Estela acordou-se ainda cedo,
pulou da cama sem medo
do frio que fazia lá fora.
Os pés miúdos, descalços,
folgados dos velhos sapatos,
correram o quintal sem demora.
Estela na horta adentrou,
abriu depressa o portão,
que rangeu sem má intenção.
O portão deu-lhe bom dia,
porém sua sintonia
denotou preocupação.
Estela olhou as verduras
com muito amor e doçura,
afagando-as com as mãos.
Julgou que a alface tão crespa,
mais ficara arrepiada,
temendo o voo das vespas.
Acenou para os legumes,
que, revelando ciúme,
cobravam sua atenção.
Preocupou-se com o tomate,
julgando que a face corada,
queimara-se na madrugada.
Achegou-se à berinjela,
que, roxa, pareceu a ela
ter a cor da aflição!
Jurou que um certo duende
houvesse pintado listrinhas
no corpo da abobrinha.
Isso assim era demais!
Voltou pra casa, correndo,
nem sequer olhou pra trás.
Na sala entrou, sem demora,
pedindo à mãe, nessa hora,
de presente uma porta.
E durante a madrugada,
pelos amigos da horta,
trocou o portão pela porta.
Vocês são como verdadeiros pais para mim. Eu prezo muito a companhia de cada um de vocês e me sinto acarinhado sempre que estão por perto. Foi uma bênção ter começado a fazer parte desta querida família e partilhar todos os momentos que temos vivido juntos.
Espero que a vida lhes continue sorrindo muito, pois vocês merecem a felicidade. Lutarei também com toda a dedicação para que isso aconteça.
Este é um dia de festa, pois hoje se comemora mais um ano de vida de alguém que para mim é muito importante. É minha prima, minha amiga e minha irmã de coração. Feliz aniversário, minha querida!
Você é uma das pessoas mais importantes na minha vida, e muito tenho a agradecer a Deus por tê-la colocado no meu caminho através da família. Você sempre esteve presente, e não consigo imaginar uma vida sem você ao meu lado.
Parabéns, minha prima-irmã! Adoro você e lhe desejo toda felicidade do mundo!
Não quero mais ver você desse jeito, meu filho! Ninguém merece tanto sofrimento, tanta dor, tantas lágrimas. É hora de enfrentar a verdade, de aceitar que às vezes a realidade é dura e difícil.
E acredite que o amor nem sempre é justo. Ninguém é obrigado a amar alguém, por isso entenda que não vai dar certo! Um dia quem sabe vocês não voltam. Sim, porque se o sentimento existe, se a relação for verdadeira não adianta fugir, pois ninguém consegue escapar das garras de um grande amor!
Mas agora, por favor, se valorize, meu filho! Eu te amo e estarei sempre do teu lado!
O carnaval chegou ao Brasil em meados do século XVII, influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como a França, o carnaval acontecia em forma de desfiles urbanos, ou seja, os carnavalescos usavam máscaras e fantasias.
Embora de origem europeia, muitos personagens foram incorporados ao carnaval brasileiro, como, por exemplo, Rei momo, pierrô, colombina, etc.
Os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos cortejos de automóveis (corsos) surgiram nessa época, mas tornaram-se mais populares no começo do século XX. As pessoas decoravam seus carros, fantasiavam-se e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades, dando origem aos carros alegóricos.
O carnaval tornou-se cada vez mais popular no século XX, e teve um crescimento considerável neste período, que ocorreu em virtude das marchinhas carnavalescas (músicas que faziam o carnaval mais animado).
A primeira escola de samba foi criada no dia 12 de Agosto de 1928, no Rio de Janeiro, e chamava-se Deixa Falar.
Anos depois, a escola mudou seu nome para Estácio de Sá. A partir deste momento o carnaval de rua começou a ganhar um novo formato. Com isso, no Rio de Janeiro e São Paulo, começaram a surgir novas escolas de samba. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, iniciaram os primeiros campeonatos para constatar qual escola de samba era a mais bela e animada.
A Região Nordeste permaneceu com as tradições originais do carnaval de rua como, por exemplo, Recife. Já na Bahia, o carnaval de rua conta com a participação dos trios elétricos, embalados por músicas dançantes, em especial pelo axé.