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Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja e disse ao sacerdote: – Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: – Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Fez uma pausa e continuou: – Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu doo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: – Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada. Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem. No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.

Amigo caminha lado a lado, encara o perigo e, nas simples desventuras, sempre nos ampara e acalma, com muita ternura nos ouve, consola e embala; quando estamos pedindo colo. E nas horas de grande apuro, busca a palavra mais certa, nos acolhe, nos anima, nos enche de alegrias e de esperanças em novos dias.

Te amo com toda a inocência de uma criança, com toda a malícia de uma adolescente, mas acima de tudo, com todos os meus sentimentos de mulher!

Muitas pessoas cuidam do corpo e da aparência em busca da admiração e do amor dos outros. Há também quem negligencie-se em nome de outros, e simplesmente perca qualquer vaidade. Há quem, por complexos com o corpo, esconda a beleza que tem. E há quem fique mais focado nas imperfeições do que nos aspectos positivos do corpo.

Todo mundo possui uma beleza única e singular. Mas para encontrar esta beleza e colocá-la para fora, é preciso se amar. É preciso aprender a gostar e valorizar o próprio corpo e a personalidade, é preciso se reconciliar com as "imperfeições", e colocar a melhor versão de si mesmo para fora. É só com amor-próprio, com amor e respeito pelo próprio corpo pela própria vida, que é possível alcançar a autoconfiança e despertar a real admiração dos outros.

Coloque-se sempre em primeiro lugar, aprenda a se amar como você é, seja o amor da sua vida, arrume-se para você, não para os outros. Sinta-se bem na sua pele e a sua beleza vai transparecer para o mundo!

Ontem à noite, ao observar o céu, que estava limpo e estrelado, lembrei-me de ti... Havia lá uma estrelinha que eu nunca tinha visto, uma estrelinha distante, mas tão brilhante e cheia de calor que me fez pensar em ti, nesta amizade clara e luminosa que soubemos construir desde o dia em que nos conhecemos.
A visão daquela estrela trouxe-me ao pensamento os conceitos de companheirismo e solidariedade. A visão daquela estrelinha fez-me lembrar de ti porque, por mais distante que estejas, trazes-me sempre calor ao coração e ajudas-me sempre iluminar as ideias e os próximos passos.
Minha querida, ser tua amiga traz-me sempre alento e esperança. Ser tua amiga traz-me sempre a certeza de que a paz, a harmonia e a solidariedade são possíveis de existir neste mundo e, principalmente, de reinarem nos nossos corações.