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Este artigo foi redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo há uns tempos.
"Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
As Avós não tem nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem 'Sai daqui!'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma historia várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que tem sempre tempo.
Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão."

Ao iniciarmos mais uma semana ganhamos mais uma chance de retomar o que ficou inacabado e também de começar algo novo, que ainda não foi estrado.

Independentemente do que tenha planejado, siga positivamente, sempre com a esperança que no final tudo será devidamente alcançado.

Mas se ainda assim os sete dias não foram suficientes para conseguir que tudo fosse concretizado, fique tranquilo, pois daqui a pouco mais um ciclo semanal terá recomeçado.

São tanto sentimentos negativos que nos cercam neste mundo que fica difícil manter a esperança de uma convivência mais justa e solidária. Cada vez mais somos surpreendidos pela naturalidade de que não faz diferença em viver numa sociedade corrompida, onde o dinheiro prevalece e vale muito mais que uma vida.

Com a população cada vez mais aumentando, a mudança deste quadro se torna muito mais complexo, pessoas diferentes dividindo o mesmo espaço, deixa o ambiente muito mais susceptível a conflitos ou o isolamento amedrontado.

Mesmo com tantos empecilhos para alcançar uma sociedade mais igualitária, se ninguém se mexer, o que resta é esperar apenas por um milagre. As mudanças devem ocorrer primeiramente dentro da gente, não adianta mudar o governo ou o sistema de gerir uma sociedade, se a população não tem dentro de si o sentimento de igualdade.

Enquanto permanecermos com um pensamento que distingue um melhor que outro por motivos torpes, nosso modelo de sociedade continuará eternamente o mesmo. A esperança nunca deve desaparecer, mas para que ela tenha algum valor é preciso muito mais que apenas querer, é imprescindível começar a fazer.

De dentro de uma semente rasgou, certo dia, uma planta. Ainda era muito cedo para brotar, mas era melhor o frio externo do que suportar a casca que lhe sufocava. O vento lhe queimava a pele, e a sol forte quase não a deixava respirar. A terra onde nasceu era seca, e as pedras impediam que criasse raízes. Mas as raízes insistiam em crescer, e apodreciam porque no solo não conseguia se fixar.

Suas folhas pequeninas não sobreviviam muito além de alguns dias, logo secavam e caiam por terra. E a planta se deixou levar ao vento, na esperança de encontrar solo fértil. Areias quentes, alagados, solo infestado de raízes velhas. Em algum lugar precisava encontrar terra, onde pudesse florescer, mas na terra não houve um só canto onde pudesse fixar suas raízes, e numa estranha mutação a planta aprendeu a se nutrir do vento. E se acostumou a ver suas folhas caírem por terra, e frutos nunca ter.

Por muito tempo viajou por mundos ignotos e conheceu seus costumes. Por muitos mundos ela passou sem ser notada. Por outros deixou suas folhas secas nutrindo a terra. Seu sonho era ser como as outras plantas, criar raízes, florescer, frutificar. Um dia um jardineiro a recolheu num vaso, e ali regou suas raízes, e ela cresceu e floresceu, sentia-se viva e feliz. E por uma vez sentiu o calor da terra. Sentiu suas raízes crescerem, sentiu pela primeira vez sua natureza de planta

Todo o seu ser lhe foi grato, como se na vida toda estivesse esperando por este momento. O jardineiro lhe deu o precioso momento de ser e a planta nunca esquecerá do jardineiro. Porque mesmo por pouco tempo, a lembrança de ser planta, de ser cuidada e de ter raízes na terra ficará para sempre. E agora ameaça o vento a lhe arrancar do vaso numa noite dessas. E de novo lhe levar pelo ar para estranhas terras. E novamente ela terá que aprender a se nutrir do ar. Mas por onde for ela levará a lembrança de que um dia foi planta e teve terra e a imagem do jardineiro a regar seu vaso.

Hoje eu estou muito feliz Porque tenho uma pessoa Muito especial ao meu lado E esta pessoa é você O meu amor, a minha paixão, A razão da minha felicidade E fico ainda mais feliz Pois sei que nosso amor renasceu Está mais forte, mais sincero E mais lindo do que nunca Hoje sei que é um amor verdadeiro Daqueles que nem o tempo Consegue apagar E a distância e a saudade Só conseguiu nos mostrar Que nos amamos mesmo Que nossas vidas se completam E nossa felicidade é uma só E são por estes e outros motivos Que hoje, te amo mais que ontem E amanhã, te amarei mais que hoje e assim... Vou te amar para sempre... E por toda a eternidade!