O amor é a pura flor de um jardim
Então ame o seu amado e nunca o deixe só
Por que o amor é eterno em toda vida
Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.
Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.
Colocando uma faca ao lado do bolo, disse: - Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.
Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.
Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.
E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.
E comemos, alegremente, as porções idênticas.
Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir – pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas – tudo era sempre dividido em partes iguais.
Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.
Um vencedor é sempre parte da resposta
Um perdedor é sempre parte do problema
Um vencedor possui sempre um programa
Um perdedor possui sempre uma desculpa
Um vencedor diz "Deixe-me ajudá-lo"
Um perdedor diz "Não é minha Obrigação"
Um vencedor vislumbra uma resposta
para cada problema
Um perdedor vê todos os problemas,
sem Resposta
Um vencedor diz "Pode ser difícil, mas
não impossível"
Um perdedor diz "pode ser possível,
mas é difícil"
Um vencedor entende que sem Deus
não poderá encontrar-se com o melhor,
para a sua Vida.
Um perdedor crê que pode viver sempre
baseado em seus Recursos próprios e seu
orgulho pessoal.
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"... E o bem comportado executivo?
O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta. E você? Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê? Por quem?
Seu coração vai aguentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...
Ser romântico é ter a coragem de cantar o amor, é ter a coragem de elevar o outro a condições de rei ou rainha, sem ser súdito.
É ver, na beleza do brilho do ser amado, mais intensidade que os raios de sol, embora para outra pessoa qualquer isso passe despercebido.
Quem não gostaria de embaixo de uma xícara de café da manhã, ou sobre a mesa de seu gabinete de trabalho, encontrar um envelope e poder ler algo assim:
Neste momento, penso em você e então quisera me transformar em vento.
E se assim fosse, chegaria agora como brisa fresca e tocaria leve sua janela.
E se você me escuta e me permite entrar, em você vou me enroscar quase sem tocar.
Vou roçar nos seus cabelos, soprar mansinho no ouvido, beijar sua boca macia, o embalar no meu carinho
Mas eu não sou vento... Agora sou só pensamento e estou pensando em você.
E se abrir sua janela, Eu estou chegando aí, Agora... neste momento, Em pensamento... no vento.