Um Urso procurava por entre as árvores, pequenos frutos silvestres para sua refeição matinal, quando deu de cara com uma árvore caída, dentro da qual, um enxame de abelhas guardava seu precioso favo de mel.
O Urso, com bastante cuidado, começou a farejar em volta do tronco tentando descobrir se as abelhas estavam em casa.
Nesse exato momento, uma das abelhas estava voltando do campo, onde fora coletar néctar das flores, para levar à colmeia, e deu de cara com o matreiro e curioso visitante.
Receosa do que pretendia o Urso fazer em seguida, ela voou até ele, deu-lhe uma ferroada e desapareceu no oco da árvore caída.
O Urso, tomado de dor pela ferroada, ficou furioso, e incontrolável, pulou em cima do tronco com unhas e dentes, disposto a destruir o ninho das abelhas. Mas, isso apenas o fez provocar uma reação de toda colmeia.
Assim, ao pobre Urso, só restou fugir o mais depressa que pode em direção a um pequeno lago, onde, depois de nele mergulhar e permanecer imerso, finalmente se pôs à salvo.
Moral da História:
É mais sábio suportar uma simples provocação em silêncio, que despertar a fúria incontrolável de um inimigo mais poderoso.
Quando hoje adormecer, você estará no meu pensamento. Como sempre, vou fechar os olhos e imaginar que me está abraçando. Sei que vou sonhar com você, com nossa história e com o sentimento que nos mantém tão próximos. Esta noite serei feliz porque você vive em mim!
Tenha também um bom descanso, meu amor! Sinta o meu carinho embalando seu anoitecer, junto com o lindo brilho das estrelas. Amanhã será um novo dia, mas aquilo que nos une permanecerá para sempre da mesma forma.
Às vezes olho para as nossas mãos entrelaçadas e vejo o quanto você faz bem para mim. O quanto você foi a pessoa que mais me mimou e deu o ombro. Até quando tropecei e mesmo sem cair você estava ali, pronto para me segurar e me fazer acreditar que, tudo vai ficar melhor. Ao seu lado, pude perceber que estou totalmente segura, protegida e o melhor de tudo, amada.
E tem aquele amigo que você nem vê mais, mas que faz falta.
Aquele que te chamava de chata, de feia e que se preocupava contigo, que te fazia rir quando você acha que nada mais irá te fazer sorrir, que apesar de tudo não esquecia de você.
Aquele que você conheceu por um acaso, mas que se fez tão especial que virou irmandade.
Aquele que faz falta...
Aquele que você não vai esquecer passe o tempo que passar.
Segundo Domingo de agosto
Comemora-se o Dia dos Pais
E os pais que vivem isolados
Em quartinhos de quintais
Os pais que vivem mudos
Porque os filhos sabem mais?
Asilos e casas de repouso
Vivem esses marginais
Marginalizados pelos filhos
Essas feras racionais
Deus sabe quanto lutaram
Para criar esses filhos
Hoje homens formados
Que jogam seus pais em asilos
Quantos hoje são mendigos
Mãos estendidas pedem auxílio
Se eles ficam em casa
São verdadeiros empecilhos
Enquanto os velhos mendigam
Os jovens vivem tranquilos
Os filhos ouvem música
Ou assistem televisão
E o velho pai onde está?
Sentado na cama no porão
Meu pai não gosta de nada
Vive bem com a solidão
Desci as escadas e fui ver
Vi o velho esfregando as mãos
Estava muito gelada
Com o frio da ingratidão
O absurdo dos absurdos
Eu quero contar pra vocês
Conheço um velho pai doente
Filhos casados tem três
Três casas para ficar
Cada casa fica um mês
Eu pergunto a mim mesmo
Que mal este velho fez?
Por que os filhos têm tudo
E os pais nunca tem vez?
Tudo o que bate volta
É um grande ditado
Se teu pai vive assim
Tenha muito cuidado
O tempo corre, a vida passa
E você já está escalado
A dormir no porão úmido
E teu filho no sobrado
Quem semeia semente ruim
Vai colher fruto estragado...