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Pelo apoio do lar;
pelo amparo da escola;
pela proteção do trabalho;
pela alegria de servir;
pela defesa da higiene;
pelo aviso da experiência;
pelo exercício da tolerância;
pela capacidade de ser útil;
pelo dom de discernir;
pela força da paciência;
pelo amigo que me socorre;
pelo adversário que me instrui;
pelos estímulos com que me conduzes;
pelas provações com que me esclareces;
pelas dificuldades com que me controlas;
pela energia da esperança e
por todas as bênçãos de amor que me proporcionas,
através dos entes queridos que me confias,

Obrigado meu Deus !...

Tu és o grande mestre. Ajoelho-me diante de ti.
Tudo o que é bom vem de ti e por isso eu te peço: o senso estético de um artista, a destreza manual de um cirurgião e a paciência de um monge.
Afasta do meu caminho a cobiça. Dá-me correção nas atitudes e força para poder aliviar, ao menos, uma parte da carga de sofrimento dos meus semelhantes.
Dá-me a graça de compreender o privilégio que tu me concedes. Dá-me a graça de confiar em ti, com a fé simples de uma criança.
Amém!

Não devemos parar de desfrutar a vida já que ela nunca faz pausas para nos ver chorar.

E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor pensar que a última vez que se encontraram se curtiram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

Rubem Braga - trecho do livro "A Traição das Elegantes"

Você chegou à minha vida e nem percebeu a felicidade que me trouxe, mas eu fiz questão de agradecer diariamente com muito carinho. Hoje já lhe consigo fazer entender a grande importância que tem para o meu dia a dia e posso lhe prometer que estarei sempre do seu lado em todos os momentos.

Quero ser um bom exemplo e lutar também pelos seus sonhos. Para mim você será sempre uma criança, aquele irmão mais novo ao qual devo toda proteção. E quanto ao amor que nos une, esse já é mais que eterno!