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Há muito tempo, um homem castigou sua filhinha de três anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte a menininha levou o presente a seu pai e disse-lhe: Isto é para você, paizinho! Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a explodir quando viu que a caixa estava vazia. Gritou para ela, dizendo-lhe: Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?! A pequena menina olhou para cima com lágrimas nos olhos e disse-lhe: Oh, paizinho, não está vazia. Soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, papai. O pai, envergonhado, abraçou a menina e suplicou-lhe que o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali. De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos. Ninguém poderá ter propriedade ou posse mais bonita que essa.

Nesta vida em que todos lutamos por um destino denominado de felicidade, os caminhos para chegar até ela são muitos e cada um deve escolher o seu. Ouça o que o seu coração diz e dê uso também à razão. Todos os dias tomamos decisões importantes que podem definir os contornos do nosso percurso.

Acima de tudo, não abaixe os braços e nunca desista de seus sonhos. A melhor forma de vivermos nossa vida é mantermos os olhos em nossas metas.

O que adianta eu querer te amar
Se você não me quer
O que adianta te dizer que sou teu homem
Se você não quer ser minha mulher
O que adianta eu ficar na esperança
Se você diz que sou criança
O que adianta te dizer que você não sai da minha cabeça
Se você diz que sou um besta sabe o que adianta
O que adianta é que meu coração é puro, verdadeiro, e sincero
Pois ele não me engana
É você que eu quero
Pois posso sofrer
Mas não vou te esquecer
Pois posso chorar
Minha opinião não vai mudar
Pois pode vir o sol, a lua
Pode vir o que vier
Pois minha resposta está decidida
É você minha mulher
Então esqueça o passado
Pois não vale mais nada
Vamos pensar no futuro
Pois sem você não sou nada.

Era uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista calma.

Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.

Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.

- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado. Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.

MORAL: Temos de saber ao certo quem está no comando.

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
– mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.