Um bom professor deixa em cada um dos seus alunos uma marca indestrutível, um pedacinho do seu 'eu', da sua sabedoria, que não atrapalha, que muitas vezes não se consegue rastrear até ele, mas que está lá e cresce e evoluí com cada um dos alunos.
Esse bom professor é você, e por isso mesmo chega esta inevitável melancolia por saber que você se vai aposentar. Obrigado por tudo, professor!
A você, ao maravilhoso profissional e pessoa que você é e sempre foi, à sua infinita paciência, ao seu carisma, à sua sabedoria, muito obrigado. Esta é uma homenagem em forma de agradecimento que todos os que passaram pela sua vida profissional lhe quereriam prestar.
Agora se abre uma nova etapa na sua vida, e ninguém mereceu mais este descanso do que você, mas ficará para sempre a saudade de um professor que jamais será possível substituir. Obrigado por tudo, professor!
Para este ano que em breve irá começar, eu desejo a todos os meus queridos colegas de trabalho muita felicidade, prosperidade, sucesso e realizações!
A todos agradeço pelo companheirismo e amizade que diariamente sinto no local de trabalho, e espero que assim seja durante os próximos 365 dias.
Feliz Ano Novo! Desejo que despeçam o ano velho com muita alegria e recebam o ano novo com muita esperança, e que o amor e a paz reinem em seus corações durante todo o ano!
É normal sentir saudade agora, se te vi à noite e ainda nem é madrugada? É normal essa saudade danada que sinto, quando não te vejo pela manhã ou no fim do dia? É normal essa saudade que acaba com a minha alegria?
Ai, se eu pudesse eu te tinha aqui colada em mim toda hora, eu te trazia nos meus braços para onde quer que eu fosse. Mas como não posso, eu te trago comigo dentro do meu peito. Mas com você longe de mim, dentro do meu peito a saudade aperta.
Como dói estar longe de você, não vejo a hora de contigo poder amanhecer, ver nascer o dia, e ver o dia morrer. Quero ficar contigo até o fim da vida, até a gente envelhecer!
Eu te amo, minha linda!
A noite vem perdida
Ou sera que sou eu que estou perdida?
A noite vem como minha companheira,
Vem ouvir-me, vem ajudar-me...
Ela não serve só para eu desabafar...
A noite não e tristeza, a noite e um sopro da vida,
Porque e na noite que nos abrigamos
Quando nos sentimos desprezados, nesta corrida
Que fazemos desde que nascemos
Em busca do conhecimento
E da felicidade...
Eu nunca desisti, em nenhum momento,
Talvez porque nas horas mais "insanas"
A Lua e as estrelas tenham me acompanhado
Pelas entranhas
Do Universo, sempre acordado!
De olhos abertos, vi, ouvi, senti,
Tudo o que não vou esquecer...
Nas horas mais loucas talvez tenha visto, ouvido, sentido
E jurado nunca mais lembrar,
Mas não preciso da lembrança, porque ela existe sempre
Mesmo quando a dada altura a quero apagar, a quero esquecer!
Ela nunca se vai dissipar...
Culpa da Lua! O luar mantem viva a lembrança...
Há realidades difíceis de suportar. Há situações tão dolorosas e tão irreais, embora cruelmente reais, que certas pessoas preferem negá-las, como se com isso pudessem apagar sua existência.
E para fugir desses punhais que rasgam a alma com tanta violência é que muitos preferem se refugiar num mundo invisível, sob uma redoma de proteção que as impedem de ver de perto e enfrentar o que tanto faz mal.
Essas pessoas, ao querer libertar-se de um peso, tornam-se escravas da própria dor. Sem justificativas, justificam-se na recusa da cura, que é o encarar a realidade e vê-la de maneira nova e diferente.
Essas pessoas, julgadas doentes, loucas e insanas são apenas uma pequena porcentagem de um mundo onde negar a realidade é a coisa mais banal que existe. Viver no mundo da mentira não é apenas ter um comportamento exclusivo dos que julgamos loucos.
Vive na mentira quem não aceita o fim de qualquer situação: amores que se desgastaram, filhos que cresceram, uma doença que chegou sem avisar, alguém que foi embora, escolhas que não aprovamos e todas essas pequeninas coisas do dia-a-dia que, pequenas, fazem parte da nossa vida.
Chorar e ficar calado num canto não muda nada do que vivemos, a não ser nos deixar à parte da vida que continua a correr do lado de fora. Fazer-se de cego e surdo não modifica a realidade do que não podemos controlar, nem o que os outros pensam e sentem. Poderemos evitar os espelhos por algum tempo, mas não os evitaremos a vida toda. Melhor que ignorar a realidade que nos machuca é pegar o que sobra dela e construir um novo mundo ou uma nova maneira de viver.
Se a chuva nos pega de surpresa, que então nos molhe completamente, que o sol nos seque, que o frio não nos impeça de sair de casa, que o calor não nos impeça de dormir, que a dor doa e parta e que a vida seja inteira, completa e real!