Para o caminho eu quero luz... Para a alma, força... Para o coração, fé... Para as lutas, esperança... Para o amanhã, confiança... Para o tempo, paciência... E para minha vida, Deus...
A vida é feita de caminhos... caminhos que levam, caminhos que trazem, sonhos, alegrias, tristezas, amores, esperanças...
De qualquer forma, nada vem ou vai sem caminho. O caminho é parte integrante de nossas vidas. já buscávamos percorrer caminhos. Nossos primeiros passos foram treinados... e aperfeiçoados para conquistar caminhos. ... Outros se perdem pelo caminho. Uns tiveram tudo para caminhar... Outros, muita dificuldade para chegar. E chegaremos ao ponto final. Certamente fomos feitos para abrir caminhos, romper barreiras, ultrapassar limites e vencer. Deus, na sua infinita misericórdia, não nos abandonaria num deserto de incertezas. Não nos deixaria à beira do caminho, condenando-nos a um fim sem propósitos. Ele nos preparou um caminho que nos levará de volta para casa...
Eu sou o caminho, a verdade e vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim. (Jesus – João cap. 14 verso 6)
O autor desta frase, é o autor da Vida...
É o Alfa e o Ômega. O Princípio e o Fim.
O único caminho que tem o poder para mudar O rumo da nossa história.
É fonte de Vida para os que Nele confiam. Siga os passos daquele que pode te conduzir para um caminho de paz... O autor da Vida.
Jesus Cristo
Quando olho dentes-de-leão, eu vejo ervas daninhas invadindo meu quintal. Meus filhos veem flores para mãe e sopram a penugem branca pensando em um desejo.
Quando olho um velho mendigo que me sorri, eu vejo uma pessoa suja que provavelmente quer dinheiro e eu me afasto. Meus filhos veem alguém sorrir para eles e sorriem de volta.
Quando ouço uma música, eu gosto e sei que não sei cantar e não tenho ritmo, então me sento e escuto. Meus filhos sentem a batida e dançam. Cantam e se não sabem a letra, criam a sua própria.
Quando sinto um forte vento em meu rosto, me esforço contra ele. Sinto-o atrapalhando meu cabelo e empurrando-me para trás enquanto ando. Meus filhos fecham seus olhos, abrem seus braços e voam com ele, até que caiam a rir pela terra.
Quando rezo, eu digo Tu e Vós e conceda-me isto, dê-me aquilo. Meus filhos dizem, "Olá Deus! Agradeço por meus brinquedos e meus amigos. Por favor mantenha longe os maus sonhos hoje à noite. Eu ainda não quero ir para o céu. Eu sentiria falta de minha mãe e de meu pai."
Quando olho uma poça de lama eu dou a volta. Eu vejo sapatos enlameados e tapetes sujos. Meus filhos sentam-se nela. Veem represas para construir, rios para cruzar e bichinhos para brincar. Eu queria saber se nos foram dados os filhos para os ensinarmos ou para aprendermos.
Aprecie as pequenas coisas da vida, porque um dia você poderá olhar para trás e descobrir que eram grandes coisas grandes. Meu desejo para você? Grandes poças de lama e dentes-de-leão!
O mundo pode me abandonar, as pessoas podem me deixar em solidão, mas eu sei que nunca estarei à deriva, pois no céu existe Alguém capaz de cuidar de mim em todos os momentos, até mesmo quando tudo parece estar perdido.
Sei que Deus me ama e quer o melhor para mim. Por isso continuarei a depositar fé nele eternamente, lutando todos os dias para seguir seus maravilhosos caminhos.
Um jovem muito rico foi ter com uma conversa com seu mestre rabi, e lhe pediu um conselho para orientar sua vida.
Este o conduziu até a janela e perguntou-lhe: – O que vê através dos vidros? – Vejo homens que vão e vêm, e um cego pedindo esmolas na rua. Então o rabi mostrou-lhe um grande espelho e novamente o interrogou:
– Olha neste espelho e diz-me agora o que vê.
– Vejo-me a mim mesmo.
– E já não vê os outros! Repara que a janela e o espelho são ambos feitos da mesma matéria prima, o vidro. mas no espelho, porque há uma fina camada de prata colada ao vidro, não vê nele mais do que a tua pessoa. Deves comparar-te a estas duas espécies de vidro.
Pessoas de fé, de boa índole, enxergam os outros e têm compaixão por eles. Coberto de prata – o egoísta, hipócrita, pobre de espírito -vê apenas a ti mesmo.
Só vales alguma coisa, quando tiveres coragem de arrancar o revestimento de prata que tapa os olhos, para poderes de novo ver e amar aos outros.