Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.
Não lhe prometo o impossível, apenas que vou amar, respeitar e cuidar de você todos os dias e para sempre.
Um rei tinha ao seu serviço um bobo que lhe enchia os dias de piadas e brincadeiras. Um dia o rei confiou-lhe o cetro dizendo-lhe: - Fica com ele e, se encontrares um homem mais estúpido do que tu, ofereça-lo.
Mais tarde, o rei caiu gravemente doente e estava prestes a morrer, chamou o bobo e disse-lhe:
- Eu parto para uma longa viagem. - Quando é que o meu senhor volta? - Nunca mais voltarei – respondeu o rei.
O bobo perguntou-lhe: - O meu senhor parte para uma longa viagem e nunca voltará, mas quais foram os preparativos?
- Nenhuma preparação – foi a triste resposta do rei.
Então, o bobo concluiu:
- Tu estas a partir para uma longa viagem e não fizeste nenhuma preparação? Toma lá o teu cetro, já encontrei uma pessoa mais estúpida do que eu!
Todos devemos estar preparados para esta grande viagem. Chega para todos o momento da despedida, pois somos peregrinos neste mundo. Por isso Jesus disse: Vigiai, pois não sabeis o dia, nem a hora.
A gente briga, discute, discorda, mas mesmo assim eu gosto de você e você gosta de mim. Eu te prometo uma vida com hora boa e com hora ruim. Não prometo final feliz, pois não quero que tenha fim.
O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém
Talvez de ti