Quando você desiste de buscar a felicidade está desperdiçando a maior oportunidade da sua vida. É verdade que nem sempre é fácil consegui-la e algumas tentativas acabarão por ser em vão, mas para quem persiste em lutar a recompensa acaba por chegar.
Não abaixe os braços mesmo que esteja difícil, não abrande o passo por muito tempo que essa batalha dure. Você será ricamente abençoado por essa sua persistência.
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta. Antes idiota que infeliz!
Arnaldo Jabor
Depois de muita ansiedade, grandes expectativas e dias que pareciam nunca mais acabar, eis que chegou ao mundo o tesouro que vocês estavam esperando. É um momento único de alegria que vocês devem aproveitar ao máximo.
Esse bebê será com certeza muito amado e vocês serão os melhores pais que ele poderia ter. Muitos parabéns e que as bênçãos para toda a família nunca parem de aumentar!
A partir de hoje, Olharei as coisas com amor e renascerei...
Amarei o sol, pois aquece meu corpo...
No entanto, amarei a chuva, pois purifica o meu espírito...
Amarei a luz, pois me mostra o caminho...
Amarei também a escuridão, pois me faz ver as estrelas...
Receberei a felicidade, que engrandece meu coração, mas tolerarei a tristeza, pois abre minha alma...
Receberei as recompensas pois elas me pertencem, mas também aceitarei de bom grado os obstáculos, pois eles são os meus desafios...
A partir de hoje, Olharei as coisas com amor e renascerei...
Eu tinha dez anos e quando se aproximava o Natal, eu queria um trem elétrico. Os tempos eram de recessão econômica mas, ainda assim, minha mãe e meu pai deram-me um maravilhoso trem elétrico.
Na manhã do Natal fiquei radiante observando meu trem. As horas seguintes dediquei exclusivamente para brincar, observando a locomotiva puxando os vagões para a frente e para trás.
Minha mãe disse que comprara um trenzinho para Mark, o filho da senhora Hansen, uma pobre viúva que morava na rua de baixo. Quando olhei seu trem, percebi que era muito mais simples que o meu mas que tinha um vagão tanque que admirei bastante. Implorei e minha mãe sucumbiu ao meu pedido e me deu o vagão tanque. Eu o coloquei em meu treme fiquei muito satisfeito com o resultado.
Mais tarde, minha mãe e eu fomos levar os vagões restantes e a locomotiva para o Mark Hansen. O menino era um ou dois anos mais velho do que eu. Ele jamais esperava tal presente. Ficou muito satisfeito e alegre. Com as mãos, ele movimentou a locomotiva, que não era elétrica nem tão cara como a minha, e era pura alegria com a locomotiva e os dois vagões.
Tive uma terrível sensação de culpa quando voltei pra casa. O vagão tanque já não me encantava mais. De repente, peguei o vagão tanque e mais dois vagões de meu trem, corri até a casa de Mark e anunciei orgulhoso
- Nós esquecemos de trazer três vagões que pertencem ao seu trem. Eu não sei quando uma outra atitude me fará sentir melhor do que essa experiência de um menino de dez anos de idade.