Dizem que a saudade não tem cor, mas não é verdade. Ela é cinza como um dia de chuva.
Dizem que a saudade não tem sabor, mas não é verdade. Ela tem o gosto salgado de uma lágrima.
Dizem que a saudade dói, mas não é verdade. Ela dói tanto que não cabe no coração.
Saudade tem outro nome. "Distância".
Há pouco que te conheço
Há poucas horas que te vi
Me nasceu um sonho imenso
Um sonho que não tem fim
As horas vão passando
E eu querendo te dizer
Do pouco que te conheço
O quanto amo você
Mas tenha uma certeza
Você vive no meu coração
Passo horas e horas pensando em você
Sonhando acordada
Com vontade de te ver!
Não sei se vou conseguir um
Dia lhe esquecer
Você sabe que meu mundo pertence a você
Nos dias claros que vi nascer
Nos pores-de-sol que vi desaparecer
E eu aqui, a pensar
Por toda a vida hei de te amar
Você é tudo que tenho
A razão do meu viver
Você é meu mundo
Por isso amo você.
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...
Agora estou aqui...
A solidão esta tomando conta de mim
Volte logo
Volte e me traga o conforto dos teus braços
E leve esta solidão para longe de mim
Volte, mas volte logo
Já não sei mas o que fazer
Fico olhando cada canto da nossa casa
Tudo me lembra você
Acho que vou enlouquecer
Na cabeça a imagem de você indo embora
O que vou fazer
Se tudo aqui me lembra você
Volta, por favor volta
Já não sei mais o que fazer sem você
Meu amor, esqueça tudo
Fomos feito um para o outro
Como posso te esquecer, se tudo me lembra você
Na lembrança momentos felizes
O que aconteceu
O que te fez mudar
Volta vamos nos perdoar
Tudo vai mudar
Vamos nos dar mais uma chance
A chance que só o Amor da
Volta e me tira desta solidão
Não quero nem pensar
Na possibilidade de você não mais voltar
Volta e me traga o conforto de seus braços
Volta mas volta logo
Vamos novamente nos amar
Volta... Te Amo
Os fogos anunciam a chegada de um ano novo !
É hora de refazer seus sonhos ainda não realizados
e acreditar que irá concretizá-los.
Soltar um olhar solidário e acalantador para os seus amigos e bocejar para os inimigos.
Aprender com os erros do ano já ido e brindar o ano bem vindo com um sorriso.
Correr ao encontro daquele amor ainda não perdido
ou surpreender mais uma vez o amor já conquistado.
Desejo a você um ano repleto de luz, amor, saúde e prosperidade.