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Bonito é gostar da vida. Apreciar novas belezas, viver a simplicidade, agir com delicadeza e idealizar sonhos. Mover-se com esperança, manter o equilíbrio, agir com certezas, apostar no futuro e não ter medo de ser feliz.

Aos namorados que se amam,
Prestem muita atenção:
Saibam viver as suas vidas
Repletas de muitas emoções;
Nunca guardem rancor, saibam perdoar;
Deem asas à imaginação e
Estejam sempre prontos a voar;
Sejam felizes como a vida requer;
Amem muito esse homem ou essa mulher.
Nunca tenham medo, não;
Sigam sempre o seu coração!

Uma das maiores alegrias da minha vida aconteceu quando vocês me confiaram a responsabilidade de ser madrinha de batismo do seu rebento. Foi uma felicidade sem igual e por isso agradeço. Saber que confiam em mim a esse ponto, e que agora criarei um laço eterno com essa criança que agora chegou ao mundo, e que eu tanto amo, é maravilhoso.

Obrigada de coração pela honra que estão me dando! Prometo compromisso, gratidão e amor eternos.

Você é o amor de minha vida, filha! Sou capaz de fazer qualquer coisa para colocar de novo seu sorriso lindo no rosto. Na verdade, parece que sua alegria sumiu, sinto que sua humildade voou para longe e tudo isso está acontecendo devido à sua rebeldia, sabe?

Vivo rezando para que você seja mais presente na família como antes e para que você encontre seu verdadeiro caminho, sua razão nesse mundo. Se liga, por favor! Seja simples, humilde! Você é muito mais do que tem demonstrado.

No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Mas quando o vendedor soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, cheio de pena, deu-lhe o óleo. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido:
"Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação".
Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado, mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando um discípulo chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: "Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia" e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse: — Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.
- Por que não? - Perguntou o discípulo de Buda.
- Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.
Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecida como Luz da Lâmpada.