Caminho.
As nuvens me seguem.
Caminho.
Branca e alvíssimas,
as nuvens me seguem,
ao encontro de ti.
Caminho.
As nuvens me seguem.
Deixo para lá o sofrimento.
As nuvens me seguem
deixando o lindo céu.
Caminho.
As nuvens me seguem.
Não encontro você.
Volto.
As nuvens me seguem,
pois não encontrou também.
Caminho.
As nuvens me seguem.
Volto.
As nuvens me seguem.
Volto ao meu mundo,
as nuvens prosseguem,
para seu mundo no além.
Queridos amigos, é com enorme alegria que hoje felicito vocês por estarem comemorando suas bodas de prata. Parabéns!
Saibam que aos meus olhos, e de todos aqueles que os conhecem, vocês são um exemplo e uma inspiração. Vocês são um casal perfeito e juntos vivem uma união de vinte e cinco anos onde sempre se destacaram o amor, o companheirismo e a amizade. Muitas felicidades, amigos, e que venham mais vinte e cinco!
Vou ensinar-lhe agora o modo de entender que não é ainda um sábio. O sábio autêntico vive em plena alegria, contente, tranquilo, imperturbável; vive em pé de igualdade com os deuses. Analise-se então a si próprio: se você nunca se sente triste, se nenhuma esperança te aflige o ânimo na expectativa do futuro, se dia e noite a tua alma se mantém igual a si mesma, isto é, plena de elevação e contente de si própria, então você conseguiu atingir o máximo bem possível ao homem! Mas se, em toda a parte e sob todas as formas, você não busca senão o prazer, fique sabendo que tão longe estás da sabedoria como da alegria verdadeira. Você pretende obter a alegria, mas falhará o alvo se pensa vir a alcançá-la por meio das riquezas ou das honras, pois isso será o mesmo que tentar encontrar a alegria no meio da angústia; riquezas e honras, que você busca como se fossem fontes de satisfação e prazer, são apenas motivos para futuras dores.
Sêneca
Na alegria e na tristeza
Na saúde e na doença
Na resenha e na tortura
Na internet e no telefone
No pagode e no forró
Na missa e no reggae
No escuro e na luz
Durante o dia e durante a noite
Na festa e na maresia
Com ou sem namorado
E sempre juntas em
Todos os dias das nossas vidas,
Até que a morte nos separe.
Te amo tanto!
Quatro velas estavam queimando ruidosamente, calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam:
A primeira vela disse:
- Eu sou a Paz !
Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.
E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda vela disse:
- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua.
As pessoas não querem saber de mim.
Não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira
vela se manifestou:
- Eu sou o Amor! Não tenho mais
forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenha medo criança. Enquanto
eu queimar, podemos acender as
outras velas.
Eu sou a Esperança.
A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras...
ESPERO QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE VOCÊ.
Tenha um ótimo Natal e um Maravilhoso Ano Novo