Quando se ama como eu amo você, não existem dúvidas, não se questiona o sentido da vida, o de onde vimos e para onde vamos, pois para todas as perguntas há apenas uma resposta. Eu nasci para te amar!
Não importa o que possam dizer, pensar, supor ou querer. Para mim importa apenas o nosso amor e acima de tudo a sua felicidade, pois da sua depende a minha, e pode ter certeza que eu tudo vou fazer sempre para que seja feliz. Eu te amo, hoje e para sempre!
Há caminhos com mil léguas de distância,
mas todos começam
com um primeiro
passo.
O passo está dado!
A vida te espera!
Siga progredindo, sempre!
Os amigos querem ver
seu sucesso contínuo.
Parabéns pelo diploma!
Saudade nada mais é do que não saber nada sobre os seus dias. Não saber se você está se alimentando bem ou se sua saúde está melhor. É procurar por notícias suas e não tê-las.
Se você soubesse o quanto essa saudade dói, telefonaria neste exato momento e faria com que essa busca sem fim, finalmente, terminasse. Se você soubesse o quanto a saudade mata a gente um pouquinho a cada dia, nunca mais faria com que eu a sentisse dessa maneira tão forte.
Ah, se você soubesse a falta que você me faz. Talvez retornaria logo e diria que também sentiu minha falta todo esse tempo.
Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."
O amor não lembra do que precisa.
Amor é não precisar de nada.
É precisar do que acontece depois do nada, ainda que não aconteça.
O amor confunde para se chegar ao mistério.
Embaralha para não se ouvir.
Perde-se no próprio amor a capacidade de amar.
Amor é comer a fruta do chão.
O chão da fruta.
O amor queima os papéis, os compromissos, os telefones onde havia nomes.
O amor não se demora em versos, se demora no assobio do que poderia ser um verso.
O amor é uma amizade que não foi compreendida, uma lealdade que foi quebrada.
O amor é um desencontro por dentro.