Relembrando nossos momentos
Sofrendo em meu acalento
Perdendo os meus sentimentos
Ressentindo o que não pude viver
Chorando só por um porque!
Solto-me em brasas percorrendo seu corpo, sedenta de você, grito seu nome. Sinto no céu da minha boca, seu beijo iluminando minha noite, e estremeço nesse desejo enorme que toma meu corpo deixando-me louca.
Vibra meu corpo, somem meus sentidos, viro estrela em constelações inexistentes.
Nesse momento, faço-me sua, dou-lhe da vida que canta em mim em acordes de harmonia, o sol se faz presente e toca minha pele iluminando a noite escura.
Sou vida onde você é luz que toca meu corpo, ponto a ponto, fazendo-me feliz. Nesse momento, as areias do tempo seguro em minhas mãos, somos eu e você possuindo o universo inteiro e vejo-me sua, abrigo que sempre quis, amor sem limites que toca minha alma com tamanha paixão.
Mesmo depois de atravessarem a última fronteira, mesmo depois do último adeus, aqueles que partiram continuam fazendo parte da vida dos que ficaram, pois neles alimentam uma saudade eterna sentida com o mesmo amor de outros tempos.
Assim, quem morre nunca desaparece por completo, e essa é a melhor homenagem que quem fica pode dar a quem partiu. Lembremos e falemos com carinho de quem se foi.
Recordemos os bons momentos passados junto deles. Oremos pela alma deles. Carreguemos a sua imagem sempre no coração, pois essa é a melhor forma de prestarmos homenagem a todos os falecidos.
Com a esperança de que a incógnita da morte não seja uma separação definitiva, mas apenas temporária, rezo para que todos os que já partiram encontrem a paz no reino de Deus!
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
- Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui.
Será que não é hora de refletirmos sobre o porquê de nossas atitudes e da forma que vivemos? Poderemos ter muitas surpresas
Um casal, recém-casados mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: - Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido: - Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, empolgada, foi dizer ao marido: - Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou? O marido calmamente respondeu: - Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela! E assim é: tudo depende da janela através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Lave sua vidraça. Abra sua janela.