Se um dia eu estiver "cheio da vida", com vontade de sumir, de morrer, insatisfeito comigo e com o mundo em torno de mim.
Pergunta-me, se eu quero trocar a luz pelas trevas. Pergunta-me, se eu quero trocar a mesa posta, pelos restos que tantos vem buscar no lixo. Pergunta-me, se eu quero trocar meus pés por uma cadeira de rodas. Pergunta-me, se eu quero trocar minha voz, pelos gestos.
Pergunta-me se eu quero trocar o mundo dos sons pelo silêncio dos que nada ouvem.
Pergunta-me, se eu quero trocar o jornal que leio e depois jogo no lixo, pela miséria dos que vão busca-lo para fazer dele seu cobertor. Pergunta-me, se eu quero trocar minha saúde, pelas enfermidades de tanta gente.
Pergunta-me, até quando não reconhecerei as tuas bênçãos, a fim de fazer de minha vida um hino de louvor e gratidão e dizer, todos os dias, do fundo do meu coração: OBRIGADO SENHOR POR MAIS UM DIA.
Por mais que o tempo passe, não esquecemos aqueles que marcaram a fase mais bonita das nossas vidas. Na infância tudo acontece com naturalidade e os nossos sentimentos são puros e genuínos. Foi nesse período que encontrei alguém que viveu do meu lado os melhores momentos. Essa pessoa é você, a minha melhor amiga de infância. Obrigada por me ter deixado memórias maravilhosas que eu guardarei para sempre no coração.
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou.
A serra elétrica quebrou.
Cortou o dedo.
E ao final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
- Porque você tocou na planta antes de entrar em casa ?
- Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas.
- Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.
- Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta Árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
- E você quer saber de uma coisa?
- Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.
Certa vez um homem estava pescando.
Um turista aproximou-se e ficou a observá-lo.
Cada vez que apanhava o peixe, o pescador media o peixe com uma régua.
Os peixes pequenos ele colocava num balde. os que eram maiores que 25 cm atirava-os na água.
Estranho, não!
Em dado momento, o turista não se conteve mais e perguntou:
- Ei! Por que você não inverte e guarda os peixes maiores?
O pescador voltou-se e disse:
- Bem, é que a minha frigideira é pequena e não comportaria os maiores.
Quantas vezes Deus coloca grandiosas oportunidades diante de nós, e simplesmente nós as recusamos.
Ele sempre dá além do que merecemos.
A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe... Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante é uma sublime forma de possuí-la.
Felicidade é chuva que cai na madrugada, quando dormimos. O que vemos é a terra agradecida, pronta para fecundar o que nela está sepultado, aguardando a hora da ressurreição.
Felicidade é coisa que não tem nome. É silêncio que perpassa os dias tornando-os mais belos e falantes. Felicidade é carinho de mãe em situação de desespero. É olhar de amigo em horas de abandono. É fala calmante em instantes de desconsolo.
Felicidade é palavra pouca que diz muito. É frase dita na hora certa e que vale por livros inteiros. Eu busco a frase de cada dia, o poema que me espera na esquina, o recado de Deus escrito na minha geladeira... Eu vivo assim... Sem doma, sem dona, sem porteiras, porque a felicidade é meu destino de honra, meu brasão e minha bandeira. Eu quero a felicidade de toda hora. Não quero o rancor, não quero o alarde dos artifícios das palavras comuns, nem tampouco o amor que deseja aprisionar meu sonho em suas gaiolas tão mesquinhas.
O que quero é o olhar de Jesus refletido no olhar de quem amo. Isso sim é felicidade sem medidas. O café quente na tarde fria, a conversa tão cheia de humor, o choro vez em quando.
Felicidades pequenas... O olhar da criança que me acompanha do colo da mãe, e que depois, à distância, sorri segura, porque sabe que eu não a levarei de seu lugar preferido.
A felicidade é coisa sem jeito, mas com ela eu me ajeito. Não forço para que seja como quero, apenas acolho sua chegada, quando menos espero. E então sorrio, como quem sabe, que quando ela chega, o melhor é não dispersar as forças... E aí sou feliz por inteiro na pequena parte que me cabe.
O que hoje você tem diante dos olhos? Merece um sorriso? Não pense duas vezes...