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O Cometa não é estrela
Nem planeta,
O Cometa é viajante
Estelar,
Grande rei andarilho,
De bela coroa
E cauda a brilhar...

Amizades são feitas de pedacinhos. Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa.
Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa.
Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro.
Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados. outras de escola. outras de saídas, cinemas, diversões. há ainda aquelas que nascem e a gente nem sabe de quê, mas que estão presentes.
Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação.
Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails e essas não são menos importantes.
São as famosas ?amizades virtuais.? Diferentes até, mas não menos importantes.
Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos (e fazemos isso inconscientemente às vezes) etiquetá-las.
Há amizades muito profundas que são criadas assim.
Saint-Exupéry disse: ?Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.? E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante.
Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, lembranças para cinco minutos depois ou anos até.
Um amigo se torna importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudade e nesse instante trazer o outro bem pertinho da gente.
Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras.
O importante é saber aproveitar o máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.

Um sábio mestre conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com agilidade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro, e continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegam a um lugar sagrado. Sem parar, o sábio mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.

- "Você não me ensinou nada hoje" - diz o aprendiz, levando mais um tombo.

- "Ensinei sim, mas você parece que não aprende" - responde o mestre. "Estou tentando lhe ensinar como se lida com os erros da vida".

- "E como lidar com eles?"
- "Como deveria lidar com seus tombos" - responde o mestre.
- "Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que te fez escorregar."

MORAL DA HISTÓRIA

Devemos procurar a raiz de nossos erros e nos levantarmos com sabedoria e força.

Mestre e discípulo caminhavam pelos desertos da Arábia. O mestre aproveita cada momento da viagem para ensinar ao discípulo sobre a fé.
- Confie suas coisas a Deus – dizia – Porque Ele jamais abandona seus filhos.
De noite, ao acamparem, o mestre pediu que o discípulo amarrasse os cavalos numa rocha próxima. O discípulo foi até a rocha, mas se lembrou do que aprendera durante aquela tarde. "O mestre deve estar me testando. Na verdade, devo confiar os cavalos a Deus". E deixou os cavalos soltos.
De manhã, descobriu que os animais haviam fugido. Revoltado, procurou o mestre.
- O senhor não entende nada sobre Deus! Ontem aprendi que devia confiar cegamente na providência, entreguei a Ele a guarda dos cavalos e os animais desapareceram!
- Deus queria cuidar dos cavalos – respondeu o mestre – Mas, naquele momento, Ele precisava de suas mãos para amarrá-los, e você não as emprestou.

Quando nossos lábios se tocam, posso sentir todo seu calor, que domina meu coração.
Esse momento é envolvido por uma certa magia romântica, é o momento do carinho, da pureza, do abraço apertado, da troca constante de energia.
É um sentimento profundo, de puro amor, onde me entrego de corpo e alma.
Seu beijo me faz perder a noção do tempo, e seguir um só caminho, o caminho que leva ao seu coração.
Quero te amar cada vez mais!