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A professora Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação e nessa redação o que eles gostariam que Deus fizesse por eles. À noite, corrigindo as redações, ela se depara com uma que a deixa muito emocionada. O marido, nesse momento, acaba de entrar, a vê chorando e diz:
"O que aconteceu?" Ela respondeu: "Leia". Era a redação de um menino.
"Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.
Quero ocupar o seu lugar. Viver como vive a TV de minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor... Ser levado a sério quando falo... Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me.
E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisor!"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
"Meu Deus, coitado desse menino. Nossa, que coisa esses pais".
E ela olha:
"Essa redação é do nosso filho".

Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?! Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós, durante a vida inteira. Mas sabe porque nós somos sempre mais justos e mais generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres.

É assim o homem, tem duas faces. Não pode amar sem se amar. Observe os seus vizinhos, se por acaso acontece um falecimento no prédio. Dormiam na sua vida monótona e eis que, por exemplo, morre o porteiro. Despertam imediatamente, atarefam-se, enchem-se de compaixão.
É preciso que algo aconteça, eis a explicação da maior parte dos compromissos humanos. É preciso que algo aconteça, mesmo a servidão sem amor, mesmo a guerra ou a morte. Vivam, pois, os enterros!

Albert Camus

Não sei se fui eu que não fiz o suficiente ou se simplesmente não fomos feitos para ficarmos juntos, mas a verdade é que passado todo este tempo você continua completamente indiferente ao meu sentimento.

Talvez tenha chegado o momento de perceber que não vale a pena lutar, talvez seja agora a ocasião certa para desistir do seu amor. Vivi um sonho em silêncio que nunca se concretizará e a culpa é apenas minha por todo este sofrimento.

Um professor de filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro.

- Provem-me, por escrito, que esta cadeira não existe.

Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto.

No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras numa folha de papel e entrega-a ao professor...

Este, quando a recebe, não conteve um largo sorriso depois de ler: "Que cadeira?"

O ciúme vai atrasar sua vida. Ele é um monstro que machuca seu coração, que inventa histórias na sua cabeça. Ele se alimenta do melhor que você tem. E por isso mude! Mude já! Imediatamente!

Não permite que algo tão triste consuma seu tempo e destrua sua relação com as pessoas e com o mundo! A vida depende de confiança, as relações precisam de verdade. Faça sua parte e descanse, porque se algo acontecer a culta não foi sua!