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Tudo que eu queria mesmo era aquela sua presença que me deixava sem jeito toda vez que tentava olhar nos seus olhos.
Aquela sua maneira de me dizer as coisas mais sem nexo que sempre conseguiam me apaixonar.
Mas não eram as coisas que você fazia ou as palavras que falava que te deixavam perfeita.
Era sempre o seu amor que me conquistava e me fazia vislumbrar a essência de algo tão belo, que não existiria uma forma concreta para descrevê-la.
E se somente hoje pude perceber o quanto estava errado sobre nós dois, por favor, me perdoa e deixa eu te mostrar que qualquer erro pode ser desfeito quando a felicidade toma frente de tudo.

Querido
Você lembra que o nosso primeiro encontro foi casual. Numa balada, quando eu estava praticamente sozinha. A colega que estava comigo se afastou, já não lembro porque, e eu fiquei perdidinha. Aproximei-me então de você atraída pelo seu visual descontraído e alegre.
O começo imediatamente revelou que esse encontro poderia evoluir. Agora só vai depender de você, eu me rendi aos seus encantos. Pensei melhor naquela cantada que veio de você. Foi significativa a troca de olhares, acho que abri a guarda. Agora sonho com um novo encontro.
Meu desejo é que a impressão do primeiro olhar, que trocamos naquela noite, tenha causado em você o mesmo impacto que causou em mim. Percebi que alguma coisa maior estava para acontecer entre nós. Se aquele primeiro olhar prevalecer, o nosso namoro será inevitável.
Precisamos experimentar o gostinho que o amor terá para nós. Só penso no momento em que vamos nos encontrar. Esta cartinha é um convite para novo encontro. Estou percebendo que o que sentimos pode dar samba.
Espero que não seja só um sonho. Vi os seus olhos brilhando de pura emoção. Então resolvi me entregar completamente. Nosso primeiro contato me abalou. Só estava esperando ter coragem para confessar minha ansiedade. Acho que estou gamada por você.
Um beijo.

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, joias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
Educação enferruja por falta de uso.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.
Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."

Somos filhos da terra cor de urucum.
Dos sons do igarapé e da força do jatobá.
Das águas do Araguaia, do Tapajós, do Iguaçu.
Somos filhos do sol de Kuaray, da lua de Jaci.
E da chuva que semeia o guaraná, a pitanga e o aipim.
Somos filhos dos mitos.
Do uirapuru e seu canto, do vento e do pranto.
Guerreiros, fortes, sábios.
Somos Ianomânis, Guaranis, Xavantes, Caiabis.
E o que somos nunca deixaremos de ser.
Uma homenagem para o dia 19 de abril o Dia do Índio.

A vida não tem que ser uma linha reta, nem um caminho sem hipótese de retrocesso. Qual de nós caminharia em frente, se estivesse diante de um precipício? Quem insistiria em continuar numa estrada que fosse dar a um abismo? Há sempre formas diferentes para chegar ao mesmo fim. O importante é realmente tomarmos um rumo e nos irmos desviando das armadilhas.

Em nosso dia a dia, todos pretendemos como destino a felicidade. Mas quantas vezes nos acabamos perdendo por culpa de nossos problemas e ansiedades? Quantas vezes as dificuldades nos deixam sem saber para onde ir, vagueando nas beiradas da tristeza e da solidão?

O segredo para nos libertarmos dessa situação calamitosa é não desistir de procurarmos uma alternativa. A insatisfação nos deve levar a mudanças na vida. Nunca é tarde para voltar atrás e redefinirmos nossos sonhos e ambições. Nenhum acontecimento deve ser suficientemente catastrófico, para nos impedir de o contornarmos e seguirmos em frente, até a um horizonte de mais amor e alegria.