Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...
Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?
Amar a si próprio é uma das artes mais complicadas que o ser humano tem que
enfrentar, mais é preciso. Este amor por si será o mesmo transmitido as
pessoas que estão do seu lado dia a dia.
Feche os olhos e viaje até chegar ao nada, respire fundo e solte o ar
lentamente, continue de olhos fechados, então abra cada porta que estiver
fechada. A porta do amor, da verdade, da alegria, e a porta mais cobiçada
pelos homens a da Paz Interior. Feche as portas que estão abertas e que
batem quando o vento forte chega, a porta da inveja, da insegurança e da
falta de vida. Não estou aqui para passar lição de vida para ninguém, mas
passo o que aprendi até o dia de hoje, talvez amanhã você tenha algo para
passar para alguém, algo que aprendeu ou descobriu em si mesmo ao olhar o
seu reflexo distorcido na água de um rio que nunca para, mesmo com a
correnteza fraca.
O que é a vida? Uma sucessão de dias feitos de sucessões de atitudes que tomamos. Resultado de uma aritmética que soma os nossos atos com o impacto que causamos a nossa volta, divide as responsabilidades que assumimos e multiplica pelo bem ou mal que fizemos, subtraindo aquilo que deixamos de fazer.
Nada é imposto, nada é adicionado sem a nossa permissão, que as vezes é dada pela omissão das nossas respostas.
Apanhamos uma vez e nos calamos, apanhamos de novo e nos calamos, na terceira vez já virou hábito e o nosso silêncio ou revolta é apenas a confirmação da nossa tolerância com o quem nos espanca.
A vida é ainda comparável a um carro, onde podemos assumir o volante e dirigir ou entregar a direção na mão de outras pessoas, e aceitar o caminho que elas resolverem seguir, mesmo que seja o oposto do que desejamos.Aceitamos calados, deprimidos, pois a nossa vontade nem sempre é levada em conta. É por isso que muitos reclamam demais da vida, falta coragem para assumir a direção.
A vida pede que cada um aceite a sua cota de responsabilidade e mesmo sem saber dirigir muito bem, que cada um pegue o seu volante e vá descobrir novos caminhos, cair em buracos, armadilhas na estrada e acabar descobrindo ao lado da pista de terra, há uma linda avenida pavimentada com capricho, onde você pode seguir seguro, com tranquilidade e até muito conforto.
A vida só pede uma decisão diária: você vai sentar e assumir o controle do seu carro", ou vai continuar pedindo que os outros dirijam para você? Não tenha medo de dirigir, ainda que você não saiba o caminho, existe e sempre existirá um Guia seguro que pode levar você de qualquer lugar para o destino desejado.
No nosso caso, a vida é o carro, o motorista é você, o caminho é o dia, o destino a Luz, e o guia, é claro, só pode ser Jesus.
Boa viagem!
A gente tem mania de procurar a felicidade nas grandes coisas, e esquece que ela está no pôr do sol de hoje à tarde, na gargalha da melhor amiga, na troca de olhares com desconhecidos, na música preferida tocada na rádio, em um simples SMS de bom dia... A felicidade se encontra ali, aqui, e em todo lugar, mas ultimamente nos tornamos tão cegos.
Páscoa... Ressurreição! A mudança, a transformação, o renascer! Que essa Páscoa não seja apenas o almoço em família, a brincadeira gostosa de esconder os ovos de chocolate e ver a alegria das crianças quando encontram... Que não seja também a tristeza daqueles que vão estar sozinhos ou dos que não podem comemorar com festas e chocolates, ou daqueles que estão doentes e sem esperanças. Que nesse dia todos tenham capacidade de entender o verdadeiro sentido da Páscoa. Que seja renovado em cada um a fé, a esperança, a capacidade de recomeçar, de perdoar, de respeitar o próximo, de pelo menos se esforçar para viver em harmonia e equilíbrio. Uma feliz Páscoa!