Acordei com uma baita ressaca, e do lado da cama tinha um copo d'água e duas aspirinas.
Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.
O quarto estava em perfeita ordem.
Havia um bilhete de minha mulher:
Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao super mercado. Beijos.
Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim.
Perguntei à minha filha:
- O que aconteceu ontem?
Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, urinou na cristaleira antes de chegar no quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirina para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça, você gritou:
'Não faça isso moça, eu sou casado!'
Ressaca: 70 reais.
Móveis destruídos: 1.200 reais.
Café da manhã: 20 reais.
Dizer a frase certa no momento certo: Não tem preço!
Sorte a minha que nunca sofri do mal do amor.
Em todos estes anos, a paixão nunca me cegou!
Tenho o coração fechado e a alma insensível à dor.
Azar de quem de mim se aproximou.
Nenhuma das minhas cicatrizes são de abandono.
Eu entro e saio quando quero, sem para trás olhar!
Da minha vida e do meu nariz, eu sou único dono.
O meu destino e horizonte está entre o céu e o mar.
Ora, que culpa tenho eu de ter nascido com esta sorte?
Não há sentimento que me prenda, a minha vida não tem norte.
E quando a velhice chegar, e a solidão se instalar.
Um velho lobo do mar hei de virar!
Sorte a minha que nunca sofri do mal do amor.
Azar de quem por mim se apaixonou.
Ser sozinho é o meu destino, por mais que digam ser desatino.
Pobre de quem já amou, e de quem de ironia nunca usou...
Há homens que, nas suas conversas, mais desejam dominar pela habilidade de sustentar todos os argumentos do que pelo juízo, discernindo o que é verdadeiro do que o não é; como se houvesse mérito em saber o que pode ser dito e não o que deveria ser pensado. Alguns têm certos lugares comuns e temas particulares em que brilham, mas falta-lhes variedade; espécie de pobreza que é geralmente aborrecida e, quando descoberta, ridícula. A parte mais honrosa da conversa consiste em propor novo assunto, e, a seguir, consiste em moderá-lo para que se transite para outro, como quem dirige o baile. É bom no decurso ou nas alterações da conversa, variar e mesclar com tópicos gerais o assunto principal; com discussões e narrativas; com referência a opiniões as respostas e perguntas; com o jocoso e o sério; porque é insensato cansar, ou, como agora se diz, esgotar o assunto na conversa.
Francis Bacon
Filha, você é o meu tesouro. A cada dia que passa, você demonstra que é a filha que eu sempre sonhei, obediente, carinhosa, compreensiva, linda, educada, batalhadora, inteligente, humilde, prestativa, conselheira, sincera, e etc.
Enfim, você tem um perfil, que todas as mães sonham para as suas filhas, e eu só tenho que agradecer a Deus por tudo isso. Obrigada filha, por todos os momentos que me proporcionou, obrigada por ser quem você é, e obrigada por me ensinar muita coisa, pois além de minha filha, você faz muito papel de minha mãe. eu te amo muito.
A historia é muito antiga, mas não menos curiosa.
Algumas tribos africanas utilizam um engenhoso método para capturar macacos. Como estes são muito espertos e vivem saltando nos galhos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema:
1) Pegam uma cumbuca de boca estreita. 2) Em seguida, amarram-na ao tronco de uma árvore frequentada por macacos, afastam-se e esperam. 3) Após isso um macaco curioso desce. 4) Enfia a mão. Apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue retirar a banana.
Surge um dilema: se largar a banana sua mão sai e ele pode ir embora livremente. caso contrário, continua preso na armadilha.
Depois de um tempo, os nativos voltam e, tranquilamente, capturam os macacos que teimosamente se recusam a largar as bananas. O final é meio trágico, pois os macacos são capturados para servirem de alimento.
Você deve estar achando inacreditável o grau de estupidez dos macacos, não é? Afinal, basta largar a banana e ficar livre do destino de ir para a panela.
Fácil demais...
O detalhe deve estar na importância exagerada que o macaco atribui à banana. Ela já está ali, na sua mão... Parece ser uma insanidade largá-la. Essa história é engraçada, porque muitas vezes, fazemos exatamente como os macacos.
Você nunca conheceu alguém que está totalmente insatisfeito com o emprego, mas insiste em permanecer mesmo sabendo que está cultivando um infarto? Ou alguém que não está satisfeito com o que faz, e ainda assim faz apenas pelo dinheiro? Os casais com relacionamentos completamente deteriorados, que permanecem sofrendo, sem amor e compreensão? Ou pessoas infelizes por causa de decisões antigas, que adiam um novo caminho que poderia trazer de volta a alegria de viver?
A vida é preciosa demais para trocarmos por uma banana . que apesar de estar na nossa mão, pode levar-nos direto a panela.