Uma jovem da alta nobreza, órfã de pais, morava num magnífico castelo.
Um dia, a filha de um pobre pedreiro foi procurá-la apressadamente e disse-lhe: - Senhorita, meu pai está à morte. venha vê-lo. mas venha logo porque ele tem algo a dizer-lhe.
A orgulhosa jovem não fez caso do recado, dizendo consigo: - Que pode ter um operário a dizer-me na hora da morte?
Uma hora mais tarde, chegava de novo a filha do pedreiro quase sem fôlego de tanto correr. - Senhorita disse – Venha depressa. Meu pai diz que a mãe da senhora, durante a última guerra, mandara embutir numa parede do castelo grande quantidade de ouro e prata. Meu pai tinha ordem de não lhe dizer nada antes que a senhora completasse vinte anos. Mas, como ele está certo de que vai morrer, quer antes confiar-lhe o segredo.
No mesmo instante a jovem saiu a correr para a casa do agonizante. Aconteceu, porém, que, ao entrar ela no quarto, o operário acabava de expirar. A jovem empregou grandes esforços para descobrir o tesouro escondido, mas tudo foi em vão.
A herdeira do tesouro materno jamais o encontrou.
Muitos procedem a respeito da graça de Deus como aquela jovem. Fazem desse tesouro divino muito pouco caso. virá, porém, uma hora em que não mais o encontrarão.
O importante não é quantas vezes brigamos, não é quantas vezes nos separamos, não é quantas vezes desacreditamos na nossa amizade. O importante é que depois de todas as brigas, separações e descrenças, estamos aqui, juntas.
O importante não é se temos outras melhores amigas. Não é se fomos injustas uma com a outra alguma vez. O importante é sabermos o valor de cada uma, e sermos única uma pra outra. O importante é que se erramos pedimos desculpas e lembramos que temos uma a outra.
O importante não é que o pra sempre, sempre acaba. Não é se ficamos distantes algumas vezes. Não é o modo de pensar super diferente. O que importa, é que seja verdadeiro enquanto tivermos a certeza da amizade aqui dentro.
O que importa, é que construímos uma amizade que vai além da distância e do
entendimento comum. O que importa é que as diferenças servem de laços para unir mais ainda. E o que mais importa, não é tudo que eu falei, e sim, as palavras que eu não encontro e o que de tão forte, eu não posso nem expressar: que é o meu amor por você!
E um adolescente disse: "Fala-nos da amizade".
E ele respondeu, dizendo: "Vosso amigo, é a satisfação de vossas necessidades. Ele é o campo que semeias com carinho e ceifais com agradecimento. E vossa mesa e vossa lareira. Pois ides e ele com vossa fome e o procurais em busca da paz.
Quando vosso amigo manifesta seu pensamento, não temeis o "não" de vossa própria opinião, nem prendeis o sim. E quando ele se cala, vosso coração continua a ouvir o seu coração Porque na amizade, todos os desejos, ideais, esperanças, nascem e são partilhados sem palavras, numa alegria silenciosa.
Quando vos separeis de vosso amigo, não vos aflijais. Pois o que vós ameis nele pode tornar-se mais claro na sua ausência, como para o alpinista a montanha aparece mais clara, vista da planície.
E que não haja outra finalidade na amizade a não ser o amadurecimento do espírito. Pois o amor que procura outra coisa a não ser a revelação de seu próprio mistério não é o amor, mas uma rede armada, e somente o inaproveitável é nela apanhado.
E que o melhor de vós próprio seja para o vosso amigo. Se ele deve conhecer o fluxo de vossa maré, que conheça também o seu fluxo. Pois, que achais seja vosso amigo para que o procureis somente a fim de matar o tempo? Procurai-o sempre com horas para viver.
Pois o papel do amigo é o de encher vossa necessidade, e não vosso vazio. E na doçura da amizade, que haja risos e o partilhar dos prazeres. Pois no orvalho de pequenas coisas, o coração encontra sua manhã e se sente refrescado."
Sentir ciúme é natural, um pouquinho faz até bem ao ego da pessoa que origina o ciúme, mas em demasia pode ferir mortalmente qualquer relacionamento. Muitos associam excesso de ciúme a um grande amor, mas a verdade é que isso não tem correspondência.
Muitas vezes quem não consegue controlar o próprio ciúme sofre de problemas de autoestima, ou simplesmente é demasiado possessivo. E às vezes o ciúme descontrolado pode conduzir ao abuso físico ou psicológico dentro de um relacionamento.
Se você não consegue controlar seu ciúme procure ajuda, por você e pela pessoa que você ama. Mas se você está em um relacionamento em que sofre com o ciúme excessivo do parceiro, tente conversar e ajudar a pessoa que você ama. Ciúme em excesso não é sinônimo de amor em excesso, e descontrolado pode ser muito prejudicial!
1- Pense sempre, de forma positiva.
Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro!
Para isso, é preciso muita disciplina mental.
Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um atleta, treine muito.
2- Não tenha medo de nada e ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores.
Tenha fé em você mesmo.
Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos.
Não dê poder ao próximo.
3- Não se queixe.
Quando você reclama, tal como um ímã,
você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras.
A maioria das coisas acabam dando errado,
começa a se materializar quando nos lamentamos.
4- Risque a palavra CULPA do seu dicionário.
Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos,
abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores,
que vibram com nossa melancolia. IGNORE-OS.
5- Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano.
Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida.
Isto é contagioso.
Seja prestativo com quem presta.
Sintonize com gente positiva e alto astral.
6- Não se aborreça com a facilidade e nem dê importância às pequenas coisas.
Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente.
Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.
7- Viva o presente.
O ansioso vive no futuro.
O rancoroso, vive no passado.
Aproveite o aqui e agora.
Nada se repete, tudo passa.
Faça o seu dia valer a pena.
Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.