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Partir em busca da felicidade é como começar uma longa viagem para encontrar um valioso tesouro. Só que não existe um mapa que nos explica onde ela está. A resposta deve ser procurada dentro de cada um de nós e o importante é desfrutarmos do caminho até lá chegarmos.

Por isso, esteja atento a tudo o que o rodeia e veja como seu coração reage às diversas situações da vida. Um dia você sentirá que algo o está atraindo e quando menos esperar já será feliz do seu jeito.

Havia no meu quintal um abacateiro que produzia pouquíssimos frutos. Por acreditar que uma árvore frutífera precisa ser produtiva, pedi a Deus que abençoasse aquele abacateiro permitindo-lhe frutificar bastante. A florada aconteceu e o abacateiro se encheu de centenas de frutinhos.
Quando eles já estavam grandes, para surpresa minha, o galho central, com 69 abacates, quebrou. Um outro galho também, por não suportar o peso, acabou caindo, levando tantos outros frutos. Fiquei perplexo! Deus havia permitido que o abacateiro ficasse recheado de frutos e logo depois quebrasse, sem que eu os aproveitasse. Por quê? A resposta veio logo.
Nem sempre temos estrutura para suportar o tamanho da bênção que pedimos a Deus. Por isso, muitas vezes precisamos esperar algum tempo para recebê-la.
Ela só virá quando nossa vida estiver profundamente enraizada no terreno fértil da fé em Jesus Cristo, enrijecida pela leitura constante da Palavra de Deus, fortalecida pela seiva da oração e produzindo os frutos abundantes da presença de Deus em nós. Assim, na certeza de que a glória não é nossa, mas do Senhor Jesus, não sucumbiremos ao volume da bênção.

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

As Mais Belas Histórias Budistas

Grêmio! Que amor é esse que invade a minha alma sem medidas
Um amor que enche o meu coração, uma explosão de sentimentos.
Meus olhos brilham ao ver o manto sagrado voando ao vento em mastros, e em mãos de todas as idades e que carregam a bandeira como um troféu.
Um amor tão grande que parece não ter espaço suficiente no coração para guardá-lo, então nesse momento da garganta sai o grito de amor GRÊMIOOO.
De onde vem tanto amor? Como explicar em palavras? O melhor mesmo é sentir!
Eu sinto é digo a você GRÊMIO: Meu amor por você esta na alma, além do coração!
E vou te amar para sempre, não importa onde você vai estar lá estarei ao teu lado.

Amor, Hoje quando fui ao médico para uma consulta de rotina, voltei para casa feliz com a boa notícia que recebi. Não falei nada pra ti por telefone porque queria elaborar a notícia e comunicá-la por esta cartinha caprichada, que eu escrevi e que há de te fazer muito feliz.
Desde quando estamos juntos, tu sempre sonhaste ter um filho. Afinal seu grande sonho vai se realizar: eu estou grávida. Pode providenciar o champanhe e os charutos, pois em alguns meses vai nascer aquele, ou aquela, que tanto esperamos.
A surpresa desta mensagem certamente será recebida com a alegria que tu, como eu, esperávamos desde sempre. A espera do resultado do exame que fiz, proporcionou duas etapas: Fiquei ansiosa enquanto aguardava, e depois fiquei feliz, muito feliz, com o resultado.
Ainda ontem, quando conversamos, tu dizias que só faltava um filho, para completar a nossa felicidade. O nascimento dessa criança vai abençoar a nossa união e coroar o nosso amor. A espera com fé reafirma a nossa devoção. O final será feliz!