Depois de algum tempo, aprendes a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E aprendes que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas
E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás pelo resto da vida.
Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida.
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida, são tiradas de ti muito depressa. por isso, devemos sempre deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas pode ser a última vez que as vemos
Aprendes que paciência requer muita prática Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás em algum momento, condenado.
E finalmente, Aprendes que o tempo, não é algo que possa voltar atrás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores.
E percebes que realmente podes suportar que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor, e que tu tens valor diante da vida!
E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!
Mamãe e Papai,
Hoje sou a sua surpresa e a sua dor, o filho não sonhado, nem sequer imaginado. Enquanto crescia na tua
barriga temia os sonhos e projetos que faziam para mim e que não poderia realizar. Porém, se ao me olhar,
conseguissem ver além do quadro médico, achariam em mim toda beleza que meus olhos podem dar e a
inteligência que a sua confiança pode fazer crescer em mim.
Posso ser o milagre de todos os dias, sou capaz de sentir, de entender, de ser... Porém, preciso de vocês ao meu
lado com a doçura de um sorriso, cada vez que as minhas mãozinhas se enganam, com a terna paciência de
esperar meu tempo, mais lento, com a sabedoria de guiar-me, sem querer me transformar, com a proteção do seu
respeito, para que todos me respeitem como sou, com a alegria de desfrutar o simples fato de amar e
compartilhar a nossa vida, vencendo os preconceitos e desafiando as opiniões diversas.
Meu corpo é pequenino, mas está cheio de amor e se vocês me abraçarem forte, poderei dar
lhes a força e a coragem de lutar. Só lhes peço a oportunidade de crescer com amor. Amo vocês.
Mensagem escrita por um pai.
Há muito tempo, um homem castigou sua filhinha de três anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte a menininha levou o presente a seu pai e disse-lhe: Isto é para você, paizinho! Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a explodir quando viu que a caixa estava vazia. Gritou para ela, dizendo-lhe: Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?! A pequena menina olhou para cima com lágrimas nos olhos e disse-lhe: Oh, paizinho, não está vazia. Soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, papai. O pai, envergonhado, abraçou a menina e suplicou-lhe que o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali. De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos. Ninguém poderá ter propriedade ou posse mais bonita que essa.
Foi assim... Que te conheci Olhei, parei, pensei e Gostei de você.
Foi assim... De repente De repente como uma luz Que rapidamente clareia e Invade a escuridão.
Foi assim... Foi sem planos, Foi real ou foi engano? Não sei como explicar! Talvez tenha sido atração Talvez tenha sido somente ilusão. Talvez! Talvez! Só sei que foi forte demais
Foi assim... Você entrou na minha vida Na forma de um estopim Sem pedir permissão Deixou feridas No fundo do meu coração.
Foi assim... Quando você apareceu O meu corpo no seu corpo Logo o fogo se acendeu A noite virou dia Outra vida você me deu.
Vagando pelo universo de nossa individualidade, tudo perde a razão de ser, ter ou querer. Como é terrível esta consciência, nos momentos que a ela nos entregamos. Por mais que acreditemos gostar ou conviver com uma ou mais pessoas, nesta ou naquela situação de prazer, continuamos nesta solidão sufocante. Neste estagio caem por terra toda nossa vaidade assim como nossa luta incessante de conquistas e fuga do anonimato. A extinção de nossa auto estima é tão sufocante e insuportável que o sentimento de morte passa a ser visto como único paliativo para tamanha opressão resultante.
Diante tal situação qualquer tentativa de conselho ouvido é entendida como uma grande falsidade ou deboche, o que só poderá aumentar o peso do fardo que hora carregamos.
Se para um tratamento terapêutico ter efeito precisamos nele acreditar então estaremos fadado à morte eminente.
Nesta situação, no limiar de nossa consciência, à beira da insanidade, só nos restará a ela aliarmos e assim continuarmos a existir mesmo que sem o mesmo sentido de vida.
Isto assumido, e isento das peculiaridades de uma vida como a conhecemos, inacreditavelmente uma nova face da felicidade se mostrará em toda sua plenitude.
Como poderemos chamar isto senão o sagrado sopro divino a nos alentar frente ao desconhecido?