Não vou ficar medindo as palavras para lhe fazer sentir melhor, sinto muito, mas às vezes acho que palavras calmas e educadas não fazem muito sentido, acho que, em alguns momentos, tudo que precisamos é um grande impulso para despertarmos para o que é existir...
Por isso, acho que esta mais que na hora de você abrir seus olhos e parar de sentir pena de si próprio achando que o mundo é injusto contigo, ele não é o maior vilão de sua vida, e sim aquele que te encara todos os dias diante de espelho, o reflexo invertido de sua força, de sua paixão e de sua necessidade de seguir em frente.
Não se ache perseguido pela vida, pois todos possuem adversidades, como poderíamos viver e aprender se todas as coisas fossem fáceis?
Já pensou... Aprender a andar sem cair...
Descobrir que enfiar o dedo na tomada não é certo sem enfiar...
Aprender que o amor quando parte deixa um buraco imenso no peito, mas que um outro pode aparecer...
Não existe preço para essas lições, para essas quedas que nos ajudam a ser melhor do que somos...
Nascemos como páginas em branco e, vivendo, vamos escrevendo e decorando nossos cadernos, nos transformando e nos amadurecendo a cada momento de existência...
Por isso, não pare diante das adversidades, problemas, todos nós temos, mas desejo para resolver...
Poucos tem, sei que muitas vezes não encontramos forças para nos levantar, mas é preciso tentar das melhores maneiras, não nos julgarmos derrotados sem nem ao menos lutarmos pelo que acreditamos.
Meu amigo, a hora de chorar já chegou ao seu limite, agora é hora de se levantar e enfrentar as dificuldades, erguer os punhos e seguir em frente, e não esquecer que somos feitos de sorrisos e de muita luta...
Acredite e não se esqueça que este muro diante de seus olhos, oculta o que te espera amanhã.
Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.
Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.
Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus.
Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.
Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. 'Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.'
Quem nunca teve ou tem enormes problemas na vida? É bem provável que estamos nesta vida para nos tornarmos pessoas melhores. Mas, sejamos francos: como é complicado vencer momentos iníquos, não é mesmo? Nunca sabemos o que nos espera depois da próxima esquina. A única certeza que temos é que há algo nos esperando após a curva.
Quando o céu está para Brigadeiro e o mar para Almirante, logo surgem tempestades com potencial para causar grandes estragos. O que fazer, já que não podemos evitar a vontade da mãe natureza? Preparemo-nos para superá-la com o menor desgaste possível.
Como conseguir isso mais facilmente? Entendendo que o problema em si quase nunca é problema. Na maioria das ocasiões, o problema é a forma como o encaramos. Precisamos perceber, também, que muitas vezes a nossa vida é colocada de cabeça para baixo, para que possamos aprender a viver de cabeça para cima.
- Oi amor!
- Oi.
- Vamos voar?
- Como assim voar?
- Sim, eu e você.
- Você está ficando louco?
- Não!
- Então bebeu?
- Também não.
- Onde você está?
- Aqui em cima, no alto.
- Alto de quê?
- No alto!
- Se você soubesse o quão bom e a sensação de liberdade!
- E como é?
- Junte-se a mim e eu mostro a você!
- Mas como chego até você a essa hora?
- Vai demorar um pouco ainda, espere, não irá se arrepender.
- Amo muito você e por isso quero que aproveite ao máximo a vida aí embaixo.
- Do que você está falando?
- Da luz, amor.
- Mas que luz, se agora é noite?
- Não é preciso haver sol para que haja a luz, vê-se luz na escuridão mesmo durante a noite.
- Mas, do que você está falando?
- Amor, EU TE AMO, jamais se esqueça disso, nos veremos em breve.
- Para com essa brincadeira agora!
- Olhe para o sol e verá o meu sorriso, mire as estrelas e me verá piscando, quando dos dias chuvosos nada mais será que eu sua ausência reclamando.
- Amor, estou com medo.
- Não tenha medo, pois estarei sempre olhando e cuidando de você aqui de cima.
-Você quer acabar comigo, é isso?
-Não, amor.
- Preciso ir, alguém está me esperando de braços abertos além da luz. Nos vemos em breve.
- Hei amor, amor, amor, fala comigo, amor não me deixe, por favor.
- Deixo a você não o meu adeus, mas sim o meu até logo.
Se você quer assim, assim será, tchau.
Muitas vezes demoramos a entender não o fim, mas sim a "partida" de quem nós amamos.
Leandro Maciel
Dois rapazes moravam na mesma fazenda quando o pai morreu.
O que era solteiro ficou morando na casa em que o pai morreu.
O casado morava na casa ao lado.
Eles tinham uma plantação imensa de arroz e um celeiro em comum, e combinaram de trabalhar juntos e dividir tudo.
Colheram dezenas de sacos de arroz, metade para um e metade para o outro, e assim fizeram dois celeiros.
Fizeram uma boa colheita, estavam com os depósitos cheios.
No final da tarde, o irmão solteiro começou a pensar que aquela divisão não estava certa.
Pensava: *“Eu sou solteiro e meu irmão é casado, tem mulher e filhos. Ele precisa de mais arroz que eu, pois sou sozinho.”*
À noite, ele se levantou, foi ao celeiro dele, pegou um saco de arroz, escondido, e colocou no celeiro do irmão.
O irmão acordou na manhã seguinte e começou a pensar:
*“Essa divisão não está justa, pois sou casado, tenho minha mulher e meus filhos. E eles vão crescer e poderão me ajudar. Mas meu irmão, coitado, ele é sozinho. E se ele não casar, não vai ter ninguém por ele. O certo é ele ganhar uma parte a mais que eu.”*
Levantou, foi ao seu celeiro, pegou um saco de arroz e colocou no celeiro do irmão.
E assim foram vivendo: a cada colheita, um levava uma parte a mais para o outro.
Só não entendiam como é que sempre ficava a mesma quantidade para cada um.
Uma bela noite, o relógio biológico se confundiu.
Horário de verão e os dois se levantaram na mesma hora e se encontram no meio do caminho.
Um olhou para o outro. Colocaram o arroz no chão, se abraçaram, e choraram.
A partir daquele dia, fizeram um único celeiro.
É preciso partilhar os dons, é preciso dinamizar.
Para quem pensa só em si resta somente a estagnação.
É preciso frutificar os dons.
Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que divide, que cura e transforma sua história.
*Dá-me, Senhor, a graça de aprender partilhar.* Amém!