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Hoje é a data mais perfeita do ano, pois neste dia unimos nossas vidas e oficializamos o nosso amor. Cinco anos depois recordo esse dia com carinho, pois foi lindo, perfeito, mas o que realmente importa aconteceu depois desse dia e até hoje. Pois o que conta é o que vivemos no dia a dia, todas as alegrias que compartilhamos, todas as tristezas que dividimos.

O que importa é tudo que já construímos e tudo que queremos construir ainda. Hoje eu amor ainda mais você, e sei que daqui a cinco anos vou amar ainda mais, e depois mais, e depois mais. Feliz aniversário de casamento, meu amor!

Estava olhando para o céu e comecei a dar a cada estrela uma razão pela qual te quero tanto. Faltaram estrelas! Te amo! Boa noite!

Todos estão esquecendo a cada dia que passa que ser feliz está nas pequenas coisas. As pessoas não percebem que é na simplicidade de cada gesto e de cada palavra que se pode encontrar verdadeira alegria. O mundo procura como nunca antes riqueza e ostentação, e agora estamos sofrendo as consequências disso mesmo.

Por isso, faça a sua parte e seja mais altruísta. Valorize a bondade e a solidariedade, contribuindo assim para uma mudança que nos levará a uma maior felicidade.

Toda mãe tem um jeito diferente de enxergar a vida, de encarar o dia a dia, de superar as dificuldades do mundo. Toda mãe é diferente! Na verdade, ser mãe é marcar pela distinção; ser e fazer felizes seus filhos através da linguagem do coração.

Mãe só tem uma: a verdadeira e mais nenhuma. E merece ser homenageada por todos os filhos em todos os instantes!

A viúva Dona Adélia Fora linda e muito rica, ajaezada de joias na fazenda de Benfica. Mas tudo via em mudanças, desde a morte do marido: Fazenda, granjas e terras, tudo ela havia perdido. Tinha dois filhos adultos, Liberato e Constantino. O primeiro – jogador. o segundo – libertino.
Gastavam dinheiro a rodos, sob avais e mais avais. Quando a viúva acordou, tinha assinado demais. Perdera fazenda e terras, as joias que possuía, todo o crédito bancário e a casa de moradia...
Os dois filhos lhe arranjaram duas estreitas salinhas onde moravam com ela um gato e duas galinhas. Comiam do que lhes dessem, por simpatia e bondade, as pessoas de visita, em nome da caridade.
Os filhos, porém, notaram que ela guardava, com gosto, um cofre, sob disfarce, num travesseiro bem posto. Certo dia, com malícia, perguntou-lhe o Liberato: -"Mãezinha, o que há no cofre, que recebe tanto trato?"
Ela apenas respondeu, mostrando certo cuidado: -"Neste cofre, tenho o resto do meu dinheiro guardado." Desde esse dia, a viúva teve os filhos ao redor. Ela, as galinhas e o gato comeram muito melhor.
Vários anos se passaram, com melhoria e regalo: os filhos olhando o cofre e ela, sempre a resguardá-lo. Em luminosa manhã, os moços, abrindo a porta, estremeceram de susto: Dona Adélia estava morta!
Guardaram o cofre, às pressas, trouxeram médico e gente... e, ao fim do dia, lhe deram funeral sóbrio e decente. Ambos, sozinhos, à noite, abriram o cofre, enfim... O cofre só tinha conchas e um bilhete escrito assim:
"Filhos do meu coração, meus filhos que tanto amei: Perdoem se nada tenho! Tudo o que eu tinha, eu lhes dei... Mas agora, se desejam ouro e mais ouro a rolar, aceitem o meu conselho: Cada um vá trabalhar!"