Todos os finais são recomeços, por mais que ainda não se tenha a clareza para conseguir enxergar isto. Tenha ânimo para começar de novo. Se lhe dói o peito e a alma, é sinal de que está vivo, então encare isto como uma dádiva e não se deixe desanimar. Pense sempre que o melhor ainda pode estar por vir.
Não pense no passado achando que poderia ter feito as coisas de maneira diferente, isso não mudará nada. Mas olhe para trás para aprender com os tropeços que deu e, se preciso for, voltar ao ponto de partida. Saiba que ainda que seja preciso seguir o mesmo caminho, você estará diferente, por isso os seus passos não serão iguais. Tenha ânimo e força para dar cada passo com firmeza e entusiasmo, como se fosse a primeira vez.
Se decidir seguir um novo caminho, siga em frente com o espírito renovado, com a certeza de que cada novo dia é uma nova chance para fazer tudo diferente e melhor. Não se deixe abater pelas frustrações, pelo infelicidade. Não há dor que dure para sempre. O tempo tudo cura, mas é preciso ter paciência e perseverança, pois nos momentos de tristeza e sofrimento, o tempo parece não passar. Mas ainda assim, não perca o ânimo. Num coração cansado, o tempo bate mais devagar.
A ignorância obriga-nos a fazer duas vezes o mesmo caminho.
À medida que o tempo passa descobrimos quanto somos ignorantes. Isto acontece porque na estrada da vida, nos tropeços, erros e acertos é que vamos colhendo a sabedoria. Muitas dificuldades e sofrimentos seriam evitados se conseguíssemos ver o que os mais velhos já sabem. Mas isto seria amadurecer antes do tempo. Porém nunca é tarde para estar atenta a tudo que acontece, e ir colhendo as experiências, armazenando-as nas memória e praticando no dia-a-dia. Você vai ver como ainda tem muito a aprender! E aprendendo vai fazer as coisas apenas uma vez!
Ana Maria Braga
Me parece que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Porque quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção. Assim, podemos ter afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade. E de tal maneira eles são objeto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.
Quanto à devoção, o seu principal objeto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer. Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos. Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor se manifesta principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto nos leva, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar. Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.
René Descartes
A derrota depende de nós,
tanto quanto a vitória.
Entretanto, a pior derrota
é a de quem desanima.
Perder, nem sempre
é ser derrotado.
mas o desânimo estraga
totalmente a vida.
Não desanime jamais.
Siga em frente cm coragem,
porque a vitória pertence
aqueles que possuem
persistência e determinação.
Desde que namoro você, todos os dias me apaixono um pouco mais pelo mesmo homem. Eu te amo!