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Essa brisa que abraça meu rosto
é força que sempre lembra o
quanto meu coração ama o seu.
É um vento refrescante, é paz
que conta os minutos aguardando
sua chegada e aí, meu bem, sou
seu e você é minha, viramos um só.
É um sopro que me fala palavras
doces, que me toca no peito ao
de leve e que encanta meu olhar
nas noites em claro, mas felizes.
Essa aragem que me pega no colo
é a flecha de nosso amor que recebo
com um sorriso no coração, meu anjo.
Porque somos um só corpo!
Porque somos uma vida só!
Amor eterno é o de nós dois!
Só nosso, só meu e seu!

Hoje é um dia muito feliz e especial apenas porque é o seu aniversário. Parabéns, amor da minha vida! Que seu dia seja belo e alegre, e traga para seu coração a renovação de todos os sentimentos bons.

Você é tudo que sempre sonhei para mim, me faz feliz como nunca imaginei possível, e apenas desejo que seja tão feliz comigo quanto eu sou ao seu lado. Celebremos em grande estilo este dia, meu amor, e todos os outros dias da sua preciosa vida. Te amo!

É tempo de Páscoa, momento de celebração da vida em família, mas também de reflexão e mudança. Páscoa é sinônimo de renascimento, de renovação, pelo que é o momento certo para refletir e fazer renascer sentimentos mais nobres.

O importante é que cada um cultive em si sentimentos bons, fraternais e altruístas. Dessa forma todos poderemos contribuir para um mundo melhor e mais justo.

A Páscoa é também uma data que simboliza o triunfo da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio. É a época ideal para refletir sobre o verdadeiro significado da vida, e sobre a importância do amor em todos os campos das nossas vidas.

A Páscoa é, assim, tempo de celebrar o amor e triunfo de Cristo, mas também de refletir, renovar e mudar para melhor, tal como Ele nos ensinou.

Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo.

Não se compreende, porém, o motivo de semelhante propósito. O Mestre permanece vivo em seu Evangelho de Amor e Luz.

É desnecessário aguardar ocasiões solenes para que lhe ouçamos os ensinamentos sublimes e claros.

Muitos aprendizes aproximam-se do trabalho santo, mas desejam revelações diretas. Teriam mais fé, asseguram displicentes, se ouvissem o Senhor, de modo pessoal, em suas manifestações divinas. Acreditam-se merecedores de dádivas celestes e acabam considerando que o serviço do Evangelho é grande em demasia para o esforço humano e põem-se à espera de milagres imprevistos, sem perceberem que a preguiça sutilmente se lhes mistura à vaidade, anulando-lhes as forças.

Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam.

Na qualidade de político ou de varredor, num palácio ou numa choupana, o homem da Terra pode fazer o que lhe ensinou Jesus.

É por isso que a oportuna pergunta do Senhor deveria gravar-se de maneira indelével em todos os templos, para que os discípulos, em lhe pronunciando o nome, nunca se esqueçam de atender, sinceramente, às recomendações do seu verbo sublime.

E por que me chamais Senhor,
Senhor, e não fazeis o que eu digo?
- Jesus.

Bíblia

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
- Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui.
Será que não é hora de refletirmos sobre o porquê de nossas atitudes e da forma que vivemos? Poderemos ter muitas surpresas