O amor acontece em vidas que se encontram e se apaixonam.
Vale a pena amar, viver e ser feliz.
A vida passa, a fila anda e o amor escapa.
Um grande amor pode surgir.
É importante o prazer da oportunidade para amar, viver e ser feliz.
É importante o prazer de uma nova chance.
Vale a pena deixar o amor acontecer.
Ele é o seu ponto básico. O centro das suas inclinações para o bem ou para o mal. Para onde ele pender, para lá você irá. Pode ser para o céu ou para o inferno.
Coração é sentimento. São "ondas" poderosas que se centram na mente, em regime de profunda consonância com os pensamentos.
Não faça do seu coração um instrumento para prejudicar, ferir, amaldiçoar. Ele dói, e foi colocado no seu peito só para amar. Deus se alojou no seu coração para estar sempre com você!
Se a felicidade dependesse de ter o que desejamos, só seríamos felizes a espaços. Passamos a maior parte do tempo a procurar, e a menor a realizar (antes de sair à cata de algo mais).
Tal como o jogador de golfe, que gosta de golpear a bola, mais detesta ir atrás dela, quase todas as pessoas não aprendem a saborear o entretempo. Até cessarmos de considerar comuns nossos momentos, a maior parte de nossas vidas permanecerá na esfera do entretempo.
A jornada poderá ser tão agradável e satisfatória quanto a chegada. Muitos dos passageiros do Expresso do Oriente não precisavam ir à Istambul: queriam apenas saborear a elegante viagem.
Chegar lá talvez constitua mais da metade da alegria. Ocorre-me uma antiga maldição chinesa: Que você alcance seus objetivos. Ao que o provérbio ocidental acrescenta: Cuidado com o que você deseja. poderá consegui-lo. Alguns astronautas têm crises de depressão quando voltam à Terra.
Porque aquilo pelo qual tanto trabalharam finalmente aconteceu. O que há mais para fazer?, perguntam eles.
Outras vezes, quando um sonho se torna realidade, a realidade nem sempre corresponde ao sonho. Pelo que tenho lido, ganhadores de prêmios, acabam tendo em mãos uma série de novos problemas e aborrecimentos. sua fortuna súbita não os fazem tão felizes como supunham.
A alegria pessoal que tenho experimentado na luta pela consecução de meus objetivos provém da intensidade da busca. Sem objetivos jamais empreendemos a jornada. apenas ficamos vagueando a esmo. Se não soubermos para onde estamos indo, não chegaremos a lugar nenhum.
Por outro lado, se não nos preocuparmos com o lugar onde estamos, nunca nos perderemos. Nos últimos anos venho procurando não ligar muito para resultados. Faço o melhor que posso, semeio e fico observando o que acontece, certo de que, seja lá o que for, faz parte do meu processo.
Alcancei muitos de meus objetivos, mas para falar a verdade, sempre encontrei mais prazer na viagem do que na chegada...
Me parece que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Porque quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção. Assim, podemos ter afeição por uma flor, por um pássaro, por um cavalo; porém, a menos que o nosso espírito seja muito desajustado, apenas por seres humanos podemos ter amizade. E de tal maneira eles são objeto dessa paixão que não há homem tão imperfeito que não possamos ter por ele uma amizade muito perfeita, quando pensamos que somos amados por ele e quando temos a alma verdadeiramente nobre e generosa.
Quanto à devoção, o seu principal objeto é sem dúvida a soberana divindade, da qual não poderíamos deixar de ser devotos quando a conhecemos como se deve conhecer. Mas também podemos ter devoção pelo nosso príncipe, pelo nosso país, pela nossa cidade, e mesmo por um homem particular quando o estimamos muito mais que a nós mesmos. Ora, a diferença que há entre esses três tipos de amor se manifesta principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto nos leva, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar. Frequentemente se viram exemplos disso, nos que se expuseram à morte certa para defender o seu príncipe ou a sua cidade, e mesmo às vezes pessoas particulares às quais se tinham devotado por inteiro.
René Descartes
Aprendi...
ter paciência, mostrar amor da forma mais simples, e com a doçura e inocência de uma criança,
sorrir,
fazer careta,
dançar na chuva,
dividir uma bala,
Ser a primeira pessoa do dia a desejar uma bela manhã,
Fazer-se presente,
Procurar descobrir e desvendar os segredos, gostos, medos, sonhos... Afinal, a outra pessoa faz parte de você!
E, que nos momentos de estresse, de tensão, devemos nos calar para não ferir, sem intenção, a quem zelamos e temos grande apreço!
Enfim, aprendi que sempre, por mais difícil que seja, devo sempre dar o melhor de mim, acreditar, construir novos sonhos, compartilhar, e, se não der certo, a amizade continua, o carinho fica, feridas são fechadas; e sempre tendo a certeza que pessoas vão e vêm, mas levam consigo um pouco de nós e guardamos o que melhor nos marcou!
Assim eu vivo, caio, levanto, aprendo, passo, tento, não desisto e amo.
Oportunidades são únicas! Ninguém nos fará sofrer da mesma maneira, de tal maneira, ninguém nos amará da mesma forma!
Sou uma eterna aprendiz!