Certa vez, um rico perdeu uma bolsa com quatrocentas moedas de ouro. Então, anunciou nos jornais da cidade que daria uma boa gratificação a quem achasse a bolsa. Dias depois, apareceu um pobre, muito honesto, conhecido na cidade, trazendo-lhe a bolsa com as quatrocentas moedas.
O rico contou as moedas: quatrocentas certinho. mas, como era muito avarento, procurou um jeito de não dar a gratificação. Então, olhou para aquele homem humilde e bom e lhe disse:
- Faltam cem moedas. Tu não mereces gratificação nenhuma.
O pobre homem honesto foi expor o fato ao juiz. O juiz chamou o rico e perguntou-lhe:
- Quantas moedas havia na bolsa que perdeste?
- Quinhentas – respondeu-lhe o rico.
- E quantas há na bolsa que este homem trouxe?
- Quatrocentas – respondeu o rico.
Então o juiz disse ao rico:
- Então essa bolsa não é a tua. Devolve a este homem e vai embora. Quando aparecer o verdadeiro dono, ele a entregará.
Devemos ter atitudes de verdadeiros filhos de Deus, proceder com dignidade e ser testemunhas vivas da ação de Deus em nós. Por isso não retenha a si todas as coisas, mas compartilhe com quem precisa principalmente o amor de Jesus.
Com a vida apressada, angustiada, tão absorta em pensamentos pequenos, sem entender a dor disfarçada em mal humor, pouso os olhos no menino, ali, dormindo. No meio da rua, entre carros, passantes, cachorros e passarinhos destoantes, com as mãozinhas sobre a cama de papelão, agarradinho, inocente, no corpo do irmão.
A mãe sofrida, sentada no sujo chão, tentando esconder a vergonha e a fome, tendo à frente o pai, derrotado enquanto homem. A dor oprimida no peito, sem conseguir engolir, ver assim alguém tão só, uma família – flores do pó. Ah, a cruz! Preguem-me na cruz.
Quero morrer por eles, morrer por mim, inerte, covarde, torpe! Nada a fazer, senão sofrer? Não tem remédio, senão chorar? Menino dormindo, como o meu, como os nossos, sonha sonhos de criança, com luzes e festa, com brinquedos e paz, sorvete, banho, banheiro. Alegria o ano inteiro.
Perdeu o endereço do céu, mas espera Papai Noel. Aquele pai e aquela mãe, sem teto ou dignidade, não sabem da missa a metade. Não choram, apenas pedem, que a sorte mude e os ventos tragam a esperança e o sorriso do menino, que dorme ali no chão, tranquilo, ao relento, desprotegido.
A leoa de dentes arrancados, o guerreiro sem escudo, sem lança, sem conseguir defender sua criança, olhar vazio, de alma apagada, sem ter mais nada. Nada a oferecer, senão seu corpo. Nada a pedir, senão o pão. E eu, e você, o que fazemos?
Vamos embora, com a consciência confortada de que nada podemos fazer, por não termos o poder. Qual nada! Eu posso. Você pode. Mas é difícil, é cômodo. Você tem lar. Eu tenho pão. Eles é que não.
É o seu dia e muito feliz me encontrei porque achei o pretexto ideal para te passar uma mensagem de aniversário, e porque não exaltar as qualidades que vi em você desde o momento que tive o prazer de te conhecer.
Se você considerar uma conquista essa mensagem de aniversário, tenha certeza de que não vencemos a caminhada sem dar o primeiro passo naquilo que muito desejamos, que dos meus lábios você possa ouvir as mais belas palavras de carinho e de ternura.
Nos encontramos porque o destino assim quis, mas como me sinto feliz, porque enfim te conheci.
Feliz aniversário é o que desejo com carinho, porque se você estiver feliz, eu com certeza estarei. Que nossos caminhos possam se estender e se cruzar para nossa felicidade.
Você é um encanto, me conquistou plenamente com esse jeitinho meigo.
Parabéns e muitos anos de vida, para que sua estrela continue a brilhar com muita intensidade, pois você merece muito mais.
Te desejo o mundo para ser desvendado e descoberto por você!
Quando eu me senti perdida, ninguém me estendeu a mão. Dizem que é nos momentos de dificuldade que vemos nossos verdadeiros amigos, mas no meu caso apenas deu para perceber que não tenho ninguém com quem posso contar.
A maior decepção não é me sentir sozinha, mas sim saber que estou desamparada com tantas pessoas por perto que sempre me prometeram amizade incondicional. A vida me tem ensinado da pior forma que as palavras nada valem, se não forem acompanhadas de ações.
O trabalho é desejável, primeiro e antes de tudo como um preventivo contra o aborrecimento, pois o aborrecimento que um homem sente ao executar um trabalho necessário embora monótono não se compara ao que sente quando nada tem que fazer.