Tudo aquilo que faz mal para o seu corpo e para a sua alma, mas que você não consegue se livrar é um vício. Pensamentos obsessivos, comportamentos destrutivos e compulsivos devem ser tratados como vício.
No mundo há muitas tentações. Comer demais, beber demais, trabalhar demais, jogar demais, viver cercado por tensões emocionais que se transformam em dependências, entre outros, são hábitos que nos levam para mais perto do abismo. Para se livrar dos vícios do mundo, é preciso buscar equilíbrio, luz e paz.
A vida é uma bênção, e precisamos saber cuidar bem dela. O nosso corpo é a nossa morada, é o nosso templo. Não podemos permitir que forças obscuras tomem conta de nós, que tomem as rédeas da nossa vida.
É preciso nos livrarmos dos impulsos, das compulsões, do hedonismo. Viver o presente intensamente não significa não pensar no amanhã. O futuro chega de mansinho, e tudo que fazemos hoje tem um reflexo na nossa vida.
Uma vida saudável é uma vida sem dependências. Os vícios fazem você perder o controle da sua vida. Precisamos estar bem conosco e com quem somos para estarmos bem com o mundo e com as pessoas à nossa volta.
Tenha fé, tenha força de vontade, tenha amor próprio. Os vícios limitam a vida. Livre-se dos vícios, livre-se de tudo aquilo que não deixa com que você viva em paz!
Queremos neste Natal, poder armar uma árvore dentro de nossos corações e nela colocarmos, no lugar de presentes, os nomes de nossos amigos.
Os que vivem longe e os que vivem perto;
os antigos e os mais recentes;
os que vemos todos os dias e os que raramente vemos;
os que sempre recordamos e os que às vezes esquecemos;
os das horas difíceis e os das horas alegres;
os que sem querer ferimos e os que sem querer nos feriram;
aqueles que conhecemos profundamente e aqueles que conhecemos superficialmente;
os que nos recordaram e os que recordamos, nossos amigos humildes e nossos amigos importantes, aqueles que nos ensinaram e os que deixaram-se ensinar por nós, uma árvore de raízes muito profundas para que os seus nomes nunca sejam arrancados de nossos corações.
Uma árvore de folhas muito largas para que os nomes vindos de todas as partes,
venham a se juntar aos existentes. Uma árvore de sombra muito agradável para que nossa amizade seja um momento de repouso na luta pela vida.
Que o espírito de Natal faça de cada lágrima um sorriso, da amargura a sabedoria e de cada coração uma casa aberta para receber a todos.
Christina Tourinho
Não se espante pela hora em que lhe escrevo (04:17h). Um pouco antes é a hora em que acordo, quando tenho uma noite de sono normal. Não é nenhum exagero de minha parte, mas tornou-se hábito para mim madrugar. Há anos, é a partir desse momento, aproveitando o silêncio da madrugada, que meus pensamentos fluem e começo a meditar. Nada melhor do que aproveitar este silêncio, o leve vento e o fresco da noite que se despede, e, do meu terraço olhar a lua e ver as nuvens dando seus passeios por entre as estrelas. No formato de cada nuvem começo a imaginar o que cada uma de suas formas representa. Algumas nuvens se transformam no meu imaginário, em árvores, animais e até mesmo em forma de pessoas, que vagueiam por entre as estrelas, banhando-se pela luz do luar.
E numa dessas nuvens imagino você. E quando você me vem a mente, é como se abrissem as cortinas de um teatro ou acendesse a tela de um cinema, e uma peça ou um filme se iniciasse. Aí começa a narrativa de nossa história de vida, as cenas de nosso primeiro encontro, dos nossos passeios, da nossa intimidade tantas vezes vivida e me deixo levar pela minha imaginação.
Relembro com saudade de tudo isso, pois são coisas que a nossa realidade de hoje não mais nos proporciona. Mas esse meu estado de espírito, esse meu imaginar, significa que embora estejamos distantes um do outro, as marcas que ficaram nem o tempo consegue apagar.
Beijos, meu amor.
Conheci o "nome da pessoa" na prisão!
Éramos companheiros de cela. Aprendi várias coisas com ele e lhe sou muito grato até hoje.
Nos intervalos de trabalho voluntário que fizemos para diminuir nossa pena ele me ensinou latim, lógica, história romana e artes.
Hoje devo grande parte de minha erudição a este nobre malandro.
Meu único arrependimento dos tempos de carceragem é por não tê-lo ajudado nos momentos de coação sexual.
Os outros presos se aproveitavam de sua fragilidade e inocência para força-lo a fazer coisas que ele antes fazia apenas por opção.
Mas enfim, são águas passadas... Fico feliz de ver que você superou toda aquela violência e encontrá-lo aqui no Orkut...
Abraço cara! E deixa para trás essas lembranças...
Posso lhe garantir que se surgisse uma rosa cada vez que penso em você, os meus caminhos seriam eternos e belos jardins.