Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Quando gostamos de alguém queremos estar junto dessa pessoa, todos os dias, o tempo todo. Quando se gosta de alguém como eu gosto de você, não existe alegria longe dos seus olhos.

Você é tudo para mim, e poderia ficar a vida inteira apenas contemplando ou escutando você. Sei que juntos podemos ser muito felizes, mas para isso você terá que responder com um 'sim' à minha pergunta:

Aceita namorar comigo?

Não são borboletas, são corações
seriam flores de outras ocasiões
ou amores de certas devoções
dores de novas canções.

Seria infeliz o que do amor vive

ou em harmonia constante da
paixão vive desamparado ou
até do mar vive só o apaixonado.

Seria capaz qualquer olhar junto ou

ou em paz se sozinho vivesse o amor
que de rosas vivem espinhos e flores
vivem da suave sensação do vento cru.

Não são loucos ou deuses, são de
osso e com língua falam o que
mudos corações sem tamanho
sentem quando algo bate mais forte.

Depois de um longo e tenebroso inverno, onde quase pus a perder minha vida, e mergulhei no mais profundo inferno, tenho a chance de curar esta ferida!
Pouco faltou, mesmo a sorte, para que eu destruísse minha vida, cheguei a pensar mesmo em morte, como se fosse a única saída!
E pra que fique bem registrado, e seja feita total justiça, por alguém fui ajudado, a reavivar a chama mortiça.
Por mais baixo que estivesse, naquele poço tão profundo, tua mão me estendeste, mantendo íntegro meu mundo!
Em verdade, tive sorte, de tê-la, por perto, estes tempos, evitaste, quiçá, minha morte, ou que mergulhasse, em desalentos!
Foste o tronco que sustenta a folha, contra todas pragas e perigos, e apesar de sempre ter escolha, me mantiveste entre teus amigos!
Mais de mil vezes grato, conte sempre comigo, sou tudo, menos ingrato, e para sempre, teu amigo!
Amigo é aquele que nos aceita, da forma e jeito que somos, nem cobra o que não podemos, ou por erros, nos rejeita.
Amigo é puro carinho, seja sério ou galhofeiro, não nos larga sozinho, aceita-nos por inteiro!

Conta-se a história de um monge que tinha o hábito de explodir em acessos de fúria e culpar seus companheiros quando as coisas davam errado. Decidiu afastar-se da causa de seus problemas e foi para um mosteiro do deserto, onde praticamente não tinha contato com outros seres humanos.
Certa manhã, após instalar-se em sua nova morada, esbarrou acidentalmente no cântaro de água e lhe derramou o conteúdo. Ficou enfurecido, mas não havia ninguém por perto a quem culpar. Encheu novamente o cântaro.
Pouco tempo depois, o mesmo fato se repetiu. Num ímpeto de ira, arremessou o cântaro ao chão, fazendo-o em pedacinhos.
Depois de acalmar-se, começou a refletir e chegou à conclusão de que seu mau humor era problema dele mesmo, e não dos outros.

Tanto por algo que se chama felicidade
Que nesta busca não percebemos o
Quanto somos felizes, sonhamos tanto com o
Impossível, que não vemos quanta coisa
Ainda é possível!
Refletir!