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Hoje os sinos tocam
pois na cidade há uma morte.
Sua face é irreconhecível
seu olhar se perde na brisa da manhã.
Um surto ameaçador,
uma sensação horripilante de temor de solidão.
Letras benditas
e papéis esvoaçantes
neles contém a resposta para a pergunta:
Por que?
Palavras de conforto
Silêncio implorando um curto tempo.
Memória perdida.

- Meus pêsames senhorita.
Nunca pensei que alguém pudesse velar sua pobre alma assassinada na chacina do amor.

No rosto pálido, reflete a dor de uma grande perda.

Hoje não tocam apenas os sinos da cidade,
mas também, os sinos do céu anunciando que lá se vai mais uma pequena alma para o inferno

E este anuncia:
Seja bem vinda a sua nova casa.

Eu já perdoei erros imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis e
esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amada,
mas também fui rejeitada,
fui amada e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara" muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só pra escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial!

Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida...
e você também não deveria passar!
Viva!!! Bom mesmo é ir a luta com determinação,
abraçar a vida e viver com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
por que o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é MUITO para ser insignificante.

Quando o amor acenar, siga-o ainda que por caminhos ásperos e íngremes. E quando suas asas o envolverem, renda-se a ele Ainda que a lâmina escondida sob suas asas possa feri-lo. E quando ele falar a você, acredite no que ele diz, Ainda que sua voz possa destroçar seus sonhos, Assim como o vento norte devasta o jardim. Pois, se o amor coroa, ele também o crucifica. Se o ajuda a crescer, também o diminui. Se o faz subir às alturas e acaricia seus ramos mais tenros que tremem ao Sol, também o faz descer às raízes e abala sua ligação com a terra. Como os feixes de trigo, ele o mantém íntegro. Debulha-o até deixá-lo nu. Transforma-o, livrando-o de sua palha. Tritura-o, até torná-lo branco. Amassa-o, até deixá-lo macio e, então, submeta-o ao fogo para que se transforme em pão, no banquete sagrado de Deus. Todas essas coisas pode o amor fazer para que você conheça os segredos de seu coração e, com esse conhecimento, se torne um fragmento do coração da VIDA.

Neste mundo de conflito e contenda, onde pessoas não hesitam em desejar o mal para seu próximo, permanecermos em paz é a melhor forma de vivermos nossa vida. Se você está lendo esta mensagem, tire um tempo meditando em como pode proporcionar um ambiente de amor e alegria para todas as pessoas que rodeiam você. Todos os dias podem começar da melhor forma, se nós adotarmos a atitude correta.

O sultão estava a bordo de um navio com um dos seus melhores servos.
O servo, que nunca havia feito uma viagem (com efeito, como filho das montanhas ele nunca tinha visto o litoral), sentou-se no porão do navio e chorava.
Todos foram bondosos para com ele e procuraram acalmar seu medo, mas essa bondade chegou somente ao seu ouvido, não ao seu coração medroso.
O rei não aguentava mais ouvir os gritos do seu servo, e a viagem pelas águas azuis, debaixo do céu azul, já não tinha prazer para ele. Então o sábio Raquim, o médico, aproximou-se dele e disse: - Vossa Majestade, com vossa permissão, eu posso acalmá-lo.
Sem demorar um instante, o sultão deu sua permissão. O Raquim mandou que os marinheiros jogassem o homem ao mar. os marinheiros fizeram isso ao chorão com muito prazer.
O servo debateu-se na água, fez esforços para respirar, agarrou-se à borda do navio e implorou que o tomassem a bordo de novo. Então eles puxaram-no para cima pelos cabelos.
Daquele momento em diante ele sentou-se muito quieto num canto. Ninguém ouviu mais uma palavra de medo da sua boca. O sultão ficou assombrado e perguntou ao Raquim: - Que sabedoria está contida nessa ação?.
O Raquim respondeu: - Ele nunca tinha saboreado o sal da água do mar. E ele não conhecia o grande perigo que existe no mar. Portanto ele não poderia saber quão maravilhoso é ter as pranchas fortes do navio debaixo dele.
Somente aquele que já enfrentou o perigo pode saber o valor da paz e da tranquilidade.