Não podemos sarar nem construir se esse curar e construir forem entendidos como um processo unívoco, com as vítimas das injustiças do passado perdoando e os beneficiários em um mero contentamento de gratidão. Juntos, temos que estar dispostos para corrigir os defeitos do passado.
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A honra pertence aos que não renunciam à verdade nem quando as coisas parecem negras e terríveis, aos que tentam repetidamente, que nunca desanimam com os insultos, com a humilhação e até com a derrota.
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É um grave erro para qualquer líder ser demasiado sensível face à crítica, conduzir discussões como se ele ou ela fosse um mestre falando com alunos menos informados ou inexperientes.
Nelson Mandela
Meu amor, completamos hoje um mês de namoro, e mesmo que ainda seja pouco o tempo em que estamos juntos, acredite que ao seu lado já vivi momentos muito especiais.
São ocasiões assim maravilhosas que espero que se repitam hoje, amanhã e sempre. Você me faz descobrir a cada dia o sabor da felicidade e eu só posso agradecer por ter na minha vida alguém que me completa de verdade.
Quando a vida começava no mundo, os pássaros sofriam bastante. Pousavam nas árvores e sabiam voar, mas como haviam de criar filhotinhos? Isso era muito difícil.
Obrigados a deixar os ovos no chão, viam-se, quase sempre, perseguidos e humilhados. A chuva resfriava-os e os grandes animais, pisando neles, quebravam-nos sem compaixão. E as cobras? Essas rastejavam no solo, procurando-os para devorá-los, na presença dos próprios pais, aterrados e trêmulos.
Conta-se que, por isso, as aves se reuniram e rogaram ao Pai celestial lhes desse o socorro necessário.
Deus ouviu-as e enviou-lhes um anjo que passou a orientá-las na construção do ninho.
Os pássaros não dispunham de mãos. entretanto, o mensageiro inspirou-os a usar os biquinhos e, mostrando-lhes os braços amigos das árvores, ensinou-os a transportar pequeninas migalhas da floresta, ajudando-os a tecer ninhos no alto.
Os filhotinhos começaram a nascer sem aborrecimentos, e, quando as tempestades apareceram, houve segurança geral.
Reconhecendo que o Pai Celeste havia respondido às suas orações, as aves combinaram entre si cantar todos os dias, em louvor do Santo Nome de Deus.
Por essa razão, há passarinhos que se fazem ouvir pela manhã, outros durante o dia e outros, ainda, no transcurso da noite.
Quando encontrarmos uma ave cantando, lembremo-nos, pois, de que do seu coraçãozinho, coberto de penas, está saindo o eterno agradecimento que Deus está ouvindo nos céus.
Acho uma pena que falar em coração tenha se tornado uma coisa tão antiga.
Mas o fato é que tornou-se.
Coração dilacerado, coração em pedaços, coração na mão...
Sentimos tudo isso, mas a verbalização soa piegas.
E, no entanto, estamos falando dele, do nosso órgão mais vital, do nosso armazenador de emoções, do mais forte opositor do cérebro, este sim, em fase de grande prestígio.
O que está em alta?
Inteligência, raciocínio, lógica, perspicácia!
Gostamos de pessoas que pensam rápido, que são coerentes, que evoluem, que fazem os outros rirem com suas ironias e comentários espertos.
Toda essa eficiência só corre risco de desandar quando entra em cena o inimigo número 1 do cérebro: o coração.
É o coração que faz com que uma super mulher independente derrame baldes de lágrimas por causa de uma discussão com o namorado.
É o coração que faz com que o empresário que precisa enxugar a folha de pagamento relute em demitir um pai de família.
É o coração que faz com que todos tremam seus queixinhos quando o Faustão põe no ar o quadro arquivo confidencial!
Eu gostaria que o coração fosse reabilitado, que a simples menção dessa palavra não sugerisse sentimentalismo barato, mas para isso é preciso tratá-lo com o mesmo respeito com que tratamos o cérebro, e com a mesma economia.
Se a expressão "beijo no coração" é considerada "over", voltemos a ser simples.
Mandemos beijos e abraços sem determinar onde; quem os receber, tratará de senti-los no local adequado.
É quando estamos de bem com a vida que surgem os invejosos e as pessoas que não conseguem encarar bem nosso sucesso. O ponto favorável é que é precisamente nessa fase que estamos mais indiferentes a tudo que falam de nós.
Não vou perder tempo me preocupando com quem não gosta de mim, se posso me ocupar com meus planos, sonhos e com tudo que atualmente me faz bem. Nada nem ninguém será capaz de estragar a minha felicidade.