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O coração quer o que o coração exige, e não existe cabeça ou razão algumas que o façam mudar de ideias. Infelizmente nem sempre o que o coração de um quer, tem correspondência positiva no coração que ele deseja.

Amor não correspondido dói no coração de quem sofre sem ser amado, mas às vezes também dói naquele de quem não ama.

Mas por muito que doa, você tem que entender que até mesmo a seta do cupido às vezes erra os alvos. Se um dia você sofre com um amor não correspondido, mais tarde pode ser o seu coração o que se fecha para outro por não sentir o mesmo.

Custa, mas ninguém pode ser culpado de não sentir amor, pois muito pior é trair um amor que se diz sentir, ou fingir sentir algo que não se sente. Então tenha fé e paciência e canalize esses sentimentos para o bem, e verá como em breve estará amando um coração que lhe vai corresponder!

Mas se houver um coração apaixonado por você, sem que você sinta o mesmo, use gentileza e carinho para a rejeição inevitável, e ajude quem sofre por amor.

Eu sempre pensei que no dia que conseguisse te perdoar, voltaria a gostar de você, voltaria a te respeitar, e considerar a sua presença em minha vida ao menos como amigo. Mas eu não fazia ideia do que era o perdão.

Hoje eu entendi que perdoar é ter a capacidade de deixar para trás aquilo que nos causou dor, e aquela pessoa que nos fez sofrer. Perdoar é superar, é fazer algo muito mau que nos causaram ser indiferente em nossa vida. Agora que percebi isso, me sinto livre.

Você e todo o mal que me causou estão no meu passado. Eu sofri e cresci com este sofrimento, mas tudo tem o seu tempo e lugar. Agora que aprendi que perdoar é mais importante para mim do que para o outro. Agora que aprendi que perdoar é se reconciliar com o que nos causou dor e se tornar indiferente a isso, sinto capaz de seguir em frente e ser feliz. E é isso que quero para mim.

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.

Boa reflexão!

Ainda nos tempos de guerra, um antigo artesão, proprietário de uma loja de armarinhos, chorava desconsolado ao ver sua pequena lojinha em ruínas.
Uma velhinha, ao passar e vê-lo tão triste, comentou: – Observe, meu caro senhor, dentre as ruínas, as lãs, as linhas e agulhas estão intactas, com ela podemos fabricar vários agasalhos e gorros para os doentes do hospital.
Ele, sem saber direito o que fazer, ajudou a velhinha na coleta dos artefatos e partiu para um pequeno galpão abandonado, e lá, auxiliado por diversas pessoas confeccionou várias peças de lã.
Terminado o trabalho, sem ainda saber o por quê de seu destino, embrulhou tudo num grande saco, entrou no hospital a distribuir os agasalhos.
Os doentes sorriam de felicidade, pois o frio era intenso e o hospital não estava capacitado para acolher tantos enfermos, muitos estavam descalços, sem mesmo ter um cobertor.
Na distribuição das roupas, o velhinho se deparou com uma menina toda enfaixada, que ao observar aquele rosto sofrido, olhou-o alegremente, derramou algumas lágrimas pelas faixas e então falou: – Deus, quanta alegria!
O velhinho, ainda sem entender direito a reação da pequena mocinha, comentou: – Por que estás tão contente com uma simples meia para os pés? – Não são as meias, PAPAI, é a sua presença!
Daí o pobre velho assustado, comentou : – Papai? Como Papai... Minha filha estava na escola quando uma bomba explodiu, todos a julgavam morta!
– Mas eu sou a sua filha, milagrosamente consegui sobreviver, e apesar destas faixas em meu rosto, nunca me senti tão feliz ao saber que o meu grande pai, mesmo numa hora de muito sofrimento, aproveitou os restos de uma ruína e me agasalhou!
Deus criou o homem para o amor! Portanto, quando se sentir inútil, fracassado ou destruído, lembre-se que em meio às ruínas de sua vida, você poderá descobrir maneiras de criar alegrias, fazendo o seu próprio mundo, um mundo bem mais feliz !

Você é o que existe de mais perfeito na minha vida, e enquanto essa vida durar eu vou amar você!