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A amizade é menos frequente entre pessoas azedas e entre os mais velhos, porque quanto pior for o feitio das pessoas, menor é o prazer que têm no convívio. Ora, o bom feitio e o convívio social são marcas de amizade e motivos criadores de amizade. Por este motivo, os jovens depressa se tornam amigos, os velhos, não. É que não podem se tornar amigos daqueles na presença dos quais não sentem prazer; de modo semelhante acontece com os que estão sempre mal dispostos. Estes também podem ser benevolentes entre si porque desejam o bem ao outro e vão ao encontro das necessidades do outro. Contudo, não são completamente amigos uma vez que não passam juntos o dia nem sentem prazer na companhia um do outro, coisas que parecem ser marcas distintivas de amizade.
Agora, parece que não é possível ser amigo de muitas pessoas, pelo menos no sentido pleno da amizade, do mesmo modo que não é possível amar ao mesmo tempo muitas pessoas (parece que isso, na realidade, seria excessivo; e o amor costuma nascer naturalmente em relação a uma única pessoa), porque não é fácil agradar de modo totalmente satisfatório a muitos ao mesmo tempo.

Aristóteles

Viver é um desafio diário. A vida não nos dá trégua, não importa o momento pelo qual estamos passando, o mundo não vai parar para esperar que nós recuperemos o fôlego.

O trem continua andando e nós não podemos ficar para trás, ainda que em muitos momentos apenas tenhamos a vontade de contemplar a paisagem e deixar o trem partir por entre as montanhas.

É verdade que em alguns momentos precisamos recuar. Andar mais devagar, mas se paramos somos atropelados. O mundo exige de nós que sejamos fortes, mas isso não significa ser duros, nem com a gente e nem com os outros. É preciso encontrar um meio termo, nem muito ao céu e nem muito à terra.

A nossa saída, em muitos momentos, é aprender a ouvir o nosso coração. É ele que dá a nós o ritmo da vida. Em alguns momentos é preciso fazer silêncio para saber que passo dar, em qual estação do trem descer e como continuar a viagem.

O dia está lindo lá fora,
Mas inquieto está meu coração.
É como se chegasse a hora,
De me falares um não...

Peço-te, querido, para isso não fazeres,
Pois maltratarás o meu coração.
Fala-me, baixinho, todos os dizeres,
Mas não entres agora em ação...

Sei que contigo fui ontem rude,
E não entendo o que me deu.
Sei também que tua razão não se ilude,
Pois o que te falei, te doeu...

Razão qualquer eu não tinha,
Para te falar com tanta rudeza.
Mas o ciúme eu não continha,
Naquela hora de tanta incerteza...

Agora, afinal, eu te mais peço,
As minhas desculpas mais gentis.
Daqui pra frente, garanto, eu meço,
As minhas palavras, os meus perfis!

Existe coisa mais bonita que o amor?
Claro que não.
Por causa dele a gente chora, ri, faz planos, desfaz, sonha, briga, morre de alegria, cai na mais profunda tristeza, comete as maiores loucuras.
O amor faz com que a gente entre em contato com um lado escondidinho lá no fundo do peito, com a emoção em seu estado bruto.
Dá medo, óbvio, mas em compensação permite que ao descobrir o outro, a gente conheça aspectos importantes do nosso próprio jeito de ser e de encarar a vida.

Queira estar bem neste momento, existe um bom estado de espírito diante destas oportunidades que têm sempre a lucidez como prumo em nosso poder de decidir, começar a dar o primeiro passo. Os outros serão a persistência do prosseguir, construímos nosso caminho ao caminhar pela vida.
Existe uma grande esperança dentro de você. Então, alimente-a com amor. Acredite, siga tua intuição. Você verá que é algo profundamente importante mudara sua vida.
Queira sempre ir mais além, descubra o sabor dos mistérios que existem dentro de nós, siga teu caminho, estas com luzes a iluminá-lo este e seu momento com muitas esperanças em teu coração... caminhe sempre sorrindo e encontrarás portas abertas, a felicidade é alegre, festiva, tem mil formas de se apresentar como agora neste momento... um grande beijo no seu coração.