Depois de várias tentativas, após ter dado tudo de mim sem qualquer retorno, me sinto na tentação de dizer que o amor entre nós é impossível. É triste perceber essa realidade, pois eu sempre imaginei que pudéssemos ficar juntos, mas não vale a pena esperar por algo que nunca se vai concretizar.
A vida é feita de escolhas, e neste momento eu escolho seguir meu caminho noutra direção. Vou tentar esquecer todos os sonhos que nasceram no meu coração e procurar minha felicidade em outro lugar.
Que esse dia seja tão belo como você, radiante como seus olhos, gostoso como seus lábios e alegre como você, estou ansiosa para estar contigo, em teus braços recebendo o seu carinho e doando um pouco de amor para você.
Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.
William Shakespeare
Você corre de quê? Tem medo de quê? Está angustiado e estressado por que? A Vida é dura, os obstáculos são grandes? A pressão é enorme? A Violência apavora? O Futuro lhe angustia e lhe deixa inseguro?
Não foi este o Mundo que sonhou para nossos filhos? A proximidade da virada do século lhe deixa ansioso? E o Amor, como vai? Você tem tido tempo de senti-lo dentro de você? E o amor pelo seu semelhante? Você pensa nisso?
E a solidariedade? E a sua espiritualidade, como vai? Você tem tempo para pensar um pouquinho Nele? Já parou para refletir sobre a sua vida? O que você tem feito dela?
Como vai sua autoestima? E a autoestima de seus familiares, amigos e inimigos? Você consegue olhar para o lado e reconhecer o outro? Consegue ver, ouvir, dar o seu ombro amigo?
Será que não está tão preocupado com seus próprios problemas, que já não consegue mais enxergar o outro?
Você já pensou que o que recebemos é o que damos? O bem, o mal e a omissão voltarão sempre como um bumerangue?
Desta forma meu caro Amigo, pare um pouco. Reflita, medite, ore...
Deixe que seus olhos enxerguem o seu semelhante e antes de perguntar o que eles podem fazer por você... Pergunte a si mesmo o que você já fez por eles!
Faça como o Beija Flor que ajudou a apagar um incêndio na Floresta, apenas com gotas de água, em um vai e vem constante e persistente, parecia uma luta inglória.
Mas, no mínimo, ele fez a sua parte...
Sei que normalmente falam da sogra de uma forma depreciativa, mas eu era incapaz disso porque não tenho razões para o fazer. Você sempre foi muito querida para mim e me acolheu desde cedo como se fosse mesmo da família.
Sou grato por ter uma sogra como você, uma pessoa bondosa com um coração genuíno e sincero. Pode ter a certeza que eu tentarei sempre tratar você da melhor forma.