Mensagens, Textos e Poemas


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Momentos plenos...saudosos...
Um silêncio solidário... Ah...!!!
O calor de um aperto de mão...pensado, desejado...
Um sorriso de ternura..
Um sorriso...
hummmmm... Com gosto de...ah..!!!.
Eu quero...
Um sorriso doce... VOCÊ!
Um olhar de compreensão...
Um olhar de desejo...
Um olhar terno...
Um olhar de homem terno...
Um olhar menino
Um olhar...que me busca...
Que me quer!!
Um abraço...desejos contidos...
Encontro de almas!
Ah...!!! Assim sinto você!

Eu sou branco. Você é vermelho.
Quando estamos juntos somos rosa.
Antes de eu conhecer você, eu não sabia o que era rosa.
Até que eu vivia bem sozinho: comia o que e na hora que eu queria; saía na hora quando bem entendia para ir ao lugar que tinha vontade de ir, numa liberdade, independência e auto suficiência.
Quando eu vi você, fiquei vermelho de paixão e nem me incomodei com os meus brancos.
Até perceber-me que eu já não era mais o branco.
Foi quando o vermelho começou a me sufocar e então, brancamente, me protegi.
Mas às vezes eu me irritava e brigava com você.
No fundo, era porque você era vermelha e não branca igualzinho a mim.
Percebi-me em alguns variados momentos querendo mudar a sua cor. Ainda bem que você soube permanecer-se vermelha,
ter suas próprias emoções, sentimentos, comportamentos e pontos de vista.
Caso contrário, você seria também branca.
Mas tive minhas reticências, pois estava acostumado ao meu ritmo e modo de vida branco.
Temi perder minha individualidade.
Mas aos poucos fui descobrindo que o branco para se transformar em rosa
não é perder, desestruturar-se e desaparecer, mas é completar-se com o vermelho.
O rosa me atemorizou, mas hoje vejo quanto é gostoso conviver, relacionar-me, amar e ser amada.
Dá mais trabalho porque nem tudo pode e deve ser feito brancamente, mas sem dúvida tudo pode ser mais gostoso e rico com o vermelho.
Frequentemente, um bom lanche branco não é tão agradável quanto um singelo jantar rosa.
Um mundo muito Cor de Rosa a todos...

Foram tantos e tão bons momentos que passamos juntos em criança que é até crime esta distância que nos separa há anos! Sinto saudades suas, prima.

Saudades sem discrição, é ter vontade de fazer mil e uma coisas e nunca alcançar esse desejo. Lembra de nossas brincadeiras e descobertas desde a infância até à fase adulta? Eu recordo cada momento com a nostalgia natural de quem gosta! Até breve, prima! Beijo.

Ele serve a todos... Derruba do trono os poderosos Ajuda aos pobres com prazer e satisfação Somente o Senhor é digno de adoração
Rege reinos e nações Não há Nele falsidade, nem corrupção Exalta os humildes e humilhados É a verdade e tem compaixão...
O seu lema é fidelidade, justiça e ação. O adversário joga sujo na eleição Enquanto Jesus vive a palavra de Deus E governa com o coração
Herdou do Altíssimo a perfeição Será o supremo Juiz no julgamento final Não marca nem persegue É alguém Sobrenatural
Foi eleito diretamente pelo Pai Não joga na cara o que nos faz É o meu candidato predileto Que ergue a bandeira da paz

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.

William Shakespeare