Minha querida, desde que faz parte das nossas vidas você tem sido uma fonte de alegria e orgulho. Você é a melhor nora do mundo, e chegou para trazer felicidade às nossas vidas como uma dádiva de Deus.
Aprendi a amá-la como a uma filha e desejo apenas que seja sempre muito feliz. Hoje quero também desejar a você um dia abençoado, que sorria muito, que hoje e sempre jamais desanime ou desista, pois você é muito especial e merece infinita felicidade.
Bom dia, minha querida! Que Deus ilumine o seu caminho, hoje e sempre!
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
– mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Quando tudo parecer difícil,
E tu não tiveres mais vontade de procurar ajuda,
Nem de lutar
?Entrega teu caminho ao Senhor, confia nEle e Ele tudo fará?
O Senhor não te abandona
Ele guia teu caminho
E se tu depositares tua vida nas mãos dEle
E pedir que Ele tudo faça
Entregando verdadeiramente o rumo da tua vida
Sem nada reter
Ele não poupará esforços para fazê-lo
O guiará por todos os lugares
Mostrar-te-ás o que fazer
Para sua vida ser renovada
Te dará auxilio nas horas difíceis
E fará da tua vida uma luz a iluminar a de outros.
Era uma vez um homem que conduzia uma carroça cheia de abóboras.
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a desanimar e pensou: "Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas". Enquanto isto passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás.
As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares. Nossa vida é como esta carroça de abóboras. Às vezes parece que nada dá certo e as coisas não se ajeitam. Não compreendemos e queremos fazer tudo de acordo com nossa vontade.
Mas, não desanimemos. Tenhamos fé em Deus. Deixemos Deus agir do seu jeito. Deixemos Ele fazer o que é melhor para nossa vida. Acreditemos em Deus e dias melhores virão. Com Deus no comando não há o que temermos. Continuemos caminhando e que Deus nos acompanhe.
As paixões se opõem às paixões, e podem servir de contrapeso umas às outras; mas a paixão dominante não se pode conduzir senão pelo seu próprio interesse, real ou imaginário, porque ela reina despoticamente sobre a vontade, sem a qual nada se pode. Contemplo humanamente as coisas, e acrescento nesse espírito: nem todo o alimento é próprio para todos os corpos; nem todos os objetos são suficientes para tocar determinadas almas. Quem acredita serem os homens árbitros soberanos dos seus sentimentos não conhece a natureza; consiga-se que um surdo se divirta com os sons encantadores de Mureti, peça-se a uma jogadora, que está a jogar uma grande partida, que tenha a complacência e a sabedoria de se enfadar durante a mesma, nenhuma arte pode fazê-lo.
Os sábios se enganam quando oferecem a paz às paixões: as paixões são inimigas dela. Eles elogiam a moderação para aqueles que nasceram para a ação e para uma vida agitada; que importa a um homem doente a delicadeza de um festim que lhe repugna? Nós não conhecemos os defeitos de nossa alma; mas ainda que pudéssemos conhecê-los, raramente haveríamos de os querer vencer.
As nossas paixões não são distintas de nós mesmos; algumas delas são todo o fundamento e toda a substância da nossa alma. O mais fraco dos seres iria querer perecer para se ver substituído pelo mais sábio? Deem-me um espírito mais justo, mais amável, mais penetrante, aceito com alegria todos esses dons; mas se me tiram também a alma que deve desfrutar dele, esses presentes não são nada para mim.
Isso não dispensa ninguém de combater os seus hábitos e não deve inspirar aos homens nem abatimento nem tristeza. (...) A virtude sincera não abandona os seus amantes; os próprios vícios de um homem bem nascido podem passar a contribuir para a sua glória.
Luc de Clapiers Vauvenargues