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No restaurante, o garotinho pediu se poderia dar graças. Quando todos juntaram as mãos e baixaram a cabeça, ele disse, em alta voz: Deus é bom! Obrigado pela comida. Eu até agradeceria mais se o pai comprasse um sorvete como sobremesa! Amém.
Junto com as risadas de várias pessoas, veio a crítica de uma velhinha sentada em outra mesa: É isso que está errado com nossas igrejas! Elas nem mesmo ensinam às crianças como orar! Onde já se viu, pedir um sorvete para Deus!
Ouvindo isso, o garotinho caiu em prantos: O que fiz de errado? Deus está bravo comigo?
Uma outra senhora interveio: Você fez uma grande oração. E apontando discretamente para a senhora que iniciou a confusão, acrescentou, com voz sussurrada: Que pena que ela nunca pede um sorvete para Deus. Um pouco de sorvete, às vezes, faz bem para alma. E é claro que chegou a hora do sorvete. Aqui está o sorvete que você pediu.
Foi então que o garotinho pegou seu sundae, caminhou em direção da senhora que havia iniciado o problema, colocou o sorvete em frente dela e disse: É para você. Um pouco de sorvete, às vezes, faz bem para alma, e a minha alma já está boa.

O vazio tem interrompido minhas noites em claro. Noites em que fico pensando em você. Esta será uma delas, tenho certeza. As saudades tem conseguido fazer crescer o amor que já sentia por você. Não vejo a hora de preencher seu local aqui em casa, na mesa, na cama, em todo o lado. Volte rápido, meu bem. E fique sabendo que não há marido melhor no mundo. Boa noite!

A ceita você como você é.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer oi.
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que os outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
J amais o julga, esteja você certo ou errado.
L ivra-o da solidão.
M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
N unca o deixa em abandono.
O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
P erdoa e compreende suas falhas humanas.
Q uer vê-lo sempre feliz.
R i com você e chora quando você chora.
S empre se faz presente nos momentos de aflição.
T oma suas dores e evita que o maltratem.
U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
V ence o inimigo invencível junto com você.
X inga e briga por você.
Z ela, enfim, pela jóia que você representa.

Que lindo é para uma família ter o privilégio de ver nascer uma nova vida! O número dos seus membros aumenta, mas é no amor que se nota a maior mudança. Um bebê une ainda mais todos os seus familiares e por isso é que o seu nascimento é chamado de milagre da vida.

Estou muito feliz em ver que todos receberam essa maravilhosa bênção. Muitos parabéns e que a criança tenha um futuro muito sorridente!

Quando é que se reconhece a grandeza do ser humano? Não é quando ele dá esmola para o menino de rua, quando pára o carro em frente à faixa de pedestre ou quando oferece carona num dia de chuva.
Essas atitudes reforçam para nós mesmos a ideia de que, sim, somos gente fina. Mas é fácil ser gente fina reproduzindo atitudes padrão. Difícil é ser grande diante do assombro, diante do inesperado, diante do desconhecido.
Acho que entre todos os grandes gestos, o perdão é o maior deles. Em primeiro lugar, o perdão é fruto do erro de alguém, e quanto maior este erro, maior a grandeza de quem, atingido, se dispõe a passar por cima da própria dor e levar a vida adiante. E o perdão torna-se ainda mais digno porque ninguém se prepara para perdoar.
É mentira quando alguém diz: eu perdoo tudo. Este tudo não pode ser mensurado previamente Não se sabe de antemão o tamanho do golpe. Não se pode prever nossa reação diante do difícil reconhecimento de que alguém falhou conosco. É fácil desculpar um atraso, um esbarrão, um esquecimento, mas o tamanho do perdão é proporcional ao tamanho do erro: estes são exemplos de perdões fáceis, corriqueiros. Difícil é perdoar o trágico.
O Papa João Paulo II perdoou o turco que lhe deu um tiro anos atrás. O Papa é o representante maior de Deus na terra, não se espera dele outra atitude, ainda que tenha surpreendido muita gente. Mais surpresos ficamos com aqueles que não vestem nenhum tipo de batina e também perdoam os que tiraram a vida de seus irmãos, filhos, pais. Eles não aceitam, mas compreendem. Compreendem a miséria humana, compreendem as atitudes impensadas.
São considerados perdedores por causa disso. E nós, ganhamos o quê não compreendendo? – O perdão é prova de entendimento absoluto, principalmente de si mesmo. Não perdoar é isolar o outro, perdoar é entrar no jogo com ele, participar do problema, e não julgá-lo como se estivéssemos imunes à mesma fraqueza. O perdão é o gesto mais elevado que há. Tão elevado que poucos chegam lá.