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Se um dia precisar
De ajuda para se levantar
Lembre-se que eu existo
E estou aqui para te amparar

E se um dia precisar
De uma companheira de risada
Lembre-se que eu existo
E também adoro uma gargalhada

Bom dia! A cada amanhecer recebemos uma oportunidade única de recomeçar. Aproveite, agarre esta oportunidade com toda sua força e seja feliz. Nunca é tarde para sermos felizes.

É muito ruim para mim perceber como agi mal. Também me causa uma dor no coração saber que minha atitude deixou você profundamente triste. Mas a verdade é que não sou eu quem está mais sofrendo e, por isso, quero lhe fazer um pedido sincero de desculpas.

Você é muito importante para mim, mesmo que os últimos tempos tenham levado você a pensar o contrário. Preciso que me perdoe e me dê uma oportunidade de mostrar que consigo ser diferente.

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

Enquanto segues em frente,
Deito-me maliciosa em teu leito,
Sentindo teu corpo quente:
Diante das tuas mãos, tudo aceito...

Roubas meus seios da minha roupa,
Acariciando-os com intensos beijos,
Deixando-me completamente louca,
Abrindo-se para ti a Flor dos meus Desejos...

Sou só desejo, sou toda tua...
Beijo-te inteiro com muito amor,
Enquanto deixas-me totalmente nua,

Provocando em meu corpo arrepios e gemidos,
Embalo com lambidas teu tesão

Até nos tornarmos um só em todos os sentidos...