Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso que se dedicava a ensinar zen aos jovens.
Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.
Queria derrotar o samurai e aumentar a sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
Só se você permitir.
Eu não acho as palavras. Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta, matando por sufoco, e é triste morrer do seu próprio veneno.
E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.
Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.
E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.
Eu sinto muito!
Acredite nas Estórias
Seria inútil pedir-te perdão Pois já estou quase sem voz De tanto pedir-te.
Seria inútil pedir-te compreensão Porque por mais que eu peço Cada vez você desentende mais as minhas palavras. Seria inútil pedir-te a mão Pois você negaria.
Seria inútil pedir-te um simples abraço Pois você fugiria. Seria inútil fazer uma declaração Pois você desprezaria.
Enfim... Seria inútil aceitar que te perdi Pois meu coração me ignoraria...
Ele só pede você Mesmo assim...
Ainda resta um suspiro, um instante...
Olhe em meus olhos E você encontrará a verdadeira razão Que me faz estar aqui...
EU TE AMO VOLTA PRA MIM!
Neste dia do Professor, imagens suas surgiram em meu pensamento! Você foi, com grande maestria, uma professora memorável. Ainda recordo com alguma nostalgia o quanto suas aulas eram especiais, dinâmicas e cheias de vida.
Assim, aprender é fácil! Hoje, o ensino não conta mais com sua maravilha presença para os novos alunos, mas seu nome será sempre recordado por todos que cresceram junto com você! Feliz Dia do Professor!
Jesus, divino trabalhador e amigo dos trabalhadores volvei vosso olhar benigno para o mundo do trabalho.
Nós vos apresentamos as necessidades dos que trabalham intelectual, moral ou materialmente. Bem sabeis como são duros os nossos dias, cheios de canseira, sofrimento e insídia. Vede as nossas penas físicas, morais e repeti aquele brado de vosso coração: "tenho dó deste povo".
Dai-nos a sabedoria, a virtude e o amor que vos alentou nas vossas laboriosas jornadas, inspirai-nos pensamentos de fé, de paz e moderação, de economia, a fim de procurarmos, com o pão de cada dia, os bens espirituais, para transformarmos a face da terra, completando assim a obra da criação que vós iniciastes. E que vossa luz nos ilumine a nós na busca de melhores leis sociais e ilumine os legisladores a estabelecer uma sociedade de justiça e amor.
Amém.