Nossos olhos se encontraram
Foram o bastante para nos envolver...
Quando dei por mim, já estava ali
Entregue inteiramente a você!
Não mais vivo sem teus Abraços
Preciso do Aconchego dos teus braços
Dos teus beijos, do teu prazer...
Para me entregar a você!
Você que já é a Dona da minha vida!
Que só me machuca na despedida
É quando percebo quanto amo você!
Mais a noite esta chegando
Mais um vez vou me entregando
Sem fronteiras pra você!
A ceita você como você é.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer oi.
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que os outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
J amais o julga, esteja você certo ou errado.
L ivra-o da solidão.
M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
N unca o deixa em abandono.
O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
P erdoa e compreende suas falhas humanas.
Q uer vê-lo sempre feliz.
R i com você e chora quando você chora.
S empre se faz presente nos momentos de aflição.
T oma suas dores e evita que o maltratem.
U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
V ence o inimigo invencível junto com você.
X inga e briga por você.
Z ela, enfim, pela jóia que você representa.
Minha filha, você não imagina o tamanho do orgulho que hoje sinto por vê-la formada, realizando mais um sonho, celebrando mais uma conquista. Parabéns pela formatura, meu amor!
Desde que nasceu você enche meu coração apenas de orgulho, amor e alegrias. Sou uma mãe muito feliz, pois tenho a filha mais incrível do mundo. Este é o seu momento, você lutou e conseguiu, e com todo mérito está formada.
Que daqui por diante encontre muitos outros triunfos, e mesmo que no seu caminho se atravessem obstáculos eu sei que você os superará. Pois você é uma guerreira que enfrenta qualquer coisa com força, determinação e honradez.
Mantenha sempre esse espírito, filha, e tenho certeza que terá muito sucesso em sua vida. Mais uma vez parabéns! Estou tão orgulhosa. Eu te amo, muito!
Hoje olhei para nosso filho, enquanto ele saía pela porta. Como está crescido e cada vez mais bonito. Refleti profundamente a bênção que ele foi para nossa vida, como nos uniu aos dois em torno dele.
Meu bem, só te posso agradecer por me ter dado este fruto do nosso amor. Você tem sido um pai exemplar e um marido fantástico. Obrigado de coração!
Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.
Immanuel Kant