Sujos sentidos no escuro
Brisa leve
Rosto pálido
Um grito se escuta
Mas o mundo está só!
Na imensidão
O infinito parece te olhar
E o mar, que de longe se avista,
Bate ondas com o vento.
De repente,
Uma luz estranha aparece
Tudo paralisa
E os olhos congelam.
Nada faz sentido
Perante o juízo.
Um tremor começa a aparecer
E os olhos lacrimejantes
Parecem esperar uma resposta.
Resposta essa que decidirá
O que exatamente não foi descoberto:
Uns dizem ser o bem e o mal
Eu acredito que será o final
Mas o que podemos dizer sobre isso?
Os sonhos desapareceram
Palavras não são escutadas
Gestos não são vistos
O corpo vira apenas um detalhe
E o coração já não bate mais.
Penar em acordar?
Creio que não será possível.
O que sei ou o que penso saber,
É que não seremos nós a decidir
A vontade d'Ele é maior!
Somos loucos incompreendidos
À procura da salvação
E acabamos pedindo perdão,
Mas já é tarde de mais...
Preferimos acreditar que somos imortais
E que o mundo é nosso
E nos esquecemos do grande criador
Que nos deu o poder de achar
Ser o melhor.
Nos deu o poder da vida
e quem sabe também tirou.
Nos deu um castigo
Do qual não entendemos o que seja.
Apenas esperamos e vivemos
Da maneira que achamos ser certa.
Aguardando o momento
Em que poderemos dizer:
Estou Pronto!
E aí... Ah! Não tem como escapar.
É ela que vem chegando
Para nos dizer que chegou
A hora de ir embora.
E quando simplesmente
Dizemos adeus ao mundo,
Berros, suspiros, soluços,
E lágrimas...
E tudo se acaba, sem lógica
Só por acabar.
Isso é o que chamamos de
Morte!
Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos a dizer a alguém o que sentimos, demoramos a perdoar um amigo, demoramos a tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.
Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.
Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.
Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.
O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.
A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação... Atalho.
Querida amiga, há momentos em que sinto muito sua ausência. Quando isso acontece, relembro todas as tardes que passamos juntas, as aventuras sem fim que as duas partilhamos e esqueço por instantes que você agora está muito longe.
Hoje resolvi não recordar nada. Pensei simplesmente em enviar esta mensagem para que você saiba como sua amizade continua sendo importante para mim. Eu jamais esquecerei você.
Apaixonada pela vida, por seus amigos e por sua família, possui a capacidade louvável de abrir mão de si pelo bem de outra pessoa. Traz no rosto a marca inconfundível de um sorriso lindíssimo e iluminado, que contagia as nossas almas e traz paz aos nossos corações. Através de suas atitudes e exemplos, ajudou a melhorar a vida de muitas pessoas. Lembrar do teu semblante e da tua essência é um exercício maravilhoso! É como se pudéssemos contemplar a beleza de um anjo do céu. Isso é uma verdadeira mulher!
Certo dia um homem saía para trabalhar, pensando que aquele seria um dia comum como todos os outros.
Mas não era.
Seu pequeno filho, ao vê-lo saindo, gritava-lhe o nome, pedindo ao pai que o levasse junto ao trabalho.
O pai não resistiu ao olhar e ao pedido de seu filho. Aquele olhar meigo e amoroso de seu filho.
Então, pegando seu filho no colo, lhe beijou a face e o levou para o trabalho.
Os dois estavam muito felizes.
O homem trabalhava em uma ponte levadiça, e sua função era erguê-la para a passagem dos navios por ali, ou abaixá-la para a passagem dos trens, pois a ponte era de trilhos.
Por volta das 9:00 da manhã, o homem ouviu um apito de trem, e percebeu que era de passageiros, esse tipo de trem, na maioria das vezes transportavam aproximadamente umas 200 pessoas, então ele pensou logo em baixar a ponte, mas algo lhe tirou o fôlego.
Ele viu que seu filhinho estava brincando no meio das engrenagens da ponte, então começou a suar frio e entrar em desespero, pois não havia tempo para tirá-lo de lá.
Ele tinha que fazer uma escolha muito difícil, salvar a vida de seu único filho, e assim condenar aquelas 200 pessoas à morte, sem ao menos saberem o porquê, ou salvar a vida daquelas pessoas sacrificando assim seu único filho, ele tinha que escolher rápido, pois o trem se aproximava cada vez mais, então, com lágrimas nos olhos o homem disse: meu filho, me perdoe, e então ele baixou a ponte, e seu filho morreu.
Sei que esta história é muito triste, mas não se preocupe, ela é apenas ilustrativa.
Nesta história, o homem representa Deus e seu filho representa Jesus, e aquelas 200 pessoas representam você, sua família, seus amigos.