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Muitos... creram no seu nome; mas o próprio Jesus não se confiava a eles... porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana. JOÃO 2.23-25

Jesus amou as pessoas, especialmente seus discípulos. Ele tinha um grande relacionamento com eles, viajava e comia com eles, bem como os ensinava. Mas Ele não colocava sua confiança neles, porque conhecia a natureza humana. Isso não significa que Ele não confiava em seu relacionamento com eles; mas simplesmente Ele não se abria a eles da mesma forma que Ele confiava e se abria a seu Pai celestial. É assim que você deve ser. Muitas vezes as pessoas formam relacionamentos íntimos e dependem demais dos seus amigos, em vez de buscar a Deus. Mas você não precisa fazer isso. Mesmo nos melhores relacionamentos, as pessoas o desapontarão porque as pessoas não são perfeitas. É certo amar e respeitar os outros, mas lembre-se sempre de que o único que nunca falhará com você é Deus.

Joyce Meyer

"Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam".

- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo.
- "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
- "Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."

Chegou o momento de dizer o adeus definitivo a alguém que sempre conheci cheio de vida e energia. Querido avô, você partiu e agora meu coração chora lágrimas que eu sei, serão eternas.

Guardarei nossas memórias, seu sorriso, sua voz segura e forte, seu carinho que não conhecia limites. Sua sabedoria me acompanhará sempre, e na certeza de que você viveu uma vida boa e feliz, encontro algum conforto. Descanse em paz, meu querido avô!

No nosso caminhar o tempo e trajetar a vida, encontramos pessoas que passam, outras que vão e outras que ficam. Muitas na mesma direção, mas poucas no mesmo sentido. Algumas até tentam o lado a lado, mas por falta de obstinação e na ânsia de antecipar o futuro ficam a degustar o instantâneo enquanto roem a vida. Nesse processo de escalar o tempo e ?alcançar? o que a vida tem a oferecer, os cruzamentos prescritos nos jogam no peito pessoas que por vezes nos arrastam pelos encantos que parecem ter. e alheios à dor que podemos sentir, esses prescritos mostram que o calendário da convivência faz cair o véu e revelar o que por trás dele parecia puro e perfeito. e depois de dissolver o fascínio e desnudar o belo, faz este mostrar seu avesso e expor o que nos tira o sorriso. e ainda, como castigo, nos força crescer e, com o coração ferido, entender que, se as expressões dos nossos sentimentos não conseguiram fiar o vínculo naquele que de nós se desgarrou é porque a vida nos destina, ainda, a outro caminhar...

O mar, o amor e a eternidade...
Compare o amor ao mar, que é grandioso em si mesmo, tem uma força ainda desconhecida, e é capaz de encantar e até matar, quem não tiver a devida atenção.
O amor e o mar se igualam na beleza, onde gente grande vira criança, os olhos brilham, o coração acelera, a vida tem outro sentido diante do amor, a beleza tem outra visão diante do mar, a vida tem outros valores diante do amor.
Assim como o mar, o amor se renova em ciclos, no mar são as marés, que elevam e abaixam as águas, no amor, são os pequenos gestos, as
delicadezas.
O respeito, a admiração pelo outro, as lembranças, que vão construindo um sentimento maior que o mar, maior que o próprio amor, avançando com a idade, sendo tão generoso que abre mão de si mesmo, quando deixa de ser uma paixão, para se tornar cumplicidade.
Diante do mar, vejo as ondas no vai e vem sem fim, e posso ter esperanças, que assim como as ondas, o amor que se foi, pode voltar, ou se renovar, e assim como estou diante do mar, poderei estar diante de um novo amor, para um recomeçar, num indo e vindo infinito, como o próprio mar, como o próprio amor...