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Gosto de pessoas normais, na medida, no ponto.
Com os seus altos e baixos, crises, neuras, alegrias
Aquelas que riem e choram, que gritam, que batem o pé
As que derrubam comida na roupa, as que amarram o cabelo na balada
As que se permitem errar, experimentar, que se arriscam com o desconhecido, pisam na bola, mas que também acertam, amam
Eu gosto das pessoas palpáveis, de carne e osso!

Dá aqui a tua mão. Vou segurar ela bem forte e, juntos, vamos conseguir enfrentar qualquer coisa boba ou séria. Sabe por quê? Porque a gente se ama. E nada mais importa.

Meu amor, nossas vidas estão mais unidas que nunca. Agora que demos este importante passo do noivado, tenho certeza que jamais vou largar você.

É do seu lado que quero conquistar as próximas etapas e conseguir a felicidade que merecemos. Você é o homem da minha vida e a cada dia que passa o amor que nos une se torna maior.

Tenho saudades de você, do tempo em que podia escutar sua voz, ouvir seus conselhos e histórias contadas a toda a hora. Tenho saudades do seu colo de amor infinito, do seu carinho, paciência e apoio, querida avó!

Mas a vida me levou para longe de você, mas ainda assim, sempre que puder irei visita-la, e todos os dias eu trago você bem aconchegada no meu peito, bem presente no meu pensamento. Um beijo carregado de saudades e muito amor, minha doce vovó!

Lembra quando todos eram mais felizes, sorriam por qualquer motivo e as coisas mais importantes eram ver o riso de uma criança, o pôr-do-sol, um grande amor e a paz de um domingo? Que será que fizemos para apagar o riso, porque será que as cores ficaram mais pálidas?
O que fizemos contra nós mesmos para esquecermos de caminhar na chuva e espiar ninhos de passarinhos? Morreu a fantasia, morreu a criança que vivia dentro de nós?
Deixamos tudo isso acontecer e nem nos apercebemos. Gastamos nosso tempo na televisão, no telefone, na Internet e deixamos para trás a nossa alma, as horas de papo com os amigos, o passeio de mãos dadas e o cafezinho no boteco...
Queria te convidar a sonhar. Não, não é para mais um sonho do que se vai comprar, adquirir e se entupir. Sonhar infantilmente, por nos olhos a candura pueril, os lábios quase falando a ânsia da alegria, navegar na fantasia!
Vá correr sem medo e, em todo o desapego, igual correr na estrada com poeira sem pensar na sujeira, brincar com o sentimento, ser novamente num momento apenas garoto, maroto, arteiro e eterno.
Pois não há inverno para quem corre no sol, não há inferno para quem tem nos olhos o brilho de um farol. Nunca haverá paz em qualquer rincão do universo se dentro de nós, frutos da criação, ela não habitar antes.