Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos. (Zíbia Gasparetto)
No dia do teu aniversário, eu desejo que você possa continuar aprendendo as lições mais importantes da vida, e que possa enfrentar cada desafio sem ilusões, para que o teu sofrimento seja o menor possível!
Parabéns e muitas felicidades!
Uma nova história de amor está surgindo, meu bem. Tomara que nosso namoro seja um longo e feliz trajeto. Que termine nunca! Que permaneça até à eternidade. Não vai ser fácil – nós sabemos.
Uma relação à distância é sempre complicada, mas se ultrapassarmos essa prova de fogo eu acredito que nada nem alguém nos vai separar! Faça figas, cruze os dedos, ame e permita que o amor nos salve. Adoro você!
Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.
Moral: Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela!
Se sempre que olho nos seus olhos, você prende minha atenção, não há outro lugar onde eu vou querer estar a não ser a seu lado. É o seu jeito de sorrir que é demasiado cativante, é a sua forma de falar que me deixa encantado. Você é linda, simplesmente linda e palavras são poucas para definir o quanto.
Imagino a toda a hora você bem perto de mim e acredite que nos meus sonhos não há quem me faça mais feliz. Por isso peço, imploro que sua vontade seja ficar um pouco mais e deixar que uma história de paixão possa começar entre nós.
Deixe que o meu olhar percorra sua alma, descubra os traços cativantes da sua vida e fale tudo o que eu não consigo dizer. Dê uma chance aos meus genuínos sentimentos, pois eles só querem fazer você se sentir uma mulher verdadeiramente amada.
Rui Barbosa, ao chegar em sua casa, ouviu um barulho esquisito vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou que havia um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo, surpreendendo-o tentando pular o muro com seus amados patos. Batendo nas costas do tal invasor, disse-lhe:
— Ô bucéfalo, não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes e sim pelo ato vil e sorrateiro de galgares as profanas de minha residência. Se fazes isso por necessidade, trânsito; mas se é para zombares de minha alta prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica no alto de tua sinagoga que reduzir-te-á à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E então o ladrão disse:
— Ô moço, eu levo ou deixo os patos?