Nosso namoro terminou. Dele decidimos o final de forma repentina, e hoje eu tenho certeza que fizemos de forma irrefletida, de forma precipitada.
Dissemos adeus a um amor que eu sinto não ter acabado, pois em mim arde ainda vivo e intenso, me empurrando cada vez mais ao desespero da saudade daquele que agora chamo de ex-namorado, daquele que eu quero de volta aos meu braços: você!
Engana-se quem pensa que somente os anjos vêm até nós,
Pois creia quem quiser... ontem fui visitar um!
Não se engane, achando que esse anjo é igual a você!
Acredite... ele lerá sua alma,
Esse anjo saberá da sua saudade contida,
Da sua felicidade não revelada...
Do seu velado amor!
Não há nada que você possa fazer, pensar ou sentir que esse anjo não saiba
Mesmo antes de você, sabia?
Esse anjo que fui visitar me fez acreditar
Que a paz ainda existe,
Que caminhar nas nuvens é possível,
Que a música vem do infinito,
Que a inspiração é um anjo revelador.
Esse anjo me tirou fácil um sorriso,
Deu luz ao meu olhar...
Sentido às minhas emoções!
Engana-se quem pensa que os anjos são somente uma metáfora
Pois creia quem quiser... ele existe e ontem fui visitar um!
Obrigada, meu Deus...
por me dar a oportunidade de me sentar à mesa com um mensageiro do Senhor!
Esse anjo... minha irmã!
Por que, meu amigo, neste momento trazes no coração, na alma, tanto ressentimento? Ressentimento que se transforma em raiva, que se transforma em rancor, que se transforma em ódio e que envolve todo o teu ser em energias negativas que te embotam o pensamento, que te corroem a alma, que te tiram o discernimento, a razão, o bom senso, o sono, o sossego... E te deixam nesta inquietude, neste desespero, atraindo para ti tantas outras energias mais negativas que as tuas próprias. Pensas alcançar teu objetivo? Às vezes alcanças, quase sempre alcanças... Mas o mal maior que estás fazendo, é para ti mesmo. Então, neste momento, volta os olhos para dentro do teu próprio coração. Plantaste, na verdade, tudo aquilo que estás colhendo agora. Não és o ofendido, foste o ofensor. E por isto, neste momento, sofres desta maneira.
Recuar, retroceder, reerguer-te, tentar abrir uma brecha, por menor que seja, de reconhecimento das tuas falhas, neste momento, será uma pequena luz que adquirirás. E com este trabalho, voltado para ti mesmo, revendo todos os teus passos, julgando a ti próprio e não àquele a quem odeias, verás como o alívio virá. Verás como é bom reconhecer, verás como é bom aceitar, verás como o perdão traz a tranquilidade, traz a paz, traz energias renovadoras que, com certeza, far-te-ão um grande bem.
Reflete e melhora-te. Não julgues, porque não és julgado.
Nos conhecemos á uns meses na internet!
Nossa falávamos, muito bem!
Mas não pensávamos que seria uma grande amizade.
Ontem, nós só falávamos um, oi, tudo bem?...
Hoje nós falamos um, Oi Amiga! Te adoro!...
Parece brincadeira, mas a nossa amizade é muito importante para mim.
Parece que nós nos conhecemos á uns 5 anos.
Quando eu não entro na internet, eu fico triste, só de pensar que não irei falar com você!
Venho através dessa mensagem, te dizer, que você é como se fosse a MINHA MELHOR AMIGA.
TE ADORO MUITO.
Nunca se esqueça de mim.
Pois aqui dentro do meu coração, tem um espaço reservado pra você.
"Amigo é coisa pra se guardar á sete chaves"
E você ta guardada com 8 chaves.
Gosto muito de você.
TE AMO!
Minha grande e eterna AMIGA VIRTUAL!:-)
Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja e disse ao sacerdote: – Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: – Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Fez uma pausa e continuou: – Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu doo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: – Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada. Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem. No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.