Se a sua desistência de ir embora dependesse do tamanho de minha tristeza, acredite, minha querida amiga, que você permaneceria comigo, por que ela é do tamanho do mundo.
Você ainda nem partiu e meu coração já se sente vazio. Nossa amizade é um bem precioso que eu sempre guardarei com carinho. Por favor, aconteça o que acontecer, nunca se esqueça de mim!
Na minha opinião até os 30 anos, com pequenas exceções, o homem é um macaco, que adora fazer graça, ou seja, um arrematado idiota.
Dos 30 até os 55 anos, o homem é um autêntico burro de carga.
Dos 55 até os 70 anos, ele deixa de ser apenas "macho" e atinge a condição de Homem.
Dos 70 até os 80, o homem é cachorro, ou seja, um amigo leal e quase sempre obediente.
Dos 80 em diante, creio que ele passa a ser elefante, ou seja, triste por ter que ficar longe dos seus, mas aceitando morrer de maneira digna, mesmo estando distante de todos...
Seguir em frente tem os seus desafios. É preciso coragem para mudar de vida e para fazer novas escolhas, mas isso é necessário quando os problemas parecem crescer a cada dia que passa.
Faça o esforço de encarar cada obstáculo, de tomar uma atitude que levará você a um novo rumo. Mesmo que avançar cause por momentos algum sofrimento, no final compensará muito ter feito esse sacrifício.
E a gente promete nunca mais telefonar para quem nos faz sofrer, mas acaba telefonando, e ele atende, e implica, e a gente some, e ele chama, e a gente volta, e briga, e ama, e sofre, e ama, e ama, e ama, e desama, e termina, e quando parece que cansamos, que não há mais espaço para um novo amor, outro aparece, outro parto, começa tudo de novo, aquele ata-e-desata, o coração da gente sendo puxado para fora.
Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: – Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
Não
respondeu o diretor
uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo.
Então, o diretor pergunta:
O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
A vida tem muito mais opções E muitas vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos.
Dedicado a todos que escolheram o balde.