As Doninhas e os Ratos estavam sempre em pé de guerra uns contra os outros. À cada batalha, as Doninhas sempre saíam vitoriosas, levando consigo um grande número de Ratos, que lhes serviam de refeição para o dia seguinte. Desesperados, os Ratos resolveram formar um conselho para tratar do assunto, e assim chegaram à conclusão, que os Ratos sempre levavam desvantagem porque não tinham um líder.
Definida a questão, em seguida, um grande número de generais e comandantes foram escolhidos dentre os mais eminentes e notórios Ratos da comunidade. Isso, evidentemente era motivo de orgulho para aqueles que, sendo mais bem posicionados socialmente, enxergavam ali uma clara forma de reconhecimento público desse status.
Para diferenciá-los dos soldados comuns, quando estivessem na linha de frente, em meio ao campo de batalha, os novos líderes orgulhosamente ostentavam sobre suas cabeças, ornamentos e adereços feitos de penas ou palha. Então, depois de uma longa preparação da tropa de Ratos, após muitos estudos em táticas de guerrilha, eles enviaram um desafio para as Doninhas.
As Doninhas, claro, aceitaram o desafio com ânsia, uma vez que, "estar sempre de prontidão para a luta" era seu lema, especialmente quando estavam de olho numa refeição. Assim, imediatamente atacaram a brigada dos Ratos em grande número. Logo a linha de frente dos Ratos sucumbiu diante do ataque, e o restante da armada imediatamente bateu em retirada, numa fuga desesperada para se abrigarem em seus buracos.
Os soldados rasos entraram com facilidade em suas estreitas tocas, mas os Ratos líderes não tiveram a mesma sorte, uma vez que, não conseguiram entrar a tempo em seus abrigos. Ocorre que os exagerados adereços que carregavam sobre suas cabeças, atrapalharam de forma decisiva seus movimentos. Assim, nenhum deles conseguiu escapar do ataque das famintas Doninhas.
Moral da História:
A Grandeza tem suas desvantagens.
A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso. -Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso. - Como posso gostar? - A Cegonha respondeu. vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa. Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima. - Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha? A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado. MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.
Era uma vez um homem que conduzia uma carroça cheia de abóboras.
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a desanimar e pensou: "Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas". Enquanto isto passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás.
As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares. Nossa vida é como esta carroça de abóboras. Às vezes parece que nada dá certo e as coisas não se ajeitam. Não compreendemos e queremos fazer tudo de acordo com nossa vontade.
Mas, não desanimemos. Tenhamos fé em Deus. Deixemos Deus agir do seu jeito. Deixemos Ele fazer o que é melhor para nossa vida. Acreditemos em Deus e dias melhores virão. Com Deus no comando não há o que temermos. Continuemos caminhando e que Deus nos acompanhe.
Diante de seu olhar. Belo como uma safira, admirei o brilho com que me refletia nele... Emanando forças que jamais esquecerei. Provocando arrepios na minha pele.
Seu olhar... Ah! Seu olhar. O profundo azul por ele exalado sustenta meu olhar no seu e falam por nós, revelam por nós sentimentos inesperados.
O tênue fio de luz a nós unir, anônimo, magnético, imantando nossos corpos, prendendo nossos sentidos.
Ah, seu olhar... Foi ele que me arrebatou, esse olhar mágico, esse olhar bandido!
Foi Deus quem nos uniu. É Ele o responsável pela nossa ligação. E será sempre o Senhor a manter viva a chama do amor – essa que nos mantêm juntos, meu amor! Parabéns por mais um ano de casamento!
Sinto que a felicidade não tem mais espaço no meu corpo. Sou a pessoa mais realizada do mundo e talvez por isso passe meu tempo com um sorriso único. Agradeço por tudo, meu amor! Beijo.