Os jovens de hoje andam muito preocupados com a beleza, porque a mídia, de uma certa forma, influencia na busca por um padrão de beleza, ela sempre passa a informação que as pessoas para serem bonitas têm de ser magras, barriga sarada, rosto bem cuidado, pele lisinha, etc... Se a pessoa não for assim, ela não é bonita e também, 'não pode ser feliz', porque não cumpre o padrão estabelecido por eles.
Com essa grande preocupação com a beleza, muitos jovens têm uma certa facilidade para alcançar o padrão indicado pela mídia, porém, outros já não têm a mesma facilidade e passam por várias dificuldades para conseguir atingir a meta. Por isso, o número de jovens com diversas doenças por causa deste fato está aumentando cada vez mais, os maiores atingidos são as meninas, pois, na maioria das vezes, são elas que se preocupam mais. Os meninos se preocupam também, mas não são tão intensos na procura desse padrão físico.
Procurar ter uma boa aparência física não é errado, os jovens deveriam sim se preocupar com a beleza, pois nós vivemos em uma sociedade que cobra isso, mas também deveriam se lembrar que a felicidade nem sempre está de mão dada com a beleza, isso tudo não vem junto em um pacote. Muitos jovens deveriam se preocupar menos com a beleza e tentar buscar primeiramente a alegria e o prazer em viver as coisas únicas e simples do dia-a-dia.
O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior. Faça a sua parte e espalhe a felicidade acabando com o mau humor da segunda-feira.
Será que um simples lápis, desses que estão a ser substituídos pelas esferográficas, nos podem dar lições para a vida?
Um dia, uma avó estava a escrever com o lápis. Na mesa, estava também uma borracha e um afia-lápis. Aproximou-se dela um netinho e perguntou-lhe:
– Avó, o que é que está a escrever?
– Estou a tentar escrever um poema para passar o tempo. Mas gostaria de te dizer uma coisa.
– Diga, avó!
– Gostaria que tu, quando cresceres e fores grande, fosses como este lápis.
– Avó, mas o que é que um lápis tem de especial?...
– Depende do modo como olhas para as coisas. No lápis há qualidades que, se as conseguires manter ao longo da tua vida, serás uma pessoa feliz.
Então a avó explicou-lhe as cinco qualidades do lápis.
Primeira qualidade: O lápis redige belos textos ou faz lindos desenhos, mas para isso tem que ter uma mão a guiá-lo. Cada pessoa deve também deixar-se conduzir por quem a orienta para a felicidade.
Segunda qualidade: O lápis, de vez em quando, necessita de ser afiado e para isso utiliza-se o afia-lápis. Isto faz com que ele sofra um bocado. Cada pessoa necessita também de suportar sacrifícios na vida.
Terceira qualidade: O lápis permite que utilizemos uma borracha, sempre que é preciso apagar aquilo que está errado. Cada pessoa necessita de ir apagando os erros que faz e fazer cada vez menos.
Quarta qualidade: O que realmente é importante no lápis não é a madeira, mas a qualidade do grafite que está dentro. Cada pessoa vale não pelo aspecto exterior, mas pelo amor e sabedoria que tem no seu íntimo.
Quinta qualidade: O lápis, ao escrever ou desenhar, deixa sempre uma marca mais ou menos bela. Cada pessoa, com a sua vida, deixa no mundo traços de maior ou menor beleza. Depende do seu coração.
Uma palavra indefinida, Um sentido inexplicável, Uma sensação de abandono, Uma carência afetiva, Uma parte de você em mim.
Uma angústia, Uma agonia, Uma tristeza, Mera alegria por você.
Simplicidade nos gestos, Lembranças nas ações, Ações para lembrar.
E eu sentindo você.
Você me fazendo falta, Me transformando em você.
Fugindo, pensando, Unindo desesperos, Sou eu
Sem você
Todo futuro é lembrança, Todo passado é presente, Todo presente é saudade
Os problemas irão sempre aparecer, mas com eles deverá surgir a esperança para os ultrapassar.