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Existem muitas coisas sobre as quais absolutamente você não tem nenhum controle e que certamente têm o potencial de influenciar significativamente a sua vida.
Uma vez que as coisas estão mesmo fora do seu controle, deveria você simplesmente sentar e deixar acontecer? Sim e não. Deixar acontecer, sim. Sentar, não.
Não importa quão fora do seu controle as coisas possam estar, não importa quão impotente você se encontre diante dessa situação, o fato, porém, é que você pode sempre ter no controle a maneira para responder a esta circunstância.
Até mesmo diante da mais aparente desesperançada situação, a esperança está sempre presente. Por quê? Porque a esperança não reside em circunstâncias, mas ela se faz presente no coração. Ninguém pode tirar de você aquilo que existe em seu interior.
Faça o seu melhor com as coisas das quais você tem controle e você irá florescer a despeito das incertezas ao seu redor. Esteja preparado para responder de uma maneira positiva e eficiente a qualquer circunstância que vier ao seu encontro.
Apesar de muitas delas estarem além do seu controle, o que você irá fazer com a circunstância é algo que só você poderá decidir.

Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.

- Eis a única resposta a que eu tinha direito e com a qual tenho de me contentar! Desejaria, talvez, ser informado da razão por que me rejeita assim, sem a menor tentativa de delicadeza de sua parte. Mas não tem importância.

- Também eu poderia perguntar - replicou ela - por que com o intuito tão evidente de me ofender e insultar, resolveu o senhor dizer-me que gostava de mim contra sua vontade, contra sua razão e mesmo contra seu caráter? Não é essa desculpa suficiente para minha falta de cortesia? Se é que realmente cometi essa falta. Mas tenho outros motivos para me sentir ferida. O senhor conhece-os bem. Se acaso meus sentimentos não me indispusessem contra o senhor, se eles lhe fossem indiferentes ou mesmo favoráveis, está convencido de que qualquer consideração me inclinaria a aceitar um homem que arruinou talvez para sempre a felicidade de minha irmã querida?

Jane Austen

Eu te amo, com a força dos temporais,
Com a fúria incontrolável dos vulcões.
Com a energia acumulada nos trovões
Desde longos tempos imemoriais.

Eu te amo, com a leveza dos cristais,
Com a textura das rosas em seus botões.
Com as notas delicadas das canções
Com as cores de mil roupas nos varais.

Eu te amo todas as horas do dia
E este amor ora leveza, ora tormenta,
Este amor que ora é prazer ora agonia

Pra meu barco é a segurança de um cais.
Muito embora ele saiba e se contenta
Que apenas é só mais um!... e nada mais!

Jenário de Fátima

Feliz aniversário, filho Olá filho! Hoje eu gostaria de homenagear você, porque hoje é o seu aniversário... Na verdade eu queria que você soubesse como esse dia é importante pra mim, é como se neste dia, eu tivesse conquistado um grande prêmio no passado.
É como se neste dia eu tivesse realmente conseguido mostrar ao mundo porque tenho tanto orgulho de você.
É, realmente você é o nosso maior troféu – quando você chegou a nossa vida se transformou: parece que ficou mais leve, mais gostosa, com novo ideal, parece até havia tomado rumo certo.
Por isso filho, eu quero te homenagear e até preciso pedir desculpas por me realizar em você. Às vezes quando discutimos, por motivo bobo e você reage, parece até que estou me vendo, bem mais nova. Que bom saber que você sou eu, que vou continuar aqui mais tempo.
Parabéns Filho! Desculpe a minha corujice, mas você é o maior filho do mundo.
Eu Amo Você.