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Certa vez, um vaga-lume chamado Spy voava pela floresta e, como de costume, percorria determinado caminho para ir a sua casa. No meio do caminho, Spy notou a presença de um outro animal, mas não deu muita atenção, porque se tratava de uma cobra. um bicho que nunca o incomodou.
Spy continuava a voar e percebeu que a cobra começou a segui-lo. Quanto mais rapidamente Spy voava, mais rapidamente a cobra o seguia. Em determinado momento, Spy cansou-se de voar em alta velocidade e, vendo que a cobra estava cada vez mais perto, resolveu parar. A cobra demonstrava raiva e deixava clara a intenção de devorá-lo.
Spy, exausto e vendo que seria devorado pela cobra, pediu um minuto antes do ataque mortal e perguntou: Por que tu me segues? Por que tu queres me matar? E a cobra respondeu: Não sei! Spy então falou: Eu nem faço parte da tua cadeia alimentar! Eu não te fiz nada! A cobra diz: Eu sei! Spy, vendo que mesmo assim seria devorado, fez a última pergunta: Afinal de contas, por que tu me seguiste e agora queres me matar?
A cobra enfim responde:
Ora, vaga-lume, eu odeio ver alguém brilhar na minha frente. Quando a cobra foi atacá-lo, Spy apagou sua luz por alguns instantes e conseguiu se esconder da cobra invejosa. Spy conseguiu fugir e sobreviver, mas teve que apagar o seu brilho por alguns instantes. Essa história, de um autor desconhecido, mostra que a inveja é, sem dúvida, um dos grandes malefícios da humanidade. Mas por mais que existam cobras em todos os lugares tentando apagar o brilho dos vaga-lumes, e muitas vezes até conseguindo incomodar e prejudicar o próximo, ofuscando provisoriamente seu brilho,
Deus nunca deixará que apaguem o brilho de uma estrela boa e fiel aos seus princípios, pois elas trazem o bem para consigo e para os que necessitam de luz.

Você é a página mais importante do livro da minha vida. Uma página que todos os dias quero descobrir mais e mais. O relato de uma história que não quero que tenha fim.

Enquanto você estiver ao meu lado, eu sei que não tenho razões para temer. Tudo tem um propósito e eu acredito que o seu é fazer-me feliz. Bom dia, meu amor!

Então apenas me permita te acariciar em pensamentos...
Deslizar minhas mãos em teu rosto, sentindo sua respiração ofegante em meus lábios.
Permita que eu me sinta desejada, alucinada pelo toque que minha mente é capaz de produzir.
Doente esta maneira de sentir! Loucura assumida... Desejos e ilusões!
Não tenho seus pensamentos, e jamais sentirei novamente seus toques.
Vida solitária, que suplico em manter. Seria humano almejar algo em troca, mas não...
Apenas imploro por uma permissão! Quero-te em meus pensamentos. Permaneça aqui.
Dê-me ao menos a ilusão de que estará em minha vida...
Permita que eu acredite! Não peço que me deixe em seus sonhos...
Não pode me ver como mulher, jamais entenderá o que se passa em minha mente ousada e sonhadora!
Limites nos separam, vivemos em mundos diferentes, sonhos distantes, objetivos distorcidos!
Jamais entenderá o brilho que só você pode produzir em meus olhos, nunca perceberá o sorriso que domina meus lábios.
Amor impossível, solitário, dolorido! Mas imploro... Não o tire de mim, esta é a única maneira que encontrei de sentir você!

Cada um de nós é ao mesmo tempo criador e criatura. Dependendo da ênfase que se dá a uma ou outra faceta, o resultado pode ser bem diferente Se a opção recair sobre o criador, a vida pode pode ganhar um novo propósito e consequentemente, novas cores.
Se a escolha recair sobre a criatura, corre-se o risco de ficar acorrentado pelo hábito, repetindo sempre as mesmas coisas e banalizando a existência. O ser humano é extremamente resistente a coisas novas. É como se o cérebro não tivesse sido desenhado para gostar de coisas novas.
A novidade faz com que o cérebro saia de sua zona de conforto. Por isso, assim que se aprende a fazer algo, a tendência é repetir sempre a mesma operação. E isso condena os seres humanos a ficarem escravos de suas memórias.
Um pequeno exemplo: o que lhe vem à cabeça quando se diz "casa"? Podem ter surgido várias imagens: a casa onde se passou a infância, a dos pais, a atual... Pois bem, se a gama de possibilidades é tão grande, porque fazer sempre do mesmo jeito?
Porque há um padrão mental adquirido. Prestigia-se mais a criatura do que o criador. A criatura deixa-se levar pelo fácil apelo da memória.
Isto acaba arrefecendo a razão de existir do ser humano (e aumenta a incidência de infartos às segundas-feiras de manhã). Morre-se porque se perde o propósito da vida, que é o real entendimento do mundo, que é ter oportunidade de mostrar os talentos únicos que temos.
Por isso, segue uma advertência: VOCÊ NÃO É O PENSAMENTO. VOCÊ É QUEM PENSA, É O ESPAÇO ENTRE OS PENSAMENTOS COM INFINITAS GAMAS DE PROBABILIDADES. E É ISTO QUE LHE DIFERENCIA DA PESSOA DO LADO. "SOMOS DO TAMANHO DOS NOSSOS SONHOS"

Todos nós vemos o Natal de uma forma diferente, enquanto alguns o celebram com uma perspectiva religiosa, outros enxergam a data como um evento, uma reunião de toda família acompanhada de deliciosas comidas.

Na verdade não importa muito o sentido que se dá a festa, o que interessa mesmo é a confraternização e a busca por bons momentos de felicidade com aqueles que mais amam. Estar rodeado de alegria sempre nos traz benefícios, seja a essência focada no Menino Jesus ou em um grande encontro de família.

Independentemente do significado que você tenha no Natal, espero que esta dia traga muitos sorrisos para todos que estiverem na sua companhia! Que os abraços sejam calorosos e apertados, com muito amor e risadas por todo lado!