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São muitas as pessoas que entram e saem da nossa vida ao longo do tempo. Algumas fazem parte do nosso dia a dia durante dias, meses, anos, mas acaba por chegar o momento de se separarem de nós e seguirem seu rumo.

Apesar disso, é bom saber que alguns permanecem incondicionalmente. Esses são os verdadeiros amigos, aqueles que nos marcam profundamente como se fossem família. Ter uma amizade de verdade é a maior bênção que alguém pode conhecer.

Eu não fui sempre assim sozinha havia perto de mim sempre muita gente.
A alegria era constante Necessária porque era um sonho itinerante aquela árvore colorida e brilhante.
O riso de crianças brincando felizes à espera de um papai noel completamente diferente.
Que não chegava na janela quieto pelo contrário, era barulhento a sua fantasia não convencia.
Ano após ano, a cena se repetia vida era o sentido que se tinha nas nossas noites de natal.
A peça fundamental dessa festa mãe nunca pensei que um dia ela não mais estaria.
E eu ficaria na janela, vendo lá fora o mundo como se não pudesse entrar por não querer ou não precisar.
Ah! Que belas noites de Natal eu sei que não verei jamais noites tão belas, noites iguais aquelas.

As fotografias retratam imagens meramente ilustrativas,
Reservando-nos do direito de gritar, controlar e ouvir o que dizem!
Mas o que você é não pode ser retratado em uma imagem,
Precisaria no mínimo conhecer seu intimo, suas atitudes e sua real beleza!
Virtudes essas, que uma face por mais bela que seja não pode mostra
Quanto mais uma imagem ilustrativa.

Há ventos
Que nos trazem pessoas
No reflexo do tempo.
Mesmo a distância,
Perpetuam-se no pensamento.
São fotografias
Das quais a saudade
Terá sempre os negativos
Revelados na memória.
Há pessoas
Que nos trazem ventos
No reverso do tempo
Preso à substância,
Revelando sentimentos.
São maravilhas
Das quais a sinceridade
Terá sempre os negativos
Revelados na história.

Flores não nascem com espinhos Espinhos se desenvolvem
Se desenvolvem e são implantações, Implantações dolorosas! Se desenvolvem quando a flor descobre, Que habita um jardim de insensibilidade.
Espinhos machucam, dói! Mas se dói, se sente, Maldita sensibilidade induzida!
Jardineiros de mãos grossas as destroem Retiram-nas do jardim não para salvá-las, Deixam-as secar depois do encanto da amada. Secam, desnutridas de carinho.
Flores jovens e inocentes querem fugir, Saltam-se nas mãos dos jardineiros Pedem cuidado...
Mas sua pétalas são frágeis E mãos de jardineiros são grossas em demasia.
Pobres flores que se entregam sem reservas, E ainda têm de aceitar devolução
E quando devolvidas voltam secas, Chegam arrastadas e tentam alertar as flores-crianças Flores crianças, última esperança do jardim,
-Salvem-no! Solidárias flores que quase mortas ainda alertam, Solidárias flores que mesmo mortas ainda adubam.