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Que eu continue a acreditar no outro mesmo sabendo de alguns valores tão esquisitos que permeiam o mundo: Que eu continue otimista, mesmo sabendo que o futuro que nos espera nem sempre é tão alegre: Que eu continue com a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muito momentos, uma lição difícil de ser aprendida:
Que eu permaneça com a vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles vão indo embora de nossas vidas: Que eu realimente sempre a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, sentir, entender ou utilizar esta ajuda:
Que eu mantenha meu equilíbrio, mesmo sabendo que os desafios são inúmeros ao longo do caminho: Que eu exteriorize a vontade de amar, entendendo que amar não é sentimento de posse, é sentimento de doação:
Que eu sustente a luz e o brilho no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que vejo no mundo, escurecem meus olhos: Que eu retroalimente minha garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são ingredientes tão fortes quanto o Sucesso e a Alegria: Que eu atenda sempre mais a minha intuição, que sinaliza o que de mais autêntico possuo:
Que eu manifeste o amor por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exige muito para manter sua harmonia: Que eu acalente a vontade de ser grande, mesmo sabendo que minha parcela de contribuição no mundo é pequena: E, acima de tudo...
Que eu lembre sempre que todos nós fazemos parte desta maravilhosa teia chamada Vida, criada por Alguém bem superior a todos nós! E que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns e, sim, nas pequenas parcelas cotidianas de todos nós!

Depois de algum tempo de vida a gente começa a entender a diferença sutil entre dar as mãos e acorrentar uma alma.
Você aprende que amar não significa depender...
E que companhia nem sempre significa segurança.
Você começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Você aceita que não importa quão legal seja uma pessoa. Ela pode feri-lo...
E você precisa apreender a perdoá-la por isso.
Você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer apesar das longas distâncias.
E que o que importa não é o que você tem na vida. Mas quem você tem na vida.
Você aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que teve e o que aprendeu com elas do que quantos aniversários você celebrou.
Você percebe que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido. O mundo não para pra que você se recupere ou se reconstrua. Você também aprende que o tempo não volta atrás.
Então... O melhor que temos a fazer é plantar o nosso jardim e decorar a nossa alma.
Não dá pra esperar que alguém nos traga flores.

É quando estamos nas nuvens, flutuando em imaginação?
É quando sentimos mais forte bater o coração?
É quando nem ouvimos a voz da razão?
Não sei se é bem isso, mas acho que estou amando
Um amor que você me ensinou
Que aos poucos foi me cativando, que aos poucos me mudou.
Ao seu lado estou aprendendo a viver, estou aprendendo a amar, estou aprendendo a sonhar.
É você que me mostra o que é a vida, você é o meu amparo, meu refugio, o meu chão, você me tirou da solidão.
A cada dia me sinto mais feliz, pois acho que encontrei o amor verdadeiro que eu sempre quis, acima de tudo feliz.
Você é único, é eterno, és belo.
Você é o meu amor sincero.
Quero sempre estar ao seu lado, sem te atrapalhar
Quero sempre poder te amar.
Faça teu caminho, me inclua nos teus planos
E lembre sempre que eu te amo.

Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz: – Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda: – Não há nenhum jardineiro.
Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível?
Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos... Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:
– Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:
– Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?
O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:
– Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.
– Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos. E o outro responde:
– Lógico que não!
-O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com aquele que com tanto amor cuida deste jardim?

Nem sempre controlamos o rumo que leva nossa vida e nossos caminhos, por vezes, têm de tomar um outro sentido. Sei que vai ser doloroso para você ter de deixar para trás este local que faz parte de sua história e, sobretudo, as pessoas que sempre estiveram presente em sua vida. Mas nós nunca vamos esquecer você. Há um espaço guardado em nosso coração para as lembranças do que juntos vivemos. Não demore, por favor, em voltar para nos ver!