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Mãe queremos agradecer a sua amizade, o seu apoio, a sua mão que nunca deixou de amparar nossos passos e nossas vidas e agradecemos mãe pelo carinho que sempre dedicou a nós.
Pela palavra de Deus que nos ensinou, pelas razões de sobra para lhe amar tanto. Cada dia que passa você se torna mais amiga, se torna nosso melhor exemplo a nossa maior referência de vida.
Feliz aniversário. Que Deus possa recompensá-la por tudo. Por todos os dias que tem nos dedicado, a sua atenção e o seu apoio. Que o Pai todo poderoso lhe abençoe, lhe proteja e continue enchendo de luz o seu coração cheio de amor e de sonhos.
Parabéns mãe pela família que somos, pelo amor que sentimos por você, afinal foi o seu coração que nos ensinou a lhe amar tanto assim. Esse dia é todo seu. Parabéns por hoje seu aniversário, e por todos os dias que uma mãe tão digna como você merece.
Te amamos, seus filhos.

Nosso casamento, hoje, está de parabéns. É nosso aniversário, amor! Este foi um ano alimentado a paz, carinho e bastante dedicação. Creio ser essa a receita para o matrimônio dar certo.

Felizmente, com a bênção de Deus, nosso laço parece ter um nó firme e cheio de saúde. E isso me deixa feliz. É que o amor é a graça da vida e com você me sinto abençoada.

Próximo ano, mais comemoração.

Para uma nova edificação, seja ela de pequeno ou grande porte, é fundamental que o terreno seja limpo e os entulhos removidos. Igualmente para uma plantação, o mato deve ser capinado, as ervas daninhas arrancadas, enfim, é necessário que haja um espaço propício a receber uma nova construção ou novas sementes.
Por acaso você já teve conhecimento de alguma construção feita em cima de entulhos? Igualmente se dá em nossas vidas. Por isso, para que aconteçam novas alegrias e novas realizações, é preciso faxinar o terreno da alma. É preciso arrancar as ervas daninhas representadas pelas mágoas, e rancores. Retirar os entulhos do medo, os pedregulhos da incerteza, da insegurança, dos ressentimentos.
Esquecer as amarguras do passado. Viver o presente. O hoje. O agora. Fazer as pazes com quem estamos brigados. Perdoar. Pedir perdão. Com o terreno limpo e bem cuidado, não tem como não receber do universo as flores e frutos de realizações que irão fazer das nossas, vidas risonhas.
Pegue a pá da determinação, o ancinho da força de vontade, o carrinho da esperança e comece a sua faxina... Aproveite o final de semana!

O colunista Sydney Harris conta uma história em que acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. Quando os dois amigos desceram pela rua, o colunista perguntou:

- Ele sempre te trata com tanta grosseria?

- Sim, infelizmente é sempre assim.

- E você é sempre tão polido e amigável com ele?

- Sim, sou.

- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?

- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

A implicação desse diálogo é que a pessoa inteira é seu próprio dono, que não deve se curvar diante de qualquer vento que sopra. Não é o ambiente que a transforma, mas ela que transforma o ambiente. A pessoa inteira é um Ator e não um Reator.

Certa vez, há muito tempo atrás, um pequeno caule de parreira estava muito alegre por estar vivo. Bebia água e minerais da terra e cresceu e cresceu. Era jovem e forte e pode se arranjar bem... Tudo por conta própria.
Mas então, o vento foi cruel, a chuva foi hostil, com a neve não tinha nenhum acordo, e o pequeno caule de parreira sofreu. Ele ficou caído, frágil e sofrido. Seria bem mais fácil parar de tentar crescer, parar de tentar viver. E o caule de parreira estava infeliz! O inverno seria longo e o caule estava cansado.
Mas então o pequeno caule de parreira ouviu uma voz. Era outro caule de parreira chamando por ele... – Aqui, estique-se... Pendure em mim. Mas o caule hesitou.
– O que isto queria dizer? Ele pensou. Pois veja você, o pequeno caule sempre tinha se virado bem... Tudo por conta própria.
Mas então, muito cautelosamente, se esticou em direção do outro caule de parreira. – Veja, posso ajudá-lo, o outro disse. Apenas se enrosque em mim e eu o ajudarei a se levantar.
E o pequeno caule confiou... E repentinamente pode ficar reto outra vez.
O vento veio... E a chuva... E a neve, mas quando vieram, o pequeno caule de parreira se agarrava a muitos outros caules. E embora os caules fossem sacudidos pelo vento e congelados pela neve, eles se mantinham fortemente unidos um ao outro. E em sua incansável força... Puderam sorrir e crescer.
E então, um dia, o pequeno caule de parreira olhou para baixo e viu um minúsculo caule, oscilando, assustado. E nosso pequeno caule de parreira disse, – Aqui, pendure-se em mim... Eu o ajudarei.
E o outro caule alcançou nosso caule de parreira, e junto todos os caules cresceram.
Folhas brotaram... Flores surgiram... E finalmente, uvas se formaram. E as uvas alimentaram a muitos. Foi preciso apenas que os caules se ajudassem.