Possessivo não é amor, como todo mundo sabe e estão cansados de ouvir que... ?Ninguém é de ninguém nesse mundo?
Nem nossos filhos são nossos, o que dirá um homem ou uma mulher.
As pessoas são livres, livres para amar e escolher quem quer amar.
O amor que exige exclusão e posse não é amor.
O amor possessivo amarra, impede o crescimento, enquanto que o amor verdadeiro é a força, é o impulso que faz o outro crescer. Amar alguém é comprometer-se...
O amor é uma soma para que cada um possa ser mais ele mesmo, ele não existe para aliviar a dor e nem tão pouco para resolver necessidades, carências e interesses do outro.
O amor verdadeiro, maduro, é livre, é incondicional, sabe ceder e perder com serenidade para o bem da pessoa amada. sabe viver quando tem o bem e também quando não tem. sabe dialogar e chegar a conclusões maduras e sensatas.
O amor não nasce pronto, de uma vez... Tem que haver vibração tem que ser harmônico.
Amar alguém é comprometer-se... Como um amigo, companheiro, nas horas felizes e tristes, é ser honesto, sincero, confiante, verdadeiro em palavras e atitudes.
Amar alguém é comprometer-se... O amor é como uma rosa, mas para que essa rosa exista, é preciso que existam também espinhos.
Mas mesmo assim, o amor ainda é a maior força que existe em nós, é só o amor que nos transforma, que nos amadurece.
Se não se aceitarmos de coração aberto à dinâmica transformadora do amor estaremos definitivamente negando a crescer e permanecer sempre infantil.
Amar alguém é comprometer-se... Não importa quem você ama.
Como diz HERMANN HESSE ?NÃO É FELICIDADE SER AMADO?: TODOS AMAM A SI MESMOS AMAR AOS OUTROS, SIM, É QUE É FELICDADE.
Deus, de infinita bondade, não permita que eu desista da caminhada. Dai-me a força para sobreviver em meio a tantos desencontros. Permita-me seguir a luz que me leva ao caminho certo, mesmo que os atalhos, me mostrem um falso colorido.
Ajuda-me a realizar o que me propus: conseguir levar harmonia aos meus irmãos. Levar sempre um sorriso nos lábios para contagiá-los. Ter o calor nas mãos para aquecer o frio dos que estão em solidão. Ter o brilho nos olhos para indicar o caminho a quem está sob minha guarda mesmo que meu desejo seja chorar.
Deus, que sua bênção possa envolver o coração dos que me rodeiam e possam sentir minha verdadeira luta pela paz, para o entendimento e para a harmonia entre todos.
Deus, quero chegar no meu momento, que só vós conheceis, e poder lhe dizer: Pai, daqueles que me confiaste durante minha caminhada pela vida... Não perdi nenhum!
Geralmente, as pessoas inferiores são aquelas que rotulam as pessoas de acordo com a cor da pele de cada um; da situação financeira que elas demonstrem, do partido político a que pertençam; da opção sexual que manifestem, do nível escolar que adquiram, do credo religioso que pratiquem; etc. Assim sendo, não resta dúvida que esse grupo de seres egoístas, complexados e preconceituosos representa o que há de mais sórdido e inferior na humanidade.
Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.
Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.
Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.
O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.
A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.
Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.
Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.
Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!