Valeu enquanto durou Essa nossa amizade Foi tudo que me custou O preço de uma saudade
Procurei deixar em paz O meu pobre coração Ele é frágil demais Pra sentir tanta paixão
Me deu vida mais sofri A paixão que eu senti Já não quero sentir mais
Eu não estou mais aqui Quero ficar bem ali Pra não voltar, nunca mais.
A vida é feita de pedacinhos.
Pedacinhos de tempo que vivemos.
Não importa a quantidade de tempo, mas a qualidade do tempo que vivemos.
Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro...
O limite é o sonho...
O limite é o nada...
O limite é abraçar a vida...
É atravessar fronteiras...
É deixar o tempo para trás...
Perseguir a luz do dia...
O limite é viver mais um dia...
De limites é o meu eu...
De acasos o meu ser...
O limite é o céu...
O limite é vencer!
Quem diria que uma amizade nascida assim, através da internet, poderia me dar tantas alegrias? Você tem sido um excelente amigo, um confidente, uma pessoa em que eu posso confiar, mesmo não conhecendo pessoalmente. Fico feliz de saber que é possível manter uma amizade real com um amigo virtual.
A tecnologia realmente possibilitou que eu tivesse em minha vida alguém que se tornou tão importante. Eu agradeço muito pela sua amizade, paciência e interesse em me "ouvir". Muitos amigos reais não têm a mesma paciência que você.
Obrigada, você é realmente muito importante para mim. Espero que em breve possamos nos conhecer pessoalmente. Um abraço forte, ainda que virtual!
Sei que não temos conseguido ter o melhor dos relacionamentos, mas você é minha sogra, a mãe do meu marido e o respeito que eu tenho por você me leva a querer que tudo melhore entre nós.
Nós divergimos em alguns assuntos e somos diferentes em várias coisas, mas temos em comum o facto de gostarmos muito da mesma pessoa. Sim, vamos tentar que haja paz entre nós, porque dessa forma seu filho se sentirá mais feliz.
Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, das pessoas falando em voz alta.
De repente, o índio falou: "Ouço um grilo!"
O amigo espantado retrucou: "Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!"
O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.
"Como?" Perguntou o amigo, ainda sem crer.
O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou.
"Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionados a reagirem a esse tipo de estímulo." Depois arrematou: "A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir."
Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõem que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permitem perceber o Divino.
Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de Deus.
Desejo que todos consigamos, apesar do tumulto que nos cerca, escutar o sussurro de Deus.