Era uma vez, num depósito de vasos quebrados... Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros. Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio deles, mas, por ser diferente dos demais, ele foi rejeitado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, tentou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo, mas, também foi repelido. Tentou uma 3a vez... Mas também não adiantou. Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para isso. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho. E foi isso mesmo que ele fez e assim conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados. Mas a felicidade não durou muito porque logo ele começou a se incomodar com outra necessidade: A de ser respeitado pelos demais vasos quebrados. Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó. E assim deixou de ser vaso! É muito comum as pessoas serem influenciadas por outras... Tanto que perdem sua própria identidade. Você mesmo provavelmente tomou alguma decisão influenciado por outras pessoas. E quantas vezes não se arrependeu? Portanto pense... E valorize "o vaso que é"... Seja como for!
Tudo tem seu tempo.
Todas as coisas têm o seu tempo.
Há um tempo de nascer e um tempo de morrer.
Há um tempo de plantar.
Há um tempo de se arrancar o que se plantou.
Há tempo de matar e tempo de sarar.
Há tempo de destruir e tempo de edificar.
Há tempo de chorar e tempo de rir.
Há tempo de se afligir e tempo de dançar.
Há tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar.
Há tempo de dar abraços e tempo de se afastar deles.
Há tempo de adquirir e tempo de perder.
Há tempo de calar e tempo de falar.
Há tempo de amor e tempo de ódio.
Há tempo de guerra e tempo de paz.
Reconheço que não há nada melhor do que alegrar-se e fazer o bem enquanto me resta a vida, pois ela é um dom de Deus.
E devo vivê-la da melhor forma possível.
Quando há amor, há tudo. Isso foi você que me ensinou. Já passamos por algumas crises, algumas mais difíceis outras mais banais, mas o tempo nos ensinou que o nosso amor é mais importante que tudo, e que ele nos dá força para conseguirmos ultrapassar qualquer coisa, basta querer.
O amor é um estado de graça, e num casamento é preciso manter este estado sempre sintonizado. Não podemos nos deixar levar pelas pequenas atribulações da rotina, pelos pequeninos desacordos, pelas despropositadas discussões. Com você, meu amor, meu marido, minha vida, eu quero viver eternamente este estado de graça.
A minha vida é dividida em duas partes, antes de você e depois de você.
Você me faz querer estar sempre apaixonada, você acende tudo que há de melhor em meu coração. Eu não posso dizer que sou a mulher mais feliz do mundo, porque quero acreditar que outras mulheres têm a mesma sorte de viver um amor como o meu. Tendo você em minha vida, sendo você parte da minha vida, eu só posso desejar a todos os casais que sejam tão felizes como nós somos.
Eu te amo, meu marido querido!
Feliz aniversário, amiga! Você é aquela pessoa que mesmo longe, eu nunca esqueço, e sei que passe o tempo que passar sem que nos vejamos, eu sempre lembrarei desta data.
Aliás, não só do seu aniversário, mas de muito mais, pois lembro de quando nos conhecemos, de todas as loucuras que vivemos, de todos os momentos bons e maus.
E quero guardar tudo no coração, pois você é uma amiga muito especial para mim, e assim será a vida toda, não importa que agora esteja tão longe de mim.
Espero que seu dia seja digno da pessoa maravilhosa que você é, e que receba todo carinho e homenagens que merece. Eu gosto muito de você, e isso nunca mudará! Parabéns, querida amiga, e seja muito feliz!
Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre, seguindo por uma longa estrada. Ao passarem próximo a uma moita de samambaia, ouviram um gemido. Verificaram e descobriram, caído, um homem. Estava pálido e com uma grande mancha de sangue, próximo ao coração.
O homem tinha sido ferido e já estava próximo da inconsciência. Com muita dificuldade, mestre e discípulo carregaram o homem para o casebre rústico, onde trataram do ferimento.
Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca. Disse que conhecia seu agressor e que não descansaria enquanto não se vingasse.
Disposto a partir, o homem disse ao sábio: - Senhor, muito lhe agradeço por ter salvo minha vida. Tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que senti.
O mestre olhou fixo para o homem e disse: - Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe fiz.
O homem ficou assustado e disse: - Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!
- Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres cobrar o mal que lhe fizeram?
O homem ficou confuso e o mestre concluiu: - Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteçam nessa vida, pois essa vida pode lhe cobrar tudo que você deve. E com certeza você vai pagar muito mais caro.