusão
Sonhar é a segunda visão
A verdade esta na retina
Hoje é um novo dia
Existe uma barreira imaginaria
Que às vezes separa
O sonho da realidade
E o que será verdade
Pra quem vive em ambas as partes
Aguardando o fim da eternidade
Com criatividade e arte
Momentaneamente em insanidade
Alguém achou a fórmula da felicidade
Que não esta em nossas mãos
Muito menos na visão
Mas sim na própria mente e coração
Pra tão buscada felicidade encontrar
Tem que sonhar com fé e acreditar.
Então me coloca no colo qualquer hora dessas e diz o quanto me ama, precisa de mim e sente minha falta.
Mas não diz agora não...
Espera eu estar distraída, fingindo não estar esperando tanto por isso.
No reino dos sentimentos, a amizade é como uma nascente de água cristalina e pura, ambas nascem e correm livremente até chegarem ao seu destino.
Os sentimentos e as correntes da água cristalina seguem paralelas enquanto uma deságua no mar, a outra segue para o coração, que a acolhe com amor, com muito querer e ilusão.