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Dizer adeus a um grande amor, é renunciar de uma parte maravilhosa da nossa vida. É uma decisão difícil que nos deixa marcas no coração, e quando a tomamos é porque não temos mesmo alternativa.

Ficam guardadas promessas que acabaram em lágrimas, recordações que nunca mais se repetirão. É preciso determinação para abrir mão de algo que foi tão importante, mas o caminho é em frente, as oportunidades não se esgotam e a felicidade nunca se perderá com o término de um relacionamento.

Uma noite de verão um jovem que vivia na Escócia, em sua caminhada de volta para casa vindo do povoado onde trabalhava, decidiu pegar um atalho.
Aquela região era conhecida pelas abandonadas pedreiras de rocha calcária, que formavam enormes abismos. Ele sabia que passaria próximo de uma destas pedreiras, mas também sabia que seria tranquilo. A noite era negra, sem estrela nem luar para ajudar a visão, mas o jovem seguiu entre rochas e arbustos.
Repentinamente ouviu uma voz chamar com grande urgência, - Peter! Ele se assustou mas parou e respondeu, - Sim, quem é? O que quer?
Não houve resposta – somente a brisa suave.
Percebeu que tinha se equivocado e deu mais alguns passos. Então ouviu a voz outra vez, desta vez parecendo mais urgente que a primeira:
- Peter!
Ele parou morto de medo, curvou-se para a frente tentando perscrutar na escuridão e ajoelhou. Estendeu a mão para tatear o chão à sua frente, mas só encontrou o vazio. Era a pedreira! De fato, quando Peter cuidadosamente apalpou o terreno à sua volta, percebeu que estava parado na borda da pedreira abandonada, a um curto passo antes de um mergulho fatal no abismo. No meio da escuridão, naquela área desolada, alguém o conhecia e alguém se preocupou com ele.
Peter Marshall nunca se esqueceu do incidente. Dedicou sua vida a quem tinha lhe chamado pelo nome e se tornou um grande evangelizador. Você já percebeu que Deus também lhe conhece pelo nome – e sabe tudo sobre você?

Perdoar não significa esquecer as marcas profundas que nos deixaram,
ou mesmo fechar os olhos para a maldade alheia.
Perdoar é desenvolver um sentimento profundo de compreensão,
por saber que nós e os outros ainda estamos distantes de agir corretamente.
Por não estarmos, momentaneamente em completo contato
com a intimidade de nossa criação divina,
e que todos nos temos em várias ocasiões,
gestos de irreflexão e ações inadequadas.

Na paz encontra-se a resposta que vem
da lógica de tudo que não se explica.
Na paz determina-se o modo seguro de caminhar.
Na paz o caminho fica claro e não se sente o cansaço,
nem o desânimo.
Na paz o ar que entra e limpa tudo
lá dentro, não carrega o que pode sujar lá fora.
Na paz resolve-se o quebra-cabeça que deixa
em muitos, depois de montado, a sensação de
que ele ainda permanece na caixa.
Na paz o sangue percorre todo o corpo,
garantindo a vida saudável.
Na paz, homens e mulheres se respeitam
e se ajudam, pois são fortes e indispensáveis
para hastearem a bandeira branca.
Na paz estamos, todos juntos, representando
de mãos unidas, a presença de Deus.

A autoestima não se compra, não se empresta, não se oferece. Você, minha amiga, tem todos os motivos para se alegrar com tudo que a vida lhe oferece desde sempre.

Mas não, você não consegue se ajudar, não se livra dessa falta de amor próprio e de orgulho por ser a pessoa maravilhosa que é. Se liga, amiga, por favor. É urgente que você se ajude a recompor e a prosseguir seu caminho com outra visão, com outro interesse. Força!