O maior mistério da vida? O amor!
A maior dádiva? Amar!
A maior simplicidade? A felicidade!
A maior riqueza? Ser feliz!
O maior egoísmo? A paixão!
O maior egoísta?O homem!
E como se mudar isso?
Somente com o maior mistério que é causado pelo maior egoísta!
O mundo moderno nos convida à correria e, em função disso, não temos tempo de observar a natureza, nossa grande mestra.
Quem olha o mar e percebe as marés, as ondas e os ventos pode verificar como tudo tem seu ciclo.
O dia e a noite, as estações do ano, o sol e a chuva, a vida e a morte. O ser humano, com sua sede de poder, procura imobilizar a vida e torná-la certinha, rígida como uma estátua. Mas a vida é dinâmica. Hoje você está bem, amanhã pode não estar...
A vida flui como as ondas do mar e, como um surfista, você precisa aprender a aproveitar suas subidas e descidas, mergulhar e retornar à tona, manter-se na superfície de acordo com o movimento da água.
Quando você resolve eliminar de sua vida o fluxo das ondas e permanecer apenas como observador passivo, você está anulando a sua força vital!... Afinal, a vida é uma interminável aventura. E a sabedoria está em saber surfar nas ondas da vida.
Depois de tantas evidências, tu já deves ter percebido que eu estou a gostar de ti, embora nunca tivéssemos qualquer contato mais próximo. Mas ainda assim, faço caras e bocas pra chamar a tua atenção, e procuro ser mais feminina e sedutora quando tu estás por perto.
Por saber que tu és muito verdadeiro, estou a escrever esta cartinha procurando não esconder os meus sentimentos. Também sei que, se um dia tu resolveres ficar comigo, é porque estarás mesmo decidido, e isto me deixará muito bem comigo mesma.
Algo mais fez com que eu escrevesse esta carta. É que observei, embora à distância, o teu modo de ser e parecer determinado e exigente. Contudo, tu tens sempre guardado um sorriso cordial e gentil, que inspira muita solidariedade e até uma ponta de romantismo.
Tu podes ter os teus dilemas, mas com certeza eu sentir-me-ia muito bem suprindo com amor todas as tuas dúvidas e todos os teus sonhos românticos. Tenho muito carinho e energia, estou certa que posso acompanhar-te sem medos.
Não escrevi só para agradar-te com elogios. Estou efetivamente a tentar convencer-te a ficar comigo, e imagino que franqueza é o tipo de atitude que mais te agrada. Eu estou determinada e cheia de vontade de fazer-te feliz, e ser feliz também.
Não é fácil nos mantermos positivamente inspirados para aquelas atividades que repetimos todos os dias, e para complicar mais ainda, nem sempre temos o privilégio de poder deixar para depois aquilo que nos incomoda em determinado dia.
Por isso a convivência diária com a família, ou colegas de trabalho, pode ser um pouco desgastante. A alegria não nos envolve todos os dias, e algumas vezes tudo que mais queríamos é que tudo fosse diferente.
Mas para a maioria dos meros mortais, como nós, o que resta é ajustar-nos da melhor forma possível a estas imposições diárias, e tentar fazer o máximo para encontrarmos mais vezes com a felicidade. Precisamos procurar todos os dias por novos estímulos para executarmos melhor as atividades mais tediosas.
Tente incluir pequenos atos que podem o fazer mais feliz, como ouvir uma música ou executar tal tarefa enquanto conversa com um amigo, deixando o momento mais descontraído. Caso não seja possível adicionar este tipo de estímulo, utilize-o antes ou depois da atividade, pelo menos assim a felicidade aparece de qualquer jeito, seja no início ou no fim.
Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
- Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
- Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
- Obrigada, minha amiga - agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
- Agora que seus filhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
- Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
- Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
- Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
- Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.
MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.
Nicéas Romeo Zanchett