Uma das práticas mais destrutivas dentro de um lar ou de uma empresa é a de ser desnecessariamente crítico.
Isto acontece quando nos colocamos na posição de juízes dos nossos familiares e colegas de trabalho.
A consequência natural são os comentários, muitas vezes injustos e cruéis, feitos na frente ou pelas costas.
Muito frequentemente nós somos como a pessoa que escreveu este poema anônimo falando de si mesma: Faltas nos outros eu posso ver Mas graças a Deus, não há nenhuma no meu ser.
Eu gosto da história de um homem que tinha o vício de criticar.
Uma tarde, enquanto esperava o ônibus, ele ficou na frente de uma loja de animais empalhados. No centro da vitrine tinha uma coruja grande que atraía a atenção de todos os que passavam por ali. O crítico começou a criticar o trabalho do empalhador: - Se eu não conseguisse fazer algo melhor do que essa coruja, ele disse para o grupo ali reunido, eu procuraria outro emprego. Veja só como a cabeça não está proporcional ao corpo, a pose do corpo não é natural e o pé está apontando na direção errada.
Quando ele acabou de dizer isto a coruja virou a cabeça na sua direção e piscou para ele.
Os que estavam ali começaram a rir enquanto o crítico saía correndo.
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênue nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparar que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz perfeita.
Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê?
"Porque" explicou o rei: "paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor."
"Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração." "Este é o verdadeiro significado da paz"
Os sonhos e as emoções fortalecem a vida e dão sentido ao tempo vivido, justificam os erros e os acertos de uma existência. A cada dia abrem-se novas portas a nossa frente e não podemos ser meros espectadores deixando escapar a possibilidade de conseguirmos realizar nossos sonhos.
Acredite sempre no amor. Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor. E se estiver amando, declare o seu amor. Cada vez mais, devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais. Arrisque! O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar, mas lembre-se. "Curta muito a sua companhia." Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz – mesmo sem homem
mulher ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: VOCÊ!
Desejo a todos vocês uma Feliz Páscoa, meus amigos!
Esta celebração tão especial merece ser desfrutada com muita paz e amor junto da família e dos amigos. A ressurreição é o motivo, e o propósito é a união. Este domingo todos temos o dever de fazer ecoar o nome da verdade e da amizade entre todos os seres em todos os momentos do dia.