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Primavera gentil dos meus amores,
- Arca cerúlea de ilusões etéreas,
Chova-te o Céu cintilações sidéreas
E a terra chova no teu seio flores!

Esplende, Primavera, os teus fulgores,
Na auréola azul dos dias teus risonhos,
Tu que sorveste o fel das minhas dores
E me trouxeste o néctar dos teus sonhos!

Cedo virá, porém, o triste outono,
Os dias voltarão a ser tristonhos
E tu hás de dormir o eterno sono,

Num sepulcro de rosas e de flores,
Arca sagrada de cerúleos sonhos,
Primavera gentil dos meus amores!

A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.

Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora - murmura a bunda - esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar

A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente

A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem.

Ondas batendo
numa praia infinita. Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda, rebunda.

Como se fosse no primeiro mês, aquela intensidade volta, o frio no estômago volta, a incerteza volta, a ansiedade volta, a vontade de estar junto volta.
Como no quarto mês, a preocupação volta, o querer cuidar volta, a vontade do abraço demorado volta.
Como no sexto mês a dúvida volta, a vontade permanece, o querer fazer melhor volta.
Como depois de um ano, a vontade de seguir em frente volta, o fio quase invisível de esperança volta, a saudade do começo volta.
Como no último mês, o medo volta, a falta de direção volta, a incapacidade de raciocinar volta.
Como no primeiro mês, o amor volta. Porque no fim sempre lembramos do começo.

Ser jovem hoje em dia é muito diferente do que era ser jovem na época dos nossos pais e avós. O mundo mudou muito, e muitas coisas que existiam, hoje já não existem mais. O que era moda, hoje é démodé. O que era sucesso, hoje é um clássico.

O mundo hoje é mais rápido, é mais tecnológico, é todo digital, interconectando uma aldeia global. Já não sabemos da vida da vizinha batendo um papo na janela. Os jovens de hoje abrem o Windows e vão direto para as redes sociais. Até os cafés agora também são virtuais.

Ser jovem hoje em dia é mais moderno do que era anos atrás. Hoje em dia é normal ver moça com moça e rapaz com rapaz, mas bom mesmo seria se todos vivessem em paz, sem preconceito, discriminação e opressão. Vivemos o futuro, mas muitos jovens parecem viver como nos tempos dos nossos pais.

Apesar de muitas mudanças, há coisas na vida do jovem de hoje em dia que são como sempre foram e sempre serão. É na juventude que desbravamos o mundo, descobrimos quem somos e aprendemos com as experiências da vida, e vivemos aquilo que quando formos mais velhos vai ser a fonte da nossa sabedoria.

Podem mudar o mundo, surgir novas tecnologias, novos ídolos, novas modas, e um novo tudo, mas ser jovem vai ser sempre ser jovem, e as coisas que acontecem na juventude ficarão sempre marcadas pela vida inteira.

Há cinco anos ingressávamos neste curso: um grupo de ideias, idades e origens diferentes. Vivemos momentos de alegrias e tristezas. Em comum, um ideal a ser conquistado... Juntos vencemos! Pela convivência destes anos, pelos laços que se formaram, não nos despedimos, e sim, nos cumprimentamos por acreditar que ninguém irá só, mas prosseguiremos juntos na lembrança, com saudade e com esperança.