O amor é uma coisa que não vemos,
mas basta senti-lo para saber que ele existe.
Um velho homem bêbado, acidentalmente caiu nas terríveis corredeiras de um rio que levavam para uma alta e perigosa cascata.
Ninguém jamais tinha sobrevivido àquele rio. Algumas pessoas que viram o acidente temeram pela sua vida, tentando desesperadamente chamar a atenção do homem que, bêbado, estava quase desmaiado.
Mas, miraculosamente, ele conseguiu sair salvo quando a própria correnteza o despejou na margem em uma curva que fazia o rio.
Ao testemunhar o evento, Confúcio comentou para todas as pessoas que diziam não entender como o homem tinha conseguido sair de tão grande dificuldade sem luta:
Ele se acomodou à água, não tentou lutar com ela. Sem pensar, sem racionalizar, ele permitiu que a água o envolvesse. Mergulhando na correnteza, conseguiu sair da correnteza. Assim foi como conseguiu sobreviver.
Tem dia que a gente só sente saudade. Não quer de volta, não. O passado é complicado, e empoeirado demais para se mexer. Mas é que dá saudade. Uma saudade gostosa, apertadinha, quentinha, queimando no peito. Aquela vontade de fechar os olhos e imaginar como tudo teria sido. Mas não foi.
Nós somos família! Somos sangue do mesmo sangue e essa é razão suficiente para deixarmos nossos conflitos para trás e tentarmos uma genuína reconciliação.
Quero estar em paz com você, meu irmão. Vamos quebrar este gelo que há em nós. Você sabe que sinto um grande amor por você e por tudo o que vivemos, eu quero que as coisas mudem para melhor.
Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo. (João 16:33)