Araucária,
Nasci forte e altiva,
Solitária.
Ascendo em linha reta
Uma coluna verde-escura
No verde cambiante da campina.
Estendo braços hirtos e serenos.
Não há na minha fronde
Nem veludos quentes de folhas,
Nem risos vermelhos de flores,
Nem vinhos estonteantes de perfumes.
Só há o odor agreste da resina
E o sabor primitivo dos frutos.
Espalmo a taça verde no infinito.
Embalo o sono dos ninhos
Ocultos em meus espinhos.
Na silente nudez do meu isolamento.
Quando achar que já não é capaz de suportar e seguir em frente, faça uma pausa. Pare, respire fundo, e descanse antes de prosseguir. Cabeça cheia, coração confuso e pés cansados não vão lhe levar a lugar algum.
Não basta ter força, é preciso saber exatamente aonde se quer chegar, e ter a convicção de que o futuro realmente vale a pena. Muitas vezes, é preciso ter mais forças para desistir do que para continuar, pois mudar de caminho exige muita coragem!
Ter força é saber cair, se levantar, e recomeçar. E nós só sabemos a força que temos, quando caímos e precisamos usá-la. Nós só sabemos do que somos capazes quando a vida nos coloca diante de obstáculos.
Ainda que muitas vezes os desafios nos façam temer e fraquejar, é preciso buscar força dentro de nós. A vontade de superar, de viver e de ser feliz deve sempre ser maior do que qualquer adversário.
Você vai ser sempre uma das pessoas que jamais vou esquecer. Agradeço por tudo, Pastor! Por vezes nem tenho palavras para demonstrar minha gratidão por todas as coisas maravilhosas que você me proporcionou.
Sinto que meu reconhecimento nunca será suficiente. É que sua bondade, sua força, sua verdade é poderosa demais. Assim é belo conhecer a palavra do Senhor! Agradeço – vou agradecer todos os dias!
Havia uma mulher corcunda magoada com o mundo, que vivia magoada com seu terrível calombo nas costas.
A mulher andava curvada, rastreando os cantos com seus olhos tristes, mal humorada, até que um dia encontrou um objeto mágico onde há séculos vivia um gênio, que se materializou na sua frente oferecendo-lhe quatros pedidos por sua libertação.
A mulher fez o primeiro: - Eu queria ter uma casa mais bonita do que a chata da Dona Maria, aquela mulher fofoqueira...
Zás! Apareceu-lhe uma casa maravilhosa.
Veio o segundo pedido. - Eu queria ter um carro muito mais bonito, possante e moderno do que o infeliz do Seu Zé.
Zás! Surgiu em sua frente um carro sensacional.
Assim fez o terceiro pedido: - Eu queria ter mais joias do que a Dona Joana, aquela intragável.
Zás! Apareceram-lhe joias maravilhosas.
Foi a vez do quarto e último pedido: - Agora, gênio, eu quero que você realize meu último pedido: Que suma aquilo que trás as amarguras da minha vida, meu desgosto, meu maior defeito...
E Zás!... de novo. Sumiu-lhe a língua...
O mundo mudou. Parece que nunca houve tantas doenças, tantos complexos, tantas síndromes. Com tantos meios de comunicação, em plena era da informação, o homem nunca esteve tão solitário e ansioso. Hoje vivemos em um mundo de excessos, mas na verdade estamos vivendo tempos em que mais é menos.
O mundo mudou. Nunca tivemos tanta tecnologia, tanta velocidade, tantas oportunidades de viver em perfeição, de manter a beleza e juventude. Mas talvez nunca tenhamos sido tão infelizes, tão vazios, porque estamos cada vez mais voltados para fora e alimentando pouco a alma e o coração de sentimentos reais e de relações sólidas.
O mundo mudou, e é impossível fugir disso. Mas temos opções. Cabe a nós filtrarmos e tirarmos do excesso de coisas que o mundo nos oferece aquilo que nos faz bem. É preciso ter discernimento e bom senso para isso. Cada vez mais, ter bom senso é o que pode fazer a diferença no mundo de hoje.
O mundo mudou, e nem tudo foi para melhor. Mas temos a vantagem de podermos escolher, entre tantas coisas, aquilo que nos faz bem. É preciso buscar sabedoria. É preciso com urgência aprender a transformar menos em mais, e levar uma vida verdadeira, honesta, sincera, e simples.