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Desculpe-me por estar aqui novamente, chegando sem pedir licença, tomando o espaço em sua tela para expressar em algumas linhas o que não consigo lhe dizer pessoalmente... Prometo que será a última vez...
Desculpe-me por ruborizar quando me olhas, por estremecer quando me tocas, por perder a voz quando vou falar contigo... E, por tudo isso, desculpe-me por não conseguir tratá-lo com a mesma simpatia com a qual trato os outros...
Desculpe-me por não ter resistido à sua inteligência (às vezes adoravelmente sarcástica), ao seu jeito paciente e carinhoso, ao seu ótimo senso de humor, à sua linda voz, à sua risada contagiante e ao seu cheiro tão delicioso...
Desculpe-me por não conseguir parar de pensar em você e por sonhar com você quase todas as noites...
Desculpe-me por agir assim, como uma adolescente patética, romântica e inconsequente...
Desculpe-me por ter ignorado todos os obstáculos que há entre nós e ter cometido a tolice de me apaixonar por você.
E um dia, com certeza, arrepender-me-ei de tudo isso... Sentir-me-ei ridícula e, talvez, não terei coragem de encará-lo por muito tempo... Desculpe-me por isso também.

Ela sorriu descontraída para um triste desconhecido que passava. O sorriso dela fez com que ele se sentisse muito melhor.
Ele lembrou-se de uma bondade passada de um amigo e lhe escreveu uma carta de agradecimento. O amigo ficou tão satisfeito com o agradecimento que deu uma grande gorjeta após o almoço.
A garçonete, surpreendida pelo tamanho da gorjeta, apostou tudo confiando em um pressentimento. No dia seguinte descobriu que ganhara e deu boa parte a um mendigo na rua.
O mendigo ficou agradecido. por dois dias não tinha o que comer. Depois que terminou seu jantar, ele foi para seu sujo e pequeno quarto nos fundos de uma casa (Não sabia que iria enfrentar a morte).
No caminho recolheu um filhote de cachorro que tremia de frio e o levou, nos braços, para casa e o cãozinho começou a se aquecer
O filhote de cachorro ficou muito agradecido por estar protegido do frio. Naquela noite a casa pegou fogo. O filhote de cachorro latiu dando o alarme. Latiu até que acordou a casa inteira e salvou todos.
Um dos meninos que se salvou cresceu, estudou e tornou-se presidente. Tudo isto por causa de um simples sorriso. E isso não custou nem um centavo.

Saber que sou teu amigo faz-me muito feliz. Realmente, devo considerar-me uma pessoa de sorte, pois poder contar com a amizade de alguém tão generoso e leal é algo cada vez mais raro nos dias de hoje.
Quero que saibas que esta nossa relação, tão solidamente baseada na confiança e no carinho, promete resistir ao tempo e é por isso que podes ter a certeza de que, sempre que precisares, estarei ao teu lado para apoiar-te ou confortar-te.
Este sentimento de amizade que nutro por ti é-me extremamente saudável e, às vezes, fico a pensar se até mesmo o mundo não seria mais saudável se todas as pessoas tivessem, sempre que precisassem, um ombro amigo como o teu.
Porque ser amigo é saber aproveitar o que de melhor o outro tem para nos oferecer, é reconhecer os seus defeitos mas sabê-los suportáveis e, por outro lado, ser amigo é oferecer as nossas virtudes com toda a generosidade do mundo e viver sem máscaras ou dissimulações, de uma maneira autêntica, sem tentar esconder ou escamotear os nossos pequenos vícios, manias ou idiossincrasias.
É isso o que eu sinto que acontece entre nós e é isso que me faz sentir orgulhoso ao dizer que és meu amigo.

Eu não esperava encontrar um segundo pai quando o meu casamento me juntou à sua família, mas o tempo foi ditando que você seria bem mais que um simples sogro. Hoje em dia, são raras as pessoas bondosas, generosas e justas, mas eu encontrei tudo isso em você e senti de perto todas essas qualidades.

Agradeço por ter aberto seus braços e ter feito da sua casa um lar onde também sou feliz. Todos os seus gestos e palavras estarão guardados no meu coração para sempre.

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente.
O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [... ] Deverei continuara acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura.
Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.