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Meu sonho nasceu da vontade de ser feliz e do desejo de te fazer, igualmente feliz.
Meu sonho era único, singelo, sem ambições.
Não desejei as estrelas, o sol, a lua, o mar, ou nada impossível.
Meu sonho era simples, mas tinha o valor de pedras raras.
Meu sonho era você.
Você, eu, uma casa, uma rede, um lugar! Qualquer lugar, qualquer rede!
Mas uma casa singular e única, construída em devaneios por nós dois.
Um sonho lindo, puro, cheio de magia e de encanto.
O sonho de ter você!
Ter você e alegrar os seus dias, embalar os seus mais secretos desejos, te fazer sorrir.
Eu tinha um sonho!
Um sonho lindo, um sonho puro, um sonho único! Um sonho que se foi.
Meu sonho era você. Sem você não há mais sonho!

É lógico não querer perder.
Não deveríamos ter de perder nada:
Nem saúde, nem afetos, nem pessoas amadas.
Mas a realidade é outra:
Experimentamos uma constante alternância de ganhos e perdas.

Segundo:
Perder dói mesmo.
Não há como não sofrer.
É tolice dizer não sofra, não chore.
A dor é importante.
O luto também.

Terceiro:
Precisamos de recursos internos para enfrentar a tragédia e a dor.
A força decisiva terá que vir de nós, de onde foi depositada a nossa bagagem.
Lidar com a perda vai depender do que encontrarmos ali.

A tragédia faz emergir forças inimagináveis em algumas pessoas.
Por mais devorador que seja, o mesmo sofrimento que derruba faz voltar a crescer.

Quando é hora de sofrer não temos de pedir licença para sentir, e esgotar, a dor.
O luto é necessário, ou a dor ficará soterrada, seu fogo queimando nossas últimas reservas de vitalidade e fechando todas as saídas.

Aprendi que a melhor homenagem que posso fazer a quem se foi é viver como ele gostaria que eu vivesse: bem, integralmente, saudavelmente, com alegrias possíveis e projetos até impossíveis.

Conta-se que Mendelsson visitando Friburgo, certa vez foi à catedral e ouviu a música do famoso órgão. Mais tarde ele foi à galeria onde estava o órgão e pediu permissão para tocar. O velho organista, a principio, recusou, mas finalmente resolveu ceder em face da insistência do compositor.
À medida que a bela música vibrava através do grande edifício, o velho organista, dominado pelo prazer, pôs as mãos nos ombros do compositor, exclamando: "Mas, afinal de contas, que é você? Qual é o seu nome?"
Mendelsson – foi a resposta.
Incrível! Quase que eu recuso a Mendelsson tocar este órgão!
Quão ignorantes somos quanto ao poder dos outros, e mesmo quanto ao poder que se acha escondido em nós! Moramos nas baixadas de uma existência monótona, prestando atenção apenas às coisas simples, quando podíamos subir "com asas como águias".
Deus, o Grande Músico, está pronto a tirar música Angélica de nossas almas. Basta que lhe demos oportunidade.

Amigos, muito são pessimistas, desconfiando da sociedade presente e apregoando que no passado é que era bom. Devemos rever tal postura. Não adianta saudosismo inútil e perigoso, pois paralisa a alma em seus objetivos, fazendo com que vivamos de forma medrosa e apática. Cada época tem seus benefícios e vantagens, como também tem seus malefícios e suas desvantagens.
A diferença está em cada um de nós. Se clamamos por uma Humanidade mais solidária e cooperativa, onde as pessoas sejam mais fraternas e amigas, precisamos perguntar o que estamos fazendo para edificar tal Humanidade. Muito fácil criticar, e ao mesmo tempo continuarmos de braços cruzados.
Indaguemos de nós próprios: o que tenho feito para auxiliar em meu lar as pessoas que convivem comigo? O que tenho feito em minha rua e em meu bairro para unir mais os moradores e torná-los (rua e bairro) um recanto mais agradável?
O que tenho feito por minha cidade para solucionar os problemas que afligem os que navegam no mesmo barco urbano que eu? Tenho contribuído para um melhor ambiente de trabalho? Em meu núcleo religioso (seja qual for) tenho levado a sério as propostas ou apenas bato o ponto? Nos demais ambientes sociais faço diferença ou apenas sou mais um na multidão?
Façamos o bem ao nosso alcance. As pessoas que fazem o bem sempre fazem a diferença em qualquer ambiente. Seja bondoso, pois a bondade é a virtude que nos faz melhor interagir com as demais pessoas, transformando o mundo à nossa volta. Medite nisso e faça mais.

A amizade é como um navio no horizonte.
Nós o vemos, cortando contra o céu, e em seguida ele avança, desaparece de vista, mas isto não significa que não continuará.
Essa amizade é linear.
Ela se move em todas as direções, nos ensinando sobre nós mesmos e sobre cada um de nós.
É por isso que no transcurso de fortes amizades, estaremos presentes um para o outro, mesmo que, nem sempre, estejamos visíveis.