Todos nós, uma vez ou outra, sentimos medo. O medo é um sentimento que aniquila, fragiliza, embota nossos talentos, aprisiona nossa alma e tolhe nossa iniciativa.
Qualquer situação desconhecida apresenta duas possibilidades de resultado quando a enfrentamos: ou saímos dela bem-sucedidos ou fracassamos.
O medo nada mais é do que a fixação na derrota, a recusa da mente em considerar a possibilidade do bom resultado. a convicção neurótica de que, em hipótese alguma, seremos capazes de superar nossas limitações.
E, desta forma, muitos dos sonhos que alimentamos permanecem inatingíveis porque não nos permitimos transformar a fantasia em paredes, portas e janelas. Porém, a mudança de atitude é responsabilidade de cada um.
Ninguém pode assegurar sucesso, felicidade ou vitórias a ninguém – afinal, o risco sempre existe: podemos tentar e fracassar, apesar de todo o esforço.
No entanto, uma pergunta se impõem: o que vale mais – cem anos de segurança, resignação e frustrado ou um minuto de alegria e prazer? Quem não arrisca fica protegido do perigo – mas, enquanto não pulamos o muro do medo, não sabemos o que existe do outro lado.
Quem ousaria apostar que, ao invés do fim, não encontraremos lá o sentido de nossa vida? Quem nos pode assegurar, sem medo de errar, que não nos aguarde lá do outro lado do muro
- No fim de nosso arco-íris, o nosso potinho de ouro?
Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que pensa que tenho sentimento, memória, ideias? Muito bem, eu me calo. Você me vê entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Você entende que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento. Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.
Voltaire
Não existe união mais perfeita que um lindo casamento. Quando duas pessoas se amam, o passo mais importante a dar é o de se tornarem um só. Fico feliz por ver vocês concretizarem essa decisão importante. De hoje em diante há um compromisso que deverão honrar.
Desejo muitas felicidades para vocês e que o amor seja uma doce companhia onde quer que estejam.
E tem aquele amigo que você nem vê mais, mas que faz falta.
Aquele que te chamava de chata, de feia e que se preocupava contigo, que te fazia rir quando você acha que nada mais irá te fazer sorrir, que apesar de tudo não esquecia de você.
Aquele que você conheceu por um acaso, mas que se fez tão especial que virou irmandade.
Aquele que faz falta...
Aquele que você não vai esquecer passe o tempo que passar.
Às vezes não queremos pensar no que fizemos a alguém, mas a nossa consciência nos atormenta com objetivo de nos aproximar de pessoas que talvez se magoaram com a gente.
Eu sei que isso aconteceu conosco. A gente em certo ponto não pensou para dizer ou fazer as coisas e isso acaba afastando as pessoas que gostamos.
Eu quero pedir que me desculpe pelo o que fiz a você, não foi por querer, foi somente um mal entendido da minha parte, um ato sem pensar.
Por favor, me desculpe. Eu gosto de você e preciso que você me desculpe.