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Estou morrendo aos poucos,
Te vendo feliz nos braços
De outro.
Estou morrendo aos poucos,
Por saber, que não são meus
Lábios que tua boca beija.
Que não é o meu corpo,
Que o teu corpo deseja
Estou morrendo aos poucos
Por saber,
Que nas noites frias,
Não sou eu a te aquecer,
Não são meus braços a
Te envolver.
Estou morrendo aos poucos
Só de imaginar,
Outras mãos a te tocar,
Outro corpo no seu a roçar.
Estou morrendo aos poucos,
Ao ver quem já me pertenceu
Dando a outro, o amor que já
Foi meu.

Minha amiga Mildred fazia progresso, recuperando-se lentamente de um derrame cerebral. Ela ainda lutava para sentar-se direito e para falar.
A cada vez em que eu a visitei no asilo, as linhas de frustração em seu rosto estavam um pouco mais profundas. A frase que ela mais pronunciava era, - Por que?
E nada que eu dissesse trazia-lhe conforto. Lutei também. Em minhas orações eu pedi, - Senhor, como posso ajudar?
Certa noite me despedi de Mildred e fui jantar com minha mãe. Fui ao banheiro lavar as mãos e notei algo peculiar: uma longa faixa de papel higiênico cobria boa parte da bacia da pia.
- Mãe, o que este papel está fazendo aqui? Perguntei.
- Havia uma aranha na pia. Ela deslizava toda vez que tentava sair e eu quis ajudá-la, então eu fiz uma escada.
Minha mãe respondeu.
- Acho que funcionou. Ela não está mais aqui. Respondi.
Retirei a "escada", pensando em minha amiga Mildred. Ela estava presa também, e eu já tinha trabalhado muito tentando levanta-la. Talvez o que ela precisasse fosse mais como o que minha mãe tinha oferecido à aranha.
Em minha visita seguinte, Mildred outra vez perguntou, - Por que?
Eu não tentei achar uma razão. Eu peguei em sua mão e, no silêncio, eu vi como a amizade pode ser uma escada. Palavras ou explicações deixaram de ser necessárias, apenas a simples confiança da amizade e minha amiga Mildred percebeu que não encararia sua luta sozinha.

Sempre que olho em você, sinto uma felicidade muito grande; uma alegria extrema. Você é muito importante para mim, meu irmão, desde sempre! Por isso que tentei passar para você todos os ensinamentos que estavam ao meu alcance; todas as palavras que podia fazer de você a pessoa maravilhosa que é hoje.

Agora sinto que meu trabalho foi bem realizado: ajudei meu irmão caçula a se tornar no homem fantástico que é hoje. É uma sensação de dever cumprido; dever que foi uma satisfação do tamanho do mundo. Adoro você, meu irmão!

Hoje é segunda-feira, uma nova semana está começando, e ao contrário do que muitos sentem, eu espero que você compartilhe comigo desta alegria por mais um dia, por mais uma semana de vida.

Pouco importa qual o dia da semana em que estamos, pois todos contam igual, todos podem fazer a diferença. Então aproveite cada instante, não só deste dia, mas de toda a sua vida, e tenha uma semana abençoada!

Quando for olhar o teu jardim, olhe as rosas entreabertas, e nunca as pétalas caídas.
Observe em teu caminho a distância vencida, e nunca o que falta ainda.
Guarda no teu olhar os brilhos e alegrias de uma criança e nunca as névoas de tristezas dos acontecidos.
Retenha tão somente da tua voz as risadas e canções e nunca os teus gemidos de dores e sofrimentos.
Conserva em teus ouvidos as palavras de amor, e nunca as de ódio ou rancor.
Grava na tua pupila o nascer das auroras, e nunca os poentes do sol se indo.
Guarda as recordações da tua face pelas carícias recebidas, e nunca das bofetadas que levastes.
Guarda de tuas mãos as flores que recebestes, e nunca dos espinhos que te feriram.
Conserva de teus lábios as mensagens bondosas proferidas, e esquece as palavras que te feriram.
Olhe sempre o sol que existe a sua frente, e esquece a sombra que fica atrás.
Lembre-se que a flor que desabrocha é bem mais importante, do que mil pétalas caídas.
O mal que praticamos, sem dúvida, um dia irá embora, mas o bem que houvermos exercido, não só ficará para sempre, como tenderá sempre a se multiplicar.
Lembre-se que é no fundo da noite sem luar, que brilham muito mais as estrelas.