Não compreendo a vida sem o amor
É esse sentimento que nos leva à inspiração poética-Amor!
Amor em que sentindo?
Amor no sentindo alto, amplo, abrangente do termo que me faz sentir a beleza da natureza.
Amor que me faz sentir e compreender a grandeza e a misericórdia do homem.
Amor, encontrado no silêncio e na paz dos bosques e dos jardins.
Amor encontrado no silêncio dos claustros.
Amor, silêncio, natureza, elementos que elevam a alma humana.
A amizade é um presente sem preço, que não pode ser comprado ou vendido, mas o seu valor é muito maior do que uma montanha feita de ouro.
Porque o ouro é frio e sem vida, não pode ver nem ouvir, e em nossas fases difíceis nada podemos compartilhar com ele.
Ele não tem ouvidos para nos escutar, coração para nos entender, nem pode nos dar consolação ou estender-nos a mão para nos auxiliar.
Assim, quando pedirmos um presente a Deus, sejamos gratos se Ele nos mandar...
Não diamantes, pérolas ou grandes riquezas, mas sim se mandar o amor de verdadeiros amigos.
Alcançar o amor talvez exija mais renúncia do que alegria e felicidade.
Nem sei se a felicidade pessoal é compatível com o amor. Por que ligar felicidade ao amor? O amor é sério demais para almejar a felicidade.
A felicidade está sempre ligada a alguma forma de inconsequência.
A paixão sim faz a gente feliz. Só transar? Melhor ainda.
Assim como é preciso alguma crueldade para viver, assim como há sempre alguma agressão embrulhada em qualquer vitória, também a felicidade precisa de alguma inconsequência.
O amor por si, é repleta de "trágicos deveres".
Por isso o amor não está ligado à felicidade.
Os que assim a perseguem, deveriam desistir de amar.
O amor é um sentimento ligado à lucidez, à renúncia, à compreensões das contradições.
Amar é ser capaz de viver um sentimento que se misture fundo com a vida, se torne corriqueiro, mal percebido, sem grandeza, sem efeitos extraordinários, emoções particulares ou excitantes.
Aqui reside, pois, a complicações do amor.
Só se torna visível quando ameaçado acabar.
Só se o descobre quando se supõe nada mais sentir.
Está onde menos se espera.
É profundo, vital, doador, independente de exaltações. Flui imperceptível, aparece ao sumir.
Pessoas que separam, mesmo livres uma da outra, sentem um vazio, uma perda, um sentimento de possibilidade perdida.
É preciso muito viver, muito desiludir-se, muito sentir, muito experimentar, muito perder, muito renunciar, para encontrar o próprio amor, guardado não se sabe em que dobra da gente, e muitas vezes nunca descoberto.
Morrer sem descobrir o próprio amor escondido é frequente. E terrível.
O que estamos fazendo com o amor que está em nós e diariamente trocamos pelas emoções prazenteiras, pela felicidade inconsequente, pelas alegrias passageiras?
O que estamos fazendo? O que?
Aceite minhas boas vindas, meu amor! Ainda não estou acreditando que você está cá fora, junto ao calor que você desconhecia e perto dos gestos que o coração deseja oferecer. Você é o bebê mais lindo do mundo!
O neném que já mudou minha vida em tão pouco tempo. Foi algo imediato: desde a hora que olhei pela primeira vez para seu rosto percebi que minha felicidade tinha data de início. Essa data começou agora! Tenha um vida linda, meu bebê!
Você já deve ter recebido algum presente especial muito bem embalado dentro de uma caixa. Foi uma agradável surpresa que lhe deixou muito feliz e você nunca mais esqueceu aquele momento. Comigo aconteceu exatamente igual quando conheci você.
Eu não esperava ganhar de Deus algo tão valioso! Você é o presente mais lindo que recebi. A embalagem guardo até hoje na minha memória, pois dentro estava você. Era uma embalagem enfeitada e iluminada com luzes angelicais. Brilhava intensamente!
O presente, você, guardo no meu coração. Afinal, com você aqui, sinto a cada dia o verdadeiro significado do amor.
E por falar em amor: eu amo você!