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Um sujeito estava caído num barranco e se agarrou as raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, babava e mostrava os dentes. Embaixo, prontas para engoli-lo, quando caísse, estava nada mais nada menos que 6 onças.

As onças embaixo. O urso em cima. Meio perdido, ele olhou para o lado e viu um morango vermelho, lindo, enorme. Num esforço supremo apoiou seu corpo sustentado apenas pela mão direita e com a esquerda pegou o morango. Levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento da fruta. Foi um prazer supremo comer aquele morango.

Aí você pensa: e o urso? Dane-se o urso e coma o morango. E as onças? Azar das onças. Coma o morango. Sempre existirão ursos querendo devorar nossas cabeças e onças prontas para arrancar nossos pés. Mas nós sempre precisamos saber comer morangos. Você pode dizer: "...mas eu tenho muitos problemas para resolver...", mas os problemas não impedem ninguém de ser feliz. Coma o morango, poderá não haver outra oportunidade.

Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora! Coma o morango!

Eu te amo tanto, tanto, que às vezes tenho vontade de fazer com que o mundo inteiro fique sabendo disso. Tenho vontade de gritar, de dizer a todo o mundo que você é lindo, que você é maravilhoso, que você é muito especial e gostoso. Tenho vontade de ouvir, no último volume, as músicas que me fazem lembrar você, para que todos saibam do sentimento que habita o meu coração.
Se você me disser que isso é bobagem, que isso é desnecessário e que aquilo que realmente importa é a sua percepção deste amor, é o seu – e apenas seu – sentimento deste amor, talvez eu seja até capaz de me convencer e concordar, mas vai permanecer em mim esta vontade louca de espalhar aos quatro ventos a força deste meu grande amor.
De qualquer forma, hoje eu quero fazer algo bem diferente e calmo. Hoje apenas pretendo ouvir música bem baixinha, quero apenas ficar bem quietinha, esticadinha e relaxada no sofá. Não vou nem sentir saudades suas, pois quero você pertinho de mim, de mãos dadas comigo, esticadinho e relaxado ao meu lado.

Meu amor, chegamos a esta maravilhosa época de celebração que é a Páscoa, e eu sinto uma grande alegria no coração por esse fato, e por poder compartilhar mais este momento com você.

Esta é uma época de renovação, renascimento, esperança e sobretudo amor, pois a paixão e o sacrifício de Cristo se transformaram em vitória sobre a morte, em triunfo do amor.

Este é um momento de alegria, um momento de comemoração junto da família, daqueles que enchem nosso coração de amor. Este é um momento que eu também quero celebrar junto de você, pois eu o amo muito.

Desejo-lhe uma feliz Páscoa, e que a vida continue sendo tão doce para você quanto o chocolate mais gostoso que experimentar nesta data!

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

As Mais Belas Histórias Budistas

Não sabia que poderia sofrer tanto,
Não te sinto mais... não te tenho mais!
Você foi pra mim mais do que imaginei que pudesse ser.
Eu te amei loucamente, e hoje só me resta te esquecer.
Se gritar o seu nome, sei que não vai me atender,
Agora acabou e eu só tenho comigo lembranças.
Não vou ficar a me lamentar, apenas quero que você saiba que aprendi muito com você.
Se hoje sou o que sou, foi por você...
Mas se hoje choro, é porque está difícil te esquecer!
São saudades que ficarão guardadas em meu peito.
Adeus... é o que posso te dizer.
E obrigada por me fazer feliz nos momentos em que estive ao seu lado...