Você entra em uma loja de conveniência para comprar um presente, de repente passa à frente de um monitor de segurança e, de relance, aparece sua imagem na tela de televisão. Aí você pensa: "Ei, que estranho... Aquela pessoa está usando uma camisa da mesma cor que eu estou usando. Não, não é somente a mesma cor, aquela camisa é exatamente igual à minha. Espere um momento, aquele ali sou eu!"
É um sentimento estranho quando você vê a si mesmo. O mesmo ocorre quando escutamos uma gravação de nossa voz. Você acha a voz feia, diferente, estranha, definitivamente demora a acreditar que é você mesmo. Isto é uma experiência curiosa que demonstra que você trilha um caminho diferente do caminho que outros veem para você.
O que é importante guardar em mente é: frequentemente dê uma parada e veja você mesmo com os olhos de como os outros o veem. Olhe com o máximo de objetividade suas suposições, rotinas, hábitos e modos. Com isto você poderá obter uma perspectiva valiosa. Pare alguns instantes e converse com pessoas mais próximas de você que o conhecem bem, pergunte sem medo de se ofender, como elas o veem.
Imagine como você poderá melhorar seu relacionamento com os outros se você souber entender como todos o conhecem. Faça isto e você verá novas possibilidades à sua frente.
Qual a cor do amor? Alguns dizem que cada um tem a sua, ou que são todas juntas. Já eu prefiro achar que é o branco, um muro branco pra você pintar como quiser.
Que emprestou-me seu recanto da sensibilidade...da amizade.
Recanto onde há essências, que encantou-me quando meus olhos passearam sobre seus fios de palavras,
Meu espírito fortaleceu-se ao saborear cada palavras, as quais refletem sua alma.
Por um leve instante, pousei meus olhos na sua imagem.
Quem é você que com seus olhos, feito cintilantes estrelas, sorrir para mim...
Um olhar sereno, meigo, sincero que buscar os meus...
Fazendo-me sua cúmplice... senti bem estar!
Quem é você, que me faz viajar no tempo, no espaço e nas madrugadas...!?
Caminho nas estradas do seu recanto, na ternura de cada frase, que alimenta meu espírito,
E nessa viagem, o alvorecer chega de mansinho,
quase sem querer atrapalhar minha viagem...
O irmãos sol, marca a passagem de um novo dia que chegar devagar com mil raios de luz e carinho!
E nas curvas dos seus fios de palavras, me perco sou feliz
sem me importar com o resto.
Quem é você que me faz sentir-me além dos horizontes?
Assim
Que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão
Dava pra ver o tempo ruir
Cadê você, que solidão
Esquecera de mim
Enfim
De tudo que há na terra
Não há nada em lugar nenhum
Que vá crescer sem você chegar
Longe de ti tudo parou
Ninguém sabe o que eu sofri
Amar é um deserto
E seus temores
Vida que vai na sela
Dessas dores
Não sabe voltar
Me dá teu calor
Vem me fazer feliz
Porque eu te amo
Você deságua em mim
E eu oceano
E esqueço que amar
É quase uma dor
Só sei
Viver
Se for
Por você.
A tirania do egoísmo é o principal desafio que temos para construir uma civilização à altura da real humanidade que representamos.
Nesse sentido, o assunto consiste em encontrar o lugar certo para o egoísmo, pois há uma utilidade para esse no esquema universal, assim como também há o problema decorrente do seu abuso.
Somos entidades cósmicas criativas, emanamos faíscas de Vida e as projetamos consciente e inconscientemente na realidade para moldá-la ao nosso bel prazer.
Esta é a utilidade do egoísmo. A inutilidade do egoísmo consiste em nos apegarmos tanto a esse processo e o identificarmos como próprio que perdemos de vista o vínculo com o Universo.
Afinal, a Vida não começa nem termina com nossas presenças, ressuscita, se preserva e autodestrói através de todos e de cada um.
Arauto do Futuro