Confesso que te fiz sofrer Sei que te fiz chorar Jamais desperdice suas lágrimas Com um alguém que não saiba amar!
Assumo que esse alguém sou eu Que fui capaz de te magoar E ao te ver partir Senti que jamais irias voltar!
Se me desses apenas uma chance Se houvesse alguma maneira de meu erro reparar Diria de todo meu coração Perdoe-me... COMO É TRISTE A SOLIDÃO!
Agora sou eu quem de ti lembro com lágrimas nos olhos Que já não têm o mesmo brilho Assumo que dei mancada Assumo que não sei viver sozinho!
A te imploro uma nova chance Uma nova chance para te amar Juro lhe fazer feliz Assim que meus olhos voltarem a brilhar
E hoje posso dizer que sinto saudades O amor não se julga no passado Ou se ama para sempre Ou nunca se amou de verdade!
Ultimamente, tenho pensado, Quem estará lá para ocupar meu lugar
Quando eu for, você vai precisar de amor, para iluminar as sombras em seu rosto
Se uma grande onda caísse, e caísse sobre todos nós, então entre a areia e a pedra
Você poderia fazer isto do seu modo, se eu pudesse, então eu iria
Eu vou para onde você for, muito lá em cima ou lá em baixo. E talvez, eu vá encontrar
Um jeito de voltar algum dia, para te assistir, para te guiar, através da escuridão de seus dias...
Não haverá razão para viver, nem termo para as nossas
misérias, se for mister temer tudo quanto seja temível.
Neste ponto, põe em ação a tua prudência; mercê da
animosidade de espírito, repele inclusive o temor que te
acomete de cara descoberta. Pelo menos, combate uma
fraqueza com outra: tempera o receio com a esperança.
Por certo que possa ser qualquer um dos riscos que
tememos, é ainda mais certo que os nossos temores se
apaziguam, quando as nossas esperanças nos enganam.
Estabelece equilíbrio, pois, entre a esperança e o
temor; sempre que houver completa incerteza, inclina a
balança em teu favor: crê no que te agrada. Mesmo que o
temor reúna maior número de sufrágios, inclina-a sempre
para o lado da esperança; deixa de afligir o coração, e
figura-te, sem cessar, que a maior parte dos mortais,
sem ser afetada, sem se ver seriamente ameaçada por mal
algum, vive em permanente e confusa agitação. É que
nenhum conserva o governo de si mesmo: deixa-se levar
pelos impulsos, e não mantém o seu temor dentro de
limites razoáveis. Nenhum diz: - Autoridade vã,
espírito vão: ou inventou, ou lho contaram. Flutuamos
ao mínimo sopro. De circunstâncias duvidosas, fazemos
certezas que nos aterrorizam. Como a justa medida não é
do nosso feitio, instantaneamente uma inquietude se
converte em medo.
Lucius Annaeus Sêneca
- Gritar com as pessoas;
- Criticar tudo o que puder;
- Não reconhecer nunca um trabalho bem feito;
- Demonstrar em todos os momentos que sabe (ego);
- Prometer e não cumprir;
- Ser centralizador;
- Não se preocupar com as pessoas;
- Não entender os problemas dos outros: os seus são sempre mais urgentes!
Quando a amizade é verdadeira e está construída nos valores do altruísmo e da confiança, ela será eterna, e pouco importa a distância que venha a separar as pessoas que componham essa amizade.
Assim, eu sei que nossa amizade jamais será abalada por qualquer distância, pois ela é mais forte que todos os quilômetros do mundo, e a tudo irá sobreviver. Podemos ficar anos sem nos vermos, pois tenho certeza que quando nos voltarmos a encontrar tudo estará igual.
Meu sentimento de amizade por você é eterno e indestrutível. Te adoro!