Saudades de quando caminhávamos nos jardins Saudades de quando os beijos eram mais doces Saudades de quando os risos não precisavam de motivos Saudades de quando o céu ainda era azul
Por que será que a saudade dói?
Por que será que a saudade machuca?
Por que será que a saudade marca?
Por que será que a saudade existe?
Não tenho todas as respostas Mas sei que a saudade significa uma coisa Um tempo, um momento, um instante, Um gesto, uma palavra, uma pessoa Que de repente, sem querer ou querendo Deixou no coração, uma vida
Deixou na vida, uma história
Deixou na história, uma felicidade
Saudades Do que ainda não vivi
Meu amor, agora que a noite chegou com seu manto de trevas, deixe-se cobrir por ele e descanse no seu abraço, enquanto é embalado por sonhos doces e perfeitos. Boa noite, meu namorado lindo!
Que a noite lhe traga a paz e o descanso merecidos, para que possa repor as energias, e amanhã despertar rumo a um novo dia com renovadas força e determinação. Durma bem e sonhe comigo!
Certa vez, um jardineiro encantado com uma linda roseira que plantara, resolveu colher uma linda rosa para oferecê-la a quem mais estimava.
Ao entregar a linda rosa, a pessoa que a recebeu deixou sair em bem alto som um aaaiiiiii!
Sentindo-se muito envergonhado e desapontado, o jardineiro abaixou-se e recolheu a rosa.
E, não demonstrando tão grande admiração pela sua oferta, desculpou-se e saiu...
Ouviu-se então uma voz: Espere não se vá!
Um pouco cabisbaixo, virou-se e ficou à espera de uma rajada de palavras duras ou murmurações que pudessem sair da boca daquela tão admirada pessoa a quem ofereceu a rosa.
Para sua surpresa, ouve-se um... MUITO OBRIGADA!
Perplexo e não acreditando no que acabara de ouvir, arriscou em fazer esta pergunta:
Obrigado por quê? Como ousas agradecer-me por algo que te feriu?
E a resposta veio numa suave e meiga voz... Não me feriu, apenas deixará uma marca para que eu jamais me esqueça deste teu gesto singelo.
Esta história faz-me lembrar o que o Apóstolo Paulo disse em 2 Coríntios 12.7: ?E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne...?.
Muitas vezes é necessário que Deus permita uma marca em nós. Muitas vezes esta marca vem com a mais nobre das intenções, como foram as das mãos de Jesus, com a pretensão de salvação para todos quantos a almejarem.
São as marcas que nos fazem lembrar quanto Deus nos ama e quanto Ele se preocupa conosco.
Se hoje recebeste algum presente que te deixou marcas, agradece!
Não permitas que o Jardineiro, que muito te estima, se retire com o som estridente do teu aaiiii!...
... Sem que Ele ouça o teu muito obrigado pelos espinhos!
E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza... Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo.
Porque, quando estou fraco, então, sou forte. (2 Coríntios 12.9,10)
Mesmo sabendo que é um pouco cliché, sempre achei que os verdadeiros amigos são presentes que a vida nos dá na melhor hora, no melhor momento, aqueles que sempre se encaixam perfeitamente com tudo que está acontecendo. Vem sempre em pouca quantidade, mas ao mesmo tempo, o fato de tê-los por perto traz tanta coisa boa, que equilibra perfeitamente esta primeira incoerência.
É engraçado como nos conhecemos tão bem, como pelo olhar, pela voz, ou até pela forma como escreve um e-mail, por exemplo, automaticamente já sabemos tudo que se passa do outro lado.
São aqueles que nos fazem mostrar sempre o nosso melhor, que mesmo por algum tempo longe um do outro, ao se encontrar, é como se todo esse tempo não passasse de alguns segundos.
Aos que nunca tiveram a oportunidade de conhecer uma verdadeira amizade, não vale a pena procurar, pois é a vida que detém o poder de os encontrar.
Vivo de esperanças Sou assim marcada Pela incerteza e insegurança Tenho medo do dia seguinte E mais ainda da noite escura Sou de tristeza feita Tecida com fios de não sei Com pensamentos de talvez Vivo de vidas passadas Marcadas e sofridas Vivo de um coração Que já não e mais tão coração Vivo da solidão Da noite que me amedronta Da solidão que me atormenta Dos pesadelos que me sondam Dos sonhos que não realizei Vivo todos os dias com a incerteza De minha felicidade Se ela não e apenas sonho Se ela pode ser realidade.