A ausência da presença, machuca e fere o coração. Cicatrizes que se abrem facilmente, mas que se fecham com a recordação. Nunca esperamos um adeus, e mesmo que venhamos a dizer ou ouvi-lo, que não produza em nós, um sentimento de perda total, falta de força ou coragem. Pois esta é uma fraqueza humana ingrata, inata.
A verdadeira saudade é sentida por pessoas que se amam e se prezam e que neste maravilhoso vinculo de união, expressam constantemente sua presença. Alegram-se com as suas realizações e sucessos. Preocupam-se com suas derrotas e desilusões. Mesmo que seja sentida dolorosamente, esta perda de convívio é superada pela alegria das lembranças, que estarão cada vez mais vivas em nossas mentes, e marcadas com carinho em nossos corações.
Apesar da imensa solidão que sentimos no íntimo, uniremos forças para estarmos sempre felizes, pois, sem dúvidas, estaremos sendo lembrados pelas mesmas pessoas em que estamos pensando neste exato momento, com as mesmas preocupações, alegrias e saudade...
Saudade nada mais é do que não saber nada sobre os seus dias. Não saber se você está se alimentando bem ou se sua saúde está melhor. É procurar por notícias suas e não tê-las.
Se você soubesse o quanto essa saudade dói, telefonaria neste exato momento e faria com que essa busca sem fim, finalmente, terminasse. Se você soubesse o quanto a saudade mata a gente um pouquinho a cada dia, nunca mais faria com que eu a sentisse dessa maneira tão forte.
Ah, se você soubesse a falta que você me faz. Talvez retornaria logo e diria que também sentiu minha falta todo esse tempo.
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Autoestima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!
Feliz Dia das Mães! Hoje é seu dia! Na verdade, todos lhe pertencem, mas o de hoje é especialmente seu! Gostaria que você estivesse do meu lado para celebrarmos esta data tão bela, tão única; tão sua, querida mãe!
Mas você partiu cedo demais. E apesar da saudade de escutar sua voz, de sentir seu cheiro, de sentir o calor do seu toque, eu sinto sua presença.
Sinto você em todos os momentos da minha existência porque você é imortal, é única; é o amor da minha vida. E um dia vamos reencontrar-nos! Tenho certeza! Eu te amo, mamãe!
Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.
Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.
Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.
Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!
Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?
A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."