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Você não sabe o que quer comigo
se é minha cura ou meu vício
me desmonta, me desfaz, me dissolve de mais
não sei por que gosto tanto de você
não sei por que me prendo à você
e me arrasto a pedaço de mentiras e verdades
queria entender por que você oscila tanto no meu coração
mas mesmo assim permanece lá
não tem jeito, você tem seus defeitos, mas é perfeito pra mim
não é o que você diz, mas é como você diz
não é o que você faz, mas é como você faz
você é meu ponto alto
me leva sempre a onde eu não posso ir sozinha
não vou olhar pro lado
se é em você que eu penso quando fechos os olhos
se você pular eu pulo
suas frase feitas são linhas retas sem direção
suas respostas incompletas me satisfazem
e me fazem flutuar sobre tudo que não pode me atingir
porque eu estou com você.

Hoje é o nosso aniversário de casamento, e a minha felicidade é tão grande que o que mais quero é agradecer.

Agradeço a Deus por ter criado uma pessoa tão maravilhosa como você e por tê-la juntado a mim. Agradeço a todos que fazem parte da nossa história, pois para o bem ou para o mal, não vivemos sozinhos neste mundo e todos interferem no que somos em separado e em conjunto.

Mas agradeço principalmente a você, por ser quem é, por me amar como ama, por me fazer tão feliz e a cada dia me fazer apaixonar mais e mais com seu jeito tão especial de ser. Eu te amo!

Hoje os sinos tocam
pois na cidade há uma morte.
Sua face é irreconhecível
seu olhar se perde na brisa da manhã.
Um surto ameaçador,
uma sensação horripilante de temor de solidão.
Letras benditas
e papéis esvoaçantes
neles contém a resposta para a pergunta:
Por que?
Palavras de conforto
Silêncio implorando um curto tempo.
Memória perdida.

- Meus pêsames senhorita.
Nunca pensei que alguém pudesse velar sua pobre alma assassinada na chacina do amor.

No rosto pálido, reflete a dor de uma grande perda.

Hoje não tocam apenas os sinos da cidade,
mas também, os sinos do céu anunciando que lá se vai mais uma pequena alma para o inferno

E este anuncia:
Seja bem vinda a sua nova casa.

Às vezes sinto que poderia dar ainda mais para você, oferecer mais de mim, sabe? Você é a razão de eu ser tão feliz, de me sentir tão abraçada.

Nunca imaginei que minha vida pudesse ser tão abençoada como é desde que estamos juntos, e já estamos há muitos anos. É maravilhoso saber que tenho o mais exemplar dos homens do meu lado: você! Eu te amo, meu bem! Beijo.

Há longo, longo tempo, compareceram no Tribunal Divino dois homens recém-chegados da Terra. Um trazia o sinal da muleta em que se apoiara. Outro mostrava a marca da coroa que lhe havia adornado a cabeça.
Fariam prova de humildade para voltarem ao mundo ou seguirem além... Postos, um a um, na balança. O primeiro acusou enorme peso. Era ainda presa fácil de lutas inferiores, parecendo balão cativo.
O seguinte, no entanto, revelava grande leveza. Poderia viajar em demanda dos cimos. Inconformado, contudo, disse o primeiro: – Onde a justiça divina? Fui mendigo paupérrimo, enquanto ele...
E indicando o outro: – Enquanto ele era rei... Passei fome, ao passo que muita vez o vi no banquete lauto. Esmolava na rua, avistando-o na carruagem. Conheci a nudez, reparando-o sob o manto dourado, quando seguia em triunfo. Vivi entre os últimos, ao passo que ele sempre aparecia como o primeiro entre os primeiros.
O outro baixou a cabeça, humilhado, em silêncio.
Mas o amigo sereno, que representava o Senhor, falou persuasivo: – Viste-o na mesa farta, mas não lhe percebeste os sacrifícios ao comer por obrigação. Notaste-o de carro. entretanto, não lhe observaste o coração agoniado de dor, ante os problemas dos súditos a que devia assistência. Fitaste-o sob dourado manto, nos dias de júbilo popular. todavia, não lhe contemplaste as chagas de sofrimento moral, diante das questões insolúveis.
Conheceste-o entre os maiorais da Terra. entretanto, não sabes quantos punhais de hipocrisia e de ingratidão trazia cravados no peito, embora fosse obrigado a sorrir. Na situação de mendigo, não fostes lançado a semelhantes problemas da tentação. Diante do companheiro triste, o ex-monarca recebeu passaporte para a ascensão sublime.
Sozinho e em lágrimas, perguntou, então, o ex-mendigo: – E agora?
O ministro angélico abraço-o, sensibilizado, e informou: – Agora. Renascerás na Terra e serás também rei.