O que de mais irônico há em nosso mundo, é vermos pessoas que afirmam procurar a felicidade, que a buscam em livros e reflexões e perdem tempo aprendendo filosofias tolas, quando deveriam começar por uma análise ao seu próprio coração. É impossível encontrarmos a felicidade em algum lugar, se nós mesmos não estamos preparados para a recebermos e não dermos os passos certos em nosso interior.
Pense um pouco em como encara o seu dia a dia. Lamenta e resmunga sempre que acorda de manhã, ou agradece pela oportunidade de estar vivo? Tenta fugir e se abate perante problemas, ou os encara como oportunidades de sentir o gosto de mais uma vitória? As coisas que vivemos a cada momento não vão mudar perante nossa perspetiva, mas se sempre cultivarmos a atitude correta, elas nos poderão trazer os melhores resultados.
Seja mais alegre a cada hora que passa, viva de forma mais positiva cada experiência. Você vai aprender algo de novo em todas as ocasiões e descobrirá o segredo para ser feliz!
Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Ruim" disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz.
- "Você sente gosto do sal?" perguntou o Mestre
- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
- "A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende aonde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo...Torne-se um lago!"
O advérbio "melhor" nos acompanha quase que diariamente nos nossos pensamentos. Sempre procuramos o melhor para as nossas vidas, seja um emprego, uma casa ou um caminho para o trabalho. Essa busca eterna por algo mais, pode nos impedir de enxergar quantas alegrias vivemos nesse meio tempo.
É obvio que não devemos passar a vida inteira se contentando com pouco, mas certamente nos deparamos todos os dias com pequenos gestos que nos causam muita alegria. Se acharmos que o "mais" e o "melhor" são determinantes para a nossa felicidade, perderemos inúmeras maravilhas que passam o tempo todo do nosso lado.
Seja o modo engraçado do seu filho acordar pela manhã, ou como sua mulher ri do seu jeito desastrado, tudo isso também deve ser incluído como felicidade. As peculiaridades diárias são as pequenas alegrias que não podemos dispensá-las, mesmo que busque algo "melhor", não deixe de valorizar os pequenos risos que também fazem parte da sua felicidade.
Numa noite, estava uma senhora negra, americana do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.
Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram a porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida com o console e tudo estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole".
Ser mãe é dizer sim à vida
É gerar nova vida no ventre
É acalentar e dar colo ao futuro.
Ser mãe é manifestar a presença de Deus
É fazer crescer e multiplicar a nova humanidade
É educar para o amor através do amor.
Ser mãe é, como Maria, aceitar o desafio de
acolher, não só o próprio filho, mas perceber cada ser humano como fruto da própria maternidade, dom de Deus.