Em um mundo perfeito jamais haveria discriminação baseada em tons de pele ou qualquer tipo de preconceito. Em um mundo perfeito olharíamos nos olhos uns dos outros e nem perceberíamos que somos de cores diferentes. Mas o nosso mundo não é perfeito, pois quem lá vive também não é.
Mas para que seja assim perfeito depende apenas de cada um, e sempre que uma pessoa supera seu preconceito, ultrapassa a ignorância do racismo, o mundo fica mais rico. Então, lutemos! Virar a cara, calar, fazer de conta não são opções!
O que está mal deve ser mudado, e quem tem consciência desse mal deve lutar contra ele e tentar abrir os olhos dos seus próximos. Brancos, negros, amarelos, vermelhos, azuis... Lá dentro somos todos iguais, todos filhos de Deus, todos criados pela mesma natureza!
Lutemos para que um dia nos consigamos ver uns aos outros apenas como humanos!
Olá... está triste?
Hoje é seu aniversário, né?
Seria legal se o pessoal lembrasse sem ter que falar nada, né?
Afinal neste dia bate uma depressão.
Necessidade de carinho e atenção.
Será que alguém vai lembrar?
Ninguém vai falar nada?
Poxa, ninguém lembra que dia é hoje?
Falem alguma coisa, qualquer coisa:... Oi...
Se você já passou por isso, não se preocupe.
Todos nós já passamos.
Só que eu... Jamais esqueço de você!
Parabéns e Feliz aniversário!
Tenho saudade do teu nome,
da cor da tua pele,
do sorriso que engole meu beijo,
do incolor das horas que vão depressa.
Tenho fome do carinho que conforta,
do colo que deita minha cabeça,
do calor que traz com o beijo,
as palavras que só amantes sussurram.
Tenho medo, algumas vezes,
que esqueça meu carinho noutro,
que nossa água não mate mais a sede
desta louca vida distante dos olhos.
Tenho sonhos, ainda agora mais apaixonado,
corro meus desejos por onde jamais imaginei,
faço planos para dois, nós é claro,
como se nada é espera, nada é para depois.
Tenho horas de desespero, um pouco,
quando lembro onde está, não sei com quem,
preciso então me lembrar que é amor o que sinto,
tanto, que jamais serei capaz de mostrá-lo.
Eu tinha um medo mortal de não ser ninguém. De chegar sem ninguém me cumprimentar pelo caminho, de não notarem que eu mudei meu perfume, de não pedirem minha opinião, de começarem sem mim, de terminar sem ninguém.
O meu medo, mesmo mortal, não era o da morte, era o de não ser a mais ilustre dentre as comidas dos vermes. Eu quero que os vermes me guardem para comer no Natal ou quando chegar algum parente de longe que eles queiram impressionar.
Imagine quão desesperadora é a ideia do esquecimento para o homem moderno: já quase não nos sobram mais árvores nem tempo para escrever. Só nos resta então, ter filhos. Mas o amor aos meus filhos impediu-me de tê-los para viver as mesmas angústias que eu.
Eu desisti da vida muito jovem, quando ainda me sobravam vários dentes mas poucos motivos para sorrir. Agora, o arrependimento e o medo do esquecimento me perseguem e aqui me posto a escrever minhas memórias, por vezes trágicas, por vezes cômicas, mas quase sempre vis.
Arlindo da Souza e Cruz
Minha irmã, minha heroína de armadura invisível, hoje eu quero lhe agradecer por tudo. Pela forma como quando vim ao mundo, muito depois de você já ter chegado, você me acolheu com todo carinho e desde então tem me guiado e apoiado.
Você sempre foi muito mais que uma irmã, muito mais que uma amiga, às vezes foi também mãe. Mas certamente sempre foi consolo, apoio, guia, amor e carinho abundantes, e naturalmente o melhor exemplo a seguir e que tanto me ensinou.
Minha querida irmã, eu lhe devo muito, mas você tem todo meu amor e respeito porque em você eu reconheço uma extraordinária mulher e amiga, e é a pessoa mais generosa e altruísta que já conheci. Eu admiro e amo muito você!