Suas mãos firmes Um abraço apertado Sua voz tão conhecida. Tudo em você diz mãe.
Um olhar que diz sim e em outros diz não. Um sorriso mesclado de interrogações e exclamações.
Não há noite Não há dia Em todo tempo és presente, como manto que aquece.
Como lar que acolhe. Seu sorriso tranquilo. Seu cuidado tão querido, mas nem sempre entendido.
Mãe, somente mãe. Mulher que se transforma Loba de suas crias Num afago de carinho, Me chama filha
Querida mamãe, Te amo!
Hoje estou triste, pois, infelizmente, às vezes é impossível impedir a tristeza de invadir nosso coração. Muitas vezes os sentimentos fogem do nosso controle e ganham vida própria.
É como quando nos apaixonamos, não conseguimos deter o amor por muito que queiramos. Mas o amor é quase sempre algo bom, positivo, e a tristeza algo negativo. Mas nem sempre.
Como tudo na vida, também a tristeza tem o lado bom e o mau, e às vezes estar triste pode nos ajudar a criar, pois sentimos mais necessidade de expressarmos nossos sentimentos através de alguma forma de arte. Assim, a tristeza pode trabalhar em favor da arte.
Mas, ainda assim, estar triste não é bom, eu sei, você sabe, mas eu também sei que ela não vai durar para sempre e talvez amanhã a alegria esteja de volta. Pois tenho muita coisa boa pela que agradecer e com que me alegrar, e acima de tudo, eu quero muito ser feliz!
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!
Alexandre, governante grego, foi realmente grande naquilo que conquistou. O mundo antigo esteve aos seus pés. Só que viveu pouco. Alexandre nasceu em 356 A.C e morreu, aos 33 anos, em 323 A.C.
Recentemente produzi e gravei um estudo específico sobre ele para o programa ''Encontro com as Profecias'' (se você puder, vale a pena ouvir!). Depois do programa pronto lembrei de um velho texto anônimo escondido entre meus arquivos. Trata-se de uma curiosa comparação entre Alexandre e Jesus. Diz assim:
Existe uma interessante comparação entre Jesus e Alexandre, o Grande. Ambos morreram com a idade de 33 anos.
O grego viveu e morreu para si próprio, o hebreu por você e por mim.
O grego morreu sobre um trono, o judeu sobre uma cruz.
A vida de um pareceu um triunfo, a do outro, uma derrota.
Um foi chefe de exércitos, o outro avançou só.
Alexandre fez correr o sangue de uma geração inteira; Jesus derramou Seu próprio sangue.
Um ganhou o mundo inteiro em sua vida, mas perdeu tudo na morte; o outro perdeu Sua própria vida, mas ganhou a fé do mundo inteiro.
O grego fez todos os homens seus escravos; o hebreu deu a todos a liberdade.
Alexandre fundou seu trono no sangue; Jesus no amor.
Um nasceu na Terra, o outro veio do Céu.
Um conquistou toda a terra, mas perdeu finalmente o Céu e a Terra; o outro renunciou a tudo, para finalmente tudo ganhar.
Alexandre, o grego, morreu para sempre. Jesus, por outro lado, vive eternamente.
Outro pensamento interessante, para finalizar: Enquanto Roma estava muito ocupada fazendo história, Deus chegou. Ele armou a Sua tenda da encarnação na palha num estábulo sob uma estrela. O mundo nem notou nada. Sob a influência ainda dos sucessos de Alexandre, o Grande e Herodes, o Grande o mundo passou por alto o pequeno Cordeiro de Maria. E ainda o faz.
Todo este silêncio tem causado muita mágoa em minha alma. É um vazio que se abateu sobre mim por nos termos separado e cada um ter seguido o seu caminho. A verdade é que você faz muita falta em minha vida e todos os dias eu fico desejando que você regresse para os meus braços.
Não é que eu acredite cegamente que tudo entre nós foi perfeito. Muitas vezes falhamos e dissemos coisas um ao outro que jamais deveríamos ter dito. Apesar disso, não posso esquecer como fomos felizes, como vivemos momentos de carinho e ternura. Não posso ignorar como tínhamos muitos sonhos e planos.
Eu ainda te amo, como se não tivesse ido embora. Te amo pelas saudades que crescem em mim a cada dia e pelas evidências que mostram que é do seu lado que eu devo estar. Eu ainda te amo porque o meu desejo é que você volte para mim, agora e para sempre.