Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, joias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
Educação enferruja por falta de uso.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.
Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."
Eu sei que errei e agora sinto o gosto amargo do arrependimento por ter magoado alguém.
Quero lhe pedir desculpas, pois cometi erros infantis, atos impensados dos quais jamais se repetirão.
Já procurei palavras que justificasse minha falha com você, e a verdade é que não quero me justificar, e sim, de coração lhe pedir desculpas.
Vou superar as minhas fraquezas para evitar que coisas assim aconteçam novamente.
Nós sabemos que errar é humano, faz parte da vida, e reconhecer esses erros também.
Por favor, aceite as minhas desculpas.
Amor! Andei pensando muito em tudo que tenho feito inclusive com você querida, sei que não sou uma pessoa fácil, que às vezes me revolto e a pessoa que está mais próxima de mim é você e na maioria das vezes eu agrido sem que você mereça.
Tenho pensando no quanto seu carinho e dedicação para mim estão sendo presentes no bem que me quer.
E foi assim que resolvi dizer a você que estou agindo de modo contrário ao amor e carinho que tenho da sua pessoa.
Você sim me ama de verdade e é a grande amiga e companheira que possuo.
Vou tentar melhorar e é para o nosso bem, me perdoe se magoei você. Eu te amo muito e preciso do seu carinho para continuar a ser feliz.
Só me sentirei bem se você aceitar o que estou te pedindo, nosso relacionamento é muito precioso por isso precisamos esclarecer o que houve entre nós.
Você é bastante importante para mim. Tenha toda a certeza, aceite amor o meu pedido de desculpas de coração com carinho.
O carinho é a expressão do afeto, do amor. Tem gente que ama, mas não sabe demonstrar, não sabe usar nem gestos e nem palavras de carinho.
Amar e não demonstrar é como ter uma obra de arte rara guardada no peito, mas que não deixa ninguém saber que existe. Gostar e não demonstrar, é não compartilhar o que de melhor a vida nos dá.
Mas tem gente que é mesmo avarento. Não demonstra carinho não por incapacidade, mas porque não quer. Guarda o sentimento só para si, como se aquilo fosse acabar...
Ora, nessas coisas de afeto não se pode economizar! Até mesmo porque o carinho é aquele tipo de coisa que quanto mais se dá, mais se recebe.
Pobre de quem não dá carinho, podia ter uma vida tão mais rica!
Eu entrei apressada em nossa sala de jantar usando minha melhor roupa, preocupada em estar pronta para a reunião daquela noite. Gillian, minha filha de quatro anos, estava ouvindo e dançando uma de suas músicas favoritas.
Eu estava com muita pressa, perto de estar atrasada. Contudo uma pequena voz dentro de mim disse, "Pare".
Então eu parei. Eu a olhei. Agarrei sua mão e comecei a dançar. Minha filha de sete anos, Caitlin, veio ao nosso encontro, e eu a agarrei também. Nós três entramos numa de dançar por toda a sala. Estávamos rindo. Estávamos dançando. Os vizinhos poderiam ver os lunáticos através das janelas? Não importa.
A canção terminou e nossa dança terminou com ela. Eu dei um tapinha em seus fundilhos e mandei-as para o banho.
Subiram as escadas, suas gargalhadas ecoando pelas paredes. Eu voltei aos negócios. Eu estava inclinada, removendo alguns papéis de minha pasta, quando eu ouvi a mais nova dizer para sua irmã, - Caitlin, nossa mãe não é a melhor do mundo?
Eu me congelei. Como tão perto eu estive, por causa das pressas da vida, de perder esse momento. Meu pensamento foi aos prêmios e diplomas que cobrem as paredes de meu escritório. Nenhum prêmio, nenhuma realização poderia superar esta: Nossa mãe não é a melhor do mundo?
Minha criança disse isto aos quatro anos de idade.
Nossa mãe não é a melhor do mundo?
Isto não cabe em meu currículo. Mas eu o quero em minha lápide.