Mensagens de Força

Enquanto há vida, há esperança... esperança de dias melhores, de decisões certeiras, de reconciliação, consolidação, de novas amizades, de um encontro, de um tempo!
Ela jamais se esvai, pelo contrário, em meio aos ventos turbulentos, está sempre presente... em forma de forças, que nos sustenta, que não nos deixa desistir... ela não é a última ou jamais morre!
Não importa as circunstâncias, o momento tal qual num abraço, tal qual numa lágrima... ela sempre surge, como num ressoar, num desabrochar, nos liberta de ressentimentos e de maneira intensa desenrola o acreditar e dá asas aos sonhos desejados. Acredite nos seus sonhos... não desista, mesmo que o momento não seja propício, mas alimente-se desta possibilidade que tudo passa, tudo vai mudar! Considere a beleza da natureza, valorize o cantar dos rouxinóis, contemple com a clara luz vinda do sol e que se dissipa em variadas cores ao tocar o seu destino... olhe para as estrelas que iluminam as noites, os pequenos pontos brilhantes que tornam belo o véu negro que se estende. Reflita sobre a imensidão dos oceanos e mares, que beijam a orla a cada instante e com respeito dizem que não há impossíveis!
Não atente para quantidade tempo, não se prenda a esta condição. Deixe que tudo aconteça naturalmente, no seu devido tempo, quanto maior for a sua espera, a sua perseverança, maior será a realização dos seus sonhos... um dia chega!
E, quando você menos espera, a orquestra de lindas melodias chega para alegrar o seu coração, trazendo vida às forças dispersadas durante a trajetória árdua. Este tempo virá... creia! Creia em Deus... porque Ele é a esperança... Ele é o impossível... Ele direciona os seus passos... Ele arrebata os seus sentidos e te faz contemplar tudo o que é belo e que está ao seu lado... Ele te ajuda a valorizar os pequenos detalhes, as pequenas atitudes! Ele te dá uma nova visão de novas expectativas, de situações confortantes e duradouras, de situações de júbilo e paz!Acredite!

Que nenhuma família comece em qualquer de repente. Que nenhuma família termine por falta de amor. Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente. E que nada no mundo separe um casal sonhador.
Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte. Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois. Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte. Que eles vivam do ontem, do hoje e em função de um depois.
Que a família comece e termine sabendo onde vai. E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai. Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor. E que os filhos conheçam a força que brota do amor.
Abençoa, Senhor, as famílias! amem! abençoa, Senhor, a minha também.
Abençoa, Senhor, as famílias! amem! abençoa, Senhor, a minha também.
Que marido e mulher tenham força de amar sem medida. Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão. Que as crianças aprendam no colo o sentido da vida. Que a família celebre a partilha do abraço e do pão.
Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos. Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois. Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho. Seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois.
Que a família comece e termine sabendo onde vai. E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai. Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor. E que os filhos conheçam a força que brota do amor.
Abençoa, Senhor, as famílias! amem! abençoa, Senhor, a minha também.
Abençoa, Senhor, as famílias! amem! abençoa, Senhor, a minha também.

Eu tinha dez anos quando encontrei, entre minhas colegas, a primeira amiga de verdade.
Nossa camaradagem tornou-se a coisa mais importante para mim. Entretanto, eu era de natureza exclusivista e me sentia violentamente enciumada sempre que ela manifestava interesse por alguma coisa que nada tivesse a ver comigo.
Mamãe compreendeu o que estava ocorrendo. Um dia ela chamou-me para ver uma ninhada de pintinhos que havia acabado de sair do ovo. Fiquei encantada. Eram umas coisinhas lindas, feitas de suave veludo cor de ouro.
Em meu entusiasmo, colhi um deles na mão. Mas apertei-o com tanta força, que por um pouco, não o sufoquei. Ele, naturalmente lutou para escapar até que, desvencilhando-se, correu para longe de mim.
Mamãe notou o meu desapontamento e disse:
— Pegue um outro, mas procure segurá-lo suavemente. Se você o prender com muita força, por instinto, ele vai querer fugir. Fiz uma segunda tentativa e o pintinho aninhou-se quietinho na palma de minha mão. Senti-me muito feliz e sorri para mamãe. Foi quando ela me disse:
— Sabe, meu bem, as pessoas, neste mundo, são como esses pintinhos. Quando agarramos com muita força aqueles que amamos, tentando aprisioná-los em nossa mão, eles, naturalmente, não se sentem bem. E lutam por readquirir a liberdade, como fez o primeiro pintinho que você pegou. Mas se os colocamos na palma da mão, sem fechar os dedos, de modo que sintam apenas o nosso calor, percebem logo que não desejamos aprisioná-los, pelo contrário, apenas aquecê-los com um pouco de nós mesmos, sem a pretensão de exigir-lhes nada.
Foi o que sucedeu com o segundo pintinho.
Aquilo me impressionou muito e guardei a lição. Não quero dizer que deixei de sentir ciúmes, pois isso faz parte da natureza humana. Todavia quando o exclusivismo fala mais alto em meu espírito, controlo-me mentalizando a figura daquele pintinho na palma da minha mão.
Foi assim que aprendi a manter junto de mim aqueles que, pensando seriamente, desejo que permaneçam perto do meu coração...

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina na mão. À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho. Porque pensa que não é importante.

A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais. Então você pode escolher: ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos os que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?

Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro. Amizade, nossa! Tem bastante, e curioso, não pesa nada. Mas tem algo pesado, você faz força para tirar. É a raiva, e como ela pesa! Aí você começa a tirar, tirar, e aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo...

Nesse momento o desânimo quase leva você para dentro da mala. Mas você o puxa para fora com toda a força, e aparece um sorriso, que estava sufocado no fundo de sua bagagem. Pula para fora outro sorriso e mais outro e aí, sai a felicidade.

Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira para fora a tristeza. Agora você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante. Procure então o resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor...

Tire a preocupação também, e a deixe de lado. Depois você pensa o que fazer com ela? Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa: o que você vou colocar lá dentro? Agora é com você, e não se esqueça de fazer isso mais vezes. pois o caminho é muito, muito longo!

À medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando...
Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, coisas que você pensa que são importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável.

Carregar tantas coisas, pesa demais... Então você pode escolher:
Ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude,
O que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem.
Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem.
Ou pode aliviar o peso, esvaziar a mala.
Mas, o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora.
Veja o que tem dentro:
Amor, amizade... Nossa!
Tem bastante. Curioso, não pesa nada.
Tem algo pesado. Você faz força para tirar...
Era a raiva - como ela pesa!

Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo. Nesse momento, o desânimo quase te puxa pra dentro da mala. Mas você puxa-o para fora com toda a força, e no fundo aparece um sorriso, sufocado no fundo da bagagem. Pula para fora outro sorriso e mais outro, e aí sai a felicidade.

Então você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza.
Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante.
Procure então o resto: a força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância e o bom e velho humor.

Tire a preocupação também. Deixe-a de lado, depois você pensa o que fazer com ela.
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo.

Mas, pense bem o que vai colocar lá dentro de novo, hein?
Agora é com você!