Todos os dias, a vida se encarrega de oferecer um novo dia ao mundo. Um dia novo repleto de surpresas e coisas por descobrir. A gente só tem de estar pronto e com vontade para agarrar as novas cores e novas pessoas que vão surgindo a toda a hora. Sabe, meu amigo? A alegria de viver consiste na forma que encaramos todas as coisas boas e menos boas que a vida tem para oferecer. Você tem todas as capacidades que o ser humano pode ter para ser feliz. É hora de levantar a cabeça, meu amigo. Basta de chorar por essa separação. O que já foi é passado.
Não acha que está mais do que na hora de jogar fora essa estima ruim que você espelha em seu rosto? Eu tenho certeza que sim. Até porque você tem sido muito ingrato. Eu gosto muito de você, aliás, é bem simples gostar de você. Difícil é não gostar. Mas você não tem feito a sua parte nesta vida. Preste atenção, você é encantador, tem uma forma de ser muito verdadeira e honesta. Você é amigo do amigo e é extremamente bondoso. No entanto, sua estima anda em baixo. É incompreensível. Se liga, cara! Por favor, aceite o dia de hoje com um sorriso e a pouco e pouco sua autoestima estará em alta.
Vai em frente. Com força.
Grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faze que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja.
Fora da caridade não há salvação
Estes princípios, para mim, não são apenas uma teoria, eu os coloco em prática; faço o bem tanto quanto o permite a minha posição; presto serviço quando posso; os pobres jamais foram rejeitados em minha casa, ou tratados com dureza; a todo momento não foram sempre recebidos com a mesma benevolência?
Jamais lamentei meus passos e minhas diligências para prestar serviço; pais de família não saíram da prisão pelos meus cuidados? Certamente não me cabe fazer o inventário do bem que pude fazer; mas, num momento em que parece tudo esquecer-se, é-me muito permitido, creio, chamar à minha lembrança que a minha consciência me diz que não fiz mal a ninguém, que fiz todo o bem que pude, e isso o repito sem pedir conta da opinião; sob esse aspecto, a minha consciência está tranquila e de alguma ingratidão com a qual pude ser pago, em mais de uma ocasião, isso não poderia ser para mim um motivo para deixar de fazê-lo; a ingratidão é uma das imperfeições da Humanidade, e como nenhum de nós está isento de censuras, é preciso saber passar aos outros pelo que se nos passa a nós mesmos, a fim de que se possa dizer, como J. C.: "que aquele que está sem pecado, lhe atire a primeira pedra."
Continuarei, pois, a fazer todo o bem que puder, mesmo aos meus inimigos, porque o ódio não me cega; e eu lhes estenderia sempre a mão para tirá-los de um precipício, se a ocasião disso se apresentasse.
Eis como entendo a caridade cristã; compreendo uma religião que nos ordena retribuir o mal com o bem, com mais forte razão restituir o bem pelo bem. Mas não compreenderia jamais a que nos prescrevesse retribuir o mal com o mal.
Allan Kardec
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênue nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparar que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz perfeita.
Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê?
"Porque" explicou o rei: "paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor."
"Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração." "Este é o verdadeiro significado da paz"
As pessoas não mudam de um dia para o outro. Nós é que por vezes não valorizamos o suficiente quem temos ao nosso lado. Esquecemo-nos que ninguém é imortal e quando nos apercebemos do nosso erro já é tarde demais.
Valorize quem ama você, quem faz questão de estar presente nos bons e nos maus momentos. Não queira sentir o sabor amargo do arrependimento de querer de volta quem cansou de cair sempre no seu esquecimento.