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Como é difícil não me deixar envolver
por esse teu carinho gostoso,
que só me faz te querer!
Como é difícil fingir que não percebo,
se é dele que recebo a alegria pra viver!
Como é difícil tentar me defender
se ele mexe com meus sentimentos,
deixando-me sem argumentos!
Como é difícil não ficar encantada
com esse carinho singelo,
desprovido de qualquer enfeite,
que apenas espera... que eu o aceite.
Como é difícil não me sentir seduzida
por um carinho tão envolvente
que me excita diferente e chama pra sonhar!
Como é difícil me manter ponderada,
quando, na verdade, o que eu queria
era caminhar por essa estrada!

Sílvia Munhoz

O colunista Sydney Harris conta uma história em que acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. Quando os dois amigos desceram pela rua, o colunista perguntou:

- Ele sempre te trata com tanta grosseria?

- Sim, infelizmente é sempre assim.

- E você é sempre tão polido e amigável com ele?

- Sim, sou.

- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?

- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

A implicação desse diálogo é que a pessoa inteira é seu próprio dono, que não deve se curvar diante de qualquer vento que sopra. Não é o ambiente que a transforma, mas ela que transforma o ambiente. A pessoa inteira é um Ator e não um Reator.

Assim como o sol se põem, lágrimas rolam por saber que não mais o veremos. Mas as lágrimas não te deixariam ver as estrelas. Também não é necessário chorar a perda do sol. Pois saiba que no dia seguinte, ele voltará. E brilhará como nunca. Iluminando seu caminho. E aquecendo seu coração. Dando a esperança de sempre ter um novo dia. Te amo de mais. Pra mim você é o sol. Do qual eu preciso. Para iluminar meu caminho. E aquecer meu coração. Te amo e te amo.

Certa vez, um vaga-lume chamado Spy voava pela floresta e, como de costume, percorria determinado caminho para ir a sua casa. No meio do caminho, Spy notou a presença de um outro animal, mas não deu muita atenção, porque se tratava de uma cobra. um bicho que nunca o incomodou.
Spy continuava a voar e percebeu que a cobra começou a segui-lo. Quanto mais rapidamente Spy voava, mais rapidamente a cobra o seguia. Em determinado momento, Spy cansou-se de voar em alta velocidade e, vendo que a cobra estava cada vez mais perto, resolveu parar. A cobra demonstrava raiva e deixava clara a intenção de devorá-lo.
Spy, exausto e vendo que seria devorado pela cobra, pediu um minuto antes do ataque mortal e perguntou: Por que tu me segues? Por que tu queres me matar? E a cobra respondeu: Não sei! Spy então falou: Eu nem faço parte da tua cadeia alimentar! Eu não te fiz nada! A cobra diz: Eu sei! Spy, vendo que mesmo assim seria devorado, fez a última pergunta: Afinal de contas, por que tu me seguiste e agora queres me matar?
A cobra enfim responde:
Ora, vaga-lume, eu odeio ver alguém brilhar na minha frente. Quando a cobra foi atacá-lo, Spy apagou sua luz por alguns instantes e conseguiu se esconder da cobra invejosa. Spy conseguiu fugir e sobreviver, mas teve que apagar o seu brilho por alguns instantes. Essa história, de um autor desconhecido, mostra que a inveja é, sem dúvida, um dos grandes malefícios da humanidade. Mas por mais que existam cobras em todos os lugares tentando apagar o brilho dos vaga-lumes, e muitas vezes até conseguindo incomodar e prejudicar o próximo, ofuscando provisoriamente seu brilho,
Deus nunca deixará que apaguem o brilho de uma estrela boa e fiel aos seus princípios, pois elas trazem o bem para consigo e para os que necessitam de luz.

O que podemos aprender com o mundo real e da benevolência? Durante a vida, nos defrontamos com muitos desafios. O maior deles, talvez, seja o de compreender a nós mesmos, de amar mais o que temos e menos o que ainda não conquistamos.
Talvez, devemos olhar a vida como quem pergunta: como eu posso contribuir para a construção de um mundo melhor, ao invés de o que a vida pode me proporcionar de melhor?
George Washington Carver, nos alerta: Até onde você vai na vida depende do seu modo de ser... Atencioso com os jovens compassivo com o idoso Simpático com o esforço tolerante com os fracos e os fortes porque... alguns dias em sua vida, você terá sido todos eles.
A poetisa Cora Coralina nos ensina: Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Pense nisso e ótimo dia.