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Certo dia, num mosteiro Zen Budista, o mestre convocou todos os discípulos. Era preciso escolher um substituto para o guardião, que havia morrido. O mestre, com muita tranquilidade, falou:
- Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar.
Então o mestre colocou uma mesinha no centro da sala e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza para enfeitá-lo.
- Aí está o problema, disse o monge.
Todos ficaram olhando a cena: um vaso belíssimo, uma flor maravilhosa... O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? De repente, um dos discípulos sacou a espada, olhou o mestre e os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e zapt!
Destruiu tudo num só golpe! Tão logo o discípulo voltou ao seu lugar, o mestre falou:
- Você será o novo guardião do mosteiro.
Moral da história: não importa qual o problema, nem a maneira que ele se apresente. Se for um problema precisa ser eliminado. Mesmo que se trate de um homem ou uma mulher maravilhosa, um grande amor que acabou ou um sentimento doloroso.

As noites se tornaram demasiado longas, os dias demasiado sem graça, desde que você deixou de perfumar a minha vida com a sua mágica essência, desde que nosso relacionamento chegou na sua reta final.

Mas se nosso namoro acabou, o amor que eu sinto por você perdura, forte e em crescimento. E como são dolorosas as saudades que eu sinto de você, daquela que foi a mais perfeita das namoradas.

Como desejo poder recriar todos os momentos que vivemos juntos, como anseio poder construir novas e maravilhosas memórias que venham substituir ou acrescentar as que agora tanta dor e saudade me provocam. Eu ainda te amo, tanto ou mais do que antes!

Nasci para ser sua e de mais
ninguém.
Cresci esperando por algo ou
alguém.
E conheci você!

Descobri o que é amar no seu
colo.
Voei sob as nuvens e parei no
solo.
E conheci você!

Cometi erros e já caí no chão
molhado.
Lá sonhava com meu príncipe
encantado.
E conheci você!

Abraço meu corpo com a mão
aberta.
E o amor me toca de uma forma
certa.
Desde que conheci você!

Cheguei à conclusão de que é preciso manter a fé. A fé na amizade, a fé nas pessoas que nos cercam e nos dão carinho e conforto sempre que precisamos.
Cheguei à conclusão de que a amizade é a força capaz de direcionar bem os homens, as comunidades, o mundo, para um caminho de harmonia e compreensão. pois o amor envolve paixão e posse, sentimentos que acabam por contaminar os sentimentos mais puros de solidariedade e colaboração.
Assim, sinto-me uma pessoa de sorte, pois tenho-te como amigo(a), e tenho fé, profunda fé, de que poderei contar sempre contigo, da mesma forma que estou e estarei sempre à tua disposição, para tudo o que precisares.

Ela era jovem, era inteligente, elegante e de uma simpatia discreta que cativava a todos, ainda que não de imediato. Foram poucos os anos em que tive o prazer de conviver com ela, e me arrependo de não me ter esforçado para estar mais tempo ao seu lado.

Em pouco tempo ela demonstrou ter qualidade de uma grande amiga. Fiel, dedicada e atenciosa, sempre disposta a ouvir e a conversar. Foram tantos cafés e conversas, às vezes mais ou menos descontraídas, porque tínhamos tantas preocupações. Tínhamos as preocupações que só os jovens se podem dar o luxo de ter...

Fazíamos planos para o futuro e trabalhávamos pensando em realizar nossos objetivos. Hoje penso que gastamos tanto tempo com coisas sem importância. Quem me dera ter sorrido mais ao lado dela, ter tido mais momentos de festa e alegria.

Eram tantos os sonhos, e pareciam tão próximos. Agora o que nos resta é a memória do seu rosto suavemente alegre, com um sorriso desenhado, e o brilho nos olhos de quem sabia o que queria.

Nós, amigos, o que podemos fazer é, em sua honra e memória, viver. Sermos felizes e vivermos a vida em sua homenagem, em homenagem àqueles que já não estão entre nós. É respeitar o nosso tempo de vida, dando o melhor que temos, como fez a nossa amiga. Que ela brilhe no céu junto às estrelas, onde estava destinado a ser o seu lugar na terra.