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O Jiu jitsu é um arte muito especial. O mesmo foi criado para que uma pessoa "pequena" possa derrotar uma pessoa "grande". Muitos acreditam que ser forte é necessário, mas eu digo que não (não é à toa que temos várias mulheres destruindo nos tatames). Ser forte realmente ajuda, mas esse esteriótipo de marombado lutador é totalmente sem noção. Vale ressaltar que o maior lutador, o grande mestre Hélio Gracie é baixo e franzino, mas é o melhor. A arte é quase como o xadrez, cada posição tem uma defesa, cada movimento tem um contra golpe.

Sobre o treinamento. Muitos acreditam que o jiu jitsu é uma arte estática que se resume ao chão, o que é totalmente errado. O treinamento é árduo, lembrem-se que antes de ir para o chão a gente tem que derrubar, mas como? O brazilian jiu jitsu foi meio que criado com muitas técnicas de judô, pois os Gracie lutavam judô antes de descobrirem o jiu jitsu. Várias são as tecnicas de projeção, derrubada. Além disso, um bom lutador pode terminar um embate de pé, sem precisar levar pro chão.

Eu acredito que o Jiu Jitsu não cria só lutadores, mas forma pessoas melhores também. Existe uma hierarquia e um respeito muito grande nos tatames que todos têm que respeitar e obedecer. Essa coisa de ser bad boy, marrentão e porradeiro é coisa de quem não tem a arte no coração.

Makoto Shishio

Feliz Aniversário, querida! Desejo que seu dia seja uma constante de gargalhada, de alegria. Você é como uma irmã para mim. Primas é pouco para definir nossa verdadeira ligação.

Somos amigas, confidentes e absolutamente cúmplices. Creio que existem poucas pessoas no mundo com uma união tão forte e tão única como a nossa. Que continuemos assim, prima! Beijo muito grande só para você!

Ser veterinário não é só cuidar de animais.
É sobretudo amá-los não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário é ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não se importar se os animais pensam, mas sim, se sofrem.
É dedicar parte de seu ser à arte de salvar suas vidas.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos.
É perder medos.
É ganhar amigos de pelos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder tempo apreciando rebanhos e voos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através dos animais, a si mesmo.
Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pelo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de penetrar em um mundo diferente e ser igual.
É ter a capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas sinceras.
É adivinhar olhares, é lembrar de seu tempo de criança, é querer levar para casa todos os cães vadios sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos sobre o amor e a vida.
Todos podemos nos formar em veterinária, mas nem todos nós seremos veterinários.
Você o que é?
Feliz Dia do Médico Veterinário!

Boa noite...

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.

Pablo Neruda

Um missionário viajava por terras distantes, quando ao passar por um mercado de um vilarejo, encontrou uma banca de criadores de peças de tapeçaria.
Enquanto andava, um fato lhe chamou a atenção. um homem estava gritando de seu tear em um canto da banca para outro operário do outro lado da banca. Enquanto gritava, fios formavam a peça de tapeçaria como que por mágica. O missionário pediu uma explicação à seu guia. - O homem que você vê, disse o guia, é um tecelão mestre. Ele grita à seu aprendiz atrás do tear que cor de fio usar e onde colocar. Só o tecelão conhece o projeto inteiro, então é vital que o aprendiz execute os comandos do mestre com extrema exatidão.
- E o aprendiz nunca comete um erro? Perguntou o missionário. - Naturalmente. Mas o tecelão é um homem muito bondoso e neste caso ele raramente colocará o menino para fora do serviço. Ao contrário, sendo um grande artista, ele simplesmente trabalha o erro dentro do projeto.
E o missionário saiu pensando, - Assim é Deus conosco. Nós não podemos ver o padrão que Deus quer dar à peça. Estamos do outro lado do tear olhando para os fios aparentemente colocados sem propósito. Ocasionalmente podemos dar uma olhada no projeto, mas então logo que imaginamos saber tudo, o mestre indica um fio que muda toda a coisa. Então, temos que confiar, pois o mestre tecelão sabe o que ele faz.
- E como o aprendiz, nós também cometemos nossos erros. Colocamos um fio vermelho ao invés de um violeta. Damos o nó no lugar errado ou deixamos frouxo.
E Deus, em sua misericórdia, não dá bronca mas apanha nossos erros e refaz o projeto.