Felicitações, amiga! Chegou a hora de descobrir a beleza mais pura do mundo – seu bebê que acabou de nascer. Você é uma mamãe muito especial!
E tenho certeza que esse neném vai crescer com todos os valores fundamentais para ser e fazer felizes todas as pessoas ao longo da sua longa e luminosa vida. Estou muito feliz por você! Aproveite; desfrute de todos os instantes. Você merece!
Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais. Mas não tem problema, porque o ouvido (seletivo) masculino escuta somente o que eu interessa. Preste atenção.
Quando a mulher diz: - Esse lugar está um bagunça, amor! Você e eu precisamos limpar isto. Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.
O que o homem escuta: Blah, blah, blah blah, Amor, blah, blah, blah, blah, você e eu, Blah, blah, blah, blah, no chão, blah blah, blah, blah, sem roupas, blah, blah, blah, blah, agora mesmo.
Percebe a diferença?
Sendo mãe de dois meninos muito ativos, de um e sete anos de idade, às vezes me preocupo que eles transformem minha casa cuidadosamente decorada em um canteiro de demolição. Em meio a sua inocência e às suas brincadeiras, de vez em quando derrubam meu abajur favorito ou desarrumam meus arranjos bem planejados. Nesses momentos, quando nada parece sagrado, lembro-me da lição que aprendi com minha sábia sogra, Ruby.
Ruby é mãe de seis e avó de treze. É a encarnação da gentileza, da paciência e do amor.
Num Natal, todos os filhos e netos estavam reunidos, como de costume, na casa de Ruby. Apenas um mês antes Ruby havia comprado um lindo carpete branco, depois de viver com o mesmo carpete durante vinte e cinco anos. Ficara felicíssima com o jeito novo que ela dava à casa.
Meu cunhado, Arnie, tinha acabado de distribuir seus presentes entre todas as sobrinhas e sobrinhos – mel natural premiado de seu apiário. Eles estavam super animados. Mas quis o destino que a pequena Sheena de oito anos de idade derramasse seu pote de mel no carpete novo da vovó fazendo uma trilha escada abaixo por toda a casa.
Chorando, Sheena correu para a cozinha e para os braços de Ruby. - Vovó, eu derramei todo o meu mel em cima do seu carpete novo.
Vovó Ruby ajoelhou-se, olhou carinhosamente nos olhos chorosos de Sheena e disse: - Não se preocupe, querida, podemos lhe arrumar mais mel.
O texto é de um comercial criado por Washington Olivetto e que foi veiculado nos cinemas recentemente. No filme, a tela fica toda branca enquanto a narração diz o seguinte: Esse comercial não tem mulher de biquíni, não tem cachorro, não tem criança, não tem bebezinho. Esse comercial não tem casal, não tem beijo, não tem família tomando café da manhã. Esse comercial não tem música de sucesso, não tem efeito especial, não tem tartaruga jogando bola.
Esse comercial não tem gente famosa, nem garoto propaganda. Porque esse comercial é para vender um produto que ninguém precisa ser convencido a comprar... que você adora consumir e que, por sinal você até já comprou só que não estão entregando.
É um produto que não tem marca, não tem slogan, não tem embalagem, nem faz promoção tipo leve 3, pague 2. Esse comercial é todo branco, e desse jeito ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom se esse comercial pudesse passar no mundo inteiro. Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ! E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra, faça assim: Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa e use no trânsito, use na fila do banco, use no elevador, use no futebol.
PAZ é um produto interessante! Porque quanto mais você usa, mais você tem. E se todo mundo usar quem sabe chegue o dia em que ninguém mais precise fazer um comercial para vender a PAZ.
Eu só queria te dizer que você foi a melhor coisa que me aconteceu. Você me ensinou a querer só alguém e mais nada, a querer até mesmo o jeito errado dela.
Você me fez ver que amar faz bem, que sentir o cheiro da pessoa do nada é paixão e que estar com ela e não querer mais nada é só porque você a ama realmente. Você me fez crer que é possível acreditar de novo que um garoto não é como todos os outros babacas, mesmo que quando chegou ao fim você tenha sido.
Você me ensinou a te desejar, te querer, te procurar, te precisar. Teu cheiro, teu corpo, teu olhar, tuas manias, teus defeitos, sua forma de dizer, você. Você foi o meu erro mais surpreendente. Você me fez olhar pro céu e lembrar da nossa noite vendo as estrelas. Você me fez ouvir músicas e me fez ter mais noção sobre suas letras ao ver que eu estava perdidamente apaixonada.
Você me fez ter saudade de você mesmo tendo te visto a menos de 30 minutos. Você sempre foi a pessoa que eu mais tive dificuldade de me despedir e você sabe disso. Você sempre foi o mais sincero, verdadeiro, romântico nas melhores horas. Você sempre foi perfeito, você sempre foi errado o suficiente para me completar. E você sabe que eu me apaixonei pelo teu jeito e você sabe que eu ainda sou apaixonada por você mesmo com todos os meus defeitos e você também sabe que eu te quero bem.
Então eu te agradeço, te agradeço por ter me feito suspirar, tremer, chorar, rir, por ter me feito me apaixonar por isso tudo aí.