Mensagens, Textos e Poemas


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É de longe que nos vemos e são tão raras as vezes que nos tocamos. O nosso amor atravessa meio mundo e supera toda esta distância que nos causa este sofrimento. É só por meio dele que conseguimos persistir, quebrar todas as barreiras e continuamos eternamente unidos. E, por isso, eu acredito tão cegamente nele que prefiro suportar este vazio, do que viver sem você em minha vida.

Meu amor, com você descobri que o amor não é apenas o maior dos sentimentos das nossas vidas, mas é a própria vida. O amor é tudo, pois você é tudo para mim e sua existência é o que dá sentido à minha.

Mesmo à distância eu consigo sentir sua presença; mesmo longe meu coração bate pelo seu e sem hesitar pararia por você também. Eu amo você, e não importa que exista um universo entre nós, eu sempre vou amar e para sempre esperarei por você!

Uma conhecida anedota árabe diz que, certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.
Logo que despertou mandou chamar um adivinho para que interpretasse o sonho.

- Que desgraça, senhor, falou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!

- Mas que insolente, gritou o sultão enfurecido. Como te atreves? Fora daqui!
Chamou os guardas e mandou que dessem cem chibatadas no adivinho.

O sultão chamou então, outro adivinho, que após ouvir o sultão disse:
- Senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haverá de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho.
E quando este saía do palácio, um dos guardas lhe disse admirado.

- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro?

- Lembra-te meu amigo, respondeu o adivinho. Tudo depende da maneira de dizer as coisas.

A prática esportiva também ajuda num mundo melhor
Com tudo de bom que traz para nós:
Saúde,
Autoestima,
Espírito de equipe,
Objetivos,
Entre outros atributos que com certeza, vem junto com o esporte.

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável.
Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto.
Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.