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A vida não tem que ser uma linha reta, nem um caminho sem hipótese de retrocesso. Qual de nós caminharia em frente, se estivesse diante de um precipício? Quem insistiria em continuar numa estrada que fosse dar a um abismo? Há sempre formas diferentes para chegar ao mesmo fim. O importante é realmente tomarmos um rumo e nos irmos desviando das armadilhas.

Em nosso dia a dia, todos pretendemos como destino a felicidade. Mas quantas vezes nos acabamos perdendo por culpa de nossos problemas e ansiedades? Quantas vezes as dificuldades nos deixam sem saber para onde ir, vagueando nas beiradas da tristeza e da solidão?

O segredo para nos libertarmos dessa situação calamitosa é não desistir de procurarmos uma alternativa. A insatisfação nos deve levar a mudanças na vida. Nunca é tarde para voltar atrás e redefinirmos nossos sonhos e ambições. Nenhum acontecimento deve ser suficientemente catastrófico, para nos impedir de o contornarmos e seguirmos em frente, até a um horizonte de mais amor e alegria.

Um fazendeiro muito rico colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse: - Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3o dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo. Neste momento, o boi escutava a conversa. No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O boi se aproximou do cavalo e disse: - Força amigo, levanta daí senão será sacrificado! No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O boi se aproximou novamente e disse: - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. Upa! Um, dois, três... No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse: - Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o boi se aproximou do cavalo e disse: - Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai... fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão! Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: - Milagre! O cavalo melhorou, isso merece um churrasco! Vamos matar o boi! Moral da história: Quando um colega de trabalho estiver se prejudicando, finja que não viu e deixe rolar.

Pai amado, nos envia os Teus Anjos, magníficos em poder, para nos guiar, nos proteger e nos livrar de todo mal e de todo perigo. Para que tudo o que fizermos, possamos fazê-lo para a Tua honra e glória, hoje e sempre.

Senhor meu Deus, ensina-nos a orar como Tu oras. Ensina-nos a sermos simples e humildes e observarmos a Tua santa Lei, para que sejamos moldados à Tua imagem para sempre.

Pai Querido, nos dê sabedoria e inteligência para que possamos colocar em prática os Teus ensinamentos, hoje e sempre. Amém.

Querido Pai Celestial, muito obrigado por mais esse despertar feliz e pela bela noite de sono reparador. Toma-nos nas Tuas mãos e tudo o que fizermos possamos fazê-lo para Tua honra e glória, hoje e sempre.

Reza a lenda que um monge, próximo da idade para se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo.
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para colocar a sabedoria dos dois à prova.
Ambos receberam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreenderem a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos.
As bolhas em seus pés já sangravam causando-lhe imensa dor.
Por causa disso ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.
Prova encerrada, todos voltam ao pé da montanha para ouvirem do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta ao seu oponente como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei – foi a resposta.
Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...
APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES!

Amigos são pessoas que o tempo não apaga. que a distância não destrói. que a maldade não afasta.
É um sentimento que nem de longe se perde do coração. é alguém que está presente, mesmo muito longe. quando sozinho te faz companhia.
Ser amigo não é coisa de um dia, e sim, de todos os mais belos e dolorosos...