Os cataclismos que subitamente ocorrem no seio da natureza, provocando devastações e danos em massa, não são "obras de Deus".
Essas catástrofes resultam dos pensamentos e ações dos homens.
Onde quer que o equilíbrio vibratório do mundo entre o bem e o mal seja perturbado por um acúmulo de vibrações nocivas, resultantes de pensamentos e procedimentos errôneos do homem, veremos destruições como as que experimentamos recentemente (1938).
O mundo continuará a ter guerras, calamidades naturais até que todos os povos corrijam seus erros de pensamento e de comportamento. As guerras ocorrem não por uma ação divina fatal, mas pela disseminação do egoismo natural. Elimine-se o egoismo- individual- industrial, politico, nacional e não haverá mais guerras.
Quando a materialidade predomina na consciência do homem, há uma emissão de raios negativos sutis, seu poder cumulativo perturba o equilíbrio elétrico da natureza, e então ocorrem terremotos, enchentes e outros desastres. Deus não é responsável por eles!
O homem tem que controlar seus pensamentos antes de poder controlar a natureza
Yogananda
Já podemos sentir o aroma do final de semana. É sexta-feira, meus amigos, um dia de felicidade! A semana foi longa e todos tivemos de batalhar durante vários dias, mas as melhores recompensas chegam sempre no fim de cada etapa.
É tempo de esquecermos nossas obrigações, quebrarmos a rotina e fazer nos próximos dias aquilo que realmente gostamos. Que lindo dia é a sexta-feira! É como se estivéssemos chegando ao nosso destino de sonho.
A vida e a luz foi você quem
me ofereceu.
A paz e o amor foi você que
me deu.
Como flores que à vida dão
todas as cores.
Você enche a minha de todos
os sabores.
Você é minha grande perdição
é meu tudo, é meu mundo
Espero ter sido sua ambição
sem algum perdão ou vazio.
O amor de uma mãe é igual
ao de qualquer filho, seja
eu ou qualquer outro, mal
algum fará parte da razão
de amor você, minha mãe!
Um amor vai curando o outro, até que a gente encontre um que não machuque, que não maltrate, e que não deixe o próximo existir.
Um califa sofrendo de uma doença mortal, estava deitado sobre almofadas de seda. Os raquins, os médicos de seu país, congregados ao seu redor, concordaram entre si em que apenas uma coisa poderia conceder cura e salvação ao califa: colocar sob sua cabeça a camisa de um homem feliz.
Mensageiros em grande número saíram buscando em toda cidade, toda vila e toda cabana, por um homem feliz. Mas cada pessoa por eles interrogada nada expressava senão tristeza e preocupações.
Finalmente após ter abandonado toda a esperança, os mensageiros encontram um pastor que ria e cantava enquanto observava seu rebanho.
Era ele feliz?
Não posso imaginar alguém mais feliz que eu, disse o pastor rindo-se.
Então, dê-nos tua camisa gritaram os mensageiros.
Mas o pastor respondeu: Eu não tenho nenhuma camisa!.
Essa notícia patética, de que o único homem feliz encontrado pelos mensageiros não possuía uma camisa, deu o que pensar ao califa.
Por três dias e três noites ele não permitiu que nenhuma pessoa se aproximasse dele.
Finalmente no quarto dia, fez com que suas almofadas de seda e suas pedras preciosas fossem distribuídas entre o povo e, conforme conta a lenda, daquele momento em diante o califa outra vez ficou saudável e feliz.