Amizade convencional inexiste nesse mundo intitulado virtual!
Sem importar com o incomum, meus olhos chorões oscilam entre as letras
Que retratam a fala do amigo tão distante, porém, parte daqueles dias solitários.
Aonde aquele que nunca vi, aquece aos poucos meu convívio,
Ficando guardado em meus pensamentos como inesquecível momento.
Por inúmeras vezes, desejo fazer desse mundo virtual um lugar mais humano!
E sinto a necessidade de digitar a frase ?eu te amo?!
Mas para aquele que estar do outro lado da tela,
A frase poderá ser má interpretada.
Poderá não entender, que a frase tem um propósito certo.
Que o amor dito é um amor de amizade,
Tão bom e diferente daquele amor que nos faz imaginar coisas que nunca acontecem.
Não é fácil levar a alguém que nunca vimos,
Entender que o amor, mesmo que à distância traz bem estar!
E mesmo que não consigamos ter a facilidade de abraçar uma amizade virtual,
Não significa que não podemos sentir seu calor através de uma simples palavra, mesmo que digitada rapidamente.
Me surpreendo a cada dia de tanto afeto e cumplicidade que existem entre nós, prima, mesmo estando tão longe! Obrigada por existir de maneira tão especial em minha vida, e se na vida é possível ter certeza de alguma coisa, uma delas é a certeza de nos termos uma à outra sempre.
Fazemos planos para o futuro e lembramos do passado a cada vivência nova. E aqui entre nós, quanta vivência! Você hoje, apesar de não estar sempre presente devido à distância, sabe mais do que ninguém tudo sobre mim e me sinto segura de lhe contar qualquer coisa.
Me sinto muitíssimo feliz por podermos andar juntas; você plantou no meu coração, como ninguém, esse sentimento que transcende distâncias, amizade, tornando você essencial em minha vida. Te amo prima, para sempre!
Era hora de ir para a cama, e o Coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do Coelho Pai.
Ele queria ter certeza de que o Coelho Pai estava ouvindo.
- Adivinha quanto eu te amo? - disse ele.
- Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar - respondeu o Coelho Pai.
- Tudo isso - disse o Coelhinho, esticando seus bracinhos o máximo que podia.
Só que o Coelho Pai tinha os braços mais compridos. E disse:
- E eu te amo tudo isto !
Huuum, isso é um bocado, pensou o Coelhinho.
- Eu te amo toda a minha altura - disse o Coelhinho.
- E eu te amo toda minha altura - disse o Coelho Pai.
Puxa, isso é bem alto, pensou o Coelhinho. Eu queria ter os braços compridos assim.
Então o Coelhinho teve uma boa ideia. Ele se virou de ponta cabeça, apoiando as patinhas na árvore.
- Eu te amo até as pontas dos dedos de meus pés!
- E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés - disse o
Coelho Pai balançando o filho no ar.
- Eu te amo a altura de meu pulo! - riu o Coelhinho saltando, para lá e para cá.
- E eu te amo a altura do meu pulo - riu também o Coelho Pai e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos das árvores.
- Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio - gritou o Coelhinho.
- Eu te amo até depois do rio até as colinas - disse o Coelho Pai.
É uma bela distância, pensou o Coelhinho.
Ele estava sonolento demais para continuar pensando.
Então ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite.
Nada podia ser maior do que o Céu.
- Eu te amo ATÉ A LUA! - disse ele, e fechou os olhos.
- Puxa, isso é longe disse o Coelho Pai. Longe mesmo!
O Coelho Pai deitou o Coelhinho na sua caminha de folhas. E então se inclinou para lhe dar um beijo de Boa Noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo:
- Eu te amo até a lua...IDA E VOLTA !
Se você mantiver os olhos abertos, sempre há algo para ver
"Eu amo as cores. Tenho de tê-las. Adoro aquarelas, lápis de cera, pastéis, marcadores, tintas, quanto mais variados, melhor. Tenho de estar o tempo todo fazendo algo e me ocupando. Caso contrário, a vida fica muito monótona. Vou até a clínica e ajudo. Não importa o que eu faça lá – encher envelopes, colocar etiquetas em pastas, qualquer coisa que eles precisem que seja feita. E o tempo todo, fico assistindo ao espetáculo. A equipe corre de um lado para o outro, os pacientes tentam conseguir o que querem. Todos estão fazendo suas coisas e eu tenho um assento na primeira fila. É assim que vou seguindo em frente. Não sinto pena nenhuma de quem fica sentado em casa, reclamando que não tem vida. Se quiserem dar uma olhada, há um mundo inteiro aqui fora." Lila Lane 77 anos
A gentileza nunca é desperdiçada
"Eu não acredito que tenha quase cem anos e ainda possa lhe contar coisas que aconteceram quando eu era uma menininha. Lembro daquele fazendeiro velho e rabugento que vivia perto de nós. Ainda posso ouvi-lo gritando conosco quando meus irmãos, minha irmã e eu cortávamos caminho pelas terras dele a caminho da escola. Mas no auge do inverno, quando a neve estava funda demais para qualquer atalho, ali estava ele, surgindo pelo caminho com a sua carroça para garantir que chegássemos à escola antes de congelarmos até a morte. Você se lembra de coisas assim, de pessoas que foram boas para você. Quando eu tinha 17 anos e estava saindo de casa pela primeira vez, pequei o trem e sentei-me de frente para uma velha senhora. Nós nos atrasamos em Chicago e ficamos sentadas ali por muito tempo. Eu estava faminta. De repente, a senhora enfiou a mão na bolsa e me deu uma maçã. Até hoje, sinto o gosto dessa maçã." Agnes McDougal 98 anos
O poder de um abraço, a força de um colo, de um ombro para chorar; tudo isso é maravilhoso, reconfortante. E é tudo isso e ainda mais que recebo de você! Agradeço.
A vida, por vezes, machuca. As decisões vêm carregadas de consequências. Ninguém fica a salvo das opções que toma. E é aí que seu papel surge na perfeição!
Seu apoio incondicional, suas palavras sábias de ânimo e motivação. Até seu olhar tem um peso gigante na minha recuperação. Seu ombro amigo, seu colo é tudo que preciso para renascer a cada queda, a cada levantar. Agradeço por tudo - sempre!