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Parabéns prima! Espero que mesmo de longe sinta todo meu carinho nestas palavras que agora chegam até você, e que elas lhe tragam um sorriso ao rosto e ao coração.

Desejo que seu dia seja muito alegre e cheio de surpresas boas. Que receba muitas homenagens e o amor rodeie você o tempo todo.

Eu deixo um beijo carinhoso e carregado de saudades. Feliz aniversário, prima! Que a felicidade, o amor e a paz acompanhem você a vida toda.

Não, Marquito não sentia inveja dos meninos que tinham violões de verdade porque ele vivia sonhando que tinha um também. Ele fazia vibrar suas cordas invisíveis, com o rosto iluminado e os olhinhos brilhando de emoção. Havia quem achasse que Marquito era meio lelé-da-cuca.
Claro, era gente que não tinha imaginação suficiente para saber que "aquele" violão só podia ser visto (e ouvido) por outros sonhadores, como Marquito. Essas pessoas ignoravam também que ele não se conformava com a realidade que havia, vivendo a sonhar com a realidade que devia haver. Tendo seu violão imaginário como bandeira, Marquito via um mundo novo.
Um mundo em que as coisas são das pessoas que as entendem. E não só das pessoas que podem comprá-las. Ah, quanta gente tem um violão na sala de visitas servindo de enfeite, sem tocá-lo nunca! E lá ia Marquito dedilhando seu violão de sonho, tirando as músicas lindas que seu coração compunha. Depois, limpava-o cuidadosamente com uma flanela bem macia feita de nuvens. Ele o guardava com carinho numa capa cor de céu todo estrelado. Daí, ele pegava seu violão mais que exclusivo e o escondia debaixo da escada secreta que usava para subir ao seu paraíso particular.
As pessoas que não entendiam Marquito, tadinha delas, até pensavam em levá-lo a um psicólogo para saber se ele tinha alguma coisa. Como resposta, ouviam: "Não, ele não tem uma coisa, mas sonha com ela, e assim, faz de conta que a tem". Um dia, os que só sonhavam quando dormiam resolveram dar um violão de verdade para o menino que sonhava acordado. Ao recebê-lo, Marquito abraçou-se ao violão, comovido, e disse: "Obrigado. Agora tenho dois".

Voo livre em campo aberto...
Em busca de uma flor...
Nessa flor busco o amor...
Nesse amor busco á simplicidade de uma flor...
Mesmo que os espinhos me firam, mesmo que ela murche, mesmo que tudo se acabe...
Ela era uma flor...
Que dela pude sugar todo amor que só uma flor poderia me dar...
Lambuzei-me nessa flor...
E como o amor é uma flor um dia também tem fim...
Só que esse amor se transformou em uma linda flor...
Que se tornou um maravilhoso jardim...
Uma amizade sem fim...

Tem gente que não sabe demonstrar carinho. Há pessoas duras e frias, que acham que expressar os sentimentos é revelar uma fraqueza. Pobres destas pessoas, mal sabem elas que o carinho é uma forma de mostrar a força do amor, e é o amor que nos traz coragem e determinação para sermos sempre melhores.

O amor é o que há de mais valor que podemos compartilhar na vida. Não demonstrar amor é como ter uma linda flor e deixá-la morrer sem água. Não dar carinho é como aprisionar o que de melhor há dentro de nós. Guardar somente para si aquilo que de mais nobre um homem pode doar, é ser mesquinho e avarento.

Deixe que o amor saia de dentro de você em um abraço, em um beijo, em um gesto de carinho. Dar carinho não custa nada, pelo contrário, amor com amor se paga. O que você der, receberá de volta!

Aquele moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho. Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, ao centro da cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior.
Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama. Ele via aquela cena há mais de um mês. A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava.
O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida. Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava. Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas: "Um rapaz que passa diariamente de trem."
Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou como sempre, para a janela. No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada. No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira. Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: "Deus o abençoe"
Um jovem, com tanta sensibilidade fraternal, certamente é abençoado por Deus. Esse Deus que quer que suas criaturas se amem e se respeitem mutuamente. Esse Deus que espera que nos ajudemos uns aos outros, sem preconceitos e sem arrogância. Aquele jovem do trem não tinha outra intenção a não ser ajudar anonimamente a uma pessoa desconhecida, atendendo a um apelo do seu coração generoso. E é por essas e outras razões que vale a pena acreditar que no mundo encontramos pessoas boas.
Há pessoas que se entregam à depressão e outras enfermidades por acreditarem que ninguém se importa com elas. Assim, um simples gesto de solidariedade pode se constituir em um dos mais poderosos remédios contra esse tipo de mal. E é um remédio que não custa nada, não tem contraindicação e está ao alcance de todos.